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Ricardo Nunes se complica com aliados acusados de ligação com o crime organizado

18 September 2026 at 15:28

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O prefeito Ricardo Nunes precisa se informar melhor sobre as pessoas que o cercam ou pode acabar se complicando. Ontem (17/09), o ex-vereador Milton Leite (União Brasil), com sete mandatos na Câmara e seis vezes presidente da Casa, foi alvo de um mandado de prisão temporária em uma operação policial que apura a infiltração do PCC no sistema público de transporte de São Paulo. Não havia sido preso ainda porque a polícia não conseguiu localizá-lo.

O jornalista Leonardo Sakamoto escreveu em sua coluna que, nos bastidores da política municipal, Leite era tratado como “segundo prefeito”. Só não foi o vice de Nunes na chapa para a prefeitura porque a operação Fim da Linha, em abril de 2024, já havia apontado sua relação com a empresa de ônibus Transwolff, acusada de lavar dinheiro para o PCC. Nunes foi obrigado a cancelar o contrato depois da operação e a substituiu por outras duas, uma delas também na lista das 12 entre as 22 empresas de ônibus que prestam serviço à prefeitura acusadas pelo Ministério Público de fazer parte da rede da facção criminosa.

Nunes sempre disse que não sabia de nada, e que não tem nenhuma implicação com o caso. Mas manteve as relações com Leite, que levou o União Brasil, que presidia em São Paulo, a apoiar a eleição de Nunes em 2024. Além do poder acumulado na prefeitura, Leite domina boa parte do eleitorado na Zona Sul da capital, sua base política, onde também é conhecido como patrono da Escola de Samba Terceiro Milênio, no Grajaú.

Em fevereiro de 2025, portanto depois da revelação das relações de Leite com a alta cúpula da Transwolff, Nunes nomeou seu filho, Alexandre Leite, secretário de Relações Institucionais da prefeitura (ele deixou o cargo este ano para concorrer a deputado federal). Mas Nunes parece não conhecer os negócios nem mesmo de aliados de longa data: a nova operação apontou Leite como “dono oculto e de fato” da Transwolff, que continua operando para o crime organizado. O que levou aos mandados de prisão contra o ex-vereador, um candidato a deputado do PL, Danilo Morgado, acusado de ter a campanha financiada pelo PCC e de Levi Oliveira, ex-presidente da SPTrans.

Nunes reafirmou seu “respeito à história de Leite”, apesar de o desembargador Sérgio Antônio Ribas, que autorizou as investigações e os mandados de prisão, ter esclarecido que, além da Transwolff, “Milton Leite da Silva é citado nominalmente [nas investigações] por diversas vezes como responsável direto pela operação de algumas das empresas controladas pelo PCC”. O MP ainda sustenta, com base em depoimentos de policiais militares, que a escolta da cúpula da Transwolff era feita pela PM, a cargo do governador.

Tarcísio de Freitas, outro aliado de Nunes que jura combater o crime organizado, também rasgou elogios a Leite, há menos de três semanas, ao comparecer ao lançamento da campanha de seus filhos, Alexandre e Milton Leite Filho, no reduto eleitoral na Zona Sul de São Paulo. E agradeceu à família Leite: “Assim que nós chegamos em São Paulo, nós fomos abraçados por eles, uma parceria enorme, e o tempo todo eu vi a preocupação com as pessoas. Gente que gosta da gente, gente que gosta de vocês”.

Nunes está encrencado também por conta de outro aliado político, o próprio senador Flávio Bolsonaro, a quem se dedica a ponto de ser alvo de uma representação feita ao Ministério Público Eleitoral por duas candidatas a deputada do PSOL que o acusam ter usado a estrutura da prefeitura em um ato de campanha do candidato a presidente do PL em São Miguel, na Zona Leste de São Paulo.

