Rangel mostra-se favorável ao regresso de Inglaterra à UE

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Uma imagem tornou Bally Bagayoko conhecido muito para lá dos arredores de Paris. Mas quem é o autarca que divide opiniões, entre elogios pela defesa dos jovens e acusações de incitamento à violência?


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A atualização das regras dos direitos dos passageiros na União Europeia abrange viagens de avião, barco, comboio e autocarro. A legislação consagra ainda um formulário comum para compensações e garante reembolsos integrais em 14 dias para reservas efetuadas através de intermediários.

Rangel entende que o caminho para uma futura "readesão" passa pelo estreitamento das relações, nomeadamente na cimeira UE-Reino Unido, marcada para 20 de novembro, em Bruxelas, que vai contar com o primeiro-ministro britânico, o presidente do Conselho Europeu e a presidente da Comissão Europeia.

La lista de agravios del presidente Volodímir Zelenski en contra del gobierno del presidente de Estados Unidos, Donald Trump, continúa y, con ella, también aumenta la tensión entre ambos mandatarios. En medio de estas relaciones tensionadas, Zelenski se ha reunido este martes en Oslo, la capital noruega, con el enviado de Trump para negociar la paz, Steve Witkoff. En una rueda de prensa posterior al encuentro, junto al presidente finlandés, Alexander Stubb, y al primer ministro noruego, Jonas Gahr Store, presentes en las negociaciones, el mandatario ucranio ha afirmado que Ucrania “no está perdiendo la guerra”, aunque sí está perdiendo “personas y tiempo”.

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A politóloga Aida dos Santos, nascida em Faro em 1992, foi distinguida com o Prémio Nacional de Ensaio de Espanha de 2026, graças à obra “Hijas del hormigón: historias de clasismo, sexismo y violencia en las periferias españolas”, dedicada às desigualdades sociais e às experiências das mulheres que vivem nas periferias espanholas.
O galardão, no valor de 30 mil euros, reconhece um trabalho que, segundo o júri, se distingue pela “a abordagem original, corajosa e enriquecedora da obra, que dá visibilidade às experiências das mulheres que vivem e trabalham nas periferias espanholas e que asseguram o funcionamento de setores essenciais da sociedade e da economia”.
A avaliação consta de um comunicado do Ministério espanhol da Cultura, datado de 6 de outubro, divulgado na segunda-feira pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
A publicação analisa as desigualdades que afetam estas comunidades, recorrendo a relatos pessoais e a investigação histórica para contextualizar as dificuldades enfrentadas pelas mulheres. “Através de testemunhos individuais, contextualizados numa trajetória histórica documentada de forma rigorosa, Aida dos Santos analisa as condições de precariedade e de desigualdade que marcam a vida destas mulheres”, acrescenta o mesmo comunicado.
Editado pela espanhola Debate, o ensaio “propõe uma reflexão sobre a intersecção entre o racismo, o classismo, a violência e o sexismo nos mecanismos contemporâneos de exclusão social”.
“O júri salientou ainda a forma como o ensaio contraria as representações redutoras da pobreza e a visão tradicionalmente masculina da classe trabalhadora, transformando experiências individuais numa reflexão coletiva sobre questões sociais frequentemente ignoradas”, realçou o comunicado.
De acordo com a biografia disponibilizada pela organização do prémio, Aida dos Santos é licenciada em Ciência Política pela Universidade Complutense de Madrid, sendo também técnica de investigação social aplicada e analista de dados.
Numa nota de congratulação, a Embaixada de Portugal em Madrid destacou as origens algarvias da autora, nascida em Faro, filha de pai português e mãe espanhola, e criada no país vizinho.

La OTAN ha decidido reforzar su presencia en el mar Negro en respuesta a los recientes ataques con drones contra el transporte marítimo comercial, ampliamente atribuidos a Rusia. Así lo han decidido los embajadores de la Alianza Atlántica tras un encuentro en la sede del organismo defensivo en Bruselas que tuvo como punto central la situación de seguridad en una zona marítima clave para el comercio, pero de alta tensión a causa de la continuada guerra que Moscú sigue librando contra Ucrania.

