Christiane Amanpour deixa a CNN depois de 43 anos

© SALVATORE DI NOLFI/EPA

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A jornalista da CNN, Christiane Amanpour, que começou como assistente de nível inicial e tornou-se uma das correspondentes e âncoras mais visíveis, com reportagens em zonas de guerra e pontos quentes durante décadas, deixa a cadeia televisiva após 43 anos de carreira.
Amanpour, âncora internacional principal da rede CNN, vai reduzir o seu programa diário, “Amanpour”, na CNN International, para uma vez por semana no início de 2027, e encerrá-lo em maio, saindo da TV no mês seguinte. A jornalista disse esta segunda-feira em comunicado que está ansiosa por “novos projetos interessantes no futuro”.
Amanpour, de 68 anos, também vai encerrar o seu programa na PBS, “Amanpour & Co,” no final do ano, disse no mesmo comunicado, partilhado pela CNN. Porém, Christiane Amanpour continuará com o seu podcast, “The Ex Files”, com o seu ex-marido, Jamie Rubin, um ex-diplomata dos EUA.
Amanpour, âncora internacional principal da rede CNN, vai reduzir o seu programa diário, “Amanpour”, na CNN International, para uma vez por semana no início de 2027, e encerrá-lo em maio, saindo da TV no mês seguinte.
“Depois de muitos meses de reflexão e algumas noites sem dormir, decidi separar-me da CNN, meu parceiro de 43 anos fantásticos.”, afirmou Amanpour. E sublinhou que iria “sempre torcer pela CNN e mantendo a sua história de jornalismo independente. Lembra-te: sê sempre honesto, não neutro”.
Amanpour não deu uma razão para a sua saída, nem referiu especificamente mudanças na na cadeia televisiva. Mas, a sua saída coincide com uma nova era na CNN, à medida que passa para um novo proprietário, Skydance.
Depois de um processo que durou um ano, a Paramount, propriedade da Skydance, concluiu a aquisição da Warner Bros. Discovery por 81 mil milhões de dólares a 6 de outubro. A fusão une sob o mesmo teto dois gigantes do jornalismo televisivo, CBS e CNN.
A nível pessoal, Amanpour tem falado abertamente sobre o seu diagnóstico de cancro do ovário, em 2021, e duas recidivas posteriores, chamando-lhe “o assassino invisível”. E tem incentivado outros a “fazer todos os exames que possam”.
Amanpour juntou-se à CNN como assistente em Atlanta em 1983. Na sua mensagem desta segunda-feira, o diretor executivo da CNN, Mark Thompson, escreveu que na altura, o seu potencial não era universalmente reconhecido. “Curiosamente, um dos seus chefes disse-lhe na altura que ela não ‘tinha o que era preciso para se tornar correspondente estrangeira, ou para ocupar qualquer cargo em direto'”, escreveu Thompson.
Mas, Amanpour tornou-se repórter, e sete anos depois correspondente internacional. Ganhou fama no início dos anos 90, cobrindo a Guerra do Golfo, conflitos no Médio Oriente e muitos outros pontos quentes.
Reportar sobre guerras é “um sentido de missão, é um sentido de propósito, é a capacidade de contar uma história”, afirmou. O seu objetivo era trazer notícias internacionais, incluindo histórias complicadas, para o público americano.
“Nunca acreditei que as coisas fossem complicadas demais para passar na televisão americana”, disse à agência de notícias Associated Press em 2023. “Nunca falei de forma condescendente com o público. Nunca acreditei que eles só querem saber o que se passa no seu quintal”. Na altura, Amanpour também referiu que a sua educação lhe deu uma perspetiva única.
“Por causa da minha educação – sou meio iraniana e meio britânica – tive o grande privilégio de poder ver o mundo a partir de duas perspetivas muito distintas”, acrescentou. “Sempre defendi a necessidade de reduzir as divisões. Sei que podemos viver num mundo que não seja 100% tribalizado”, frisou.
Nas suas declarações desta segunda-feira, Amanpour agradeceu às equipas de reportagem e de programação. “Desde a minha primeira grande e emocionante missão a cobrir a primeira Guerra do Golfo, até aos horrores da Guerra da Bósnia, Ruanda, Afeganistão, Ucrânia e Irão e todos os pontos pelo caminho, foram as equipas e a camaradagem que tanto contaram”, escreveu. “Enquanto juntos lutámos para buscar os factos, as provas e a humanidade, para que a CNN pudesse sempre transmitir a verdade sobre o mundo e para o mundo, sem medo nem favoritismos”, concluiu.

