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Belgian Police Search Properties Linked to Tshisekedi Circle in Congo Mining Money-Laundering Inquiry

16 October 2026 at 15:29

Belgian investigators have searched properties associated with relatives and associates of Congolese President Félix Tshisekedi in an inquiry into alleged laundering of mining revenues, bringing renewed scrutiny to financial links between the two countries.

Belgian police have conducted searches at several properties in Brussels and its surrounding areas as part of an investigation into allegations that money diverted from the Democratic Republic of Congo’s mining sector was laundered through Belgium.

The searches, carried out on 15th October, reportedly involved homes associated with relatives and individuals close to Congolese President Félix Tshisekedi. Belgian prosecutors confirmed that searches had taken place but did not publicly identify those concerned, while the Congolese presidency declined to comment.

The investigation follows a complaint lodged in Belgium in 2025 by civil society organisations from Katanga, the mineral-rich region of south-eastern Congo. Their lawyers, Bernard Maingain and Hervé Diakese, allege that mining revenues which should have benefited Congolese communities were instead diverted and channelled through financial arrangements involving individuals with connections to Belgium.

The allegations have not been established in court. The searches form part of an investigation, and their execution does not establish criminal responsibility on the part of the individuals or organisations whose premises were examined.

Mining revenues under scrutiny

Congo is one of the world’s most important suppliers of copper and cobalt, minerals essential to electric vehicles, batteries, electronics and other advanced industrial products. Its mineral resources also occupy an increasingly important position in the European Union’s effort to diversify strategic supply chains.

Yet the financial arrangements surrounding mineral extraction have repeatedly generated controversy over public accountability, the distribution of revenues and the relationship between political authorities and commercial interests.

The Belgian inquiry concerns an especially sensitive question: whether funds originating from Congo’s mining economy were transferred into the European financial system under circumstances that could constitute money laundering.

According to the details of the investigation published on Thursday, the original complainants maintain that money linked to mining operations was diverted from its intended beneficiaries and used to benefit people connected to the Congolese leadership.

The proceedings are particularly significant because Belgian courts can investigate alleged laundering through Belgian financial structures even when the suspected underlying misconduct occurred abroad, subject to the applicable jurisdictional requirements.

Investigators will need to establish the origin of the funds, the route they allegedly followed and whether those involved knew or should have known that the money represented proceeds of criminal activity.

Belgium’s relationship with Congo

The investigation also has a diplomatic dimension. Belgium ruled Congo until independence in 1960, and the countries retain extensive commercial, political and personal connections.

Brussels remains an important centre for Congolese political and business networks, making Belgium a potentially relevant jurisdiction when investigators examine suspected financial movements connected to the country.

At European level, the inquiry comes as the EU attempts to strengthen relationships with mineral-producing countries while reducing its dependence on concentrated supply chains.

The European Commission’s cooperation programme with the Democratic Republic of Congo specifically identifies responsible sourcing, transparency, due diligence and action against illegal trafficking in raw materials as areas for cooperation.

These commitments have practical consequences for European businesses seeking greater access to copper and cobalt. Investment and supply arrangements depend not only on access to mineral deposits but also on the reliability of commercial records, ownership structures and the institutions responsible for supervising mining revenues.

A money-laundering investigation involving politically connected individuals therefore raises questions extending beyond Congo’s internal affairs.

Implications for European financial supervision

Belgium has recently joined other EU member states in adopting additional measures intended to recover criminal assets and strengthen cross-border cooperation against illicit financial activity.

As EU Today reported on 14th October, European governments have endorsed new international arrangements designed to improve their ability to trace and recover assets associated with serious crime.

The Congo investigation concerns an existing criminal inquiry rather than the application of those newly agreed arrangements. Nevertheless, both developments illustrate the importance of financial intelligence, access to ownership records and cooperation between prosecutors when suspected proceeds move across jurisdictions.

For investigators, the central task will be tracing the alleged flow of money and determining whether financial transactions in Belgium conceal proceeds unlawfully obtained elsewhere.