Flávio Bolsonaro, que é investigado pela PF desde julho por “possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros”, conta com o apoio de Nunes e do governador Tarcísio, que organizaram a vinda de mais de 300 prefeitos para o seu 7 de setembro. Nunes distribuiu camisetas com dizeres favoráveis a Mendonça, o “herói” da direita evangélica, no evento, e também está enrolado no caso Dark Horse. O ministro Flávio Dino incluiu nos inquéritos o contrato investigado pela Polícia Civil de São Paulo e pela Polícia Federal feito por Nunes com uma ONG da produtora do filme, Karina Gama.

Pelo contrato firmado com a prefeitura em junho de 2024, o Instituto Conhecer Brasil (ICB), de Karina, receberia 108 milhões de reais para instalar Wi-Fi grátis em 5.000 pontos da periferia de São Paulo em dois anos. Além de nem o ICB nem Karina jamais terem prestado um serviço desse tipo anteriormente, foram entregues apenas 3.200 pontos até maio deste ano, por valores maiores que o previsto: 113,9 milhões de reais.

Mas Nunes é mesmo um sujeito distraído. Em dezembro de 2024, uma apuração da Folha de S. Paulo revelou que o prefeito e sua família moraram durante quatro meses em um imóvel de luxo de um empresário que tem mais de 600 milhões de reais em contratos sem licitação de obras com a prefeitura. Fernando Marsiarelli, que aparece nesta foto com Nunes e Tarcísio, também cedeu dois imóveis para o chefe de gabinete da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras da prefeitura, Eduardo Lovatto, que vejam só, é irmão da mulher de Marcola, o conhecido chefe do PCC, assassinada em uma briga da facção.

Nunes diz que alugou o imóvel sem saber que pertencia a Marsiarelli e disse que Lovatto era funcionário de carreira, embora ele tenha sido nomeado para o cargo estratégico na contratação de obras na gestão do atual prefeito. Mas esperou a campanha acabar para exonerar o cunhado de Marcola, também seu cabo eleitoral – Lovatto também é investigado por pedir votos para Nunes no pátio da Potenza, outra construtora com contratos sem licitação com a prefeitura.

Além de compartilharem laços com suspeitos de formação de organização criminosa, Nunes e seu candidato a presidente parecem ter a mesma mania de usar imóveis alheios. No início da campanha, Flávio instalou seu comitê e gravou vídeos de campanha em um apartamento em um dos bairros mais caros de São Paulo que pertencia a Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro, e foi vendido por Zettel pouco antes de ser ocupado por Flávio com prejuízo de 2 milhões de reais em relação ao valor que ele pagou na compra para o advogado Willer Tomaz, amigo do senador, em transação registrada dois meses depois de Zettel ter sido preso e seus bens, bloqueados. Procurado pela Piauí, Tomaz disse que não conhece Zettel nem Vorcaro, sem tocar no nome de Flávio Bolsonaro.

Não é à toa que a família Bolsonaro já foi chamada de “franquia política” por envolver tantos negócios e parceiros na obtenção de vantagens financeiras e da apropriação de recursos públicos – das rachadinhas às emendas parlamentares, da lojinha da Kopenhagen aos imóveis milionários comprados com dinheiro vivo, de aliança com milicianos a acusados de envolvimento com o CV indicados por Flávio Bolsonaro para cargos no governo do Rio.

Sabe o quê também funciona em sistema de franquia? Isso mesmo, as facções criminosas, cada vez mais infiltradas no Estado, como mostra um estudo realizado este ano por pesquisadores da Universidade do Amazonas. Boa sorte para quem aposta em Nunes, Tarcísio e Flávio Bolsonaro para combater o crime organizado.

Enquanto pedem para os Estados Unidos interferirem no país com o pretexto do “narcoterrorismo”, Flávio Bolsonaro e seus aliados paulistas não parecem ter credenciais para combater o crime organizado.

