Em plena campanha para uma das mais incertas eleições de sempre, reina a sensação de que esta é uma oportunidade rara para que os árabes sejam o ‘joker’ eleitoral e tenham uma palavra no futuro do país.
Desde o início da campanha eleitoral, tem sido uma das vozes mais ativas dentro da oposição a exigir a criação de uma comissão de investigação aos ataques do Hamas, até agora recusada pelo primeiro-ministro.
Três anos depois, a memória dos ataques dos islamitas do Hamas no sul de Israel continua a perseguir o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, nas legislativas de 27 de outubro, vistas como um referendo à sua atuação desde o dia mais sangrento da história do país.
A ordem foi dada por Benjamin Netanyahu a poucos dias das eleições legislativas e na sequência de um ataque armado durante o qual o exército israelita anunciou ter morto dois palestinianos
A ordem foi dada por Benjamin Netanyahu a poucos dias das eleições legislativas e na sequência de um ataque armado durante o qual o exército israelita anunciou ter morto dois palestinianos