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Apoiadores de Lula fazem ato com Caetano Veloso, Djavan e outros artistas em Copacabana


Apoiadores da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram neste domingo o "Ato Musical pela Democracia", em Copacabana, na Zona Sul do Rio. A manifestação, que começou às 16h e terminou já durante a noite, reuniu artistas em uma passeata, a uma semana do segundo turno da eleição presidencial. Participaram cantores como Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Jorge Vercillo, Fernanda Abreu, Moreno Veloso, Jota.Pê, Duda Beat e Xamã. Que horas é o debate na Band? Veja como assistir debate entre Lula e Flávio Bolsonaro Quem está na frente para presidente no segundo turno? Veja resultado das últimas pesquisas com Lula e Flávio Caetano Veloso e Djavan subiram juntos ao trio elétrico e se revezaram nas apresentações. Entre uma música e outra, os cantores também fizeram breves discursos em defesa da democracia e da soberania nacional. — Música, cultura brasileira, tudo para defender a democracia — disse Caetano Veloso. — Salve a nossa democracia e a nossa soberania — completou Djavan. Djavan e Caetano Veloso sobre trio elétrico durante apresentações em ato na Praia de Copacabana Alexandre Cassiano Durante o ato, que teve mais de quatro horas de duração, na altura do Posto 5, Caetano Veloso lembrou ter sido preso durante a ditadura militar e afirmou que o ato é uma forma de defender a democracia. — Durante a ditadura militar, eu fui preso, fiquei na solitária, assim como amigos meus da cultura brasileira. Nós estamos aqui para representar uma defesa da democracia contra esse tipo de coisa — disse o cantor. A atriz Renata Sorrah subiu ao trio ao lado de Caetano Veloso e foi recebida pelo público aos gritos de “É Nazaré!”, em referência à vilã que interpretou na novela Senhora do Destino. — Viva a democracia! — exclamou a atriz. Em seguida, Caetano Veloso chamou Flor Gil ao palco, e os dois se apresentaram ao som de “O Leãozinho”. O cantor destacou a importância dos jovens para a história do país e incentivou a participação nas eleições. — A juventude brasileira é importantíssima na nossa história. Que a juventude vá votar — disse. O Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a More in Common estimaram a presença de 56,4 mil pessoas em Copacabana. Estimativa é de mais de 50 mil pessoas em ato pró-Lula em Copacabana a uma semana do segundo turno Alexandre Cassiano Chuva durante apresentações No momento em que Caetano e Flor cantavam, a chuva também marcou presença. A intensidade chegou a ser forte em alguns momentos, mas o ato seguiu. Frejat, João Bosco, Ivan Lins e Geraldo Azevedo foram alguns dos artistas que subiram ao trio elétrico — protegido por uma lona — durante a chuva. Os últimos a se apresentarem foram Marina Sena, Diogo Nogueira e a bateria da Estação Primeira de Mangueira. Gabriel o Pensador, por sua vez, subiu ao trio ao lado de Jota.Pê e defendeu o combate ao preconceito. Ainda fez críticas ao machismo, ao nazismo e à violência armada. — Contra o nazismo, contra o machismo, contra o preconceito contra os povos originários. Todos os brasileiros deveriam repudiar isso. Botem livros na mão dessas crianças, tirem a arma da mão dessas crianças. Deixa o homem ter marido, deixa a mulher ter mulher. O que tem demais em ser o que quer? — declarou. Mais cedo, um dos primeiros a subir ao trio elétrico foi o cantor Xamã, acompanhado do funkeiro Puterrier. Antes de começarem a cantar, os dois fizeram um breve discurso em defesa da democracia e relembraram suas origens. — Eu sou da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Puterrier é de Del Castilho. A democracia é a base desse país. Viva a democracia! — disse Xamã. Os artistas cantaram juntos alguns de seus maiores sucessos. Perto do fim da apresentação, o rapper ainda improvisou uma rima sobre a importância da democracia no país. Na sequência, a rapper Ebony subiu ao trio e fez um discurso em incentivo às mulheres presentes, destacando a representatividade feminina no hip hop e a importância do voto consciente. — Diretamente da Baixada Fluminense, em nome da democracia, representando as mulheres do hip hop, mães, professoras. Votem consciente no próximo domingo! — afirmou. Duda Beat se apresentou ao som de “Brasil”, música composta por Cazuza, George Israel e Nilo Romero e eternizada na voz de Gal Costa. Ao fim da apresentação, a cantora defendeu a união popular e a democracia. — Isso aqui é a resposta que a gente vai dar. O povo unido consegue tudo. Viva a democracia! — disse. Bandeiras com o nome de Lula em meio ao público na Praia de Copacabana Tércio Teixeira / AFP O ator Paulo Vieira, que mediou as apresentações, também ressaltou a importância do ato como espaço de manifestação democrática, independentemente da posição política dos participantes. — Que bom que vocês estão aqui, que a gente pode se manifestar, que o ato é a favor da democracia. Sendo você de direita ou de esquerda, esse ato é sobre democracia. Não importa qual voto seja — afirmou. Já o cantor Jorge Vercillo disse sentir orgulho de participar da mobilização e destacou a importância da cidadania e da solidariedade. — Todos nós estamos muito orgulhosos de estar aqui. A gente roda o Brasil e recebe carinho de tanta gente, só que tem poucos momentos em que a gente se sente tão orgulhoso. Já tinha vindo aqui no primeiro ato e sou muito grato. Todos nós estamos com essa sensação de cidadania. Já passou do tempo de a gente deixar essa síndrome de vira-lata. Só a gente mesmo pode se alforriar, cada um ajudando e amparando o próximo — declarou. Ana Lúcia Rodrigues de Aleluia, de 55 anos, manicure, participou de todas as manifestações da campanha e esteve em Copacabana neste domingo. Ela destacou o clima de união entre os apoiadores. — Estou aqui na luta por um Brasil melhor. Fui a todas as manifestações, mas essa aqui dá vontade de chorar. Está muito linda, e o povo aqui se abraçando, todo mundo junto. Estamos aí para o segundo turno — disse. Ana Lucia Rodrigues de Aleluia e as amigas durante ato na Praia de Copacabana Alexandre Cassiano Estratégia do PT Segundo apurou o GLOBO, o PT quer incentivar atos locais, com a participação de autoridades quando possível, como o presidente, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e outros aliados. Artistas convocaram "atos pela democracia" em várias capitais neste domingo. Em São Paulo, Emicida, Rashid e Julia Costa, entre outros nomes do rap, fazem uma manifestação pró-Lula na Zona Norte. Em Salvador, Gilberto Gil, BaianaSystem e Daniela Mercury também convocaram um evento de apoio ao presidente. Ações na Justiça Eleitoral O Novo e políticos do Rio de Janeiro entraram com ações na Justiça Eleitoral contra os atos. Eles afirmam que os eventos são "showmícios", prática proibida pela lei. Na quinta-feira (15), o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou a ação que pedia a suspensão do ato musical. Ele enviou o caso à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) para as providências que considerar cabíveis. Outras manifestações No Rio, às 11h, centenas de apoiadores de Lula se reuniram na Candelária, no Centro. Com bandeiras, gritaram palavras de ordem pela soberania nacional, pela educação pública, pelo fim da escala 6x1 e contra a ditadura e o senador Flávio Bolsonaro (PL). O cantor Chico Buarque e a cantora Marisa Monte participaram de um ato de estudantes e movimentos sociais no Centro. Chico discursou do alto de um trio elétrico e conversou e tirou fotos com apoiadores. Marisa publicou fotos do ato no Instagram e escreveu: "Pelo meio ambiente, pela cultura, pela democracia, pela ciência, pelas vítimas da pandemia, ainda estamos aqui!" Nas imagens, ela usa uma camiseta verde com a frase "Minha ideologia é floresta em pé, água limpa, ar puro, comida sem veneno para todos". Em outra foto, segura um cartaz com a mensagem: "Um país que não conhece a própria história está fadado a repeti-la. Memória importa". Em Brasília, apoiadores de Lula fizeram o "ato da virada" na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes se concentraram a partir das 9h em frente ao Museu Nacional da República e caminharam até o Congresso Nacional. O candidato ao governo do Distrito Federal Leandro Grass (PT), que disputa o segundo turno contra a governadora Celina Leão (PP), participou, assim como parlamentares do PT e do PSOL. O ato terminou por volta das 13h, com apresentações musicais. Em São Paulo, a manifestação prevista para o Vale do Anhangabaú, no Centro, foi transferida para o Largo da Batata, na Zona Oeste, e depois cancelada. Militantes protestaram contra a decisão, e organizadores independentes mantiveram o ato. Por volta das 13h30, os manifestantes fecharam a Avenida Faria Lima, no sentido Itaim Bibi. Há mobilizações em defesa da reeleição de Lula também em Porto Alegre e Belo Horizonte.
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Rayssa Leal sofre com quedas e fica na sétima posição no Mundial de Skate Street


Rayssa Leal não conseguiu o tricampeonato mundial. A skatista brasileira terminou na sétima colocação na final do street feminino do World Skate Games 2026, disputado neste domingo, em Assunção, no Paraguai. Bicampeã em 2022 e 2024, a maranhense sofreu com quedas ao longo da decisão, encerrando sua participação com 77,11 pontos. A gaúcha Maria Lúcia Rocha foi a melhor brasileira na disputa, terminando em quinto lugar, com 113,17 pontos. O título ficou com a japonesa Yumeka Oda, que somou 170,94. A australiana Chloe Covell conquistou a prata, com 167,97, enquanto a também japonesa Coco Yoshizawa completou o pódio, com 159,26. Rayssa começou a decisão com uma nota de 77,11 pontos, ficando entre as primeiras colocadas após a rodada inicial. Nas duas voltas seguintes, porém, sofreu quedas e não conseguiu melhorar sua pontuação. Com isso, levou a nota da primeira tentativa para a fase decisiva das manobras. Na disputa de melhor manobra, a brasileira também teve dificuldades. Depois de errar a primeira tentativa, arriscou nas seguintes, mas sofreu novas quedas e não conseguiu somar pontos suficientes para se aproximar das líderes. Maria Lúcia, por sua vez, teve dificuldades nas voltas, com notas de 38,50, 35,99 e 26,37. A brasileira, no entanto, conseguiu uma manobra de 74,67 pontos, resultado que a levou à quinta colocação e garantiu sua posição à frente de Rayssa.
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Lua Blanco morreu do que? Saiba a causa da morte da atriz e cantora, aos 39 anos


