Great Lake sturgeon live much longer than science has counted




A bipartisan group of state attorneys general apparently isn’t buying OpenAI CEO Sam Altman’s insistence that “the world should accept some bad things happening” in order to reap the benefits of artificial intelligence technology.
Amid allegations that OpenAI’s chatbot, ChatGPT, has helped fuel school shootings and teen suicides, at least eight states are suing the company, accusing it of violating consumer protection laws and putting young users in danger.
The AGs are clearly paying no mind to President Donald Trump’s assertion that AI companies should be allowed to “self-police” as they rapidly develop their AI tools.
Eight US states sued OpenAI Wednesday, alleging the ChatGPT maker is harming children en masse.
Kansas, Arizona, Montana, Iowa and four others allege the company’s products carried out “willful, dangerous, reckless and unlawful conduct” by coaxing children into harming themselves.
“OpenAI is hurting kids and they are lying to Iowans,” Brenna Bird, the attorney general for Iowa, said in a statement. “OpenAI claims ChatGPT is safe while it’s giving dangerous medical advice, encouraging people to hurt others, and coaching people to commit suicide – all while pretending to be their fake friend.”
The lawsuits, which seek monetary damages and restrictions and court-imposed changes to how OpenAI builds its AI models, were also filed in Arkansas, Idaho, Nebraska and West Virginia. An OpenAI spokesperson told The Guardian that the company has “built industry-leading age-specific protections into our product that many other AI products lack.”
The lawsuits underscore states’ interests in placing guardrails on AI companies as the Trump administration — led by someone who has invested heavily in the AI industry — seeks to prevent states from passing their own regulations. They also come amid widespread public concern about AI tools destroying humanity.
To be clear, such efforts by states have run into roadblocks. For example, Elon Musk recently won a partial victory when his AI company secured a preliminary injunction temporarily blocking a Minnesota law from going into effect that would ban AI tools that generate nonconsensual sexual imagery, including of children.
Nonetheless, the OpenAI lawsuit shows that several states are being rather relentless in pursuing AI regulations — no matter the obstacles.
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As SpaceX impacts Ukraine and AI-generated music divides artists and fans, critics are asking what happens when technology has too much control over our lives
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Hello, and welcome to TechScape. I’m Blake Montgomery, US tech editor at the Guardian, writing to you while sitting in front of Roy Lichtenstein’s monumental Drowning Girl, on view in New York City. Today in tech, we’re discussing the perils of Elon Musk’s one-man global infrastructure, AI-generated music and a Guardian AI conference in Paris.
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© Photograph: Gonzalo Fuentes/Reuters

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A diferença entre um ateu sóbrio e um ateu New Age parece ser mais uma questão de temperamento do que de filosofia, assim como a diferença entre ateu e agnóstico no século XIX.
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Amigos estranharam a minha qualificação de Darwin como único grande cientista inequivocamente ateu, pois ele se considerava agnóstico. Eu confesso que tendo a apagar esse rótulo da minha cabeça, porque a distinção formal entre ateísmo e agnosticismo presumida por ele – a saber, que o agnóstico não sabe se Deus existe, enquanto o ateu sabe que Deus não existe – não tem correspondência na realidade, pois não tenho notícias de um único ateu famoso que pretenda provar a inexistência divina. Nem Dawkins, o ateu mais caricato da mídia, diz que isso é possível. Em Deus, um delírio, cap. 2, ele se consideram um ateu de facto, definido pelo mote: “Eu não tenho como saber com certeza, mas acho que Deus é muito improvável, e vivo segundo a premissa de que ele não existe.” Assim, se levarmos em conta a distinção tradicional, o ateu mais famoso do mundo não é ateu, mas agnóstico.
Outra figura com postura similar é a de Bertrand Russell, com sua famosa analogia do bule voador. Podemos provar que não há um bule em órbita dando voltas ao redor do planeta? Não. Mas não temos nenhum motivo para acreditar que tal bule exista. Deus é como esse bule: não dá para provar que ele não existe, mas não é razoável acreditar que exista. Por isso, Russell se considerava agnóstico na teoria e ateu na prática.