© JIM LO SCALZO/EPA


In an apparent attempt at a CNN impression, the BBC said the riots that swept France over the weekend were "mostly peaceful".
The post BBC Claims French Riots Were ‘Mostly Peaceful’ While Showing Country on Fire appeared first on Breitbart.
The hideous Christiane Amanpour, one of the most corrupt “journalists” in television history, will leave far-left CNN in June of next year.
The post Nolte: Disgraced, Far-Left Christiane Amanpour Leaving CNN in June appeared first on Breitbart.

Kate Green/Getty Images for Netflix
Film head Dan Lin is out at Netflix, the latest exec to be ousted in the wake of the streamer's biggest layoff since 2022.
Lin was hired as film chair in 2024 with a mandate to bring greater cost discipline and variety to Netflix's films, which had focused on big-budget output under his predecessor, Scott Stuber. Lin cut big upfront paychecks to actors, reduced staff, and reorganized his department. He oversaw a slate that included Oscar-winning "KPop Demon Hunters," "Happy Gilmore 2," and "Frankenstein."
Lin's exit is the latest big shocker at Netflix. Also out in recent days was chief content officer Bela Bajaria, who was replaced by Hollywood veteran Peter Rice, a former exec at Disney and Fox.
Rice will oversee film until a new head is announced, Netflix said in a statement confirming Lin's departure.
Last week, Netflix laid off 1,000 employees, or about 6% of global head count. That was the streamer's largest cull since 2022, when the company lost subscribers for the first time in more than a decade.
The streaming giant has been hampered by slowing engagement growth and a stock price that has declined more than 40% over the past year. The streamer is contending with the rise of free, ad-supported streaming led by YouTube and the popularity of social video. In recent months, Netflix has turned to podcasters and creators to bulk up its library.
Netflix is set to report third-quarter earnings after the bell on Tuesday.

Um grupo de trabalhadores do canal Conta Lá pretende avançar com um pedido de insolvência porque é a única forma de recorrerem ao fundo de garantia salarial, disseram esta segunda-feira várias fontes da empresa contactadas pela Lusa.
De acordo com uma das fontes, há “um grupo de trabalhadores”, mais de 50, que “vai avançar com o pedido de insolvência”, uma vez que não estão a ver uma solução do projeto, têm salários em atraso há vários meses e esta é “a única forma de recorrer ao fundo de garantia salarial”.
Contactado pela Lusa, Filipe Caetano, ex-trabalhador do Conta Lá também confirmou à Lusa que existe “um movimento de trabalhadores que vai pedir a insolvência“. Outra duas fontes contactadas, que pediram para não ser identificadas, confirmaram à Lusa que havia esta intenção do “pedido de insolvência”.
Ao que tudo indica, já terá sido escolhido o escritório de advogados para avançar com o pedido.
Os primeiros salários em atraso no projeto Conta Lá começaram em maio, algumas pessoas – com salários mais baixos – terão recebido em setembro, mas de um modo geral, a maioria tem atraso de pagamentos entre quatro e cinco meses, segundo uma das fontes contactadas pela Lusa.
Entretanto, os diretores estão demissionários desde sexta-feira, devendo formalizar a saída esta semana, segundo outra fonte.
A Lusa tentou contactar vários diretores do Conta Lá, mas até ao momento apenas um deles atendeu e não quis fazer comentários.
Em 12 de agosto, a assembleia-geral do Conta Lá elegeu uma Comissão de Gestão, composta por Rui Rego, Diogo Alexandre e Paulo Rego, com mandato até dezembro, a qual nunca tomou posse.
O projeto precisava de uma injeção de capital de cinco milhões de euros, que até ao momento ainda não se concretizou.