Um texto assinado pela "Família Blanco" comunicou, neste domingo, a morte da atriz e cantora Lua Blanco, aos 39 anos. Segundo o irmão Daniel Blanco, que compartilhou a notícia nas redes sociais, a artista enfrentava um câncer nos últimos meses. O texto pede respeito pelo luto e silêncio durante esse momento, mas agradece o carinho dos fãs. 'Que bom que ainda tivemos a oportunidade de conversar': Ex-namorado de Lua Blanco, Arthur Aguiar posta foto e lamenta a morte da atriz 'What is enough': Harry Styles homenageia Liam Payne com música inédita dois anos após a morte do amigo "Nesse tempo ela foi completamente rodeada pelo amor da família e dos amigos que estiveram com ela a vida toda. Ela se foi em paz, preenchida de amor e com a fé plena de que ia direto pras mãos de Deus. Ela estará conosco para sempre, nos iluminando com a sua forte luz eterna", escreveu Daniel em uma publicação no Instagram. Initial plugin text O corpo de Lua Blanco será velado na segunda-feira (19), segundo o portal Metrópoles, no Cemitério Vertical Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro. A despedida ocorrerá na Capela 6, das 13h às 16h. Ana Terra, irmã de Lua, também fez uma homenagem à artista nas redes. Ao compartilhar a publicação de Daniel, Ana escreveu: "A vida é um sopro. Te amo irmã. Você segue em nós para sempre". Ana Terra, irmã de Lua Blanco, faz homenagem à artista nas redes sociais Captura de tela/Redes sociais Artistas se manifestaram e prestaram solidariedade. A atriz Alice Wegmann escreveu: "Inacreditável. Sinto muito, meu abraço muito apertado em todos vocês". A colega de elenco Sophia Abrahao publicou: "Recebam todo o meu amor". A atriz Larissa Manoela desejou força aos familiares: "Meus sentimentos" Todo amor e força para vocês". A cantora aria Gadu também enviou "um abraço apertado" aos parentes de Lua. Quem é Lua Blanco? Lua Blanco nasceu em 5 de março de 1987, em São Paulo. Era filha do músico Billy Blanco Jr e da musicista Maria Claudia Blanco. Tinha cinco irmãos: Pedro Sol Blanco, Ana Terra Blanco, Estrela Blanco, Daniel Cielo Blanco e Marisol Blanco. Era atriz, cantora, compositora e escritora. Ficou conhecida por seu papel como Roberta na adaptação brasileira de "Rebelde" (2011), da Record. Antes, viveu Joe, em "Malhação", na Globo (2009) e a personagem Bia em "Três Irmãs", também na Globo (2008). Interpretou também Silvinha, na novela 'Pecado mortal", da Record (2013), e Anita em "A força do querer", Globo (2017), após a qual deu uma pausa nas novelas para investir mais na sua carreira musical. Apesar disso, chegou a fazer participação no filme "As irmãs Fox", do diretor Wagner de Assis. * Matéria em atualização
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Advogado rebate Richarlison sobre ilha em Angra e dá prazo de 72 horas para jogador apresentar documentos


O advogado Willer Tomaz respondeu às acusações feitas pelo atacante Richarlison sobre a disputa pela posse de uma ilha em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio. Em vídeo publicado nas redes sociais, neste domingo, Willer negou que tenha tomado o imóvel de forma irregular, afirmou que a empresa ligada ao jogador perdeu a disputa judicial e desafiou o atleta a apresentar documentos que comprovem a compra da propriedade e o pagamento dos R$ 10 milhões que diz ter investido. Initial plugin text Tomaz deu um prazo de 72 horas para que Richarlison apresente uma escritura de compra e venda, um contrato válido ou um registro na Secretaria do Patrimônio da União (SPU) em seu nome, além de comprovantes do pagamento. Caso os documentos sejam apresentados, o advogado afirmou que transferirá os direitos sobre o imóvel ao atacante sem cobrar nada. A manifestação foi uma resposta ao vídeo publicado por Richarlison no sábado. Na gravação, o jogador do Tottenham acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Tomaz de terem obtido a posse da ilha em 24 horas, apesar de ele ter recusado uma proposta de compra. O atacante também pediu que a Polícia Federal investigue o caso. Willer Tomaz também questionou a quantia mencionada pelo atacante. Segundo o advogado, uma petição apresentada pela própria empresa ligada a Richarlison indicava um pagamento de R$ 2,6 milhões, valor inferior aos R$ 10 milhões citados pelo jogador. O advogado esclareceu que o caso foi investigado pela polícia e pelo Ministério Público e que os procedimentos foram arquivados por falta de indícios de crime. Tomaz também afirmou ter pago mais de R$ 2 milhões em impostos, foro e dívidas atrasadas relacionados à propriedade. Veja o que disse Willer Tomaz "Mão grande? Justiça que falhou? Ilha tomada sem gastar um tostão? Três acusações, Richarlison, e nenhum documento? Eu sou Willer Tomaz, sou advogado, não sou político e nunca tinha respondido o Richarlison. Eu só falava nos autos do processo. Só que o Richarlison, ele não tá nos autos, ele tá aqui no Instagram. E essa mentira vem se espalhando tanto que hoje, pela primeira vez, eu gravo um vídeo pra explicar o que de fato aconteceu no processo da ilha de Angra dos Reis. A ação foi ajuizada em 2022. Os réus era a empresa Sport 70, empresa que tinha como sócios o Richarlison e o Renato Velasco. O nome do Richarlison nunca esteve no processo. Hoje ele é réu num processo em Brasília pelas mentiras que ele conta. Resolvendo a papelada? Quem estava resolvendo a papelada é porque não tinha papel, nunca tinha documento. Você comprou a ilha de invasores, Richarlison, por isso que você não tem escritura. Eu tenho escritura de compra e venda registrada na matrícula do imóvel junto ao Cartório de Angra dos Reis, certidão da SPU em meu nome e comprei de quem era titular da área desde 1986, ou seja, 40 anos. A Justiça falhou? A sua empresa recorreu até o STJ, Richarlison, e perdeu por unanimidade. Em 2025, a sua empresa e o seu sócio assinaram isso aqui, ó: uma renúncia. Desistiram do processo pra não me pagar sucumbência, por escrito, na Justiça. Ô, craque, isso não é mão grande. Isso tem nome: é decisão judicial transitada em julgado. A sua própria empresa, em petição assinada por advogado, escreveu para a Justiça que você teria pago R$ 2.600.000. No vídeo, você diz 10 milhões. Pagos a quem? Não a mim. Não a verdadeira dona do imóvel. Se alguém ficou com esse dinheiro, você deve saber pra quem você deu. Já investigaram. Polícia, Ministério Público, Justiça de São Paulo, tudo arquivado. Indício de crime? Nenhum. E quem pagou mais de 2 milhões de IPTU, foro e dívida atrasados há mais de 10 anos? Eu. Mostra aí, Richarlison, algum IPTU que você pagou. Pelo menos isso. Tá aí, o Richarlison sabe de tudo isso desde julho. Foi notificado, não respondeu. Tá se esquivando pra não ser citado pela Justiça na ação que eu promovi contra ele. Escolheu o fim de semana de campanha, de ato de campanha pra pedir que cobrassem do Flávio por uma ilha que nunca foi dele. Isso não é indignação, isso é oportunismo político com data marcada. Richarlison, você é bom de bola, cara. Se tivesse numa fase melhor, até poderia ter sido escalado pra ajudar a seleção na Copa do Mundo. Mas apresenta aí a escritura de compra da área. Ninguém compra um imóvel de 10 milhões e não tem documento e nem comprovante de pagamento. Pois eu te ofereço a ilha mesmo assim. 72 horas, Richarlison. Se você me apresentar um documento anterior a julho de 22 em seu nome, pode ser a escritura de compra e venda, um contrato de compra e venda lícito ou a inscrição na SPU, mais o comprovante dos tais 10 milhões que você diz ter pago, a ilha é sua e eu não vou te cobrar um centavo. Você não vai fazer isso porque esse documento simplesmente não existe. E todo mundo que tá assistindo acabou de entender por que, diferentemente de você, eu não vim aqui politizar, eu vim aqui mostrar os documentos. Agora é sua vez, craque. Você fez um vídeo, eu trouxe os papéis. Mostra os seus. Cadê a escritura?"
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Snipers no alto de prédios chamam atenção durante comício de Flávio Bolsonaro na Paulista


A presença de atiradores de elite da Polícia Militar no alto de edifícios durante o ato de Flávio Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, neste domingo (18), chamou atenção de apoiadores e repercutiu nas redes sociais. Os snipers puderam ser vistos posicionados em edifícios como o Brazilian Financial Center, no número 1.374 da avenida. Flávio na Paulista: 'Vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente da República no filho dele' Entrevista: 'Ideologia é importante, mas é a economia que está decidindo a eleição', diz cientista político André Singer Segundo a Polícia Militar, a presença dos atiradores de elite foi uma medida "protocolar e preventiva, adotada conforme diretrizes internacionais de segurança". De acordo com a corporação, o evento contou com a participação de autoridades do Executivo e do Legislativo, “o que justifica a adoção de protocolos rigorosos". Batizado de "Bloco 22", o ato bolsonarista reuniu 71,9 mil pessoas na Paulista, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da More in Common. Entre os presentes estavam lideranças da direita e apoiadores da candidatura bolsonarista, como Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR). A manifestação teve clima de bloquinho de carnaval, como pretendiam os organizadores. Os chamados "bloquinhos 22" foram puxados por Nikolas Ferreira ainda no primeiro turno e são embalados por jingles contra o PT. Flávio chegou à Paulista por volta das 11h15, quando a manifestação tomava cerca de 12 blocos da avenida. Ele falou por volta das 12h30, após o público rezar o Pai-Nosso a pedido do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que também falou em "aposentar o PT do Brasil", mencionou Jair e elogiou Flávio. — Vocês estão fazendo história. Vamos virar essa página triste do Brasil, faltam só sete dias para a gente livrar o Brasil do PT, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente da República no filho dele. E eu vou cuidar do Brasil, do povo brasileiro, e o Brasil vai vencer — disse o candidato, que é senador pelo Rio de Janeiro. Antes de encerrar o ato, pouco depois das 13h, Flávio tomou novamente a palavra, disse que falaria pouco para se poupar para o debate da Rede Bandeirantes, na noite deste domingo, e exaltou a esposa, Fernanda. — Eu vou dedicar cada dia da minha vida ao lado dessa mulher maravilhosa que é a Fernanda, sem ela eu jamais teria chegado até aqui. Além de linda, maravilhosa, cheirosa, e uma trabalhadora guerreira como cada uma de vocês que está aqui hoje. Hoje eu quero vocês na televisão assistindo ao debate contra o Lula. Hoje eu quero ter a oportunidade de esfregar os crimes que ele cometeu contra nossa nação ao vivo. O Brasil está sem presidente, mas é por pouco tempo, porque o Flávio Bolsonaro está chegando. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos — afirmou. Bomba A maioria do público vestia camisas da seleção brasileira e empunhava bandeiras com o número do candidato do PL nas urnas. Também se destacavam bandeiras que misturam símbolos dos Estados Unidos, do Brasil e de Israel. A organização do ato pediu ao público que abaixasse bandeiras de outros países antes do início dos discursos. "Hoje é a nação brasileira, queria pedir para que bandeiras de outros países fossem recolhidas", disse um membro da organização do carro de som principal. Apoiadores de Flávio também levaram ao comício um míssil inflável com um pedido para que o presidente americano Donald Trump ataque o Brasil com armas nucleares. Vídeos e imagens que circulam nas redes sociais mostram bolsonaristas tentando levantar o objeto, que dizia: "Trump nuke Brazil".
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Homem é preso após tentar furtar produtos de drogaria em Botafogo