12 millions d'euros d'argent public pour les migrants, partis dans l'immobilier marocain, sénégalais et mauritanien

18 September 2026 at 15:07

Près de 12 millions d’euros destinés notamment à l’hébergement de demandeurs d’asile auraient été détournés via des sociétés écrans avant de financer des opérations immobilières au Maroc, au Sénégal et en Mauritanie. Le 11 septembre, le tribunal judiciaire de Créteil a condamné l’ancien directeur territorial de Coallia à sept ans de prison et 500 000 euros d’amende.

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Le montage judiciaire retenu est lourd : détournement de fonds publics, escroquerie en bande organisée, blanchiment, prise illégale d'intérêts, corruption passive. Selon les éléments produits à l'audience, les subventions destinées à l'hébergement des demandeurs d'asile ont d'abord transité par des sociétés écrans avant d'être réinjectées dans des opérations immobilières au Maghreb et en Afrique de l'Ouest.

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Des millions transitent par des sociétés écrans

L’affaire remonte à des mouvements financiers détectés au printemps 2023 par Tracfin. Le service de renseignement financier avait relevé des opérations atypiques au sein de l’unité départementale de Coallia à Choisy-le-Roi, dirigée depuis 2012 par l’ancien responsable. Les enquêteurs du SDPJ du Val-de-Marne ont ensuite identifié plusieurs sociétés sans activité économique réelle qui auraient reçu plusieurs millions d’euros de l’association entre janvier 2020 et juillet 2024.

INFO MATCH - Créteil : l’ex-directeur d’une association d’aide aux migrants condamné pour avoir détourné 12 millions d’euros d’argent public
Cet ancien responsable territorial de l’association Coallia a été condamné aux côtés de six autres prévenus. Une amende de 50 000 € pour détournement de fonds par négligence a également été prononcée contre son ex-employeur.

Selon les éléments produits à l'audience, les subventions destinées à l'hébergement des demandeurs d'asile ont d'abord transité par des sociétés écrans avant d'être réinjectées dans des opérations immobilières au Maghreb et en Afrique de l'Ouest. Des salariés ont également décrit des demandes de rétrocommissions liées à des marchés. Une partie des fonds aurait finalement été blanchie dans des acquisitions immobilières au Maroc, au Sénégal et en Mauritanie.

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Une gestion associative sans surveillance

Le 11 septembre, Gaye C. a été condamné pour détournement de fonds publics, escroquerie en bande organisée, blanchiment, prise illégale d’intérêts et corruption passive. Son épouse et son frère ont chacun reçu trois ans de prison, dont deux avec sursis. Deux chefs d’entreprise ont été condamnés à quatre ans, dont trois avec sursis. L’association Coallia a elle-même été condamnée à 50 000 euros d’amende pour détournement de fonds par négligence.

Les Gilets jaunes reviendront-ils ? ou la sécession qui ne montera sur aucun rond-point
Appels au 17 octobre, gazole à 2,312 €. Il y aura du monde, il n’y aura pas de mouvement : la colère a quitté le rond-point pour la sortie individuelle.

Le montant prend une dimension particulière lorsque l’on considère l’importance de Coallia dans le dispositif public : l’association avait reçu 148 millions d’euros de subventions de l’État en 2022 au titre de la mission « immigration, asile et intégration ». Sa direction affirme n’avoir découvert les détournements qu’à la suite des investigations, évoquant notamment une faille du logiciel de paiement.

Pour 71 % des Français, 2027 a une odeur de dégagisme
71 % des Français veulent un vrai changement, 78 % jugent que les responsables ont mené le pays à la faillite. Trente ans de blocage expliquent ce chiffre.

Au-delà de la sanction pénale, cette condamnation interroge la chaîne entière de la subvention publique. L'argent du contribuable, censé financer des places d'hébergement pour demandeurs d'asile, a servi à constituer un patrimoine familial à l'étranger, avec la complicité de partenaires commerciaux extérieurs à l'association. Le jugement de Créteil expose les failles structurelles d'un secteur où la confiance accordée aux gestionnaires associatifs tient lieu, trop souvent, de contrôle effectif. La question reste ouverte : combien d’autres circuits similaires fonctionnent encore hors de tout regard effectif ?

