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Produtores rurais podem receber até R$ 36 mil por serviços ambientais

22 October 2026 at 20:32

O governo de São Paulo lançou a segunda edição do PSA Araucária (Programa de Pagamento por Serviços Ambientais da Araucária), com orçamento superior a R$ 835 mil para remunerar produtores rurais que adotem medidas de conservação e recuperação da espécie, ameaçada de extinção.

Coordenada pela Fundação Florestal, vinculada à Semil (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística), a iniciativa prevê pagamentos de até R$ 36 mil por participante ao longo do contrato. Desse total, até R$ 30 mil são destinados a ações obrigatórias de conservação e restauração, enquanto outros R$ 6 mil podem ser recebidos por atividades complementares.

O programa é voltado a agricultores familiares e pequenos produtores rurais. Nesta edição, a área de atuação foi ampliada para municípios paulistas com áreas de ocorrência da araucária e unidades de conservação.

Podem participar produtores com imóveis localizados em Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga, Bom Sucesso de Itararé e Itararé, desde que atendam aos critérios territoriais e de elegibilidade previstos no edital.

“Ao expandirmos o programa para novos municípios e Unidades de Conservação, demonstramos que é plenamente possível aliar a conservação rigorosa de uma espécie ameaçada de extinção ao fortalecimento econômico dos agricultores familiares e produtores rurais”, afirma Victoria Karvelis, diretora da Fundação Florestal.

Os recursos serão destinados a ações como conservação de árvores já existentes, plantio de mudas, restauração de APPs (Áreas de Preservação Permanente) e implantação de pomares de araucária.

Os participantes também deverão registrar oficialmente os plantios, informar a coleta de pinhão e participar de capacitações anuais promovidas pela Fundação Florestal.

Na modalidade complementar, os produtores poderão receber até R$ 6 mil adicionais pela adoção de práticas como implantação de sistemas de saneamento rural, boas práticas agropecuárias, plantio de outras espécies nativas da Mata Atlântica, mutirões ambientais e atividades de educação ambiental.

A seleção levará em conta critérios de priorização, entre eles a inscrição no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), o tamanho da propriedade, a participação de mulheres e jovens de 18 a 29 anos na liderança das atividades e o histórico de comunicação da coleta de pinhão.

Os interessados podem se inscrever até 30 de novembro de 2026. A documentação exigida inclui documento de identidade, CAR (Cadastro Ambiental Rural), comprovante de posse ou propriedade e formulário de manifestação de interesse.

O envio pode ser feito pelo e-mail proaraucaria@fflorestal.sp.gov.br ou presencialmente, mediante agendamento, na sede da Coordenação do Programa de Conservação da Araucária, no bairro Alto de Pinheiros, na capital paulista.

A divulgação do resultado preliminar está prevista para 14 de dezembro de 2026. A assinatura dos contratos deverá ocorrer até 28 de fevereiro de 2027, e os planos de ação individuais deverão ser elaborados até março do mesmo ano.

O edital completo e os formulários estão disponíveis no Diário Oficial do Estado de São Paulo.

Projeto-piloto alcançou 50 famílias

A segunda edição dá continuidade à experiência iniciada em Cunha, na zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar. Na fase-piloto, o programa envolveu 50 famílias e duas organizações da sociedade civil.

Entre os resultados previstos estavam a conservação e o plantio de mais de 5 mil araucárias, o plantio de 2 mil mudas de outras espécies nativas, a instalação de 20 sistemas de saneamento e a adoção de boas práticas agrícolas.

Cunha tem papel relevante na cadeia produtiva do pinhão em São Paulo. Segundo os dados divulgados pela Fundação Florestal, o município concentra mais de 95% da coleta estadual e quase metade do volume comercializado na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Entre 2023 e 2025, a produção local superou 1,1 mil toneladas.

Espécie enfrenta risco de extinção

A araucária, também conhecida como pinheiro-brasileiro, teve suas populações reduzidas historicamente pela exploração madeireira e pela expansão agropecuária. A Floresta Ombrófila Mista, formação vegetal da Mata Atlântica associada à espécie, conserva apenas uma pequena parcela de sua área original, segundo estimativas citadas no material do programa.

A espécie é classificada como criticamente ameaçada pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) e como espécie em perigo nas listas oficiais brasileira e paulista.

O pagamento por serviços ambientais busca criar um incentivo econômico para que produtores rurais mantenham árvores, recuperem áreas degradadas e adotem práticas sustentáveis, conciliando a atividade agropecuária com a conservação da biodiversidade.