Um homem foi preso em flagrante por suspeita de furto em uma drogaria na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, na noite deste sábado (17).Segundo a Força Municipal, os agentes faziam patrulhamento em uma área mapeada pela incidência de roubos e furtos quando perceberam a movimentação do suspeito no estabelecimento. A rotina invisível no Cristo Redentor: do sacristão que 'abre' o cartão-postal aos alpinistas que cuidam da estátua Conexão criminosa: Conversa obtida pela polícia mostra fornecedor do CV cobrando dívida de chefe da facção preso e citando Fernandinho Beira-Mar Ao entrarem na drogaria, os agentes flagraram o homem pegando quatro produtos e escondendo parte deles em uma sacola e dentro do short. Ele foi abordado ao tentar deixar o local sem pagar pelos itens. Durante a abordagem, os agentes também encontraram uma faca enrolada em uma blusa que o homem carregava. O suspeito foi levado para a 10ª DP (Botafogo), onde permaneceu detido. A faca foi apreendida.
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Apoiadores de Flávio Bolsonaro levam míssil inflável com pedido para Trump bombardear o Brasil a ato na Paulista


Apoiadores de Flávio Bolsonaro levaram ao comício realizado neste domingo (18), na Avenida Paulista, um míssil inflável com um pedido para que o presidente americano Donald Trump ataque o Brasil com armas nucleares. Vídeos e imagens que circulam nas redes sociais mostram bolsonaristas tentando levantar o objeto, que dizia: "Trump nuke Brazil". Nas ruas: Apoiadores de Lula fazem atos em São Paulo, Rio e Brasília; Flávio participa de evento na Paulista Apoio a Lula: Ex-ministros tucanos, filha de FHC e autor do pedido de impeachment de Dilma assinam carta pela democracia Batizado de "Bloco 22", o ato bolsonarista reuniu 71,9 mil pessoas na Paulista, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da More in Common. A maioria do público vestia camisas da seleção brasileira e empunhava bandeiras com o número do candidato do PL na urna. Também se destacavam bandeiras que misturam símbolos dos Estados Unidos, do Brasil e de Israel. A organização do ato pediu ao público que abaixasse bandeiras de outros países antes do início dos discursos. "Hoje é a nação brasileira, queria pedir para que bandeiras de outros países fossem recolhidas", disse um membro da organização do carro de som principal. Flávio chegou à Paulista por volta das 11h15, quando a manifestação tomava cerca de 12 blocos da avenida. Ele falou por volta das 12h30, após o público rezar o Pai-Nosso a pedido do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que também falou em "aposentar o PT do Brasil", mencionou Jair e elogiou Flávio. De Campopiano a Campagnolo: Impulsionadas pelas redes, deputadas garantem votação recorde com pauta antifeminista — Vocês estão fazendo história. Vamos virar essa página triste do Brasil, faltam só sete dias para a gente livrar o Brasil do PT, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente da República no filho dele. E eu vou cuidar do Brasil, do povo brasileiro, e o Brasil vai vencer — disse o candidato, que é senador pelo Rio de Janeiro. Antes de encerrar o ato, pouco depois das 13h, Flávio tomou a palavra, disse que falaria pouco para se poupar para o debate da Rede Bandeirantes, na noite deste domingo, e exaltou a esposa, Fernanda. — Eu vou dedicar cada dia da minha vida ao lado dessa mulher maravilhosa que é a Fernanda, sem ela eu jamais teria chegado até aqui. Além de linda, maravilhosa, cheirosa, e uma trabalhadora guerreira como cada uma de vocês que está aqui hoje. Hoje eu quero vocês na televisão assistindo ao debate contra o Lula. Hoje eu quero ter a oportunidade de esfregar os crimes que ele cometeu contra nossa nação ao vivo. O Brasil está sem presidente, mas é por pouco tempo, porque o Flávio Bolsonaro está chegando. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos — afirmou. Direita reunida O comício reuniu lideranças da direita e apoiadores da candidatura bolsonarista, como Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR). A manifestação teve clima de bloquinho de carnaval. O objetivo dos organizadores era esse mesmo. Os chamados "bloquinhos 22" foram puxados por Nikolas Ferreira ainda no primeiro turno e são embalados por jingles contra o PT. Os carros de som tocam versões de hits do axé e do funk. Um exemplo é o funk "Nova Geração" ("Eu sou o Jonathan da Nova Geração"), cujo refrão modificado insta os presentes a pular e dançar. “Quem ficar parado é petista disfarçado” e “fora, PT, aqui não é seu lugar“ estão entre os versos mais cantados pelo público. Jingles da campanha de aliados de Flávio também embalam os manifestantes, como "Nikolas Ferreira bota a esquerda pra correr" e "Ô Tarcísio, Tarcísio".
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EUA ameaçam Europa por restrições à Starlink, de Elon Musk, diz jornal


Empresas europeias podem sofrer uma retaliação “devastadora” dos Estados Unidos caso a União Europeia avance com planos para restringir a atuação de companhias americanas, como a SpaceX, de Elon Musk, em partes do mercado europeu. O alerta foi feito pelo embaixador dos EUA, Andrew Puzder, em entrevista ao Financial Times (FT). Tecnologia: Trilhões de dólares em empréstimos impulsionaram o boom da IA. Agora, os pontos fracos começam a aparecer iPhone Duo: primeiro dobrável da Apple tem entrega prevista para janeiro de 2027 no Brasil Segundo o FT, a advertência ocorre em meio a uma proposta da Comissão Europeia para reservar parte da faixa das frequências utilizada por smartphones para se conectar diretamente a satélites a empresas europeias. O modelo atual envolve parceria entre fabricantes de celulares e operadoras de telecomunicações. A medida poderia limitar o acesso de companhias americanas e chinesas que oferecem serviço de conexão via satélite diretamente aos consumidores, incluindo a SpaceX, responsável pela rede de internet via satélite Starlink. Questionado pelo jornal britânico se as empresas europeias deveriam temer uma reação de Washington, Puzder afirmou que elas deveriam considerar essa possibilidade. Segundo o Financial Times, o diplomata disse que as consequências poderiam ser “muito devastadoras” para essas companhias, diante da dimensão do mercado americano. A proposta europeia já provocou críticas da SpaceX. De acordo com o FT, a empresa alertou que as mudanças poderiam prejudicar a conectividade na Ucrânia, onde o serviço Starlink tem sido importante para as comunicações civis e militares desde a invasão russa em grande escala, em fevereiro de 2022. A iniciativa faz parte de um esforço mais amplo da União Europeia para fortalecer sua soberania tecnológica e reduzir a dependência de empresas americanas em setores considerados estratégicos. Segundo o jornal britânico, autoridades europeias estão preocupadas com a imprevisibilidade do presidente dos EUA, Donald Trump, e com os riscos de depender de fornecedores estrangeiros para operar infraestruturas críticas. Puzder afirmou ao jornal que reconhece o direito dos europeus de proteger informações governamentais sensíveis, mas criticou o uso da legislação para favorecer empresas locais em detrimento de concorrentes dos Estados Unidos. Segundo o Financial Times, o embaixador argumentou que tornar empresas americanas menos competitivas não é uma maneira legítima de fortalecer o setor tecnológico europeu. Multas a empresas americanas O embaixador também questionou a aplicação, pela União Europeia, da Lei dos Mercados Digitais, criada para limitar o poder das maiores empresas de tecnologia e ampliar a concorrência nos mercados digitais. Segundo o Financial Times, Puzder levantou dúvidas sobre se a aplicação das regras busca efetivamente promover a competição ou arrecadar recursos para o orçamento europeu. Para Puzder, segundo o FT, esse ambiente pode desestimular investimentos justamente das companhias que a Europa pretende substituir ou enfrentar. Em vez de concentrar esforços em restringir a atuação das gigantes americanas, Washington e Bruxelas deveriam trabalhar juntos para competir com a China no desenvolvimento de inteligência artificial, disse ele. Puzder afirmou, segundo o FT, que os Estados Unidos têm os recursos necessários para vencer essa competição, mas que o resultado seria mais fácil de alcançar com a cooperação europeia. Em resposta às críticas, a Comissão Europeia afirmou, segundo o Financial Times, que a proposta sobre o espectro de frequências busca incentivar a entrada de novos participantes no mercado e diversificar os fornecedores do bloco, sem fechar as portas a operadores de fora da União Europeia.
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PT pede ao TSE que amplie divulgação de mudanças em locais de votação no segundo turno