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As viagens de avião poderão ficar consideravelmente mais caras em 2027, segundo as previsões do presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary. O responsável pela companhia aérea de baixo custo alertou esta terça-feira, 20 de outubro, para um aumento significativo dos preços dos bilhetes, numa altura em que as transportadoras enfrentam custos mais elevados com combustíveis e impostos.
De acordo com o Observador, Michael O’Leary considera que o próximo ano poderá trazer um agravamento expressivo dos custos suportados pelas companhias aéreas, com consequências diretas para os passageiros.
O responsável explicou que a Ryanair conseguiu proteger-se temporariamente das oscilações dos preços do petróleo através de contratos que lhe permitem comprar parte do combustível a valores previamente definidos.
No entanto, essa proteção está prestes a terminar, o que poderá obrigar a companhia a suportar custos substancialmente superiores.
Segundo Michael O’Leary, a Ryanair garantiu a compra de parte do combustível a cerca de 67 dólares por barril. Contudo, quando esses contratos terminarem, o preço suportado pela transportadora poderá duplicar.
O presidente executivo assegurou que a companhia não pretende introduzir sobretaxas específicas de combustível, mas reconheceu que o aumento dos custos terá consequências nos preços das viagens.
“Não há dúvida de que as passagens aéreas irão aumentar significativamente em 2027”, afirmou o responsável, citado pelo Observador.
Apesar do alerta, O’Leary não apresentou uma percentagem concreta para o aumento dos bilhetes, pelo que ainda não é possível determinar quanto poderão pagar a mais os passageiros.
Além dos combustíveis, o presidente executivo da Ryanair apontou as políticas fiscais e ambientais europeias como outro dos fatores que poderão contribuir para o aumento dos preços.
Michael O’Leary criticou a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu, considerando que determinadas regras prejudicam a competitividade das companhias aéreas sediadas na União Europeia.
O responsável defendeu que as transportadoras norte-americanas, asiáticas e chinesas deveriam estar sujeitas a encargos ambientais equivalentes aos aplicados às companhias europeias.
Na sua opinião, as diferenças de tratamento criam condições de concorrência desiguais e acabam por penalizar as transportadoras que operam dentro da União Europeia.
O líder da Ryanair defendeu ainda a aplicação de taxas ambientais a voos com partida ou chegada em território europeu, independentemente da nacionalidade da companhia aérea.
As declarações foram feitas em Bruxelas, onde a Ryanair anunciou uma redução significativa da sua operação na Bélgica durante o inverno.
A companhia pretende eliminar cerca de um milhão de lugares e cancelar 20 rotas, numa decisão que surge após o aumento da taxa belga sobre viagens aéreas.
O imposto passou de cinco para sete euros por bilhete, uma alteração que levou Michael O’Leary a considerar que o mercado belga perdeu competitividade.
O responsável dirigiu críticas semelhantes a França e à Alemanha, países onde considera que os encargos fiscais também dificultam a atividade das companhias aéreas.
Perante este cenário, a Ryanair admite transferir parte da sua capacidade para outros mercados, incluindo destinos fora da União Europeia, onde considera existirem condições mais favoráveis.
Embora as previsões apontem para uma subida dos preços, o impacto concreto dependerá de fatores como o destino, a época do ano, a procura e a evolução dos custos das transportadoras.
Os passageiros que pretendem viajar em 2027 poderão, por isso, encontrar diferenças significativas entre rotas e períodos de reserva.
A Ryanair não anunciou ainda um aumento generalizado com valores definidos, mas o aviso do seu presidente executivo indica que os preços praticados atualmente poderão não se manter no próximo ano.
Para quem costuma aproveitar os voos de baixo custo para viajar pela Europa, acompanhar a evolução das tarifas e comparar diferentes datas poderá tornar-se ainda mais importante.
Leia também: Vai viajar? Esta é a companhia aérea mais segura da Europa (há três low-cost entre as cinco primeiras)


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