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Moradia digna e acessível: o papel da habitação social na urbanização

22 October 2026 at 17:00

Ter uma moradia digna significa mais do que dispor de um imóvel. Para que a casa própria seja uma possibilidade real, o custo da aquisição e das despesas mensais precisa caber no orçamento familiar sem comprometer gastos essenciais, como alimentação, saúde, educação e transporte.

Esse equilíbrio é conhecido como affordability, conceito que relaciona o custo da moradia à capacidade de pagamento das famílias. Na habitação, ele ajuda a avaliar se uma pessoa consegue comprar ou manter um imóvel sem comprometer outras necessidades básicas.

Por isso, ampliar o acesso à moradia exige tanto a oferta de imóveis adequados quanto condições comerciais compatíveis com a renda da população. Programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida, e modelos de construção voltados a diferentes faixas de renda fazem parte dessa discussão.

O que é déficit habitacional?

O déficit habitacional é um indicador utilizado para dimensionar situações em que as condições de moradia exigem a criação ou reposição de unidades habitacionais. Ele mede a carência ou a insuficiência de moradias adequadas em uma determinada região, e envolve não apenas a falta total de um teto (pessoas em situação de rua), mas também imóveis precários e famílias cujas condições de moradia desrespeitam o direito à dignidade.

De acordo com os dados mais recentes da Fundação João Pinheiro (FJP), o déficit habitacional do Brasil em 2024 foi estimado em 5.773.983 domicílios, o equivalente a 7,4% dos domicílios particulares ocupados. O número representa uma redução de 3,4% em relação a 2023 e o menor percentual da série histórica.

O déficit é formado por três componentes principais: ônus excessivo com aluguel urbano, coabitação e habitação precária. Em 2024, o primeiro continuou sendo o mais representativo.

O ônus excessivo com aluguel urbano corresponde às situações em que famílias urbanas com renda de até três salários mínimos comprometem mais de 30% da renda com o pagamento do aluguel.

Em 2024, esse componente atingiu 3.587.777 domicílios. Já a coabitação ficou em cerca de 1,03 milhão de domicílios, enquanto a habitação precária alcançou aproximadamente 1,15 milhão.

Os números mostram que o desafio habitacional brasileiro envolve diferentes realidades. Para parte das famílias, a dificuldade está no custo de permanecer no imóvel; para outras, na precariedade da habitação ou na necessidade de compartilhar a moradia com outros núcleos familiares.

O que é habitação de interesse social?

A Habitação de Interesse Social (HIS) reúne políticas, programas e iniciativas voltados à ampliação do acesso à moradia adequada para a população de menor renda.

No Brasil, essa abordagem está relacionada ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS), criado pela Lei nº 11.124/2005 com o objetivo de promover o acesso à moradia digna, especialmente para a população de baixa renda, que concentra grande parte do déficit habitacional brasileiro.

A proposta, portanto, não se resume à construção da unidade habitacional. A moradia precisa oferecer condições adequadas de habitabilidade e ser compatível com a capacidade financeira de quem vai ocupá-la, de modo que as despesas com a casa não comprometam outras necessidades básicas.

Essa visão também aparece nas políticas habitacionais federais. O próprio conceito de moradia digna está associado ao desenvolvimento urbano, à geração de trabalho e renda, à habitabilidade e à qualidade de vida.

Como o Minha Casa, Minha Vida amplia o acesso à moradia?

O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é uma das principais políticas públicas brasileiras voltadas à ampliação do acesso à habitação. Além de promover a construção de moradias, o programa oferece condições de financiamento que podem facilitar a compra do imóvel por famílias elegíveis.

Segundo o Ministério das Cidades, o programa conta com diferentes modalidades e condições de atendimento, que variam conforme a renda familiar e as regras de cada linha. Dependendo do enquadramento, as famílias podem ter acesso a subsídios e taxas de juros reduzidas, o que pode diminuir o valor necessário para a entrada, o montante financiado ou as prestações.

Esses mecanismos ajudam a aproximar o custo de aquisição da capacidade de pagamento das famílias. Ainda assim, a possibilidade de comprar um imóvel depende da análise das condições de financiamento, da renda familiar e dos critérios aplicáveis a cada modalidade.