A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que amplie a divulgação das mudanças nos locais de votação para o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Em petição apresentada neste sábado, a aliança solicita avisos individualizados aos eleitores afetados, campanhas em rádio e TV e transporte gratuito para comunidades que tiveram endereços alterados. O pedido vem depois de o TSE informar que 2.033 seções eleitorais tiveram seus locais de votação alterados para o segundo turno, menos de 1% do total. As mudanças, de responsabilidade dos tribunais regionais eleitorais (TREs), podem ocorrem por motivos como reformas, melhorias de acessibilidade e danos causados por chuvas. O pedido da coligação “Brasil Pronto Pra Mais” cita a abstenção de 21% registrada no primeiro turno, cerca de 33 milhões de eleitores, a maior em uma eleição presidencial desde 1998. Para a coligação, a divulgação das mudanças apenas em sites e redes sociais é insuficiente para garantir que os eleitores conheçam os novos endereços. “A informação existe, ocorre que ela não está disponível de forma efetiva ao eleitor”, afirma a petição. Como exemplo de comunicação mais efetiva, a petição menciona o TRE de Minas Gerais, que enviou mensagens individuais por WhatsApp a 81.511 eleitores na véspera do primeiro turno, com informações sobre os novos endereços. Além de avisos por e-Título, SMS, WhatsApp e e-mail, a aliança pede a instalação de cartazes nos antigos locais de votação e equipes de orientação no dia da eleição. Também solicita articulação com as prefeituras para garantir transporte gratuito, especialmente para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. “O que se busca é a adoção de medidas complementares de publicidade, acessibilidade e organização logística, destinadas a assegurar que as alterações regularmente implementadas não representem, na prática, impedimentos ao exercício do sufrágio”, diz a representação.
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Trilhões de dólares em empréstimos impulsionaram o boom da IA. Agora, os pontos fracos começam a aparecer


Trilhões de dólares em recursos emprestados impulsionaram o boom da inteligência artificial. Mas agora há uma incerteza crescente sobre até que ponto será fácil obter mais dinheiro — e quanto desse montante será devolvido. Processo interrompido: Microsoft desiste de acordo para data center no Reino Unido em momento crucial para planos de IPO da Nscale Criador e criatura: A matemática criou a IA, mas agora a IA pode destruir a matemática Essas questões ganharam destaque na semana passada, quando os investidores perderam rapidamente a confiança em uma empresa de data centers altamente endividada, a CoreWeave. Os preços de seus títulos de dívida despencaram. A empresa acumulou US$ 72 bilhões em passivos para operar 51 data centers, e os investidores passaram a atribuir uma probabilidade superior a 60% de que ela não consiga cumprir suas obrigações financeiras. Os investidores também venderam títulos de outras gigantes da inteligência artificial, incluindo a Oracle, empresa de Larry Ellison, embora as quedas de preços não tenham sido tão acentuadas quanto as da CoreWeave. Mais de US$ 7 bi: Anthropic assina seu primeiro contrato de data center no Canadá Ao mesmo tempo, investidores de Wall Street elevaram os preços de alguns instrumentos financeiros complexos que protegem contra o calote de dívidas corporativas, como os contratos que oferecem essa proteção em relação à SoftBank, gigante japonesa de tecnologia que tomou empréstimos pesados para apostar seu futuro em uma parceria com a OpenAI. Os movimentos recentes do mercado podem provocar perdas para os investidores que detêm os títulos de dívida já emitidos por essas empresas. Também podem obrigá-las a pagar juros mais altos quando voltarem a tomar empréstimos, elevando os custos de seus projetos de inteligência artificial, que já são extremamente caros. A questão mais ampla é se empresas que enfrentam endividamento com suas dívidas, como CoreWeave, Oracle e SoftBank, são os elos fracos do setor ou sinais de problemas mais profundos na expansão da infraestrutura de inteligência artificial. Constantino Tsallis: ‘A IA não é como um aparelho que pode ser desligado' O spread — ou prêmio adicional exigido pelos investidores para aplicar dinheiro em investimentos arriscados em dívida vinculada à IA — aumentou mais de 50% nos últimos seis meses, segundo o Barclays, banco de investimentos. “O mercado está por um fio em todos os lugares”, afirmou Alexandra Coleman, fundadora da Azraq, empresa especializada na análise de riscos relacionados a data centers. Há muito em jogo na continuidade dessa onda de endividamento. Nas últimas semanas, economistas, bancos e empresas de private equity vêm projetando volumes cada vez maiores de dívida necessários para financiar os sistemas de inteligência artificial que, segundo seus entusiastas, deverão comandar o mundo dentro de alguns anos. Nova versão: DeepSeek atualiza modelo de IA e intensifica disputa com concorrentes dos EUA Praticamente todas as grandes gestoras de fundos de investimento, seguradoras e empresas de private equity vêm comprando títulos de dívida ligados à IA, sem contar as dezenas de milhares de investidores individuais que despejaram dinheiro em empresas do setor, cujas ações dispararam. Nem todos os desenvolvedores de data centers despertam o mesmo grau de preocupação entre os investidores em títulos de dívida. As grandes empresas, conhecidas como "hiperescaladoras", como Meta e Alphabet, que continuam tomando empréstimos pesados, foram obrigadas pelos investidores a pagar apenas taxas de juros um pouco mais altas em operações recentes de captação de dívida. Hiperescaladoras são grandes corporações de tecnologia que operam imensas redes de data centers próprias para sustentar serviços em nuvem, inteligência artificial e ecossistemas digitais globais em escala massiva Os investidores também se desfizeram de títulos de dívida já emitidos por algumas dessas empresas, embora a queda dos preços tenha sido menos acentuada do que no caso da CoreWeave. O modelo de negócios da CoreWeave é difícil de definir com precisão. Alguns investidores e analistas comparam sua estrutura financeira à da problemática WeWork, empresa que fornecia espaços de escritórios compartilhados. Primeiro, a CoreWeave compra chips da Nvidia e de outros fabricantes de IA. Depois, assim como a WeWork, que aluga espaços dentro de edifícios comerciais pertencentes a terceiros, a CoreWeave firma contratos com proprietários de data centers para utilizar essas instalações em operações de computação para IA por períodos de 15 anos ou mais. Em seguida, subloca o espaço a clientes como Meta, Microsoft e OpenAI por prazos mais curtos. O problema é que a CoreWeave assume os custos nas duas pontas: precisa pagar pela montagem e pela operação das instalações antes mesmo de conseguir um inquilino, e fica comprometida com os espaços por períodos mais longos do que aqueles durante os quais seus clientes podem permanecer. Vários investidores disseram estar preocupados com a possibilidade de empresas hiperescaladoras como Meta e Microsoft sequer precisarem alugar espaço da CoreWeave no futuro. Outra preocupação é que os data centers se tornem ultrapassados ou até obsoletos quando os contratos atuais chegarem ao fim. Lia Davis, porta-voz da CoreWeave, afirmou que a empresa discorda da comparação com a WeWork. “A complexidade da nossa estrutura de financiamento reflete disciplina, algo de que nos orgulhamos”, declarou em comunicado.
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'Eleição no Brasil pode definir futuro da Amazônia', diz The New York Times; entenda posição do jornal


O resultado das eleições presidenciais no Brasil pode determinar o futuro da Amazônia e influenciar diretamente os esforços de preservação da maior floresta tropical do planeta, segundo o artigo publicado pelo jornal americano The New York Times neste domingo (18). Favorito no segundo turno, marcado para o próximo domingo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) promete facilitar a exploração econômica da região, com medidas que preocupam especialistas pelo potencial de acelerar o desmatamento e comprometer o equilíbrio climático. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o candidato defende a abertura de áreas protegidas para atividades como mineração e agropecuária, além da construção de rodovias, ferrovias e projetos de exploração de petróleo na Amazônia. Embora tenha prometido combater o desmatamento ilegal, especialistas temem que sua proposta de flexibilização das normas ambientais permita ampliar a derrubada de árvores dentro da legalidade. A candidatura de Flávio Bolsonaro conta com o apoio de representantes do agronegócio e de setores das elites econômica e política interessados na expansão de atividades produtivas na região. Durante a campanha, o senador defendeu a política ambiental adotada pelo governo de seu pai, período marcado pelo aumento expressivo da devastação florestal. — A maior forma de tratar a questão ambiental é o que fizemos durante o governo Bolsonaro — afirmou o candidato. A possibilidade de retorno do modelo ao poder, agora por meio do filho, também elevou a preocupação entre comunidades indígenas. Apoiadores do senador já advertiram grupos indígenas da Amazônia de que pretendem invadir suas terras caso ele vença a eleição. Desmatamento pode provocar danos irreversíveis até 2050 Estudos indicam que a continuidade do desmatamento pode reduzir drasticamente o volume de chuvas na Amazônia e provocar a transformação gradual de extensas áreas da floresta em savana até 2050. O processo, conhecido como savanização, representa uma das principais ameaças ao equilíbrio ambiental da região. Segundo Nico Wunderling, professor da Universidade Goethe de Frankfurt e pesquisador das mudanças climáticas, essa transformação é difícil de reverter depois de iniciada. A pressão sobre a floresta está diretamente relacionada à demanda internacional por commodities agrícolas. O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e soja, duas atividades que figuram entre os principais motores do desmatamento amazônico. Nos últimos anos, grandes extensões de vegetação nativa foram convertidas em pastagens para a criação de gado. Bolsonaro promete agilizar a proteção ambiental e reduzir a burocracia, facilitando a obtenção, por parte de mineradores e pecuaristas, de licenças para o desmatamento. Durante os quatro anos do governo Jair Bolsonaro, a área total desmatada chegou a quase 4,6 milhões de hectares. A extensão corresponde a aproximadamente 5.777 vezes a área do Central Park, em Nova York, ou cerca de quatro parques por dia de mandato. Se todos esses Central Parks fossem empilhados, um sobre o outro, a área de terreno desimpedido se estenderia por mais de 22,5 mil km. O ritmo de devastação superou significativamente a média registrada na década anterior. Propostas de Flávio preocupam especialistas Apesar de defender o fim do desmatamento ilegal até 2029, Flávio Bolsonaro apresentou poucos detalhes sobre como pretende alcançar esse objetivo. A proposta também não representa uma mudança significativa em relação à meta oficial do Brasil de eliminar a devastação ilegal até o fim da década. Atualmente, a lei brasileira permite que proprietários de terras na Amazônia removam até 20% da vegetação nativa de suas propriedades. Como senador, Flávio Bolsonaro foi coautor de um projeto de lei, que não avançou, para eliminar esses limites. Caso ocupe o cargo de presidente, o candidato promete simplificar os procedimentos de proteção ambiental e reduzir a burocracia para facilitar a concessão de licenças a mineradores e pecuaristas interessados na derrubada de árvores. Para especialistas, porém, o combate ao desmatamento ilegal não é suficiente para garantir a preservação da Amazônia. A preocupação também envolve a supressão de vegetação autorizada pela legislação. Na avaliação do cientista brasileiro Carlos Nobre, pesquisador da Amazônia e das mudanças climáticas, a preservação da floresta depende da interrupção de toda forma de desmatamento. — O que realmente temos que buscar é o desmatamento zero — afirmou. Segundo Nobre, mesmo a derrubada legal de árvores coloca a Amazônia em risco e pode provocar uma redução expressiva das chuvas em grande parte da América do Sul, ameaçando a agricultura brasileira e os preços internacionais dos alimentos. O Brasil é o segundo maior exportador mundial de alimentos e pode ultrapassar os Estados Unidos ainda neste ano. — Vamos perder tudo isso — alertou o pesquisador. Governo Lula reduziu desmatamento e fortaleceu órgãos ambientais Durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o desmatamento na Amazônia caiu ao menor nível já registrado, segundo dados da agência espacial brasileira. Defensor do Acordo de Paris, Lula fortaleceu os órgãos de fiscalização ambiental, investiu na recuperação de áreas florestais e assumiu o compromisso de interromper o desmatamento até 2030. A diferença entre as propostas ambientais dos dois campos políticos coloca a preservação da Amazônia entre os temas centrais da disputa presidencial, diante dos possíveis impactos sobre o clima, a biodiversidade e a economia. Crime organizado amplia ameaças à floresta Além da expansão agropecuária e da exploração econômica, a Amazônia enfrenta o avanço de organizações criminosas envolvidas no tráfico de drogas, na mineração ilegal, na extração clandestina de madeira e na grilagem de terras. Durante o governo Jair Bolsonaro, o enfraquecimento da fiscalização abriu espaço para a expansão dessas atividades. Especialistas temem que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro estimule grupos criminosos a ampliar sua presença no interior da floresta. A localização geográfica da Amazônia também contribui para o problema. A maior parte da cocaína produzida no mundo tem origem na Colômbia, no Peru e na Bolívia, três países vizinhos do Brasil. A extensa rede de rios amazônicos se tornou uma importante rota de transporte da droga para mercados do outro lado do Atlântico. De acordo com Robert Muggah, do Instituto Igarapé, organização brasileira dedicada ao estudo da criminalidade, a atuação dessas redes vai além do narcotráfico. — Existe um ecossistema muito maior de garimpeiros ilegais, madeireiros, contrabandistas, transportadores e intermediários corruptos — explicou. Segundo o pesquisador, esses mercados ilícitos se sobrepõem e contribuem para o avanço do desmatamento. Combate ao crime a longo prazo Aliado do presidente americano Donald Trump, Flávio Bolsonaro defende ampliar o monitoramento da floresta por satélites e adotar uma resposta militarizada contra organizações criminosas, que pretende classificar como grupos terroristas. Entretanto, suas propostas de redução dos gastos públicos e simplificação dos órgãos responsáveis pela fiscalização levantam dúvidas sobre a capacidade de manter o controle das atividades ilegais na região. Para Ariadne Natal, pesquisadora sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o enfrentamento do crime organizado na Amazônia exige soluções duradouras, como investimentos na geração de empregos sustentáveis e cooperação internacional. A especialista argumenta que essas medidas são fundamentais para combater as estruturas criminosas que atuam na região, em vez de depender exclusivamente do uso da força militar. — Mais uma vez, estamos diante de uma encruzilhada, com caminhos muito diferentes para o que pode acontecer — afirmou.
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Apoiadores de Lula fazem atos em São Paulo, Rio e Brasília; Flávio participa de evento na Paulista


Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) estão nas ruas neste domingo em atos públicos em prol das candidaturas. Os atos acontecem a uma semana do segundo turno da eleição ao Planalto. O bolsonarista participou de ato na Avenida Paulista, em São Paulo nesta manhã, enquanto o atual chefe do Executivo não tem agendas públicas além do debate da Band, que será realizado às 20h. Apoio a Lula: Ex-ministros tucanos, filha de FHC e autor do pedido de impeachment de Dilma assinam carta pela democracia Campopiano e Campagnolo: Impulsionadas pelas redes, deputadas garantem votação recorde com pauta antifeminista A ideia do PT, segundo apurou o GLOBO, é incentivar os movimentos mais orgânicos e localizados, com autoridades como o próprio presidente, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e outros políticos aliados participando quando possível. Neste domingo, estão previstos “atos pela democracia” convocados por artistas em diversas capitais. Em São Paulo, Emicida, Rashid e Julia Costa, entre outros nomes do rap, realizam uma manifestação pró-Lula na Zona Norte. No Rio, Caetano Veloso e outros artistas participam de um ato em Copacabana e, em Salvador, Gilberto Gil, BaianaSystem e Daniela Mercury também convocaram evento para apoiar o petista. A mobilização de artistas foi alvo de ações na Justiça Eleitoral, ajuizadas pelo Novo e por políticos do Rio de Janeiro, que alegam que os atos, na verdade, seriam "showmícios", prática vedada pela lei. O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou na última quinta-feira a ação que buscava impedir a realização do ato musical, mas encaminhou o caso à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) para eventuais providências cabíveis. Jogo Político: 'Evangélico continua tratado como charlatão ou coitadinho pela esquerda intelectual', diz antropólogo Também neste domingo, Flávio participou de um ato na Avenida Paulista. Ele chegou por volta das 11h15, quando a manifestação tomava cerca de 12 blocos da avenida. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) e a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL-SP) também participam do comício, batizado de "Bloco 22". O influenciador Pablo Marçal também estava no trio elétrico. Por volta das 12h30, os apoiadores rezaram o Pai-Nosso, puxado por Nikolas. Em seguida, Flávio fez uma breve fala. — Vocês estão fazendo história. Vamos virar essa página triste do Brasil, faltam só sete dias para a gente livrar o Brasil do PT, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente da República no filho dele. E eu vou cuidar do Brasil, do povo brasileiro, e o Brasil vai vencer — disse. A maioria do público veste camisas da seleção brasileira e empunha bandeira com o número de urna do candidato do PL. Também se destacam bandeiras que misturam símbolos dos Estados Unidos, do Brasil e de Israel, e vendedores ambulantes oferecem bonés do presidente americano Donald Trump. A organização do ato pediu ao público que abaixasse bandeiras de outros países antes do início dos discursos. "Hoje é a nação brasileira, queria pedir para que bandeiras de outros países fossem recolhidas", disse um membro da organização do carro de som principal. O Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e a More in Common estimou a presença de 71,9 mil pessoas na manifestação bolsonarista. Como a margem de erro é de 12%, isso quer dizer que havia entre 63,3 mil e 80,5 mil participantes às 12h20, horário de pico. A contagem foi feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Não é possível comparar com o público presente na manifestação em apoio a Lula, no mesmo local, no domingo passado (11), pois a campanha petista não autorizou o sobrevoo de drones na avenida. Em Cuiabá, uma edição do "Bloquinho do 22" foi realizada na Praça do Choppão. Já no Rio, o governador eleito Douglas Ruas (PL) participou de uma carreata pró-Flávio em Maricá, na Região Metropolitana, cidade governada pelo vice-presidente nacional do PT Washington Quaquá. Atos petistas Em São Paulo, estava prevista uma manifestação no Vale do Anhangabaú, no Centro, que foi posteriormente transferida para o Largo da Batata, na Zona Oeste, e, depois, cancelada. A decisão gerou revolta entre militantes e manifestação foi mantida por organizadores independentes e, por volta das 13h30, fechou a Avenida Faria Lima no sentido Itaim Bibi. Ato em apoio a Lula no Largo da Batata, na Zona Oeste de São Paulo, neste domingo (18) Mauricio Xavier Ao GLOBO, fontes ligadas ao PT disseram que "agora a campanha está num momento descentralizado" e que "está todo mundo fazendo ato". Acrescentaram que o partido não vai "desautorizar" manifestações convocadas por forças independentes. A decisão de descentralizar os atos da esquerda ocorre a após o ato que reuniu uma multidão na Avenida Paulista no domingo passado (11). Inicialmente, a manifestação era organizada pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e por centros acadêmicos universitários, que se mobilizaram espontaneamente após o resultado do primeiro turno. Ao longo da semana, ganhou a adesão de movimentos organizados da esquerda. Lula confirmou a presença apenas na véspera, quando estava claro que a mobilização seria grande. Também participaram lideranças como o vice-presidente Geraldo Alckmin, o candidato derrotado do PT ao governo paulista, Fernando Haddad, as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL). Parte dos manifestantes empunhava cartazes e imagens de Nossa Senhora de Aparecida, que virou motivo de embate durante a campanha eleitoral após a divulgação de um projeto de lei, arquivado há quase 20 anos, cujo objetivo era retirar da santa o título de padroeira do Brasil. Também se destacavam bandeiras de legendas como PSTU, UP, PSB e faixas em apoio a pautas associadas ao petista, como o fim da escala 6x1 e o Bolsa Família. Também neste domingo, apoiadores do presidente Lula (PT) fizeram um ato em Brasília, na Esplanada dos Ministérios. Às 9h, os manifestantes começaram a se concentrar em frente ao Museu Nacional da República e, depois, caminharam em direção ao Congresso Nacional. Batizada de “ato da virada”, a mobilização reuniu apoiadores da esquerda em defesa da reeleição do petista, a uma semana do segundo turno. O candidato ao governo do Distrito Federal Leandro Grass (PT), que disputa o segundo turno contra a governadora Celina Leão (PP), participou da manifestação, assim como parlamentares do PT e do PSOL. O ato terminou por volta das 13h, com apresentações musicais. Já no Rio, o cantor Chico Buarque e a cantora Marisa Monte participaram neste domingo de um ato de estudantes e movimentos sociais em apoio à reeleição do presidente Lula, no Centro. A manifestação reuniu apoiadores do presidente e faz parte de uma mobilização nacional em defesa de sua reeleição. Em uma publicação no Instagram, Marisa Monte compartilhou fotos do ato e escreveu: "Pelo meio ambiente, pela cultura, pela democracia, pela ciência, pelas vítimas da pandemia, ainda estamos aqui!”. Nas imagens, Marisa aparece com uma camiseta verde estampada com a frase “Minha ideologia é floresta em pé, água limpa, ar puro, comida sem veneno para todos”. Em outra foto, ela segura um cartaz com a mensagem: “Um país que não conhece a própria história está fadado a repeti-la. Memória importa”. Chico Buarque também esteve na manifestação e discursou para os presentes do alto de um trio elétrico. O cantor ainda conversou e tirou fotos com apoiadores no local. A mobilização ocorre em outras cidades brasileiras, como Brasília, Salvador, Curitiba e Belo Horizonte, em defesa da reeleição de Lula. Também na manhã de domingo, apoiadores do petista organizaram uma "nadadaço" na Praia Vermelha, aos pés do Pão de Açúcar. Além da manifestação na Candelária, o Rio tem outro ato previsto para este domingo. O “Ato Musical pela Democracia”, convocado por Caetano Veloso, está marcado para as 16h, no Posto 5 da Praia de Copacabana. Djavan confirmou presença no evento em uma publicação compartilhada nos Stories do Instagram. O material divulga o ato, informa o horário e o local e apresenta o cantor como uma das atrações confirmadas. A programação também prevê a participação de outros artistas, como Marina Sena e Frejat. Em Fortaleza, a cantora Fafá de Belém confirmou presença em ato com outros artistas no Parque do Cocó. Os eleitores de Lula foram convocados e orientados a vestirem roupas brancas ou vermelhas. No Norte do país, em Manaus, a concentração pró-Lula ocorre no Parque Gigantes da Floresta, enquanto em Belém artistas se apresentam na orla Portal da Amazônia. No Sul, mobilizações petistas também foram registradas em Porto Alegre, com caminhada até o Parque da Redenção, onde ocorrem apresentações musicais, e em Florianópolis, onde o ato ocorreu no Centro. Já em Curitiba, a "Caminhada por um Brasil soberano com Lula" partiu da Praça Dezenove de Dezembro, no centro da capital paranaense. Manifestação na Alemanha Na Alemanha, na cidade de Colônia, que concentra cerca de 6 mil brasileiros, houve uma manifestação de apoio a Lula neste domingo. Centenas pessoas se reuniram em frente à Catedral de Colônia, quinta igreja mais alta do mundo e patrimônio da humanidade, com cartazes com frases pela democracia e pela soberania brasileira. Acompanhados por percussionistas de um bloco, os brasileiros cantaram o Hino Nacional, entoaram jingles da esquerda e uma música do Festival de Parintins. Nas eleições deste ano, Colônia foi um dos pontos oficiais de votação para brasileiros na Alemanha. Durante a manifestação, da qual participaram trabalhadores, estudantes, crianças e idosos, foi lida uma carta de convocação aos eleitores. Em seguida, foram feitos discursos em prol da saúde, da educação, da igualdade racial e em defesa da liberdade. Além de brasileiros, outros latino-americanos também estiveram presentes no ato. Ato em apoio à reeleição do presidente Lula em Colônia, na Alemanha Thayná Rodrigues
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Boca Juniors relaciona Paredes para jogo de volta contra o Vasco na Sul-Americana


