A Sessão da Tarde, tradicional faixa de filmes da TV Globo, exibe produções de diferentes gêneros ao longo da semana. Nesta sexta-feira, 23, a programação traz uma comédia nacional que acompanha uma disputa inesperada por uma fortuna.
Qual é o filme da Sessão da Tarde de hoje?O filme exibido nesta sexta-feira, 23, é 'Tô Ryca 2', estrelado por Samantha Schmütz, conhecida pela série e pelo filme 'Vai que Cola', e Katiuscia Canoro, que interpretou "Lady Kate" no extinto Zorra Total.Na trama, Selminha está de volta pagando mais caro em tudo que quer. Porém, tudo é colocado à prova quando uma estranha com o mesmo nome ao seu se diz herdeira legítima da fortuna.Que horas começa a Sessão da Tarde hoje?A exibição está prevista para as 15h50. Vale lembrar que a programação pode variar conforme a região.Veja o trailer de Tô Ryca 2
O que transforma uma cinebiografia em um fenômeno mundial? Para quem quer aproveitar a folga com um filme capaz de emocionar, relembrar grandes sucessos musicais e revisitar a trajetória de um dos artistas mais famosos da história, o Prime Video prepara uma estreia de peso. Michael, cinebiografia lançada em 2026, chegou à plataforma nesta sexta-feira, 23, depois de ultrapassar US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e conquistar um espaço histórico entre as maiores arrecadações do cinema.
Com uma receita de aproximadamente R$ 5,2 bilhões na conversão cambial, o longa é uma das grandes apostas do Prime Video para 2026. A chegada ao catálogo pode ampliar ainda mais o alcance da produção, que transformou a história do Rei do Pop em um dos assuntos de destaque do cinema neste ano.Filme ultrapassou R$ 5 bilhões em bilheteria mundialDirigido por Antoine Fuqua, o longa arrecadou aproximadamente US$ 1,029 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a primeira cinebiografia a superar a marca de US$ 1 bilhão. O resultado também colocou a produção entre os grandes sucessos comerciais de 2026.Para converter os valores, foi considerada a cotação informada de US$ 1 equivalente a R$ 5,06. Com essa taxa, a arrecadação mundial de US$ 1,029 bilhão corresponde a cerca de R$ 5,21 bilhões. O valor é aproximado, já que a conversão não considera as variações cambiais ocorridas ao longo do período em que o filme esteve em cartaz.No Brasil, o desempenho também foi expressivo: o longa arrecadou aproximadamente R$ 169,9 milhões e levou mais de 7,5 milhões de espectadores aos cinemas. O resultado reforça a força comercial da cinebiografia e o interesse do público pela trajetória do cantor.O que esperar da cinebiografia de Michael Jackson?Interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, o protagonista é retratado desde a descoberta de seu talento como integrante do Jackson Five até a consolidação de sua carreira solo e seu impacto cultural mundial.A narrativa procura mostrar não apenas as apresentações que marcaram gerações, mas também as ambições artísticas e os caminhos percorridos por Michael Jackson para se tornar um dos maiores nomes da música. As performances e a recriação de momentos importantes da carreira ajudam a compor o retrato do artista para além dos palcos.
Jaafar Jackson como Michael Jackson
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Foto: Divulgação
A produção é uma oportunidade para os fãs revisitarem músicas, performances e passagens marcantes da trajetória do Rei do Pop, enquanto novos espectadores podem conhecer aspectos de sua ascensão ao estrelato.Sucesso de público divide opiniões da críticaApesar do desempenho expressivo nas bilheterias, a recepção crítica foi menos entusiasmada do que a reação do público. Os índices apontam 38% de aprovação da crítica e 97% de aprovação dos espectadores no Rotten Tomatoes.A diferença evidencia como a produção provocou avaliações distintas: enquanto a crítica demonstrou reservas, o público respondeu de forma amplamente positiva. O resultado comercial, somado à aprovação dos espectadores, ajudou a consolidar o filme como um dos fenômenos cinematográficos do ano.Vale a pena?Sim, especialmente para quem é fã de cinebiografias musicais ou acompanha a trajetória de Michael Jackson. O filme combina performances, drama biográfico e uma retrospectiva da carreira de um artista que transformou a música pop e influenciou gerações.Para quem quer aproveitar o dia e fugir do tédio, a estreia no Prime Video pode ser uma boa oportunidade de conferir em casa uma produção que mobilizou milhões de espectadores nos cinemas. Com a chegada à plataforma nesta sexta-feira, 23, o longa ganha uma nova chance de conquistar o público e ampliar o debate sobre o legado do Rei do Pop.Veja o trailer!