A acessibilidade financeira também exige considerar as despesas posteriores à compra. Avaliar o valor das parcelas, os encargos previstos em contrato e os custos de manutenção ajuda a entender se a moradia poderá ser mantida ao longo do tempo sem comprometer gastos essenciais.

Qual é o papel da MRV no acesso à moradia?

A produção de moradias é uma das dimensões do desenvolvimento das cidades. Para ampliar o acesso à casa própria, a oferta de imóveis precisa considerar não apenas a construção de unidades habitacionais, mas também as condições que permitem às famílias adquiri-las e mantê-las.

Nesse sentido, a MRV, maior construtora da América Latina, atua na construção de moradias para diferentes perfis de compradores, com destaque para aqueles que podem ser compatíveis com a capacidade de aquisição das faixas de renda menores. 

Segundo a empresa, sua atuação abrange, ainda,  investimentos em espaços e equipamentos urbanos como praças, creches, escolas, postos de saúde, avenidas e espaços de convivência. A MRV está presente em mais de 80 cidades de 22 estados brasileiros.

A oferta de moradias e os investimentos associados à infraestrutura urbana fazem parte de uma discussão mais ampla sobre desenvolvimento. Para que esse acesso seja efetivo, porém, também é necessário que o custo da habitação seja compatível com a realidade financeira das famílias.

Como avaliar se uma moradia cabe no orçamento?

O preço do imóvel é apenas um dos fatores que precisam ser considerados na decisão de compra. Para avaliar a acessibilidade financeira, é importante observar o conjunto de despesas envolvidas na aquisição e na manutenção da casa própria.

  • Entrada: verificar quanto será necessário desembolsar inicialmente e se há possibilidade de obter subsídios.
  • Parcelas: analisar se o valor mensal é compatível com a renda familiar, considerando as demais despesas essenciais.
  • Juros e correções: compreender as condições previstas no financiamento e no contrato de compra.
  • Custos adicionais: incluir despesas relacionadas à aquisição, ao condomínio, aos tributos e à manutenção do imóvel, quando aplicáveis.
  • Reserva financeira: evitar que os pagamentos comprometam todos os recursos disponíveis e impeçam a família de lidar com imprevistos.

Esses fatores ajudam a avaliar não apenas se é possível comprar um imóvel, mas também se será viável manter a moradia ao longo do tempo. A acessibilidade financeira depende de um equilíbrio entre o custo habitacional e os recursos disponíveis para as demais necessidades da família.

Uma moradia digna deve reunir condições adequadas de habitabilidade e um custo compatível com a capacidade de pagamento de seus moradores. É uma conquista que, para as famílias, representa mais do que o imóvel em si – representa progresso, segurança, qualidade de vida e a abertura de novas perspectivas, sendo elemento-chave para o desenvolvimento das pessoas e das comunidades.

Vistoria de entrega: o que conferir antes de assinar o termo de recebimento

22 October 2026 at 13:00

A vistoria de entrega é uma etapa importante para quem está prestes a receber um apartamento novo. Antes de assinar o termo de recebimento e formalizar essa etapa da compra, o proprietário precisa verificar se o imóvel está de acordo com o contrato e o memorial descritivo, além de conferir as condições dos acabamentos e o funcionamento das instalações elétricas e hidráulicas.

A orientação da construtora MRV, é realizar uma inspeção cuidadosa, observando os diferentes componentes da unidade e comunicando ao representante da construtora qualquer problema identificado. A vistoria permite registrar falhas aparentes e encaminhar os reparos necessários, conforme as condições de entrega do imóvel.

Para facilitar a avaliação, o comprador pode levar uma lista de verificação, o memorial descritivo e o contrato. Fotografar os pontos que precisam de atenção e anotar cada ocorrência também ajuda a documentar o estado do apartamento no momento da entrega.

O que conferir durante a vistoria do apartamento?

A MRV aponta que a inspeção deve abranger tanto os aspectos visuais quanto os itens que precisam ser testados. O memorial descritivo é uma referência importante para verificar se os materiais, acabamentos e componentes instalados correspondem ao que foi contratado.