Darwin
Se o termo “agnóstico” tem serventia, é para descrever as pessoas que de fato vivem em estado de dúvida quanto à existência de Deus. Charles Darwin (1809 – 1882) era filho de pai deísta e de uma unitarista. O deísmo consiste em negar toda religião institucionalizada e afirmar que Deus existe, porém não se importa com a humanidade. Sendo um inglês do século XVIII, o pai de Darwin muito provavelmente acreditava no Grande Arquiteto de Newton e dos maçons. O unitarismo é um novo sabor do arianismo, pois nega a divindade de Jesus e tem-no como um grande reformador moral, equiparável a Sócrates. Os unitaristas tomaram Harvard no século XIX, e Newton era secretamente arianista. Podemos então dizer que Darwin não teve um lar propriamente cristão; ainda assim, ele pensou muito em ser pastor anglicano e se casou com uma cristã fervorosa. Sem dúvida, Darwin passou por crises de fé, o que fez dele um agnóstico nesse sentido que descreve o estado psicológico.
Até onde se sabe, primeira vez em que ele se descreve como agnóstico é em 1879, aos 70 anos, numa carta privada a John Fordyce. Segundo relatos, em 1881 ele afirmou a um grupo de livres pensadores que nunca abandonou o cristianismo até os quarenta anos de idade (o que seria o ano de 1849). Teria ele abandonado o cristianismo e adotado as crenças do pai e depois abandonado até mesmo ela? Não conheço a resposta, mas é uma questão vital para a trajetória científica de Darwin, pois pelos rótulos de hoje Newton seria um criacionista ou defensor do design inteligente pelos rótulos de hoje.
O depoimento mais iluminador é o da sua autobiografia, redigida entre 1876 e 1881 para a sua família. Cito James Moore em “Mito 16: Que a evolução destruiu a fé de Darwin – até que ele se converteu novamente no leito de morte”: “Não disposto a abrir mão do cristianismo, ele havia tentado ‘inventar evidências’ para confirmar os Evangelhos, o que prolongou sua indecisão. Assim como sua carreira como ministro religioso havia sofrido uma lenta ‘morte natural’, sua fé também foi mirrando gradualmente. Mas não houve retorno após o golpe de morte. Sua hesitação se cristalizou em uma convicção moral tão forte que ele não via como alguém – nem mesmo [a esposa] Emma – ‘pudesse desejar que o cristianismo fosse verdade’. Pois se fosse, ‘a linguagem pura e simples’ do Novo Testamento ‘parece mostrar que os homens que não creem, e isto incluiria meu pai, irmão e quase todos os meus amigos, serão punidos por toda a eternidade. E esta é uma doutrina maldita.’ Em anos posteriores o teísmo original evidente em As Origem das Espécies se desgastou, e agora, ‘sem crença segura e persistente na existência de um Deus pessoal ou na existência futura como retribuição e prêmio’, Darwin sentia que deveria ‘se contentar em permanecer agnóstico’.” O pai de Darwin, marco para a crise de fé, morreu em 1848, um ano antes dos quarenta anos.
Darwin não morreu indeciso; ele morreu decidido de que o cristianismo era imoral porque mandaria seus entes queridos para o inferno. Se o termo “agnosticismo” se aplica, é para estabelecer um estado de ignorância após a negação de Deus tal como as religiões abraâmicas o reconhecem. Darwin sabe que a Bíblia está errada e que seu Deus não existe. Mas o que é Deus ou qual a verdade, ele não sabe.
Por certo, o descobrir o estado final de Darwin não é suficiente para descobrir o impacto de suas cambiantes convicções religiosas sobre seu pensamento, já que a redação de A origem das espécies (1859) durou duas décadas.
