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Portimão abre digressão de “Verificando se Você é Humano” com Ricardo Araújo Pereira

13 October 2026 at 12:58

Portimão Arena, 16 de outubro, às 21h30

É já na próxima sexta-feira, dia 16 de outubro, às 21h30, que o Portimão Arena recebe “Verificando se Você é Humano”, o primeiro espetáculo de stand-up comedy a solo do conhecido humorista português Ricardo Araújo Pereira.

Com estreia em 2026, depois de esgotar as sessões em Lisboa e no Porto, Ricardo Araújo Pereira inicia em Portimão uma digressão por cinco cidades portuguesas, sendo este o único espetáculo agendado a sul do Tejo. Até dezembro, o humorista apresenta-se ainda ao público em Braga, Coimbra, Viana do Castelo e Guimarães.

Figura central do humor e da sátira política em Portugal, líder de audiências com o programa “Isto é Gozar com Quem Trabalha”, transmitido ao domingo à noite na SIC, o humorista promete muitas gargalhadas e uma noite de reflexão sobre a condição humana.

“O que significa, afinal, ser humano?” é apenas uma das questões que, parecendo simples, pode provocar um verdadeiro impasse na resposta. O que não deixa dúvidas é que o conhecido apresentador, dono de uma forma única de fazer humor com a qual tem vindo a conquistar o público ao longo dos anos, irá certamente provocar muitas gargalhadas.

Com a inteligência, a ironia e a capacidade de observação que fazem parte da sua identidade artística, Ricardo Araújo Pereira volta a transformar as contradições do quotidiano em matéria de humor, convidando o público a rir de si próprio e do mundo que o rodeia.

“Verificando se Você é Humano” é um convite a rir do que nos torna humanos, num tempo em que a tecnologia parece saber cada vez mais sobre nós, mas que, em contrariedade, continuamos a ter muitas dificuldades em compreender-nos uns aos outros.

O espetáculo tem duração de 90 minutos, sem intervalo, sendo permitida a entrada a partir dos 16 anos, inclusive. Com produção de Show Bees Management – Anabela Ventura Unipessoal, Lda, os bilhetes custam entre 30 e 65 euros e podem ser adquiridos nos locais habituais ou na bilheteira online em portimaoarena.bol.pt.

Manuscrito de 1450 testemunho da importância dos figos e passas

13 October 2026 at 12:10

O Arquivo Municipal de Loulé acolhe, no próximo dia 24 de outubro, a apresentação do n.º 30 da revista Al-Úlyá, publicação dedicada à história e património de Loulé, e do suplemento “Livro da Repartiçom da Fruita”, da autoria de Maria Valentina Ferreira, natural de Loulé e antiga docente e investigadora da Universidade de Lisboa.

O Livro da Repartiçom da Fruita regista os compromissos de produtores locais para o fornecimento de frutos secos ao concelho e os respetivos pagamentos.

Pela quantidade de transações e pelo número de produtores e mercadores envolvidos, o documento constitui um importante testemunho da dimensão que a produção e o comércio de figos e passas já assumiam em Loulé há quase seis séculos. 

A autora faz uma leitura do manuscrito para a escrita atual e analisa a sua linguagem e léxico, com particular atenção à onomástica, permitindo conhecer melhor as pessoas e a realidade social e económica de Loulé no século XV.

A sessão constitui uma oportunidade para redescobrir, através de um documento com mais de 570 anos, uma importante parte da história económica e social de Loulé.

A apresentação da revista estará a cargo da Professora Doutora Maria João Valente, da Universidade do Algarve, e a do suplemento será realizada pelo Professor Doutor Saul António Gomes, da Universidade de Coimbra.

Livro “O que se passa na infância não fica na infância” apresentado em Loulé

13 October 2026 at 11:21

É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida.

O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.

Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.

 “O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.

A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)

Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.

Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.

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