Quando, em 1640, Portugal recuperou a independência, Ceuta permaneceu fiel ao rei espanhol. Mas, quase quatro séculos depois, ainda tem uma bandeira portuguesa, com o padrão preto e branco de Lisboa, e o escudo português ao centro. A crise migratória que varreu Ceuta, no final de julho, voltou a acender as tensões entre Madrid e Rabat. Mas a história desta pequena cidade, situada na costa africana do estreito de Gibraltar, tem também um capítulo português. E foi decisivo para o seu destino. Para os marroquinos, chama-se Sebta, do nome árabe Sabta, nota a Al Jazeera. Esteve durante 700 anos nas
Relatório do CNI entregue à justiça espanhola conclui que Marrocos conhecia "com detalhe" os planos para a entrada de 70.000 pessoas em Ceuta a 30 e 31 de julho.
Fragata e navios-patrulha marroquinos violaram águas espanholas repetidamente, com risco de colisão. Madrid diz que diálogo entre marinhas evitou novos incidentes.