A sexta-feira, 23, pode ser a oportunidade ideal para descobrir uma produção que passou despercebida por muita gente, mas merece espaço na lista de quem gosta de histórias complexas. Entre os títulos disponíveis na Netflix, uma minissérie sueca de 2022 combina tecnologia, disputas empresariais e dilemas sobre o futuro da música em uma trama que vai além da história de sucesso de uma startup. Som na Faixa tem seis episódios de aproximadamente 45 minutos, o que permite concluir a maratona em menos de cinco horas e aproveitar o tempo livre durante o fim de semana.
Embora tenha ficado fora do radar de parte do público desde o lançamento, a produção aborda a criação do Spotify e os conflitos que acompanharam a transformação do consumo musical. Com uma narrativa que alterna diferentes pontos de vista, a minissérie também questiona quem realmente se beneficia das mudanças promovidas pelas plataformas digitais.Minissérie revela os bastidores de um fenômeno mundialCriada a partir da trajetória do empreendedor sueco Daniel Ek e de seu parceiro Martin Lorentzon, Som na Faixa apresenta os desafios envolvidos na criação do Spotify, em um período no qual a pirataria digital ameaçava o modelo tradicional da indústria fonográfica.No início dos anos 2000, serviços como Napster, LimeWire e The Pirate Bay facilitavam o acesso gratuito a músicas, muitas vezes sem autorização de artistas e gravadoras. Enquanto a indústria tentava combater a distribuição ilegal nos tribunais, uma nova geração de empreendedores procurava uma alternativa para oferecer música pela internet de maneira legal e acessível.A minissérie acompanha a tentativa de Ek de transformar essa ideia em um negócio viável. Mesmo depois de ser rejeitado pelo Google por não ter diploma universitário, ele desenvolve uma empresa de publicidade digital e consegue recursos para investir em um novo modelo de consumo musical.A criação do Spotify, no entanto, depende de muito mais do que uma boa ideia. A resistência das gravadoras, os interesses comerciais e os obstáculos tecnológicos mostram como foi difícil estabelecer uma plataforma capaz de competir com a pirataria e conquistar espaço no mercado.Seis episódios mostram diferentes lados da criação do SpotifyUm dos diferenciais da produção é a escolha de apresentar a história a partir das perspectivas de diferentes personagens envolvidos no desenvolvimento da plataforma. Em vez de concentrar toda a narrativa em Daniel Ek, a minissérie dedica episódios a profissionais que tiveram papéis fundamentais na construção do negócio.Entre eles está Per Sundin, executivo da Sony Music na Suécia, que precisa encontrar uma maneira de proteger a indústria tradicional sem ignorar as mudanças no comportamento dos consumidores. Também aparecem Martin Lorentzon, responsável pelo investimento inicial, Andreas Ehn, programador que ajudou a desenvolver o serviço, e Petra Hansson, advogada fundamental para viabilizar os acordos com as gravadoras.A estrutura permite acompanhar os interesses conflitantes por trás da criação de uma empresa que transformou a maneira como milhões de pessoas escutam música. Um dos episódios mais marcantes é dedicado a Petra, cuja atuação representa o esforço para conciliar a inovação tecnológica com as exigências legais e comerciais do setor.A narrativa também brinca com a ideia de que a história oficial nem sempre corresponde ao que aconteceu. Logo no início, a produção apresenta uma quebra de expectativa que prepara o público para versões diferentes dos mesmos acontecimentos.Produção questiona quem ganha dinheiro com o streamingApesar de acompanhar o nascimento de uma das empresas mais conhecidas da era digital, Som na Faixa não transforma a trajetória do Spotify em uma história de triunfo sem consequências. A série também explora as contradições de um modelo que oferece praticidade aos usuários, mas levanta dúvidas sobre a remuneração dos artistas.Essa discussão ganha força no último episódio, protagonizado por Bobbi T, uma cantora fictícia interpretada por Janice Kawander. Amiga de infância de Ek, ela acredita inicialmente que a nova plataforma poderá ajudar sua carreira. Com o avanço do streaming, porém, percebe que o grande alcance de suas músicas não se traduz necessariamente em uma renda suficiente para viver do próprio trabalho.A trajetória da