O roteiro a seguir reúne os principais pontos a observar:

Instalações elétricas

  • Interruptores e lâmpadas: acione os interruptores e confira se os pontos de iluminação funcionam.
  • Tomadas: observe se estão firmes, sem danos aparentes e devidamente instaladas.
  • Quadro elétrico: verifique se está acessível, identificado e sem sinais visíveis de danos.
  • Pontos elétricos previstos: confira se a disposição e a quantidade correspondem ao projeto e ao memorial descritivo.

Não desmonte tomadas nem abra o quadro elétrico para realizar testes. Se houver sinais de aquecimento, peças soltas ou qualquer irregularidade, registre o problema e solicite a avaliação de um profissional responsável.

Instalações hidráulicas

  • Torneiras: abra os registros e confira o fluxo de água.
  • Pias e lavatórios: observe se há vazamentos nas conexões e na parte inferior das cubas.
  • Descargas: acione os mecanismos e verifique se funcionam corretamente.
  • Ralos e escoamento: observe se a água escoa sem sinais aparentes de obstrução.
  • Tubulações e conexões visíveis: procure manchas de umidade, gotejamentos ou sinais de vazamento.

A presença de água em locais inesperados, o escoamento lento ou o retorno de odores podem indicar a necessidade de uma avaliação técnica. Anote em qual ambiente o problema ocorreu e, se possível, registre em uma foto ou um vídeo.

Portas, janelas e esquadrias

Abra e feche portas e janelas para conferir se os movimentos ocorrem sem dificuldade. Verifique também:

  • fechaduras, maçanetas, trincos e demais mecanismos;
  • alinhamento das folhas e facilidade de fechamento;
  • vidros sem trincas ou quebras;
  • esquadrias sem amassados, riscos ou danos aparentes;
  • vedação aparente e ausência de frestas incomuns.

Quando houver varanda ou outros vãos externos, observe especialmente as condições aparentes de vedação, sem realizar intervenções nos componentes.

Pisos e revestimentos

Observe os pisos e revestimentos de todos os cômodos, incluindo cozinha, banheiro, área de serviço e varanda, quando existentes.

Confira se há peças trincadas, quebradas, soltas ou com lascas, além de diferenças de acabamento que destoem do padrão contratado. Observe também os rejuntes e os encontros entre pisos, paredes e soleiras.

Se perceber desníveis ou suspeitar de falhas na fixação, registre o local para avaliação técnica. Não é necessário remover peças para verificar possíveis problemas.

Pintura, paredes e tetos

A inspeção visual deve identificar manchas, descascamentos, riscos, falhas de cobertura e diferenças acentuadas de acabamento.

Examine paredes e tetos em todos os ambientes, prestando atenção a fissuras, marcas de umidade e alterações de cor. Caso encontre uma ocorrência, fotografe-a e indique em qual cômodo está localizada.

Nem toda diferença visual representa um defeito construtivo. Por isso, o registro deve descrever o que foi observado, deixando a avaliação técnica para o profissional responsável.

Impermeabilização aparente e sinais de umidade

A impermeabilização nem sempre fica visível depois que o imóvel está concluído. Durante a vistoria, portanto, o comprador deve se concentrar nos sinais aparentes que possam indicar problemas, como manchas, bolhas na pintura, descascamentos, umidade persistente e indícios de infiltração.

Banheiros, áreas de serviço, cozinhas e varandas merecem atenção especial, conforme as características da unidade. Observe também os encontros entre paredes e pisos e as áreas próximas a janelas.

A ausência de manchas durante uma única inspeção não comprova, por si só, que não há falhas de impermeabilização. Se houver indícios de infiltração ou outras irregularidades, registre-os e solicite avaliação.

Funcionamento dos pontos e conferência dos acabamentos

Além dos testes elétricos e hidráulicos, confira os demais itens instalados no apartamento e compare-os com o memorial descritivo.

Verifique, conforme o que foi contratado:

  • louças, metais e acessórios instalados;
  • portas, ferragens e mecanismos de abertura;
  • pontos de água, esgoto e energia;
  • acabamentos previstos para cada ambiente;
  • itens de personalização eventualmente contratados.

