A expedição que procurava os destroços do avião de Amelia Earhart em Nikumaroro saiu de atol de mãos a abanar: o brilho metálico nas águas ao largo da ilha desabitada era um aglomerado de árvores. Pela enésima vez, uma missão partiu à procura de Amelia Earhart. Pela enésima vez, nem sinal da aviadora. Talvez seja altura de aceitar que desapareceu no Triângulo das Bermudas, ou foi comida por caranguejos gigantes. A expedição norte-americana que na semana passada viajou até uma ilha remota do Pacífico na esperança de resolver o mistério do desaparecimento de Earhart concluiu que o objeto que julgava
A expedição que procurava os destroços do avião de Amelia Earhart em Nikumaroro saiu de atol de mãos a abanar: o brilho metálico nas águas ao largo da ilha desabitada era um aglomerado de árvores. Pela enésima vez, uma missão partiu à procura de Amelia Earhart. Pela enésima vez, nem sinal da aviado