Pedro Cabrita Reis inaugura esta quarta-feira, no MAAT, em Lisboa, a exposição “Com o coração livre de cuidados”. A mostra reúne trabalhos de pintura, escultura e desenho criados para a exposição. À Renascença, o artista plástico defende que a arte pode ajudar na educação e a formar pessoas melhores.
O Mundial 2014 lançou para o estrelado o médio que já antes tinha brilhado no FC Porto. Aos 35 anos, James decidiu que o Campeonato do Mundo deste verão foi a última dança pelos "cafeteros".
Algumas escolas ainda tinham vagas, mas a solução para a grande maioria destes alunos foi colocar mais estudantes nas turmas já existentes. A informação foi avançada à Renascença pelo diretor do Agrupamento de Escolas de Mem Martins, após reunião com o Ministério da Educação.
O treinador do Benfica acredita que a equipa "ainda está longe" do nível que pode alcançar, elogiou a maturidade de Banjaqui e o rendimento de Prestianni e espera um jogo "muito difícil" frente ao Milan de Amorim.
No Explicador Renascença, esclarecemos quais são os setores com melhores oportunidades de emprego em Portugal, qual é o valor do salário médio no setor da saúde e quais são as áreas em que faltam profissionais altamente qualificados no país.
O ex-Presidente da República participou na conferência BOOK 2.0, onde defendeu que os hábitos de leitura e consumo de livros devem começar na família e na escola.
Venceu quatro vezes o Tour de France e não conseguiu anunciar o fim da carreira da forma que queria. Um grave acidente em agosto de 2025 deixou-o às portas da morte. "Se a ambulância não tivesse chegado tão rápido, acho que não estaria aqui", revela.
Os dois investigadores, que contribuíram já para que alguns destes pacientes conseguissem identificar objetos, sublinham o papel crescente da medicina de precisão que possibilita a adaptação do tratamento a cada pessoa e à fase de evolução de cada doença. Botond Roska e José-Alain Sahel defendem ainda que, no atual contexto internacional, a ciência permite reduzir a incerteza e construir a “próxima geração de conhecimento”.
Na opinião de Joel Halldorf, professor de História da Igreja na Universidade de Estocolmo, há um aproveitamento político da linguagem religiosa. O autor sueco é um dos participantes da conferência Book 2.0