Desde que sucedeu a José Mourinho, em junho de 2026, o tom de Marco Silva tem sido exigente e direto, raramente agressivo: é firme nas críticas — chama “erros que não podem ser normais” aos falhanços da equipa e avisa que o Benfica “não pode...
Desde que sucedeu a José Mourinho, em junho de 2026, o tom de Marco Silva tem sido exigente e direto, raramente agressivo: é firme nas críticas — chama “erros que não podem ser normais” aos falhanços da equipa e avisa que o Benfica “não pode deixar o jogo cair na pasmaceira” — mas distribui a exigência de forma equilibrada e, portanto, inteligente.
Desde que sucedeu a José Mourinho, em junho de 2026, o tom de Marco Silva tem sido exigente e direto, raramente agressivo: é firme nas críticas — chama “erros que não podem ser normais” aos falhanços da equipa e avisa que o Benfica “não pode deixar o jogo cair na pasmaceira” — mas distribui a exigência de forma equilibrada e, portanto, inteligente.