Trabalhadores da Universidade do Minho assinam manifesto de repúdio face à receção do embaixador de Israel em Guimarães. "Achará mesmo que um genocídio pode ser apagado por um aperto de mão?".
Um grupo de docentes, investigadores e trabalhadores não docentes e não investigadores da Universidade do Minho, com ligação à vida política, social e cultural do Município de Guimarães, subscreveu o manifesto
Entre 275 estudantes da academia do Porto, um terço revelou ter ponderado sair ou não ingressar no ensino superior. Custo da habitação é apontado como motivo central.