A origem do termo “agnosticismo”
Entre o início da descrença de Darwin e sua primeira autodeclaração como agnóstico, passaram-se nada menos que trinta anos. Uma razão simples para ele não ter usado esse termo cedo é que ele não tinha sido inventado. Pouco se menciona isso, mas “agnosticismo” é um termo com inventor e data de nascimento: em 1869, quando Darwin tinha já 60 anos, Thomas Henry Huxley (vulgo “Buldogue de Darwin”, avô de Aldous, o escritor apologista de abertura da mente via drogas, e de Julian, o eugenista fundador do WWF e primeiro UNESCO), inventou o termo numa reunião da Sociedade Metafísica, uma sociedade algo secreta da qual só participavam membros convidados. Darwin não era membro. O supracitado Bertrand Russell tinha um parente deísta que era membro: Lord Arthur Russell, sobrinho do Conde John Russell, avô de Bertrand. Arthur Balfour, da Declaração Balfour, também era membro. Eu não podia estar lá porque eu não era nascida, mas a Enciclopédia Britânica diz que a invenção ocorreu em tais circunstâncias, então eu acredito.
Uma definição pública do agnosticismo pelo vovô Huxley foi oferecida ao público pela primeira vez em 1889, na revista Popular Science (ou Pop Science), que existe até hoje. Ei-la: “O agnosticismo, de fato, não é um credo, mas um método, cuja essência reside na rigorosa aplicação de um único princípio. Esse princípio é de grande antiguidade; é tão velho quanto Sócrates; tão velho quanto o escritor que disse ‘Examinai tudo, retende o que é bom’ [1 Tess. 5,21]; é a fundação da Reforma, que simplesmente ilustrou o axioma de que a todo homem deveria ser dada uma razão para a fé que está nele; é o grande princípio de Descartes; é o axioma fundamental da ciência moderna. Positivamente, o princípio pode ser expresso assim: Em questões intelectuais, siga a razão até onde ela lhe levar, sem se preocupar com nenhuma outra consideração. E negativamente, assim: Em questões intelectuais, não ter a pretensão de que as conclusões que não são demonstradas ou demonstráveis são certas. Isto eu tenho por fé agnóstica, que, se o homem mantiver íntegra e incorrupta, não há de se envergonhar em olhar o universo face a face, independente do que o futuro lhe reserve.”
Por essa definição, não há nenhuma relação óbvia com uma postura perante à questão da existência divina, mas o conjunto do texto deixa implícita da negativa: de cabo a rabo, Huxley diferenciar a si próprio de Comte, e o agnosticismo da Religião da Humanidade comteana. Ele precisa se diferenciar porque são iguais a descrença em um Deus abrâmico, o cientificismo e o triunfalismo à la Fim da História. As diferenças, que Comte e os positivistas eram cientistas medíocres e criaram uma igreja de estrutura inspirada no catolicismo, ao passo que os agnósticos ingleses do XIX eram brilhantes e não tinham nenhuma intenção de fundar uma igreja.
Cabe apontar o sabor unitarista da retórica, que visa a traçar uma linhagem racionalista e contestadora que surge em Sócrates, atravessa a Bíblia e chega ao seu pináculo na atualidade, destituída de sobrenaturalidade. Outra figura importante do XIX inglês que a adotava era John Stuart Mill, em Sobre a liberdade. A esposa e colaboradora dele era unitarista.
E, é claro, vemos aí a oposição – talvez, sem precedentes históricos – entre ter espírito científico e crer em Deus. Podemos dizer que o Buldogue de Darwin, durante a vida de Darwin, ostracizou o deísmo da ciência, já que a Evolução era apresentada como refutação da existência do Arquiteto newtoniano.
Questão de termos
No frigir dos ovos, Thomas Huxley era o que hoje entendemos por ateu – e provavelmente também Darwin, já que ele escolheu o termo criado pelo amigo para designar a própria posição. O engraçado é que nem mesmo Comte se dizia ateu. Ao que parece, o espírito do ateísmo e do cientificismo eram generalizados na intelectualidade do XIX, mas a disposição a assumir o rótulo se limitava a radicais como Friedrich Engels, Karl Marx (cuja dissertação, de 1841, foi sobre Demócrito e Epicuro, pais do materialismo) e Mikhail Bakunin. Provavelmente, a diferença entre os termos “ateu” e “agnóstico” naquela época se limitava à disposição de chocar a sociedade. Nem os positivistas franceses, nem os evolucionistas ingleses, queriam chocar. Já os comunistas e anarquistas queriam.