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Menus do dia: espreite o que os restaurantes do Algarve prepararam para esta sexta-feira, 18 de setembro

18 September 2026 at 10:32

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

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Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


O Ténis Restaurante/Snack Bar (Portimão)

Rua do Viveiro. Contacto: 282 485 715. Email: rest.otenis.ezequiel@gmail.com

Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Friendly Bar Restaurante (Portimão)

Urbanização Vila Rosa Lote 12, Portimão. Contacto telefónico: 917 332 182

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30

Menu desde 13€
Sexta-feira:
Dourada
Carne de porco à portuguesa
Perninhas de frango com massa tricolor

Restaurante Ti Emília (Portimão)

EN 124, nº6. Contacto: 963 795 627


Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Sexta-feira:

Sopa do Dia
Lombo de Porco Assado no Forno
Filetes de Pescada


Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

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Concelho de LAGOS

Restaurante Prato Cheio (Lagos)

Rua Francisco Sá Carneiro, 23 A, Lagos. Contacto: 282 037 469. E-mail: prato.cheio.lagos@gmail.com

Aberto de quarta-feira a domingo, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 22h00 e à segunda-feira, das 12h00 às 15h00


Restaurante O Caseiro (Lagos)

Sítio do Arão, EM 539, Sítio do Arão, Odiáxere, Lagos. Contacto: 910 799 846

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e ao domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00


Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Aberto de 2ª a sábado, das 7h00 às 22h30


Recanto do Zé (Armação de Pêra)

Rua D. João II, Armação de Pêra. Contacto: 282 315 533

Aberto de terça-feira a domingo, das 10h00 às 15h00 e das 18h00 às 23h00


Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

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Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão) – A aguardar atualização

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750

Concelho de TAVIRA

Casa da Avó (Tavira)

Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00

Électricité à 0,006 € le kWh: le privilège que 40 000 agents descendent défendre dans la rue

18 September 2026 at 08:34

Le "tarif agent" d’EDF offre à ses bénéficiaires une remise de plus de 95 % sur l’énergie. En 2024, les agents concernés ne payaient ainsi qu'environ 2,2 % du prix moyen de l’électricité acquitté par les autres consommateurs. Les 15 et 16 septembre, électriciens et gaziers se sont mis en grève pour que rien ne change.

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La Cour des comptes a chiffré l’avantage : en 2024, un agent d’EDF a payé 2,2 % du prix moyen de l’électricité et 1,8 % de celui du gaz acquittés par les autres Français, soit plus de 95 % de réduction. Coût moyen pour le groupe, Enedis compris : 621 millions d’euros par an entre 2018 et 2024, avec un pic au-delà du milliard en 2023. Et 3,9 milliards de passifs sociaux provisionnés fin 2024 pour maintenir l’avantage après la retraite. Le contribuable, lui, reçoit sa facture, il découvre qu’il finance, au centime près, le chauffage de ceux qui la lui envoient.

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Un avantage payé par le système

En 2024, le « tarif agent » représentait seulement 2,2 % du prix moyen de l’électricité payé par les autres consommateurs. Pour le gaz, le ratio descendait à 1,8 %. Autrement dit, une réduction supérieure à 95 %.

Grève chez EDF : les électriciens et gaziers se mobilisent pour défendre leur tarif préférentiel de l’énergie - ICI
Les salariés du secteur des industries électriques et gazières sont appelés à la grève ce mardi 15 septembre, par tous leurs syndicats, pour défendre leur “avantage énergie”. La mobilisation n’aura pas d’incidence sur les usagers, selon les syndicats.

Instauré en 1946, le « tarif agent » ouvre droit à un prix préférentiel sur l'électricité et le gaz. En bénéficient l'ensemble des salariés d'EDF, de GDF et des autres opérateurs historiques, ainsi que leurs retraités, sous réserve d'au moins quinze ans d'ancienneté dans ces entreprises.