 

Emissões da agropecuária ficam estáveis em 2025, aponta Imaflora

22 October 2026 at 19:39

As emissões brutas de gases de efeito estufa da agropecuária brasileira ficaram praticamente estáveis em 2025, pelo segundo ano consecutivo.

O setor emitiu 626,3 milhões de toneladas de CO₂ equivalente (MtCO₂e) em comparação com as 626,7 milhões de toneladas em 2024, uma queda de apenas 0,07%.

Os dados são do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

O resultado foi influenciado por movimentos opostos entre as atividades do setor. Enquanto as emissões da pecuária recuaram 1,68%, para 494,1 MtCO₂e, as da agricultura avançaram 6,45%, chegando a 132,1 MtCO₂e.

Segundo o Imaflora, o aumento das emissões agrícolas está associado à expansão da produção e da área cultivada.

Já na pecuária, o recorde de abate de bovinos contribuiu para reduzir as emissões por meio da diminuição dos níveis de fermentação entérica, processo digestivo dos ruminantes que libera metano na atmosfera.

O gado de corte permaneceu como a principal fonte de emissões da agropecuária brasileira, com 410,7 MtCO₂e, o equivalente a 65,6% do total do setor.

A bovinocultura leiteira respondeu por outros 48,6 MtCO₂e. As emissões dessas duas atividades caíram 1,7% e 2,9%, respectivamente.

De acordo com Gabriel, Quintaca,coordenador de Ciência do Clima no Imaflora, parte da redução das emissões de gases de efeito estufa da atividade pecuária foi compensada pelo aumento das emissões da agricultura, decorrente da alta na produção agrícola.

Recorde de abate reduz emissões da pecuária

A fermentação entérica, que contabiliza principalmente o metano liberado pelos bovinos durante a digestão, foi o principal fator por trás da redução das emissões da pecuária. Em 2025, as emissões desse processo somaram 396,8 MtCO₂e, queda de 1,8% em relação aos 404,1 milhões registrados em 2024.

No período, o Brasil abateu 42,94 milhões de bovinos, alta de 8,2% em relação ao ano anterior. A produção de carcaças atingiu 11,1 milhões de toneladas, avanço de 7,2%.

Ao mesmo tempo, o rebanho nacional caiu para 234,2 milhões de animais, recuo de aproximadamente 1,7%. O rebanho leiteiro também diminuiu, com queda de 2,7% no número de vacas ordenhadas, para 14,7 milhões.

Apesar da redução do rebanho leiteiro, a produção de leite cresceu cerca de 2,7% e alcançou o recorde de 36,7 bilhões de litros, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Emissões em alta na agricultura

Na agricultura, o principal avanço ocorreu no subsetor de solos manejados, que reúne emissões relacionadas ao manejo dos solos agrícolas, ao uso de fertilizantes nitrogenados e calcário, aos dejetos animais e à decomposição de resíduos agrícolas.

As emissões associadas a esse conjunto de atividades chegaram a 188,6 MtCO₂e em 2025, alta de 3% sobre os 183,2 milhões de toneladas registrados no ano anterior. Foi o maior volume da série histórica para o subsetor.

O aumento ocorreu em um ano de forte expansão da produção agrícola brasileira.

A safra de grãos alcançou 345,4 milhões de toneladas, um crescimento de 18,2% em relação a 2024. A área cultivada aumentou 4,1 milhões de hectares, chegando a 101,3 milhões de hectares.

As emissões associadas ao uso de fertilizantes sintéticos nitrogenados somaram 33 milhões de toneladas de CO₂ equivalente, enquanto as relacionadas ao uso de calcário atingiram 29,2 MtCO₂e. Juntas, essas duas fontes responderam por 9,9% das emissões brutas da agropecuária.

Também houve aumento nas emissões do manejo de dejetos animais, que somaram 29,4 MtCO₂e, alta de 0,7%, e do cultivo de arroz irrigado, com 11,2 MtCO₂e, avanço de 13%.

Na direção contrária, as emissões decorrentes da queima de resíduos agrícolas da cana-de-açúcar caíram 30,3%, para cerca de 0,3 MtCO₂e, a maior redução percentual entre os subsetores analisados.

Para o Imaflora, os resultados mostram que o aumento da produção agropecuária pode ser acompanhado por medidas de mitigação das emissões, desde que haja avanço na adoção de tecnologias e boas práticas de manejo. Segundo Quintana, é uma oportunidade de conciliar aumento de produção com mitigação das emissões.

B16 pode elevar demanda de biodiesel a 11 bilhões de litros em 2027

22 October 2026 at 15:09

A demanda por biodiesel no Brasil pode alcançar 11 bilhões de litros em 2027, caso o governo avance com o aumento da mistura obrigatória ao diesel fóssil de B15 para B16 a partir de março.

