Em França, onde tudo começa, a ideia é enfrentar o Estado burguês na rua, minorando “emergências” climáticas, palestinas e de género e voltando às causas sociais, para competir com a direita lepenista
A França vive agora entre dois pesadelos: a dívida pública e os protestos de rua. A comunicação social que temos não nos mostra estas “revoltas estudantis” em todo o seu esplendor: os incêndios de lixeiras e de edifícios escolares (alguns com gente lá dentro), a vandalização do espaço público, as agressões a professores e a polícias, entre todo um folclore “anti-racista” e “anti-fascista” feito de…