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Hipnosis colectiva y el fin de los tiempos

En una entrevista para el podcast de Bryce Crawford a finales de agosto de 2026, el vicepresidente J.D. Vance comentó que la profecía bíblica y la teología lo han fascinado desde niño. Vance se sentó con el joven podcaster evangélico de 22 años, Bryce...
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Y sin embargo Gaza sigue ardiendo

A LA BIENAL DE VENECIA A LA MUESTRA INTERNACIONAL DE ARTE CINEMATOGRÁFICO A LXS TRABAJADORXS DEL CINE, DEL AUDIOVISUAL Y DE LA CULTURA Y sin embargo Gaza sigue ardiendo Ha pasado un año… Hace un año, miles de personas se sumaron al llamado de Venice4Palestine...
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Qui gouverne la Guinée-Bissau ?

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Paul Klee. — « Structural I » (Structurel, I), 1924

On parle rarement de la Guinée-Bissau. Ce petit pays d'Afrique de l'Ouest, coincé entre le Sénégal et la Guinée, vient pourtant de vivre un moment politique assez saisissant. Le 26 novembre 2025, trois jours après l'élection présidentielle et juste avant l'annonce des résultats, l'armée interrompt le processus électoral et porte le général Horta N'Tam au pouvoir. Neuf mois plus tard, le 30 août, elle soumet aux électeurs une nouvelle Constitution. Adoptée par 70 % des votants, celle-ci renforce considérablement les pouvoirs du président et réduit de plus d'un tiers le nombre de parlementaires. Le Parti africain pour l'indépendance de la Guinée et du Cap-Vert (PAIGC), acteur historique de l'indépendance, avait appelé au boycott.

Le maître mot de cette réforme est la « stabilité ». Il faut dire que l'armée bissau-guinéenne entretient avec le pouvoir civil une relation pour le moins intense : coups d'État, tentatives de putsch et mutineries jalonnent la vie politique depuis les années 1980. Mais, à force de décrire un pays « instable », le constat finit par valoir explication.

Si la Guinée-Bissau est née d'un projet politique ambitieux, révolutionnaire et anticolonial porté par Amílcar Cabral, cet enchaînement de crises raconte plutôt l'affaiblissement de l'État sous l'effet des programmes d'ajustement structurel du Fonds monétaire international (FMI), et de la Banque mondiale, les luttes pour le contrôle de ses ressources et, depuis les années 2000, l'essor spectaculaire du trafic de cocaïne entre l'Amérique latine et l'Europe. Un État pauvre peut ainsi devenir le siège de pouvoirs très lucratifs.

La nouvelle Constitution entend mettre fin à cette séquence chaotique en renforçant l'exécutif à son sommet. Reste à savoir ce que pourra apporter une telle concentration du pouvoir présidentiel quand c'est l'institution État dans son ensemble qui a été progressivement fragilisée.

Dans « Le Monde diplomatique »

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Será a vez da Turquia?

Depois de ter atacado sete Estados da região, será que Israel pensa agora em atacar o que foi, há muito, o seu principal aliado? Há vários meses que Telavive multiplica as ameaças contra Ancara, e o tema do «inimigo turco» faz parte dos eixos centrais da campanha eleitoral para as eleições legislativas de 27 de outubro próximo. Em 17 de fevereiro de 2026, o antigo primeiro-ministro Naftali Bennett resumia o estado de espírito de muitos dirigentes do seu país ao afirmar que «a Turquia é o (…)

- 2026/09
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Pequim à conquista do espaço

A China anunciou a intenção de enviar taikonautas à Lua antes de 2030. Os Estados Unidos fizeram saber que os seus astronautas estariam «lá para os receber». O desenvolvimento de um setor espacial chinês competitivo é visto por Washington como uma ameaça existencial. No entanto, o seu crescimento não foi, de forma alguma, um caminho fácil. No dia 3 de dezembro de 2025, a sala de controlo do centro de lançamento espacial de Jiuquan, no deserto de Gobi, é sacudida por uma salva de palmas. (…)

- 2026/09
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No Pacífico Sul, uma luta pioneira pela justiça climática

São pequenos e quase não poluem; os seus adversários, os principais emissores de gases com efeito de estufa, são poderosos. Mas os habitantes da Oceânia recusam-se a ser meros espectadores da subida do nível do mar que ameaça as suas ilhas. A sua luta conseguiu um avanço significativo na mais alta jurisdição do mundo. «Se salvarmos o Pacífico, salvaremos o mundo», afirma António Guterres em Tonga, no dia 25 de agosto de 2024. As palavras do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (…)

- 2026/09 / Enviado Especial
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A fome que aí vem

Após a onda de calor e os mega-incêndios deste verão, uma questão deveria estar no centro das preocupações dos candidatos às eleições presidenciais francesas: como sair de um sistema que gera devastação? A maioria dos candidatos prefere continuar a agitar os seus temas favoritos: austeridade, imigração, fiscalidade… No entanto, está em gestação um novo flagelo que, em todo o planeta, poderá alimentar outro incêndio. O da raiva. Entre duas investidas contra a costa, as ondas desfazem-se (…)

- 2026/09
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A faca do dólar e a ferida monetária

Washington raramente presta socorro aos seus aliados. Ao contrário do que parece, as recentes intervenções do Tesouro americano para apoiar o iene não constituem uma exceção a esta regra. Longe de serem motivadas por qualquer forma de altruísmo, correspondem às preocupações dos Estados Unidos com o custo do seu endividamento. E remetem a Europa para o papel que tantas vezes lhe é reservado: o de se sujeitar às consequências. Nunca tal se viu desde há quase trinta anos e é, sem dúvida, o (…)

- 2026/09
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