personagem é uma escolha criativa que leva a narrativa para além dos fatos apresentados nos episódios anteriores. Por meio dela, a minissérie dramatiza um dos principais debates envolvendo os serviços de música digital: a distância entre o sucesso de uma plataforma e a remuneração de quem produz o conteúdo.Ao incluir esse conflito, a produção evita apresentar a inovação tecnológica como uma solução perfeita. O Spotify mudou o mercado, mas a série lembra que as transformações também criam novos problemas e distribuem seus benefícios de maneira desigual.Vale a pena?Sim, especialmente para quem gosta de tramas complexas, histórias inspiradas em acontecimentos reais e produções que exploram os bastidores de grandes empresas. Som na Faixa combina empreendedorismo, disputas de poder, tecnologia e conflitos humanos para contar uma história que ajuda a entender como o consumo de música mudou nas últimas décadas.A minissérie também se destaca por não se limitar à perspectiva de seus fundadores. Ao mostrar os interesses de executivos, programadores, advogados e artistas, constrói um retrato mais amplo das contradições envolvidas na criação do Spotify.Para quem procura algo diferente dos suspenses e dramas mais populares do catálogo, a produção é uma boa descoberta para a sexta-feira, 23. São seis episódios de cerca de 45 minutos, com duração total inferior a cinco horas, suficientes para uma maratona durante o final de semana.Veja o trailer!
Assistir a um filme em uma tela de cinema, com direito a pipoca e diversão ao ar livre, vai fazer parte da programação dos moradores de uma comunidade rural da Bahia nesta sexta-feira, 23. A iniciativa busca transformar uma noite comum em uma oportunidade de encontro, cultura e entretenimento para pessoas de diferentes idades.A sessão gratuita será realizada a partir das 18h, na comunidade de Monte Líbano, em frente ao Convento, em Mata de São João. A programação é aberta ao público e também deve reunir moradores de localidades vizinhas, com uma atração voltada para crianças, jovens e adultos.
A experiência terá exibição de um filme de animação da Disney, além de distribuição gratuita de pipoca e algodão-doce. Para garantir mais conforto durante a sessão, também serão disponibilizadas cadeiras para o público acompanhar a história.A ação faz parte do projeto Mais Comunidade, promovido pelo Bracell Social, braço de investimento social da Bracell, que leva cinema a zonas rurais do Recôncavo, Litoral Norte e Agreste Baiano. A proposta é ampliar o acesso à cultura e ao lazer em regiões onde assistir a um filme em uma tela de cinema pode ser uma experiência inédita.Animação da Disney será atração da sessão gratuitaO público poderá assistir a Encanto, animação que acompanha a extraordinária família Madrigal, que vive em uma casa mágica na Colômbia, protegida por montanhas e cercada por mistérios. Cada integrante da família recebe um dom especial, utilizado para ajudar a comunidade, com exceção de Mirabel.Quando percebe que a magia que protege sua família está ameaçada, a jovem parte em uma jornada para salvar o milagre e descobrir segredos que envolvem suas origens. A narrativa aborda temas como acolhimento, diferenças, união e a importância dos vínculos comunitários.“O filme traz uma mensagem importante de proteção da comunidade, evidenciando que o verdadeiro valor das pessoas e dos laços que nos unem não está na utilidade ou na perfeição de seus dons, mas na capacidade de apoiar uns aos outros, acolher as diferenças e crescer juntos", afirma Cíntia Liberato, gerente de Comunicação e Relações Institucionais da Bracell no Nordeste. "E é exatamente nisso que acreditamos: que a comunidade e a Bracell, juntas, podem construir laços fortes, contribuindo mutuamente para o desenvolvimento da região”, completa.Projeto leva cinema a comunidades rurais da BahiaIniciada em setembro, a iniciativa já passou por localidades como Lagoa de Baixa, em Rio Real; Pedras, em Catu; e Cepel, em Santo Amaro. A proposta do Mais Comunidade é proporcionar sessões de cinema ao ar livre e aproximar moradores de atividades culturais e de lazer.Segundo a gestora, a ação também busca alcançar pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de assistir a um filme em uma tela de cinema, ampliando o acesso a experiências culturais fora dos grandes centros.