For Congo, the proceedings arrive during a period of serious domestic instability, including renewed armed confrontation in the east of the country and growing political uncertainty surrounding its leadership.

Former president Joseph Kabila’s involvement in a new opposition alliance has intensified that confrontation, complicating Tshisekedi’s political position as his administration faces continuing security and economic pressures.

The Belgian authorities have not announced any findings establishing that President Tshisekedi personally participated in wrongdoing. The next important developments will be whether investigators identify specific transactions, bring charges or expand the inquiry to additional individuals or corporate structures.

Main Image: Kremlin, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=84821955

Sem chutar a gol na Argentina, Flamengo sobrevive na Libertadores

Logo Agência Brasil

O torcedor do Flamengo acordou nesta sexta-feira (16) mais aliviado do que satisfeito com o que viu na noite de ontem (15). O empate sem gols contra o Estudiantes, no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, pelas semifinais da Libertadores, foi melhor que a atuação em solo argentino - a Rádio Nacional transmitiu ao vivo.

A partida de volta será na próxima quinta-feira (22), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, também com transmissão da Rádio Nacional. Uma nova igualdade no Rio de Janeiro leva a decisão da vaga para os pênaltis. A vitória simples basta para qualquer um dos lados.

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Apesar de ter maior posse de bola (55% a 45%), o Flamengo foi improdutivo ofensivamente diante de um adversário cujo valor de mercado, segundo o site especializado Transfermarkt, é quatro vezes inferior. O Rubro-Negro finalizou cinco vezes ao longo dos mais de 90 minutos de bola rolando. Nenhum desses chutes, porém, foi na direção da meta defendida por Fernando Muslera.

O Estudiantes teve o controle das ações de ataque durante toda a partida, mas foi bem pouco eficiente. A equipe argentina deu 21 chutes. Apenas seis foram ao gol de Agustín Rossi.

A única chance mais clara ocorreu aos 32 minutos do primeiro tempo. Dentro da área, o atacante Tiago Palácios ficou com a sobra de uma cabeçada ruim de Léo Ortiz e chutou cruzado. A bola passou por Rossi, mas não pelo também zagueiro Léo Pereira, que salvou quase em cima da linha.

O cenário se assemelha ao das oitavas de final, quando o Flamengo também decidiu o futuro no Maracanã após empatar o jogo de ida (1 a 1 com o Cruzeiro, no Mineirão, em Belo Horizonte). Nas quartas, o atual campeão da Libertadores sofreu fora de casa contra o Independiente de Valle, com a diferença que retornou do Estádio Banco Guayaquil, em Quito (Equador) com uma vitória por 2 a 0.

O adversário, porém, é mais letal fora do que dentro de casa nesta Libertadores. Nas oitavas, após empatar por 1 a 1 com a Universidad Católica na Argentina, o Estudiantes fez 3 a 0 na equipe chilena quando atuou na Claro Arena, em Santiago. Já nas quartas, a mesma coisa: 1 a 1 com o Corinthians em La Plata e vitória por 1 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo.

Palmeiras na frente

Na outra semifinal, o Palmeiras saiu na frente do Fluminense. Mesmo atuando no Maracanã, o Verdão superou os tricolores por 2 a 1 na última quarta-feira (14), com gols do centroavante Flaco López e do volante Marlon Freitas - o atacante Wesley Natã descontou para os anfitriões. A partida teve transmissão da Rádio Nacional.

O Alviverde tem a vantagem do empate no jogo de volta, quarta-feira que vem (21), às 21h30, no Nubank Parque - a Rádio Nacional transmite o confronto em São Paulo. Os cariocas têm de ganhar por dois gols ou mais de diferença para avançar à decisão ainda no tempo normal. Caso vençam por um gol e igualem o placar agregado, a decisão será nos pênaltis.