Nesse cenário, o consumo do biocombustível teria crescimento de até 7% em relação a 2026, segundo estimativas da StoneX.

A perspectiva, no entanto, depende de decisões regulatórias. Os testes para avaliar a viabilidade de elevar a mistura até B20 devem ser concluídos em fevereiro de 2027. Apesar da capacidade da indústria de atender a um aumento do mandato, ainda não há sinalização clara do governo sobre a adoção do B16.

Caso a mistura obrigatória permaneça em 15%, as vendas de biodiesel devem crescer 1,2% em 2027, chegando a 10,43 bilhões de litros.

De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a capacidade de produção de biodiesel deve passar de 51,8 bilhões de litros por dia no fim de 2026 para 55,92 bilhões de litros diários em 2027, alta de 7,9%.

Mesmo com o crescimento esperado das vendas, a capacidade ociosa média do setor pode chegar a 40%.

Óleo de soja ganha espaço

A evolução da mistura obrigatória também terá impacto direto sobre a demanda por matérias-primas, especialmente o óleo de soja, principal insumo da produção nacional de biodiesel.

Se o B15 for mantido, a demanda por óleo de soja deve somar 8,27 milhões de toneladas em 2027. Com a adoção do B16 a partir de março, o volume pode se aproximar de 8,75 milhões de toneladas, e a participação do produto entre as matérias-primas utilizadas na fabricação do biocombustível chegaria a 85,3%.

Dados da ANP citados no levantamento indicam que o óleo de soja respondeu por cerca de 85% da produção de biodiesel, com crescimento de 8,2% em relação a 2025. A competitividade do insumo e a capacidade da indústria de esmagamento de atender ao aumento da demanda favorecem a manutenção dessa participação elevada.

Outras matérias-primas também devem registrar crescimento de volume, mas, segundo a análise, não apresentam a mesma competitividade do óleo de soja.

Vendas de biodiesel crescem em 2026

Para 2026, a StoneX revisou ligeiramente para baixo a estimativa de demanda por biodiesel, de crescimento de 5,7% para 5,6%, mantendo a projeção em 10,3 bilhões de litros.

Entre janeiro e agosto, as vendas totalizaram 6,77 bilhões de litros, alta de 7,2% na comparação anual. O resultado foi impulsionado pelo crescimento da demanda por diesel B e, principalmente, pela mudança da mistura obrigatória de B14 para B15 ao longo do período de comparação.

Em agosto, porém, as vendas ficaram 0,2% abaixo do registrado no mesmo mês de 2025, quando o mandato de B15 já estava em vigor. A expectativa é que essa queda seja pontual, com a retomada do crescimento da demanda por diesel B nos meses seguintes. O pico de vendas de biodiesel é estimado em 955 milhões de litros em outubro.

Os preços também apresentam recuperação. Desde julho, o biodiesel no mercado interno acumulou alta estimada de 7,3%, enquanto o óleo de soja subiu 10% no mesmo intervalo, considerando a referência do interior de Mato Grosso. O encarecimento da matéria-prima e a sazonalidade das vendas podem contribuir para a valorização do biocombustível.

 

Esmagamento de soja cresce em 2027, mas exportações devem cair

22 October 2026 at 14:00

O esmagamento de soja deve alcançar 66 milhões de toneladas em 2027 no Brasil, segundo as primeiras projeções divulgadas pela Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais). O volume reflete a expectativa de crescimento da demanda por derivados do grão, como farelo e óleo de soja.

Para 2026, a entidade revisou seus dados com previsão de processamento em 63,6 milhões de toneladas, alta de 0,2% em relação à estimativa anterior. A produção de farelo deve chegar a 48,95 milhões de toneladas, enquanto a de óleo de soja está prevista em 12,8 milhões de toneladas.

O avanço do processamento está associado à demanda doméstica por farelo, utilizado principalmente na alimentação animal, e por óleo, empregado na produção de alimentos e biocombustíveis.

“O forte ritmo de esmagamento reflete a resposta ágil da nossa indústria à crescente demanda nacional por farelo, essencial para a produção de alimentos, e por óleo, fundamental para a fabricação de biocombustíveis e para as exportações”, afirma Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove.

Segundo o executivo, o desempenho do setor também prepara a indústria para atender à expectativa de aumento da mistura obrigatória de biodiesel para B16, prevista para março de 2027.

Exportações de soja devem recuar em 2027

No comércio exterior, a Abiove estima que as exportações brasileiras de soja em grão alcancem 113,9 milhões de toneladas em 2027, queda de 1% em relação à projeção anterior.