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Appels au 17 octobre, gazole à 2,312 €. Il y aura du monde, il n’y aura pas de mouvement : la colère a quitté le rond-point pour la sortie individuelle.

Selon les chiffres rapportés à partir des travaux de la Cour des comptes, son coût moyen pour le groupe EDF, Enedis compris, s'est élevé à 621 millions d'euros par an entre 2018 et 2024. En 2023, la charge a même dépassé un milliard d'euros. À la fin 2024, EDF avait en outre provisionné 3,9 milliards d'euros de passifs sociaux correspondant notamment au maintien de cet avantage après le départ à la retraite.

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Quand le privilège devient un rapport de force

Les 15 et 16 septembre 2026, électriciens et gaziers ont cessé le travail dans toute la France, mobilisés par leurs syndicats contre toute réforme du dispositif. Aucune annonce gouvernementale de suppression n'était pourtant sur la table : il s'agissait d'anticiper, de bloquer avant même que le débat ne s'ouvre. La méthode dit tout du rapport de force : un secteur sous statut particulier, capable de paralyser l'approvisionnement du pays, défend un privilège financé par la collectivité au moment même où les ménages subissent la hausse des prix de l'énergie. Face à eux, le consommateur dispose de peu de leviers.

Les privilèges des agents EDF coûtent 700 millions au contribuable
La Cour des comptes chiffre à plus de 700 M€ le coût du tarif agent d’EDF en 2024, et à 3,9 Md€ les passifs sociaux associés. Ce que dit le rapport.

Le gouvernement, mis en demeure par la Cour des comptes de se « mettre en conformité sur la valorisation de cet écart entre ce tarif et la valeur réelle de l’énergie », n’envisagerait pas de supprimer l’avantage mais d’alourdir sa fiscalité. Une question qui devrait être tranchée par arrêté ministériel.

Retraites : fin des régimes RATP et EDF, les fonctionnaires préservés
Dans la tourmente du mois de juillet, entre agitations en Afrique, remaniement ministériel et vacances au soleil, les décrets annonçant

Le « tarif agent » n’est pas un avantage concurrentiel : c’est un privilège de statut, financé par le consommateur et le contribuable. Les agents eux-mêmes le reconnaissent à demi-mot : « ça a plus une valeur symbolique qu’une valeur en argent », confie un retraité. Une valeur symbolique de 621 millions d’euros par an.

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A tradição da desfolhada vai ser recordada em duas localidades do concelho de Portimão

18 September 2026 at 02:10

Duas localidades do concelho de Portimão recordam, no mesmo dia, a tradição da desfolhada.

Na Mexilhoeira Grande, trata-se de uma das atividades incluídas na iniciativa “A Nossa Cultura sai à Rua”, que também inclui demonstrações de empreita e cerâmica.

O evento realiza-se este sábado, dia 19 de setembro, a partir das 16h00, tendo como palco o Adro da Igreja.

Neste espaço, o património da comunidade ganha vida também através dos sabores autênticos da gastronomia tradicional e do ritmo da música popular.

A animação conta com o Grupo de Cantares Mexilhoeirense, o Rancho Folclórico da Figueira e os Brasa Doirada, além de momentos de teatro e atividades para os mais novos.

A celebração termina em ambiente de grande festa popular com o muito aguardado “Há Baile no Adro”.

No mesmo dia, esta tradição é, igualmente, lembrada na Ladeira do Vau, povoação do mesmo concelho.

A desfolhada é organizada pelo Rancho Folclórico local e tem entrada é gratuita.

O evento tem início pelas ​18h00 e inclui sandes de porco no espeto e as atuações do acordeonista Luís Godinho e do Rancho Folclórico da Ladeira do Vau.

Leia também: A lenda secreta de uma igreja algarvia

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