© Facebook/Clara Joana

Leftwing outlet said it had faced ‘multiple attacks’ and ‘malicious lies’ which made its situation unsustainable
The leftwing news site the Canary has announced that it is closing indefinitely. Earlier this year the media outlet was blocked from accessing funds and has faced allegations of internal turmoil.
The outlet, founded in 2015 at the height of support for the then Labour leader, Jeremy Corbyn, said in a social media post it would be closing “for the foreseeable future”.
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© Photograph: sjscreens/Alamy

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O legado de Francisco Pinto Balsemão está na origem do movimento Deixar o Mundo Melhor, uma iniciativa da SIC com o apoio do grupo DST que pretende reconhecer pessoas, projetos e ideias com impacto positivo na sociedade.
Entre as iniciativas está o Prémio Deixar o Mundo Melhor, com uma componente monetária de 70 mil euros, destinado a distinguir pessoas, projetos ou ideias que concretizem os objetivos do movimento. O júri será presidido por Mónica Balsemão e integra José Teixeira, Cardeal Tolentino Mendonça, Diana Priscila Pires, António Miguel e Sara Leitão Barros. Os detalhes sobre as candidaturas e o processo de seleção serão divulgados posteriormente.
A iniciativa contará também com reportagens no “Jornal da Noite”, da SIC, conteúdos editoriais no Expresso e um podcast. As diferentes plataformas vão dar a conhecer histórias de pessoas e projetos que procuram responder a desafios concretos e contribuir para a melhoria das comunidades.
A partir de 21 de outubro, o “Jornal da Noite” começa a emitir reportagens da autoria de Lúcia Gonçalves sobre projetos nas áreas da saúde, inclusão, ambiente, habitação e integração. O podcast tem estreia prevista para janeiro de 2027, assim como os conteúdos editoriais no Expresso.
O movimento inspira-se numa frase de Francisco Pinto Balsemão, citada no final do seu livro “Memórias”: “Hoje e sempre, a única obrigação moral que pode ser exigida ao Homem é que procure deixar o Mundo onde nasceu melhor do que o encontrou”.
“Francisco Pinto Balsemão deixa-nos a todos uma grande responsabilidade: continuar a construir uma sociedade livre, na qual se valorize a cultura e a inovação e se pratique a empatia e o respeito pelo outro”, afirma em comunicado Francisco Pedro Balsemão, chairman e CEO da Impresa, acrescentando que o movimento pretende dar continuidade aos valores e princípios do fundador do grupo.
Também Mónica Balsemão destaca o propósito de reconhecer quem contribui para uma sociedade “mais livre, mais justa e mais plural”.
“O convite da família Balsemão honra-nos, desafia-nos e responsabiliza-nos a continuar a fazer o caminho em torno do bem, do belo e da verdade (…) É um desafio que nos remete para o dever de fazer para um dia não nos arrependermos do que deixamos de fazer”, acrescenta José Teixeira, presidente do Grupo DST.
“Sempre dissemos desde a sua morte que queríamos preservar e reforçar o seu legado, tendo surgido a ideia de fazer este projeto multimédia e multiplataforma. A ideia parte da minha irmã Mónica Balsemão, que tem sido a pessoa mais envolvida e ativa nesta frente relacionada com reforçar e preservar o legado do nosso pai”, avançava já em setembro Francisco Pedro Balsemão.
It’s been a month since the story of the Cornell Seven case became national news. Ruby Cramer documents what she describes as “an ever-expanding blast radius of online abuse, threats, and vigilantism which has touched virtually every person connected to the case, along with people who have no immediate connection to it at all.” Among those closest to the center is the accuser herself:
Jane Doe explained to the police that her phone number and address had been leaked on the internet, and that she’d been receiving harassing phone calls, including that evening. She had recorded one such call. In the recording, the man says, “I’m probably just gonna, like, pull up to your house and shoot. . . .” The caller speaks in a deep, throaty voice that at times sounds almost garbled. In response, Jane Doe says nothing. The man says, “I can hear you breathing.”
While officers were still at the family’s house, dispatch reported that the initial caller was back on the line, saying that he had an AR-15 assault rifle and was going to kill everyone at the house, then himself. About an hour later, police reported another call, this one saying that the house was on fire. In yet another phone call, a man stated that he had explosives and that the family would die—“either now, midnight, or tomorrow.” Jane Doe was receiving additional threats via text message and D.M. Her phone had hundreds of unread messages on it, but some of them she opened. “Typical white btich whore crying ‘rape,’ ” one of the messages read. “Hopefully someone does the world a favor and 🔫🔫🔫 you, nothing of value would be lost.” Officers advised her to keep her phone turned off. The next day, according to her attorney, she started taping pieces of paper over the windows at the house.
Casi 10 años después de su última aparición, Apu Nahasapeemapetilon ha vuelto a hablar en Los Simpson. El personaje, de cuya interpretación se retiró el actor de doblaje original Hank Azaria por acusaciones racistas, ha regresado a Springfield en el episodio emitido este domingo en EE UU con una nueva voz: la de Sunil Malhotra, que, aunque mantiene su forzado acento, esta vez sí tiene ascendencia india.