Se Palmeiras e Flamengo passarem, será a terceira vez que eles se enfrentam em uma final de Libertadores - algo inédito. O Verdão foi campeão em 2021 e o Rubro-Negro deu o troco no ano passado. Caso o Estudiantes avance, pode repetir a decisão de 1968 se o adversário for o time alviverde. Na ocasião, os argentinos levaram o título.

Fluminense vence Flamengo e abre vantagem na Copa do Brasil Feminina

Logo Agência Brasil

No primeiro Fla-Flu pelas quartas de final da Copa do Brasil Feminina, melhor para as tricolores. Na noite desta quinta-feira (15), o Fluminense venceu o Flamengo por 2 a 1 no clássico realizado no Estádio Luso-Brasileiro.

O jogo de volta também será no estádio da zona norte do Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira (22), às 19h (horário de Brasília), mas com mando tricolor. Ao Flu, basta o empate para classificação às semifinais. O Rubro-Negro tem de ganhar por ao menos dois gols de diferença no tempo normal. Se o triunfo for por um gol, igualando a soma dos placares, a decisão será nos pênaltis.

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O Fluminense chegou a marcar duas vezes na etapa inicial, mas o primeiro gol foi anulado por impedimento. Aos 34 minutos, Lelê aproveitou a saída errada da goleira Vivi Holzel, que trombou com a zagueira Núbia, e mandou para o gol. O lance, porém, foi anulado por impedimento da atacante, após intervenção de Philip Georg Bennett, árbitro de vídeo da partida. A partida ficou paralisada por seis minutos.

Aos 45, as tricolores, enfim, abriram o marcador. A atacante Raquel Fernandes cruzou da esquerda e a zagueira Nath Rodrigues apareceu na pequena área por trás da defesa rubro-negra para concluir no canto de Vivi Holzel.

O Flamengo tentou responder logo na volta do intervalo. Aos 20 segundos do segundo tempo, Cristiane recebeu às costas da marcação e finalizou na saída da goleira Kemelli. A atacante, no entanto, estava bem adiantada e o gol foi anulado por impedimento.

Aos nove minutos, as Meninas da Gávea foram novamente às redes. Desta vez, o gol valeu. Acionada por Fabi Simões na entrada da área pela direita, a também atacante Laysa sinalizou o cruzamento mas chutou direto, acertando o ângulo de Kemelli para deixar tudo igual no Luso-Brasileiro.

Apesar do melhor momento rubro-negro, foi o Fluminense quem chegou ao segundo. Aos 18 minutos, a lateral Keké lançou na área desde a ponta direita, Lelê dominou de costas para a marcação e rolou para a volante Driely chutar rasteiro e acertar o canto direito de Vivi Holzel, que sequer se mexeu.

A missão do Flamengo ficou mais difícil aos 39, quando a meia Mariana recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulsa. Mesmo com uma jogadora a menos, as Meninas da Gávea se lançaram a frente com a estreia da atacante paraguaia Fabíola Sandoval, que estava no Cruzeiro, mas de maneira desorganizada, sem sucesso. O Fluminense aproveitou a superioridade numérica para ter o controle do jogo até o apito final. 

Empate no Beira-Rio

Na última quarta-feira (14), Internacional e Atlético-MG empataram por 1 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre. Os times se reencontram na próxima terça-feira (20), às 19h, na Arena MRV, em Belo Horizonte. A decisão será nos pênaltis em caso de novo empate.

A zagueira Giovanna Barraca colocou as Vingadoras à frente logo aos dois minutos do primeiro tempo e Pimenta quase ampliou aos 15 da etapa final, mas o segundo gol das mineiras foi anulado por toque de braço. Sete minutos depois, a também atacante Caty, de pênalti, evitou a derrota das anfitriãs.

Nesta sexta-feira (16), ocorre o primeiro duelo entre Bahia e São Paulo. A bola rola no Batistão, em Aracaju, a partir de 19h. A segunda partida será na próxima quarta-feira (21), no mesmo horário, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP).

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