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Sempre ao Seu Lado: Galo vigia hospital na Bolívia anos após morte do dono

22 October 2026 at 16:51

Há oito anos, um galo chamado Martin mantém uma vigília em frente a um hospital oncológico em Santa Cruz, no leste da Bolívia, depois que o paciente com quem ele chegou faleceu.

A assistente social Rosmery Guardia conta que Martin chegou originalmente acompanhando o paciente, mas que, desde então, um homem chamado Juan Claros tem cuidado da ave, com a ajuda de alguns visitantes do hospital.

“Martin chegou há oito anos com um paciente. Infelizmente, o paciente faleceu na época. Como não permitimos animais dentro do hospital, Martin ficou do lado de fora com uma pessoa que ainda cuida dele, Don Juan. O paciente morreu e Martin está aqui há oito anos. As pessoas de fora o ajudam e sempre o alimentaram.”

A presença prolongada do animal tornou-o uma figura constante no cotidiano da entrada do hospital.

Galo Martin vigia a entrada de hospital boliviano oito anos após a morte de um paciente
Galo Martin vigia a entrada de hospital boliviano oito anos após a morte de um paciente • REUTERS
O galo Martin continua a vigiar o exterior de um hospital boliviano oito anos após a morte de um paciente.
O galo Martin continua a vigiar o exterior de um hospital boliviano oito anos após a morte de um paciente. • REUTERS

Juan Claros alimenta Martin diariamente e cuida para que suas garras sejam aparadas, permitindo que ele caminhe com conforto.

“Por exemplo, eu corto as garras dele. Elas estão compridas agora e precisam ser cortadas, senão ele não consegue andar. Eu corto as garras dele e ele me pede comida. À tarde ele vem e eu dou água gelada num copo para ele. Ele gosta de amendoim, é isso que ele come. Todo dia ele vem por volta desse horário, quatro ou cinco horas, e já está aqui.”

O mesmo diz o filho de Juan Claros, Ricardo Claros: “cuidamos dele como se fosse o galo do hospital oncológico. Amamos muito o galo e não deixamos ninguém levá-lo. Damos-lhe comida e tudo o que precisa. O galo Martin tinha pintinhos, mas a galinha e os pintinhos foram roubados. Ele dorme na árvore e desce às seis da manhã.”

O galo tem sido comparado a Hachiko, um cão japonês cuja espera de quase uma década pelo seu dono — já falecido — em uma estação de trem de Tóquio tornou-se um símbolo de lealdade reconhecido internacionalmente.

Tubarão viral volta a canal na Coreia do Sul após escapar de rede

22 October 2026 at 13:42

Um tubarão, que as autoridades sul-coreanas passaram horas tentando conduzir de volta ao mar aberto, retornou a um canal na cidade portuária de Busan, informou o Ministério dos Oceanos nesta quinta-feira (22), escapando de uma rede que deveria impedir seu retorno.

O animal, de 3 metros de comprimento e apelidado de “Bukangi” — nome derivado da designação coreana para o Porto Norte de Busan —, tornou-se um fenômeno viral desde que foi avistado no canal no final do mês passado, atraindo 1,6 milhão de visitantes, segundo a Corporação de Infraestrutura da cidade.

A espécie chegou a se tornar embaixador “honorário” da cidade.

Até o momento, as autoridades realizaram três tentativas de levá-lo de volta ao mar aberto, utilizando plataformas flutuantes, redes e mergulhadores.

Na quarta-feira (21), após um mês no canal, Bukangi foi conduzido com sucesso de volta ao mar aberto, segundo o Ministério dos Oceanos.

No entanto, nesta quinta-feira, o ministério informou que o tubarão nadou por baixo de uma das redes instaladas no canal e retornou à via navegável.

Bukangi encontra-se agora preso entre a rede externa e uma rede interna, instalada de 30 a 40 metros mais adiante no canal.

As autoridades abriram a rede externa e reforçaram as barreiras para impedir que o tubarão recuasse ainda mais, na esperança de que ele seguisse em direção ao mar aberto, explicaram.

Especialistas afirmaram que não são necessárias novas tentativas para conduzir Bukangi ao mar aberto, uma vez que o estado do animal é estável.

As autoridades continuarão monitorando sua condição, acrescentou o ministério.

O Instituto Nacional de Ciência da Pesca da Coreia do Sul identificou Bukangi como um exemplar fêmea de tubarão-escuro.

A permanência prolongada do tubarão gerou preocupações ambientais; especialistas apontam o aumento da temperatura dos oceanos como a causa da maior frequência de avistamentos de tubarões ao longo da costa leste da Coreia do Sul.

O tubarão-escuro é classificado como uma espécie ameaçada de extinção pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza).

Wild boars in forests typically avoid confrontation and retreat into undergrowth

22 October 2026 at 12:30
Encountering a wild boar in the forest triggers an instinctive fear response in humans, yet the animal's immediate action is typically not an attempt at confrontation. Semyon Tatarinov, an Honorary Member of the Moscow Society of Hunters and Fishermen, explained to Argumenty i Fakty that in the majority of instances, the boar will choose to retreat into the undergrowth rather than engage. This observed preference for avoidance separates the animal's actual behavior from the human narrative of a malicious predator. The underlying drive is not inherent cruelty but a defensive calculation based on perceived threat levels. Contextual Triggers for Aggression While the species generally displays caution, specific biological states alter the animal's tolerance for proximity. Tatarinov notes that sows with piglets exhibit heightened aggression, but this risk is temporally bounded. Since the primary birthing period occurs in March, piglets are sufficiently large by mid-year to reduce the maternal urgency to defend them. This distinguishes the mid-summer forest walk from the early spring scenario where the stakes for the female are biologically higher. Two other states elevate the risk of a defensive charge. First, an injured animal becomes unpredictable, as pain may override the standard instinct to flee. Second, the rutting season, which begins in the first ten days of November and lasts for two months, renders males more active and irritable. During this window, the animal's baseline for reacting to noise and movement is lower, requiring hikers to adjust their expectations of the boar's patience.

Lion-like Coat: Why Paw Grooming is Critical for Your Pomeranian

22 October 2026 at 07:03
The Pomeranian Spitz, often likened to a "small lion," is defined by a specialized double coat. While visually striking, this trait presents specific challenges for dogs living in urban apartment environments. In these settings, hygienic grooming transcends aesthetics, becoming a fundamental health requirement that impacts both joint stability and dermatological wellness. The Critical Link Between Grooming and Health Veterinary orthopedics and breeding experts emphasize that hygienic trimming serves a preventative function rather than a cosmetic one. The primary concern centers on the pads of the paws. When hair overgrows between the pads, it effectively turns the dog's paws into "skates." On common household surfaces like laminate or tile, this lack of traction causes the legs to splay, placing unnatural stress on the ligaments. For toy breeds, this increased risk can contribute to patellar luxation-a genetic vulnerability in the knee joint. Beyond joint health, sanitary trimming is essential for maintaining skin integrity. Excess hair in the groin area and under the tail tends to trap moisture and debris. This creates a damp environment conducive to bacterial growth, which can lead to the development of dermatitis and eczema if left unmanaged.

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