Com o tempo, no XXI, ser ateu não choca mais ninguém; nos círculos mais estudados, é a norma. Daí a disposição a enterrar o termo “agnóstico”, ou reservá-lo às pessoas que estejam num real estado de dúvida.
Outra questão semântica é o que entendemos por Deus. Há quem diga coisas como “para mim, Deus é energia” – daí a gente se pergunta se faz sentido dizer que Deus é isso que faz o meu ventilador girar e depois aparece na conta de luz. Nos Estados Unidos, um dos poucos países ocidentais no qual ainda é possível chocar dizendo-se ateu, é comum as pessoas se rotularem como “spiritual, but not religious” (espiritual, mas não religiosa), e tipicamente essas pessoas vão atrás de esoterismos – cristais, horóscopo, meditação zen, gurus tão feios quanto tarados etc. – sem aderir a nenhuma religião particular. Isso só pode ser herança do deísmo, até porque a maçonaria tem uma grande importância na formação do país e é deísta. Não à toa, esse deísmo do século XXI pode se confundir com o ateísmo, como os seus predecessores renascentistas, os libertinos. Sam Harris mesmo é um ateu adepto do New Age.
Agora, não deixa de ser uma ironia histórica que um dos inventores do termo “psicodelia” (do grego, “revelação mental”) seja neto do inventor do termo “agnosticismo”. Parece que uma parcela da humanidade não desiste de experiências extáticas e de revelações mesmo quando abandona a transcendência divina e, assim passa a procurá-la na matéria. A diferença entre um ateu sóbrio e um ateu New Age parece ser mais uma questão de temperamento do que de filosofia, assim como a diferença entre ateu e agnóstico no século XIX.
Around 180 rectors and decision-makers from Europe’s leading science and technology institutions are meeting in Lisbon this week to discuss how scientific research can transform countries’ technological and industrial capabilities.
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The federal drug police want to turn consumers of certain concentrated kratom-derived products into criminals while leaving traditional kratom leaf products outside the ban. Before exposing adults to arrest and prosecution, the feds owe them a scientific explanation for that distinction.
On October 14, the Drug Enforcement Administration (DEA) announced its intent to temporarily place 7-hydroxymitragynine (commonly called 7-OH) and mitragynine pseudoindoxyl—above specified thresholds—in Schedule I. Schedule I is the category for drugs that the agency thinks have "no currently accepted medical use" and "a high potential for abuse." A scheduling order could be issued on or after November 13.
The DEA already classifies mitragynine pseudoindoxyl as a Schedule I substance regardless of concentration. The proposal would ease that restriction by introducing thresholds—while imposing new Schedule I restrictions on 7-OH under the same criteria.
The Food and Drug Administration (FDA) and the Department of Health and Human Services (HHS) have supported the DEA's move, and HHS supplied the proposed thresholds. Under the temporary scheduling provision of the Controlled Substances Act, the DEA must consider HHS's comments but need not follow its recommendations. Congress gave a law-enforcement agency the authority to decide which drugs individuals may consume.
The ordinary scheduling process gives health officials more authority: HHS's scientific and medical findings bind the DEA, and its recommendation against control prevents the agency from proceeding. But temporary scheduling lets the DEA bypass those requirements when it determines a substance poses an imminent hazard to public safety.
Congress should never have given federal drug police that power. Having done so, it should at least demand compelling evidence before they exercise it.
Kratom comes from a Southeast Asian plant whose principal alkaloid is mitragynine. Its leaves contain trace amounts of 7-OH. Manufacturers also sell concentrated 7-OH products and products containing the related compound, mitragynine pseudoindoxyl.