Comunidade rural terá exibição de animação da Disney
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Foto: Reprodução
Depois da passagem por Monte Líbano, o projeto seguirá para comunidades de Conde, Itanagra e Cardeal da Silva.Programação terá interação com moradoresAlém da exibição do filme, a programação prevê um momento de interação entre a equipe da Bracell e os moradores, com distribuição de brindes e um bate-papo sobre preservação ambiental e diálogo com a comunidade.A proposta é fazer da sessão não apenas uma oportunidade de entretenimento, mas também um espaço de convivência e aproximação entre os participantes.Sessão gratuita de cinema do projeto Mais ComunidadeQuando: Sexta-feira, 23 de outubro, às 18hOnde: Comunidade de Monte Líbano, em frente ao Convento, em Mata de São JoãoEntrada gratuita
Com o fim de semana se aproximando, encontrar uma boa série para acompanhar pode ser a oportunidade perfeita para escapar da correria e aproveitar o tempo livre. Para quem quer uma história capaz de prender a atenção sem exigir semanas de dedicação, a Netflix tem uma produção que merece entrar no radar.Lançada em 2026, O Atentado ao Voo Pan Am 103 reconstrói um dos episódios mais devastadores da história da aviação e acompanha uma investigação repleta de perguntas, pistas e obstáculos. Mesmo em meio à chegada de tantas novidades ao streaming, a minissérie pode ter passado despercebida por parte do público, apesar de reunir elementos que fazem dela uma das produções que merecem atenção neste ano.
Com apenas seis episódios e duração média de 59 minutos cada, a trama oferece uma maratona que pode ser concluída em cerca de seis horas. É uma alternativa para quem prefere distribuir alguns capítulos ao longo dos dias ou reservar um período de descanso para assistir à história de uma só vez, antes do início de uma nova semana.Para quem quer aproveitar o tempo livre e fugir do tédio com uma narrativa envolvente, a produção combina fatos históricos, tensão e uma investigação que se estendeu por anos. Uma tragédia aérea que abalou o mundoEm 21 de dezembro de 1988, o voo 103 da Pan Am explodiu enquanto sobrevoava Lockerbie, no sudoeste da Escócia, após uma bomba ser escondida a bordo. A tragédia matou 270 pessoas, entre 243 passageiros, 16 tripulantes e 11 moradores que estavam em solo, em um episódio que se tornou o atentado terrorista mais letal da história do Reino Unido.É a partir desse acontecimento que O Atentado ao Voo Pan Am 103 constrói sua narrativa. A minissérie dramatiza a investigação e acompanha o impacto da tragédia sobre profissionais envolvidos no caso e familiares das vítimas, que passaram a enfrentar uma longa busca por respostas e responsabilização.A dimensão da destruição também ajuda a compreender a complexidade do trabalho investigativo. A explosão, a cerca de 9.144 metros de altitude, espalhou destroços por uma área de aproximadamente 2.184 quilômetros quadrados. Mais de 5 mil pessoas participaram das buscas, e cerca de 319 toneladas de destroços foram recuperadas.