O Boca Juniors divulgou, neste domingo, os jogadores relacionados para o jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana, contra o Vasco, com uma novidade: o meia argentino Leandro Paredes, que ficou de fora do confronto de ida por conta de uma lesão. O campeão mundial volta à lista do técnico Rodolfo Arruabarrena após duas partidas fora. Initial plugin text Embora esteja relacionado para o confronto, Paredes ainda não tem presença garantida em campo. O argentino se recupera de uma lesão muscular de grau 2 na coxa direita, mas pode arriscar um retorno antecipado em uma partida decisiva, que vale vaga na final da Sul-Americana. O jogador de 32 anos sentiu um desconforto muscular na região durante o duelo contra o Instituto de Córdoba, na sexta-feira (9), pelo Campeonato Argentino. Desde então, tem sido desfalque da equipe. O Boca Juniors precisa reverter a vantagem de um gol construída pelo Vasco no jogo de ida, na Bombonera, se quiser avançar à final da competição. O time cruz-maltino venceu por 1 a 0, na Argentina, e joga por um empate para disputar a decisão.
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Presidente da França condena vandalismo em protestos pelo país: 'nada justifica'


O presidente da França, Emmanuel Macron, condenou neste domingo a violência registrada nos protestos realizados na véspera em todo o país, apontando que "nada justifica" as cenas de barbárie que dividiram espaço com marchas pacíficas contra o alto custo de vida. A declaração ocorre em um momento em que forças policiais ainda estão mobilizadas contra grupos violentos que promoveram depredações pelo segundo dia seguido. Cerca de 2,4 mil pessoas foram presas, e mais de 1 mil policiais, gendarmes e bombeiros ficaram feridos, segundo o Ministério do Interior francês. Eleito com o sonho de revitalização: Macron vê mandato terminar em crise sistêmica e com protestos na França Quer morar fora? Guia interativo reúne informações sobre 36 países Quer ler mais notícias de Mundo? Acompanhe o canal no WhatsApp — Nada justifica, nada explica, nada desculpa — afirmou Macron em um discurso televisionado após uma reunião de Gabinete realizada no Palácio do Eliseu, pregando uma distinção entre os agitadores que provocaram cenas de vandalismo e saques, e centenas de milhares de pessoas pacíficas que se manifestaram no sábado. — Nesta noite, todos nós sentimos raiva e vergonha (...). Ver as ruas de nossas cidades devastadas desta forma é insuportável. Initial plugin text A seis meses das eleições presidenciais que escolherão o sucessor de Macron — que em seu segundo mandato não pode voltar a disputar o cargo —, as manifestações se tornaram o principal termômetro político do país, provocando reações das principais siglas envolvidas na disputa. A Confederação Geral do Trabalho (CGT), principal organização sindical francesa, afirmou que 800 mil pessoas foram aos atos de sábado, enquanto o Ministério do Interior citou 550 mil manifestantes. O presidente, que tenta manter as chances de sua coalizão de centro-direita na disputa do ano que vem, atribuiu a culpa dos atos de violência a "elementos facciosos de pequenos grupos de extrema esquerda, aos quais se juntam numerosos criminosos", e reiterou que os autores das destruições e dos saques "pagarão" e "responderão" por seus atos. Initial plugin text A narrativa acompanha críticas disparadas mais cedo pelo primeiro-ministro Sebastién Lecornu, que responsabilizou diretamente o partido França Insubmissa (LFI) pelo vandalismo, acusando seus dirigentes de semearem a desconfiança na polícia entre estudantes, que se manifestam há semanas por melhores condições de ensino e se juntaram ao protesto de sábado. Lecornu se referiu a "informações de inteligência" ao afirmar que os primeiros agressores que atacaram policiais e prédios públicos antes mesmo do início dos atos oficiais eram de "ultraesquerda". — Por trás de tudo isso, há obviamente uma batalha política a travar. Também é hora de escolher um lado. Ou você está no campo da República, e portanto das forças da ordem, ou está do lado dos desordeiros — disse o premier, acrescentando que o país chegou a um "ponto sem volta". Polícia e manifestantes voltam a se enfrentar na região da Praça da República, em Paris 'Tentando fazer revolução': Da França à Albânia, onda de protestos liderada por jovens se espalha pela Europa contra o custo de vida O líder da LFI, Jean-Luc Mélenchon, que apoiou abertamente as mobilizações e tem chances de chegar ao segundo turno da eleição de 2027, segundo pesquisas, devolveu a acusação. Nas redes sociais, afirmou que Lecornu é "responsável pelo caos". No sábado, Mélenchon condenou os saques e atos de depredação ao patrimônio público, afirmando que: "aqueles que compartilham nossa luta não têm nada a ver com pilhagem, com saques". No outro extremo do espectro político, a líder do Reagrupamento Nacional (RN), Marine Le Pen — a frente nas pesquisas que projetam o primeiro turno das eleições presidenciais — culpou a extrema esquerda pelos atos de vandalismo, ao passo que acusou a administração de Macron de estar "esgotada, desorientada e sem fôlego". — Estamos vivendo uma profunda crise de confiança e de autoridade, o que representa uma ameaça à democracia — declarou Le Pen, que no sábado já havia saído em defesa da atuação das forças policiais, apesar dos relatos de abuso de poder feitos por manifestantes pacíficos que disseram ter sido agredidos. Protestos violentos contra o custo de vida deixam rastro de destruição na França Após o discurso de Macron, Jordan Bardella, principal aliado de Le Pen, descreveu o discurso do presidente como "lamentável", afirmando que ele demonstrou que as autoridades "não têm mais nada a dizer" à França. A vice-prefeita socialista de Paris, Lamia El Aaraje, lamentou o nível de violência "nunca visto" na cidade e acusou o partido de Le Pen de alimentar as tensões em torno dos protestos. A integrante do Partido Socialista, tradicional sigla da centro-esquerda francesa, é de que a líder de extrema direita age como "um bombeiro piromaníaco" para impulsionar a candidatura presidencial. Para Mujtaba Rahman, analista do Eurasia Group, o ato de sábado "não foi um protesto político no sentido estrito da palavra", e "a maioria das verdadeiras manifestações contra os altos preços dos combustíveis e as deficiências do sistema educacional foi pacífica". Segundo ele, "a violência veio de um setor marginal da extrema esquerda", enquanto os saques "foram obra de gangues oportunistas dos subúrbios empobrecidos". "Tudo isso é uma boa notícia para Marine Le Pen", escreveu o analista no X. Galerias Relacionadas Nova jornada de protestos Forças de segurança voltaram a entrar em confronto com grupos violentos e de saqueadores neste domingo, enquanto o país ainda se recuperava do caos do dia anterior. Equipes de limpeza urbana de Paris ainda não haviam terminado de remover carros incendiados, vitrines quebradas e escombros dos distúrbios das ruas, quando centenas de pessoas se reuniram na Praça da República, em Paris, para um ato que as autoridades afirmaram não ter sido autorizado. Imagens de televisão mostraram o saque a uma loja de roupas, além de bicicletas sendo incendiadas nas proximidades, enquanto a polícia informou que seus agentes intervieram aos "primeiros sinais de tensão". Jornalistas da AFP presenciaram a polícia disparando gás lacrimogêneo e granadas de efeito moral contra pessoas reunidas na praça, que responderam atirando garrafas e pedras. A violência também eclodiu na cidade de Lyon, no sudeste do país, onde a polícia impediu que jovens quebrassem as vitrines de uma loja de roupas de luxo. Forças de segurança reprimem manifestação violenta perto da Praça da República, em Paris, neste domingo Matthieu Rondell/AFP Macron prometeu que as autoridades federais tomarão decisões "em coordenação com os prefeitos" para proteger as cidades, e disse que seriam tiradas "todas as lições necessárias" dos incidentes, especialmente no que diz respeito à coleta de informações de inteligência e à capacidade de antecipação. O grupo de advogados "Legal Team Paris" afirmou que cerca de 550 das 855 pessoas detidas na capital no dia anterior ainda permaneciam sob custódia, e que delegacias locais estavam em dificuldade para lidar com a situação. Cerca de 110 mil manifestantes participaram de atos na cidade no sábado, segundo os dados do governo. Um manifestante morreu durante a marcha na capital, mas decorrente a um problema de saúde, e não o enfrentamento. Reunião de Macron com Gabinete de ministros na França neste domingo, um dia após protestos Ludovic Marin/AFP Cenário de guerra Lojistas varriam cacos de vidro logo cedo, e caminhões de lixo percorriam as avenidas para recolher os escombros, segundo a rede britânica BBC. Vitrines de grifes como Ralph Lauren, Gucci e Versace foram quebradas, e muitas fachadas amanheceram pichadas. Embora as autoridades francesas tenham afirmado que a violência partiu de grupos de manifestantes e criminosos que se aproveitaram da agitação, líderes sindicais e manifestantes relataram agressões por parte da polícia, que usou gás lacrimogêneo e canhões de água contra a multidão sem motivo aparente. Em Paris, a BBC noticiou que policiais da tropa de choque avançaram contra um grupo e atingiram várias pessoas com cassetetes. Manifestantes marcham contra o custo de vida em Paris Geoffroy Van Der Hasselt / AFP Contexto: Protestos contra o custo de vida na França mobilizam ao menos 550 mil pessoas; governo cita 1,2 mil detidos e 150 policiais feridos Durante o pronunciamento deste domingo, Macron assegurou que haverá "transparência total" em relação à resposta das forças de segurança aos protestos, após críticas de que o preparo policial teria sido inadequado. Alguns políticos da oposição pediram a demissão do ministro do Interior, Laurent Nuñez. Cerca de 1,5 mil lojas foram danificadas em todo o país, segundo Alexandre Bompard, presidente da Federação do Comércio e da Distribuição, que estimou à emissora LCI um prejuízo de "várias centenas de milhões de euros". incêndio que destruiu parte da prefeitura de Limoges Melaine Payzal / AFP — É como se tivéssemos passado por uma guerra — disse Mehmet Ozeden, um morador de Paris de 78 anos, em meio a barricadas queimadas deixadas pelos protestos. Um dos símbolos da destruição do dia anterior foi a prefeitura de Limoges, cidade no centro-oeste do país famosa por sua porcelana, um prédio do século XIX que ficou em grande parte destruído por um incêndio durante a madrugada. Cerca de 7 mil pessoas participaram de uma marcha neste domingo para expressar sua indignação diante da devastação. (Com AFP e NYT)
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Que horas é o debate na Band? Veja como assistir debate entre Lula e Flávio Bolsonaro


