Nos primeiros seis meses de 2026, 1.396 civis morreram e 7.978 ficaram feridos; multiplicam-se os relatos de crianças feridas e mortas em território russo e ucraniano; utilização de armas de longo alcance tem contribuído para o aumento das baixas civis e dos danos em infraestrutura.
Diretrizes incluem desenvolvimento ético da inteligência artificial e políticas de cuidado como motor de igualdade, promovendo inclusão social e melhores condições de trabalho na região.
Relatório da ONU Mulheres mostra que elas representam 54% dos migrantes na região, deslocando-se em busca de educação, trabalho digno e segurança; apesar disso, enfrentam barreiras como super qualificação profissional, empregos informais e vulnerabilidade ao tráfico humano.
Ameaça transcontinental coloca países como Portugal e vizinhos no centro do desafio; fumaça tóxica oriunda dos incêndios florestais já não conhece fronteiras, atravessando continentes e ameaçando a saúde de milhões de pessoas.
Sobem para 19 os mortos em tentativas de travessia a nado para o território de Ceuta; administrado pela Espanha; enquanto centenas de pessoas iniciam retorno voluntário ao Marrocos, OIM e Acnur seguem caso na região.
Centenas de drones e dezenas de mísseis russos foram lançados contra a capital Kyiv, atingindo casas, pré-escolas e forçando as pessoas a buscarem abrigos subterrâneos; outras áreas do país também foram alvejadas, deixando civis mortos, incluindo crianças.
Segundo a ONU, 90% dos focos vêm da ação humana, confirmando que o combate deve anteceder as chamas; receita para parar a crise envolve satélites no monitoramento, restauração florestal, promoção da consciência e gestão proativa.
Ao concluir visita à ilha localizada no Mar Mediterraneo, chefe das Nações Unidas reforça compromisso com superação das divisões entre greco-cipriotas e turcos; ele relatou conversas “francas e construtivas” com ambos os lados.
No Dia Mundial de combate à doença, agência da ONU lembra que ferramentas necessárias para eliminá-la já existem, embora milhões de pessoas permaneçam sem diagnóstico, tratamento ou impossibilitadas de acessar cuidados; em 2024, 1,3 milhão morreram de hepatite B e C crônica em todo o mundo.
Escalada do conflito no Mar Negro provoca salto de 20% nos valores mundiais do trigo, acendendo sinal de alerta no Conselho de Segurança; ONU diz que volatilidade nos custos de frete, energia e seguros ameaça diretamente a segurança alimentar de países em desenvolvimento.
Agência da ONU apoia países para avaliar riscos, planejar respostas a emergências e orientações população; efeitos da fumaça vão desde irritação nos olhos e vias respiratórias até problemas mais graves; em Portugal e Espanha, número dobrou desse o ano passado.
Arquipélago reafirma objetivo de liderar resposta africana na preservação dos oceanos; na Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, presidente José Maria Neves pede mobilização urgente de parceiros, setor privado e ONU.
Previsão corresponde ao primeiro semestre deste ano; agência da ONU diz que escalada de conflitos geopolíticos e pressões com inflação ainda representam riscos significativos para o ritmo de recuperação econômica mundial.
Em evento para marcar os 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, Paulo Neves, afirma que juventude tem papel transformador na história que só enriquece a política e diplomacia; Ipdal coorganizou com Cplp discussão entre jovens na diáspora lusófona.
Agência da ONU para Refugiados lamenta alto custo humano das perigosas rotas para a Europa; confirmado o resgate de 387 sobreviventes na cidade de Nouadhibou; cenário encontrado pelas equipes de socorro é considerado arrasador.
Reunião de Alto Nível sobre Segurança Rodoviária em Nova Iorque tenta afinar planos internacionais; meta é obter mais de US$ 10 milhões em fundos de apoio e travar com urgência a “epidemia silenciosa” do tipo de acidentes nesta década.
Pelo menos cinco países do continente europeu dão conta de quase 10 mil mortes causadas pela vaga de calor no final de junho; a OMS avisa para os impactos do calor extremo na saúde da população e apela à preparação das unidades de saúde na prevenção de mortes.
Organização, que completa 30 anos neste 17 de julho, cresceu além de suas fronteiras; bloco abriga mais de 30 Estados associados; embaixador de Portugal diz à ONU News que Cplp tornou-se uma plataforma visível e respeitada no cenário geopolítico.
Órgão realiza reunião de emergência solicitada pelas autoridades ucranianas; alta funcionária da ONU afirma que ofensivas seguem padrão claro alvejando centros urbanos densamente povoados.