“Foi a maior cena de crime que o mundo já vira até aquele momento, e isso acabou se tornando uma metáfora para a enorme quantidade de informações que precisavam ser reunidas”, contou o roteirista Jonathan Lee ao Tudum, da Netflix.Investigação internacional transforma pistas em respostasUm dos principais eixos da série é a reconstrução do trabalho conduzido após o atentado. A produção acompanha personagens inspirados nos investigadores reais Ed McCusker e John Orr, interpretados por Connor Swindells e Peter Mullan, e mostra como a colaboração entre equipes de diferentes países foi fundamental para o avanço do caso.A investigação, considerada a maior apuração de homicídio da história da polícia escocesa, exigiu a coleta e a análise minuciosa de milhares de fragmentos de evidências. Entre os elementos decisivos estavam pequenas peças que ajudaram a esclarecer como a bomba foi construída e de que maneira o atentado foi executado.O processo levou 12 anos para resultar na responsabilização judicial dos envolvidos inicialmente investigados, mas a busca por justiça não terminou ali. A narrativa também evidencia como o trabalho dos investigadores se entrelaça com a dor e a insistência dos familiares das vítimas, que esperaram décadas por respostas.Caso real ainda carrega desdobramentosQuase quatro décadas depois da explosão, o atentado continua cercado por desdobramentos judiciais e questões históricas. Apenas uma pessoa havia sido condenada pelo ataque, enquanto outras investigações e processos continuaram a movimentar o caso.Entre os episódios mais recentes está o de Abu Agila Mohammad Mas’ud Kheir Al-Marimi, ex-agente de inteligência líbio acusado de fabricar a bomba. Ele foi preso em 2022, após alegações relacionadas a uma confissão que posteriormente contestou, afirmando ter sido coagido. O acusado nega responsabilidade pelo atentado.A história também está ligada ao contexto político entre a Líbia e os Estados Unidos na década de 1980. Em 1986, ataques aéreos norte-americanos atingiram Trípoli e Bengasi, em uma escalada de tensões que antecedeu o atentado. Em 2003, o governo líbio assumiu formalmente a responsabilidade estatal pelo ataque e pagou indenizações às famílias das vítimas, sem que Muammar Kadafi admitisse ter ordenado pessoalmente a operação.Ao abordar esse cenário, a minissérie amplia o olhar para além da explosão e apresenta as consequências humanas e políticas de uma tragédia que atravessou fronteiras.Produção conquistou aprovação da críticaAlém do peso histórico da narrativa, a recepção também chama atenção. O Atentado ao Voo Pan Am 103 registra 100% de aprovação da crítica e 86% do público no Rotten Tomatoes, segundo os índices informados pela plataforma.A combinação de drama histórico e investigação criminal faz da produção uma alternativa para quem gosta de histórias que exigem atenção aos detalhes. Em vez de apostar apenas no impacto do acontecimento, a minissérie acompanha o trabalho de reconstrução do caso e os diferentes caminhos percorridos até a busca por justiça.Com seis capítulos, a trama concentra os principais acontecimentos em um formato que favorece quem procura uma história fechada para acompanhar no tempo livre, sem comprometer vários dias de programação.Vale a pena?Sim. Para quem gosta de tramas complexas, baseadas em fatos reais e cheias de tensão, O Atentado ao Voo Pan Am 103 é uma opção que merece uma chance no catálogo da Netflix.A minissérie encontra força na dimensão histórica do caso, na investigação internacional e nos dramas de quem conviveu com as consequências da tragédia. O formato de seis episódios também ajuda quem procura uma produção envolvente para assistir em poucas horas, seja aos poucos, seja em uma única maratona.Mais do que reconstituir um atentado, a história coloca em perspectiva a dificuldade de reunir evidências, enfrentar interesses políticos e buscar respostas para centenas de vidas interrompidas.