Se o imóvel tiver acabamentos escolhidos pelo comprador, vale conferir se foram executados conforme o pedido e o registro contratual. A MRV orienta que as escolhas de personalização sejam verificadas durante a vistoria, para que eventuais divergências sejam identificadas antes da conclusão da entrega.

Como registrar ressalvas antes de assinar o termo de recebimento?

Se algum item apresentar defeito, dano ou divergência em relação ao que foi contratado, o comprador deve comunicar a ocorrência ao representante responsável pela vistoria e solicitar que ela seja registrada formalmente.

O registro precisa ser específico. Em vez de escrever apenas “problema no banheiro”, por exemplo, é mais útil indicar “vazamento observado na conexão abaixo do lavatório do banheiro social”.

Para documentar as ressalvas:

  1. Identifique o local: informe o cômodo e, quando necessário, a posição do item.
  2. Descreva o que foi observado: registre a falha de maneira objetiva, sem presumir a causa.
  3. Faça fotos ou vídeos: produza imagens que mostrem o problema e ajudem a identificar sua localização.
  4. Confira o documento: leia as observações registradas pelo representante e solicite a inclusão de itens que tenham ficado de fora.
  5. Guarde uma cópia: mantenha o checklist, as imagens e os documentos relacionados à vistoria.

O comprador deve conferir se as ressalvas foram incluídas no documento formal utilizado pela construtora e solicitar uma cópia ou confirmação escrita do registro. Fotos e mensagens podem complementar a documentação, mas não substituem a formalização exigida no procedimento de entrega.

O que acontece com os itens apontados na vistoria?

Quando a inspeção identifica problemas, as ocorrências devem ser registradas para que sejam avaliadas e encaminhadas à correção, conforme a natureza do item e os procedimentos aplicáveis à entrega.

A MRV explica que o profissional que acompanha a inspeção verifica os itens e anota aqueles que precisam de reparo ou substituição, além das observações apresentadas pelo comprador. A orientação é comunicar as ocorrências durante a vistoria para que possam ser consideradas antes da entrega das chaves.

Se houver pendências, o comprador deve esclarecer com o representante da construtora quais serão os próximos passos, como os reparos serão acompanhados e de que forma a conclusão dos serviços será confirmada. Quando houver possibilidade de formalizar o recebimento com ressalvas, é importante que as pendências e os compromissos assumidos estejam documentados por escrito.

A assinatura do termo merece atenção: antes de firmar o documento, leia seu conteúdo e confirme o que ele declara sobre o estado do imóvel, as pendências e o recebimento das chaves. Se houver dúvida sobre os efeitos da assinatura ou sobre a possibilidade de receber o imóvel com itens em aberto, peça esclarecimentos formais antes de prosseguir.

A existência de uma ressalva não deve ser confundida automaticamente com a conclusão do reparo. O comprador precisa acompanhar o encaminhamento dos itens registrados e guardar os comprovantes pertinentes.

Como a MRV realiza o atendimento após a entrega do apartamento?

A MRV disponibiliza um portal de assistência técnica com acesso a serviços relacionados a reparos na unidade, manutenção preventiva e gestão do condomínio. O canal distingue o atendimento para reparos no imóvel daquele voltado à gestão condominial.

O canal adequado e as condições de atendimento dependem da situação encontrada e da etapa em que o imóvel se encontra. Por isso, é importante seguir as orientações fornecidas durante a entrega e consultar os canais oficiais da construtora caso seja necessário registrar uma solicitação posteriormente.

A vistoria não deve ser tratada apenas como uma formalidade para receber as chaves. Ela permite comparar o apartamento com o que foi contratado, documentar possíveis divergências e esclarecer como cada pendência será tratada antes da conclusão da entrega.

Nome negativado pode financiar imóvel? Entenda as possibilidades

21 October 2026 at 18:30

Comprar um imóvel com financiamento envolve alguns procedimentos financeiros, e um dos principais é a análise de crédito. Pessoas com o nome negativado, na maioria das vezes, não conseguem aprovação para financiamentos ou empréstimos em bancos. Mas há opções no mercado para quem quer financiar um imóvel e possui o nome negativado, como o Financiamento Flex da MRV. O serviço da construtora é menos burocrático e mais flexível, com exigências específicas e variadas formas de pagamento.