Millions of Americans use kratom or kratom-derived products. A 2022 review cited an estimate of 2.1 million U.S. users in 2020. In a survey of 2,798 users, 91 percent reported using it for pain and 41 percent said they use it to reduce or stop opioid use. In a letter to HHS, nine military veterans described using 7-OH to manage pain and symptoms of post-traumatic stress disorder and to move away from other opioids and from alcohol. They warned that banning it could drive them back to more dangerous drugs.
These reports describe benefits that warrant further study and needs that will persist after a ban.
Concentrated 7-OH products deliver a potent alkaloid without requiring consumers to ingest large amounts of kratom leaf. 7-OH is significantly more potent than mitragynine in activating the opioid receptors involved in pain relief. Researchers still need to determine how its benefits and risks compare across different human doses.
The DEA's proposed criminal controls hinge on concentration and composition. The concentration threshold is 1 milligram per gram of solid material or 1 milligram per milliliter of liquid, calculated for the two covered substances combined. Products would also trigger controls if the mitragynine-to-covered-substances ratio fell below 100 to 1.
Consider a tablet containing 15 milligrams of 7-OH, a strength advertised by some sellers. If the tablet weighs one gram, its concentration exceeds the limit fifteenfold. Diluting the same 15 milligrams into a product weighing 15 grams brings it to the concentration limit. Consuming the entire product still delivers the same dose. It would also need at least 1,500 milligrams of mitragynine to avoid the separate ratio restriction.
Adding bulk changes the concentration but does not change the amount of 7-OH consumed. These calculations tell us nothing about whether that dose is effective or safe.
The DEA acknowledges that controlled trials have not established safe consumption limits or standardized dosing for concentrated 7-OH products. Neither DEA nor HHS has determined that below-threshold products are safe.
In a public comment submitted to HHS in July, I urged officials to obtain the human evidence needed to justify a threshold before setting one. Animal studies can reveal hazards, including dependence and respiratory depression, but they cannot, by themselves, identify a scientifically defensible cutoff for human consumption.
Officials may intend these thresholds to distinguish traditional kratom from concentrated products. What evidence shows that crossing that boundary justifies criminal penalties?
The DEA also owes consumers an accounting of what prohibition could do to them. People seeking relief from pain or withdrawal will still need it after a ban. Some may abandon these products, while others may turn to illicit sellers or switch to other opioids. Criminalizing those choices could make them more dangerous.
Misleading labels, contamination, dependence, and drug interactions warrant attention. Accurate labeling, independent testing, age restrictions, and enforcement against fraud can address several of these concerns. Before resorting to criminal penalties, the DEA should explain why those measures would be inadequate.
We already know how difficult it is to verify a drug's identity, strength, and purity in an illicit market. Creating another prohibited product will give that market another opportunity.
Autonomous adults should be free to decide which substances they consume and which risks they accept. The DEA proposes taking that choice away even as it acknowledges major gaps in the medical evidence. Before the drug police turn more consumers into criminals, they should at least demonstrate how doing so will make those consumers safer.
The post The DEA Wants To Turn 7-OH Consumers Into Criminals appeared first on Reason Magazine.
Landmark trial reveals low-dose psychedelics improve sustained attention in female subjects, but not men

© Getty/iStock




In his annual speech on threats to the nation, Sir Ken McCallum, the head of the UK’s intelligence service, MI5, warned that AI had the potential to ‘change the stakes’ on existing and even new bioweapons. To find out why, and how, Ian Sample speaks to Dr Tom Inglesby, director of the Johns Hopkins Center for Health Security and the Bloomberg School of Public Health. He explains what has governments so worried and what measures could be put in place to reduce the risks
Could AI ‘change the stakes’ in the development of bioweapons?
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© Photograph: Arun Sankar/AFP/Getty Images

© Photograph: Arun Sankar/AFP/Getty Images

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The Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA) is planning to launch a spacecraft on Tuesday that will journey to Phobos and back in about five years, collecting the first-ever rock and soil samples from a moon of Mars.
The post Japan Plans First Mission to Collect Rocks from Moons of Mars appeared first on Breitbart.