O primeiro debate entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acontece hoje, a partir das 20h15, na Band. Após um primeiro turno sem confrontos diretos, o debate da emissora será o primeiro embate entre os dois candidatos. Quem está na frente para presidente no segundo turno? Veja resultado das últimas pesquisas com Lula e Flávio Lula x Flávio: Com qual candidato a presidente você mais se identifica? Responda às perguntas e descubra quem tem a visão mais parecida com a sua Como assistir ao debate da Band ao vivo O debate da Band está marcado para começar às 20h, nos estúdios da Band em São Paulo. Além da transmissão ao vivo na própria emissora, o debate terá transmissão também no Estadão, na Jovem Pan, TV Gazeta e TV Cultura. O segundo e último debate previsto é o da Globo, marcado para 23 de outubro. Que horas é o debate entre Lula e Flávio? O debate presidencial está marcado para as 20h. No encontro, Lula e Flávio vão se enfrentar diretamente, fazendo perguntas ao adversário, serão 15 minutos para cada candidato administrar como achar melhor. Jornalistas e os apresentadores Adriana Araújo e Eduardo Oinegue também farão perguntas. Quando é o segundo turno das eleições 2026? O segundo turno, que acontece no dia 25 de outubro, ocorre exclusivamente nas disputas para os cargos do Poder Executivo — ou seja, para presidente da República e para governadores de estados e do Distrito Federal.
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Quem é Gisele Nascimento? Conheça a família gospel por trás da cantora envolvida em tragédia no Rio


A morte de Thiago de Mattos Teixeira, baleado no sábado (17), em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, colocou a cantora gospel Gisele Nascimento, de 43 anos, no centro de uma tragédia familiar. Israel Nascimento Teixeira, de 21 anos, filho da artista, é apontado como autor dos disparos que atingiram o tio. Segundo a versão apresentada pela defesa da família, o jovem teria atirado após presenciar uma agressão contra a mãe. O caso é investigado pela Polícia Civil. Tragédia familiar: Filho da cantora gospel Gisele Nascimento ainda não se apresentou à polícia após morte do tio; arma era do pai, policial civil Homem é preso após atropelar companheira em Campo Grande: câmeras registraram agressão Em meio à repercussão, as manifestações de familiares revelaram versões divergentes sobre o episódio. Enquanto Isabela Nascimento, filha de Gisele, e Ana Rocha, sobrinha e assessora da cantora, defenderam Israel e afirmaram que ele agiu para proteger a mãe, Deborah William, irmã de Thiago e ex-cunhada da artista, publicou críticas à presença de Gisele na residência da família. A cantora gospel Gisele Nascimento Reprodução A tragédia trouxe atenção para a vida pessoal da cantora, mas também para sua trajetória na música gospel e para a família que ajudou a construir sua carreira. Filha do cantor, compositor, arranjador e produtor musical Tuca Nascimento, Gisele cresceu cercada pela música cristã e se tornou um dos nomes conhecidos do segmento, com mais de duas décadas de carreira. Uma família marcada pela música gospel A história de Gisele Nascimento está ligada a uma família que atravessa gerações na música cristã brasileira. Seu pai, Tuca Nascimento, construiu carreira como cantor e produtor musical e teve participação importante na formação artística da filha. Gisele começou a fazer backing vocal aos 15 anos e gravou seu primeiro álbum aos 17, incentivada pelo pai. A experiência abriu caminho para uma carreira que seria marcada por lançamentos, apresentações e canções que conquistaram espaço entre o público evangélico. A cantora também tem parentes conhecidos no cenário gospel. Gisele é sobrinha do cantor Mattos Nascimento, que construiu uma extensa carreira na música cristã e também integrou o grupo Os Paralamas do Sucesso. Ela é ainda sobrinha da cantora Rose Nascimento, irmã de Michelle Nascimento e prima de Wilian Nascimento. Michelle, Wilian e Gisele chegaram a integrar o Trio Nascimento, projeto que reuniu diferentes integrantes da família em torno da música gospel. O papel do pai, Tuca Nascimento Além de incentivar a filha a gravar o primeiro álbum, Tuca Nascimento continuou participando de sua trajetória profissional, atuando na produção musical de diferentes trabalhos. Gisele Nascimento aparece ao centro, ao lado do pai, Tuca Nascimento, sentado à frente. À esquerda está um familiar, e à direita, sua irmã Michelle Nascimento Reprodução/Redes Sociais A relação entre os dois também ganhou destaque nas comemorações pelos 20 anos de carreira da cantora. Em um dos projetos, pai e filha dividiram os vocais em um medley com as canções “Sistemas”, “Diante de Deus” e “Vida de Oração”. Ao falar sobre a importância do pai em sua vida, Gisele já o descreveu como um exemplo e uma bênção. A parceria musical dos dois representa uma das marcas da trajetória da artista: a continuidade de uma herança familiar que se manifesta tanto na vida pessoal quanto no trabalho. Os principais sucessos de Gisele Nascimento Ao longo da carreira, Gisele lançou álbuns e músicas que ajudaram a consolidar seu nome na música gospel. Entre os trabalhos de destaque estão “Minha Herança”, “Transforma-me”, “O Sonho Não Acabou” e “Janelas da Alma”. A canção “O Sonho Não Acabou” tornou-se uma das referências de sua discografia, enquanto “Janelas da Alma” reforçou seu perfil de intérprete de músicas com mensagens de fé, esperança e superação. A cantora também lançou “Lágrimas Ensinam” e participou de projetos especiais, incluindo o álbum comemorativo de seus 20 anos de carreira, com novas versões de músicas importantes de sua trajetória. Sua discografia reúne canções que abordam desafios pessoais, perseverança e confiança em Deus, temas recorrentes na música cristã contemporânea. Do início da carreira aos 20 anos de ministério A carreira de Gisele começou ainda na adolescência, quando passou a atuar como backing vocal. O primeiro álbum marcou a transição para o trabalho solo, e os lançamentos seguintes ampliaram sua presença no segmento gospel. Em 2012, a cantora assinou contrato com a gravadora MK Music. No ano seguinte, lançou “O Sonho Não Acabou”, seguido por outros projetos que contribuíram para consolidar sua trajetória. As comemorações pelos 20 anos de carreira reuniram músicas conhecidas e participações especiais, incluindo a de seu pai. Da música gospel às urnas Além da carreira na música gospel, Gisele Nascimento também tentou construir uma trajetória na política. A cantora disputou três eleições consecutivas, concorrendo a cargos diferentes no Rio de Janeiro. Em 2022, foi candidata a deputada federal pelo União Brasil e recebeu 28.088 votos, mas não foi eleita. Dois anos depois, concorreu ao cargo de vereadora da capital fluminense pelo Republicanos, obtendo 3.265 votos. Em 2026, Gisele voltou às urnas, desta vez como candidata a deputada estadual pelo Solidariedade. A cantora recebeu 5.453 votos, mas também não conquistou uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A vida pessoal e a repercussão da tragédia Gisele manteve um relacionamento de mais de duas décadas com o pastor Rogério Gentil, com quem teve dois filhos, Israel e Isabela. O casal anunciou a separação em junho de 2025. Atualmente, a cantora é casada com Allan Oliveira, vereador de Seropédica. Foi nesse contexto familiar que ocorreu o episódio que terminou com a morte de Thiago de Mattos Teixeira, irmão de Rogério. Segundo relatos apresentados pela defesa de Gisele, a cantora teria sido agredida durante um desentendimento na residência da família, e Israel teria intervindo. O marido da artista, Allan Oliveira, também se pronunciou nas redes sociais e defendeu a atitude do enteado. Ele afirmou que Gisele foi agredida e impedida de deixar o local, além de relatar que ela apresentava marcas pelo corpo. Isabela Nascimento e Ana Rocha também publicaram mensagens nas quais afirmaram que Gisele foi agredida e sustentaram que Israel agiu em legítima defesa. As duas disseram ter sido testemunhas do episódio, e Ana afirmou que também foi machucada ao tentar separar a discussão. Por outro lado, Deborah William, irmã de Thiago, questionou a presença de Gisele na casa da família e fez críticas à cantora nas redes sociais. As manifestações evidenciaram a divisão entre os familiares após a morte. Thiago chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Oeste D’Or, em Campo Grande, mas não resistiu aos ferimentos. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso e apura as circunstâncias do ocorrido.
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Avalanche em área próxima a estação de esqui deixa ao menos três mortos no Chile