Montecarlo – Si chiama Keren Ayeshod. Fondata nel 1920 con l’obiettivo di sostenere il futuro stato di Israele, è una delle più antiche e potenti organizzazioni sioniste a livello mondiale. Non ha mai smesso di raccogliere fondi destinati a Israele ed è la ragione che ci ha portato nel principato di Monaco. L’appuntamento di questa sera, domenica per chi legge, è a una cena di gala alla Sala Empire del prestigiosissimo Hotel de Paris, centralissimo albergo di lusso di fronte al casinò di Montecarlo. Si entra solo con invito privato, riservato a un parterre selezionatissimo di miliardari e persone influenti. È un evento interessante, da un punto di vista giornalistico. Per cosa si propone di finanziare, per i suoi testimonial e per chi lo finanzia, e anche per l’aura di segretezza che lo circonda: pur essendo un evento di fundraising, non esistono avvisi pubblici di alcun tipo.
Sono arrivato nella piazza centrale di Montecarlo poco dopo le 18, un’ora prima dell’inizio della serata. A presidiare i due ingressi è un servizio d’ordine impressionante. È impossibile varcare la soglia dell’albergo. Provo a mischiarmi tra la folla di turisti, consapevole di non poter passare inosservato per molto tempo. Scatto qualche foto e un paio di video, molto da lontano e poco rilevanti, anche per quello che sarebbero gli obiettivi del servizio. È così che nel giro di poco, vengo approcciato dalla prima pattuglia. Vogliono sapere cosa sto facendo, mi qualifico come giornalista. Siamo ancora nella piazza e la procedura è lunga, dura quaranta minuti, comprende la consegna del documento di identità e della tessera professionale. Richieste comprensibili, come la testata per cui lavoro, insieme ad altre che ci si aspetterebbe in contesti criminali ben più gravi di questo, come le generalità dei miei genitori, una richiesta motivata con la necessità di identificarmi e non incorrere in omonimie. Chiedo se ho commesso qualche illecito, mi viene risposto che non si possono scattare foto a un evento privato. Faccio notare che sono su una piazza pubblica. Chiedo esplicitamente se posso restare dove sono e mi viene risposto di sì, a patto che non vada a infastidire gli ospiti. Vengo però avvicinato da una seconda pattuglia, cosa che inizialmente mi lascia interdetto: spiego di essere stato appena identificato. Mi spiegano che qualcuno all’interno si è lamentato. Ora gli agenti sostengono che il problema sia che la piazza sia privata, del casinò, non più pubblica come prima, e che non si possa sostare nemmeno lì. Dopo una comunicazione con un superiore vengo portato in commissariato. Nel frattempo si sono fatte le 21.30.
Una volta in commissariato non mi è più consentito di usare il cellulare. Vengo preso in carico da due ispettrici, giovani e gentili. Comincia una radiografia dei miei dati personali e familiari. Seguono foto segnaletiche. Poi le impronte digitali complete. C’è ancora tempo per un secondo passaggio dalla celletta. Poi vengo trasferito in sala d’aspetto. Posso tornare a usare il cellulare, ma, curiosamente, non posso lasciare il commissariato, non fino alle 23, ora della fine dell’evento. Evidentemente è troppo alto il rischio che chi si è sentito disturbato, si lamenti ancora.
L'articolo Montecarlo, fermato inviato del “Fatto”: “Volevo seguire il summit di ‘Keren Ayeshod’, la più potente organizzazione sionista. Le mie tre ore con la polizia” proviene da Il Fatto Quotidiano.

© ATEF SAFADI/EPA