Os embarques de farelo devem somar 25,3 milhões de toneladas. Para o óleo de soja, a previsão é de 1,95 milhão de toneladas exportadas, aumento de 8,3% na comparação com a estimativa prévia.

Os números indicam perspectivas distintas para os produtos do complexo soja. Enquanto os embarques do grão foram revisados para baixo, as exportações de óleo ganharam força na nova projeção.

Para 2027, as primeiras estimativas apontam para a continuidade da expansão industrial. Além do esmagamento de 66 milhões de toneladas, a produção de farelo de soja deve atingir 50,8 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 26,3 milhões de toneladas.

A fabricação de óleo de soja está projetada em 13,27 milhões de toneladas. As exportações devem somar 1,9 milhão de toneladas, enquanto as importações são estimadas em 100 mil toneladas.

Para a soja em grão, a previsão é de exportações de 113 milhões de toneladas e importações de 900 mil toneladas, destinadas a complementar o abastecimento da cadeia produtiva.

O conjunto das estimativas aponta para maior processamento interno da oleaginosa, com ampliação da oferta de derivados para o mercado doméstico e para as exportações.

Processamento cresce 8,4% no acumulado de 2026

Os dados mais recentes da Abiove mostram que a indústria processou 5,03 milhões de toneladas de soja em agosto de 2026. O volume representa uma queda de 1,8% em relação a julho, mas um crescimento de 9% na comparação com agosto do ano passado, considerando o ajuste pelo percentual amostral.

No acumulado de janeiro a agosto, o processamento alcançou 38,67 milhões de toneladas, alta de 8,4% em relação ao mesmo período de 2025.

O desempenho reforça o ritmo de atividade da indústria brasileira de soja e sustenta as perspectivas de crescimento do esmagamento nos próximos ciclos, em um cenário de demanda por derivados voltada à alimentação animal, ao consumo humano e à produção de biocombustíveis.

Brasil quer ampliar exportação de filés congelados de tilápia

21 October 2026 at 22:05

A piscicultura brasileira quer ampliar presença no mercado internacional com a expansão das exportações de filés congelados de tilápia.

O Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores produtores mundiais de tilápia e ultrapassou, em 2025, a marca de 1 milhão de toneladas de peixes de cultivo, segundo dados citados pelo setor.

Apesar do avanço da produção, a participação brasileira nas exportações ainda é considerada pequena diante do potencial da atividade.

Segundo Francisco Medeiros, presidente da Peixe-BR (Associação Brasileira da Piscicultura),o crescimento do consumo doméstico nos últimos anos levou a indústria a concentrar esforços no mercado interno, mas ao longo deste ano as empresas começaram a direcionar maior atenção às oportunidades no exterior.

Filés congelados ampliam possibilidades de mercado

Os Estados Unidos e o Canadá estão entre os principais destinos da tilápia brasileira, especialmente na forma de filé fresco. Nesse segmento, o país conquistou espaço com a qualidade do produto, a eficiência logística e os preços competitivos.

Agora, o setor pretende avançar no comércio internacional de filés congelados, formato que pode ampliar as possibilidades de distribuição e acesso a novos compradores.

“Estamos entrando em uma nova fase, voltada ao mercado internacional de filés congelados. Temos capacidade produtiva, tecnologia e escala, mas precisamos avançar na adequação dos protocolos de produção e processamento às exigências dos diferentes compradores”, afirma Medeiros.

Entre as vantagens competitivas do Brasil estão a disponibilidade de grãos utilizados na fabricação de rações, as condições climáticas favoráveis e a experiência do agronegócio nacional na produção de proteínas animais.

De acordo com Medeiros, o Brasil já conta com frigoríficos altamente automatizados e empresas que investem na modernização das operações. O desafio é converter essa estrutura em maior participação no comércio internacional.

Apesar do potencial de crescimento, o setor ainda enfrenta alguns obstáculos, como os custos logísticos, as exigências sanitárias e a necessidade de adequação dos processos industriais às regras dos países compradores.

Medeiros também aponta a complexidade do ambiente regulatório brasileiro e os custos associados ao licenciamento como fatores que dificultam o desenvolvimento da atividade.

“A piscicultura é uma atividade relativamente jovem no Brasil e ainda passa por um processo de amadurecimento”, afirma o executivo, ao destacar a necessidade de melhorar as condições para investimentos e ganhos de eficiência.

Para a entidade, a combinação entre capacidade produtiva, tecnologia e profissionalização cria condições para ampliar a presença brasileira no mercado global. “A expansão das vendas externas, porém, dependerá também de avanços regulatórios e da adaptação às exigências dos compradores internacionais, diz.

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