Para a maioria das pessoas que não possuem o valor total para comprar um apartamento à vista, financiar o imóvel é uma opção para concretizar a aquisição. Só que, para dar acesso a financiamento, os bancos tradicionais avaliam a vida financeira do comprador para aprovar ou não a liberação do crédito.

Essas instituições financeiras consultam e avaliam o histórico do cliente em relação a pagamentos pendentes e restrições. Dessa forma, pessoas com pendências em seu nome são avaliadas como menos capazes de honrar seus compromissos e, por consequência, potencialmente apresentam risco para os credores.

Saiba o que faz uma pessoa ter o nome negativado e quais as opções para financiar um imóvel nessa situação com a MRV.

O que significa estar com o nome negativado?

Ter o nome com restrições ou negativado é quando uma pessoa física está com o CPF em status de inadimplência junto aos órgãos de proteção ao crédito, como Serasa e SPC. Essa restrição funciona como um alerta para o mercado de que, financeiramente, fazer negócios com essa pessoa pode ser arriscado.

Isso pode acontecer de algumas formas:

  • Nome inserido em cadastro de devedores: quando o indivíduo deixa de pagar alguma conta ou compra;
  • Restrições no Banco Central: se o indivíduo passou um cheque sem fundo, o seu nome poderá ser registrado no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF);
  • Dívidas com a Receita Federal ou INSS: quando o indivíduo não paga algum imposto federal ou tem problemas com a declaração do Imposto de Renda;
  • Dívidas com estados ou municípios: não pagamento de impostos estaduais ou municipais.

É possível realizar essa consulta sobre dívidas no seu CPF gratuitamente no site da Serasa. Para saber se você possui pendências com a Receita Federal, confira na página do gov.br. Já as restrições no Banco Central podem ser verificadas no Registrato, no site da instituição.

É possível comprar um imóvel com o nome negativado?

Historicamente, a restrição no CPF era uma barreira para quem tentava aprovar um financiamento habitacional. Hoje, no entanto, o cenário do mercado imobiliário passou a admitir exceções por meio de análises de crédito individuais e modalidades de parcelamento direto com construtoras, como a MRV, que avaliam a capacidade financeira do comprador além do histórico restritivo.

Ainda que a aprovação seja viável em condições específicas, o comprador precisa atentar para o custo dessa operação. Como o risco assumido pelas instituições e credores é maior, as taxas de juros ou as exigências de entrada podem ser reajustadas para compensar a operação.

Como funciona o Financiamento Flex da MRV?

Criado para simplificar a aquisição de imóveis e atender compradores que buscam processos mais ágeis, o Financiamento Flex da MRV é uma modalidade de crédito direto com a construtora que elimina a intermediação bancária e suas exigências tradicionais.

O modelo é estruturado para quem tem renda familiar a partir de R$ 5 mil e busca imóveis com padrão diferenciado e localizações estratégicas nas grandes cidades, dispensando a figura do fiador ou avalista.

A dinâmica do plano é dividida em etapas claras ao longo da jornada do comprador:

  • Sinal reduzido: entrada facilitada a partir de apenas 5% do valor total do imóvel.
  • Fase de obras: pagamento de 30% a 40% do valor do apartamento, parcelado de forma ajustável durante o período de construção.
  • Saldo remanescente: financiamento do valor restante diretamente com a MRV em até 144 parcelas (12 anos), com processo simplificado e foco na flexibilidade para autônomos e profissionais sem comprovação rígida de renda.

A renegociação e a quitação prévia das dívidas continuam sendo as estratégias mais recomendadas, do ponto de vista da saúde financeira, antes de assumir um compromisso de longo prazo.

Porém, para quem tem urgência de adquirir moradia ou quer aproveitar uma oportunidade de mercado imediata, o financiamento e a análise flexível da MRV tornam o sonho da casa própria um objetivo possível sem a necessidade de esperar o encerramento de todo o processo de regularização.

Reputação que se comprova: os principais reconhecimentos da MRV

21 October 2026 at 12:30

A MRV é hoje uma das marcas mais valiosas e respeitadas do mercado imobiliário brasileiro. Essa posição de liderança é comprovada de forma prática por diversos prêmios e certificações em áreas fundamentais para o consumidor, como relacionamento com o cliente, sustentabilidade e transparência.

Ao longo de 47 anos de história e com mais de 550 mil chaves entregues, a companhia construiu uma relação sólida de confiança com o público. Todo esse histórico reflete-se na conquista do primeiro lugar no ranking de marcas mais valiosas da construção civil 2025 da InfoMoney — com avaliação de R$ 5,16 bilhões —, além de vitórias em premiações rigorosas, como o Prêmio Reclame Aqui e troféus de inovação digital (Cliente SA e CONAREC), e a conquista por três vezes consecutivas do Selo Pró-Ética da CGU.

A marca mais valiosa do setor

No mercado imobiliário, o valor de uma marca reflete diretamente a força de sua reputação corporativa, a potencialidade de revenda dos apartamentos e a confiança depositada pelo comprador ao adquirir um imóvel na planta. Ao liderar o prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pela plataforma InfoMoney, a MRV consolidou-se como um ativo de valor do segmento.

O estudo que embasou a premiação adota uma metodologia com os padrões internacionais das normas ISO 10668 e ISO 20671, referências globais na avaliação técnica de empresas. A seleção analisou três dimensões centrais: o desempenho financeiro da companhia, a força da marca (medida por pesquisas de percepção direta com os consumidores) e o impacto do nome na decisão de compra.

Excelência no atendimento ao cliente

A reputação de uma construtora é testada diariamente na qualidade do suporte oferecido ao cliente, desde o acompanhamento da obra até a assistência técnica após o recebimento das chaves. A eficiência dos canais de relacionamento da MRV é reconhecida por premiações nacionais com foco na experiência do cliente.

No Prêmio Reclame Aqui, a empresa consagrou-se campeã na categoria de Construtoras e Incorporadoras, recebendo o reconhecimento direto dos consumidores por sua agilidade e pelo alto índice de solução de dúvidas. Esse resultado é acompanhado pela vitória no Prêmio CONAREC, que atesta a excelência em estratégias de relacionamento, e pelo troféu no Prêmio Cliente SA, que destacou a transformação digital promovida pela assistente virtual MIA no envio de extratos, no acompanhamento da obra e no agendamento de chamados técnicos.

Compromisso ESG: governança e responsabilidade socioambiental

A responsabilidade socioambiental e a integridade corporativa são fatores que favorecem a tranquilidade de quem investe na casa própria. Nesse aspecto, o Grupo MRV&CO se destaca no mercado por sua governança transparente e pelo compromisso com práticas ambientalmente responsáveis.

  • Melhores do ESG (Revista EXAME 2025): vencedora na categoria Construção Civil e Imobiliário por suas iniciativas estratégicas, incluindo a escolha de materiais com menor pegada de carbono, a gestão e o reuso de resíduos da construção e o monitoramento contínuo das emissões de gases de efeito estufa para neutralizar o impacto ambiental nas regiões das obras.
  • Selo Pró-Ética (CGU): conquistado pela terceira vez consecutiva, o selo concedido pela Controladoria-Geral da União atesta que a companhia mantém um sistema maduro e rigoroso de integridade, prevenção à corrupção e transparência em suas operações.

Presença nacional e segurança operacional

Além de selos e premiações, o nome de uma construtora se fortalece pela capacidade real de manter processos padronizados e entregar os empreendimentos no prazo. A estrutura da MRV sustenta essa confiabilidade, em um contexto de grande abrangência geográfica.

Com presença ativa em mais de 80 cidades (organizadas em 28 núcleos regionais) e um histórico de atuação em mais de 160 municípios, a companhia utiliza métodos construtivos inovadores e industrializados – como paredes de concreto e fôrmas metálicas — que elevam o nível de previsibilidade na obra e favorecem maior escala de produção, contribuindo para a solidez necessária para atravessar diferentes ciclos econômicos e dando mais segurança ao comprador da entrega do seu patrimônio.

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