Pelo menos três pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas após uma avalanche ocorrida em uma área “não autorizada” perto de uma estação de esqui. As autoridades locais montaram uma ampla operação de resgate e assistência médica para os envolvidos no incidente. No Kansas: Caminhonete invade partida de futebol infantil nos EUA, mata menino de 6 anos e homem e deixa 11 hospitalizados Veja mais: Caminhão perde controle e mata 13 pessoas durante festival hindu na Índia Sete montanhistas foram arrastados por um deslizamento de neve por volta das 14h45 na Laguna del Inca, nas imediações da estação de esqui Portillo, na comuna de Los Andes, região de Valparaíso, informou o veículo local Bio Bio Chile. O local fica a 80 quilômetros a noroeste de Santiago, no Chile. Após os trabalhos de resgate, as equipes conseguiram retirar da água os corpos sem vida de um homem e de uma mulher, enquanto a terceira vítima permanecia submersa na lagoa. Dos feridos, apenas dois foram levados ao Hospital San Juan de Dios, em Los Andes. Segundo o veículo Los Andes, entre as vítimas está uma mulher de nacionalidade argentina; os demais seriam chilenos. Os Carabineros informaram que os montanhistas estavam subindo em direção ao cume do Cerro Los Tres Hermanos quando a neve os atingiu e os arrastou para dentro da lagoa. O episódio mobilizou equipes policiais e de emergência, que realizam trabalhos de busca e resgate. Enquanto isso, os feridos resgatados foram encaminhados para unidades de atendimento médico. Imagens fortes: Padre morre após cruz de madeira cair sobre ele durante missa transmitida ao vivo no Equador; vídeo mostra momento do acidente Em um comunicado, a administração da estação de esqui ressaltou que o local do acidente fica fora da área autorizada para a prática de esqui. “As atividades de montanhismo devem ser realizadas de forma responsável, respeitando as instruções e restrições de segurança. O Ski Portillo conta com sinalização visível, tanto no hotel quanto em diversos pontos das pistas, que alerta sobre o risco de morte e proíbe a entrada em áreas restritas. Esses avisos também estão disponíveis em nosso site”, reforçou a administração de Portillo. E acrescentaram: “Entrar em zonas não autorizadas ou continuar uma atividade, apesar das advertências, significa expor-se a perigos graves, que podem colocar em risco tanto a vida de quem entra quanto a das equipes que precisam ir ao seu socorro”. O prefeito de Los Andes, Manuel Rivera, informou que as vítimas não estavam registradas no centro de esqui e não possuíam as autorizações necessárias para realizar o percurso. “O chefe de segurança do hotel disse ao líder daquela excursão, que vinha de Santiago, para não passar — ​​ainda mais às 13h, horário em que há maior probabilidade de deslizamento da neve que caiu na última semana”, detalhou ao veículo local. Por sua vez, Manuel Millones, delegado presidencial regional de Valparaíso, informou separadamente que as pessoas atingidas “eram turistas de passagem”. A autoridade ressaltou que o proprietário de um hotel alertou os montanhistas para que “não passassem” pelo local. “Não sabemos se tinham experiência ou não”, complementou Millones. O Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres (Senapred) publicou um comunicado sobre o incidente em sua página oficial. “De acordo com informações fornecidas pela Direção Regional do Senapred em Valparaíso, referentes à avalanche ocorrida no Centro de Esqui Portillo — no setor sul da Laguna del Inca, na comuna de Los Andes — e após a conclusão dos trabalhos de busca, resgate e verificação realizados pelas equipes técnicas em campo, confirma-se o óbito de três pessoas e ferimentos em outras quatro”, detalhou o órgão. Foi informado que o Corpo de Bombeiros continua com as operações de resgate em áreas remotas, trabalhando em conjunto com os Carabineros, com o apoio de uma brigada aérea policial, do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), de equipes do Sistema Integrado Cristo Redentor, do Hotel Portillo e do Senapred Regional. Enquanto isso, os Carabineros da região de Valparaíso compartilharam vídeos das operações de resgate que realizaram na lagoa. Também circularam nas redes sociais gravações que mostravam os excursionistas presos em meio ao corpo d'água completamente congelado.
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Oposição venezuelana ratifica María Corina Machado como líder política


A oposição venezuelana apresentou, neste domingo (18), um "grande acordo nacional" que confirma a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, como sua líder, em um momento em que uma facção opositora negocia com o governo interino uma transição democrática no país. O GLOBO no Mundo: receba as notícias internacionais no seu WhatsApp Quer morar fora do Brasil? Guia completo de imigração reúne informações sobre 36 países Os membros da Plataforma Unitária concordaram em "ratificar o mandato de mudança política expresso pelos venezuelanos por meio de seu voto, e reconhecer e apoiar a liderança de María Corina Machado", que se encontra exilada no Panamá, segundo o documento final apresentado ao término de uma reunião em Caracas. "Vamos avançar agora em uma das iniciativas que, para mim, é das mais poderosas, potentes e necessárias, e que será reconhecida pelo mundo, que é o nosso grande acordo para a reconstrução da República. Um grande acordo nacional", disse Machado em um vídeo transmitido no ato. Entrevista exclusiva: María Corina Machado prepara tentativa de voltar à Venezuela e cobra eleições Os representantes políticos apresentaram 14 propostas para a redemocratização do país, assim como a implementação de um roteiro para eleições gerais. Acordaram impulsionar estratégias de transição com atores nacionais e internacionais para facilitar negociações políticas e a reinstitucionalização do Estado. Os membros também concordaram em "exigir a libertação total e incondicional dos presos políticos, o retorno dos exilados, o fim da repressão política (...), a anulação das inabilitações e dos procedimentos administrativos contra organizações políticas, e a promoção de políticas para proteger os direitos humanos". A Plataforma considera necessário "apoiar o roteiro democrático para alcançar um processo ordenado e pacífico que permita negociações efetivas e a realização de eleições livres, competitivas e verificáveis", sem, contudo, definir uma data. O Vente Venezuela, partido de Machado, exige eleições em 2027 e um calendário eleitoral.
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Ex-namorado de Lua Blanco, Arthur Aguiar posta foto e lamenta a morte da atriz: 'Que bom que ainda tivemos a oportunidade de conversar'


Arthur Aguiar, ex-namorado de Lua Blanco, lamentou a morte da atriz e fez um post em homenagem a ela nas redes, neste domingo (18). Leia também: Lua Blanco fala sobre afastamento da TV, carreira na música e retomada do contato com Arthur Aguiar, seu ex: ‘não tinha mágoa’ E mais: Lua Blanco fez 'The Fox Sisters', novo filme do diretor de 'Nosso lar' "Essa foi a última vez em que a gente se viu. Que bom que ainda tivemos a oportunidade de conversarmos e falarmos tudo. Que Deus te receba de braços abertos e conforte o coração de todos os que ficaram", escreveu. Aguiar e Lua ficaram 11 anos sem se falar. Eles namoraram na época em que viviam um par romântico na trama da novela "Rebelde". Os dois fizeram as pazes em 2023. "Para quem queria saber sobre LuAr, mando notícias do lado de cá que estamos bem, fizemos as pazes e está tudo certo. Tínhamos uma roupa suja pra lavar, que não vou expor aqui porque vocês não tem idade para isso. Mas ele me levou pra almoçar dia 04/11/23 na minha churrascaria favorita, e nem me deixou pagar. Falamos de forma limpa e natural, como se nenhum tempo tinha passado desde os 11 anos que ficamos sem se falar. Foi como acordar de um sonho, e foi ainda melhor porque parece que uma névoa se dissipou e pude ver como ele é lindo e temente às Deus, eu achava que ele era só um chicken little, mas quem não ama um galeto, né? Agora quando abro a geladeira eu já sei o que eu quero comer e não preciso ficar gastando energia", escreveu Lua na ocasião. Lua Blanco morreu neste domingo (18), vítima de câncer. A informação foi divulgada pela família nas redes sociais. "Queridos amigos e seguidores. É com muita tristeza que informamos o falecimento da nossa amada irmã Lua Maria Blanco. Ela vinha lutando contra um câncer nos últimos meses de vida, e nesse tempo ela foi completamente rodeada pelo amor da família e dos amigos que estiveram com ela a vida toda. Ela se foi em paz, preenchida de amor e com a fé plena de que ia direto pras mãos de Deus. Ela estará conosco para sempre, nos iluminando com a sua forte luz eterna. Peço respeito pelo nosso luto e silêncio nesse momento desafiador. Obrigado por todo carinho de sempre, Família Blanco", diz a mensagem escrita pelos irmãos Daniel Blanco, Ana Terra Blanco e Estrela Blanco. Arthur Aguiar lamenta a morte de Lua Blanco Reprodução Instagram
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Davidovich Fokina vira sobre Jodar, vence em Xangai e leva maior título da carreira


O espanhol Alejandro Davidovich Fokina conquistou neste domingo seu primeiro título de Masters 1.000 ao vencer Rafael Jodar na final de Xangai. Este é o maior título da carreira de Fokina. Ele venceu o compatriota de virada por 1/6, 7/6 (5) e 6/4, após duas horas e 27 minutos de partida. O campeão havia eliminado Alexander Zverev na semifinal do torneio chinês. Zverev é o número dois do mundo e era o principal cabeça de chave da competição. Com o resultado, o cabeça de chave número 25 deve subir 13 posições no ranking da ATP, chegando ao 13º lugar, a melhor colocação de sua carreira. A atualização será divulgada nesta segunda-feira (19). Aos 27 anos, Davidovich Fokina conquistou seu terceiro título de simples no circuito da ATP. A taça em Xangai se soma às vitórias nos ATP 250 de Chengdu e Mallorca, também nesta temporada. Davidovich Fokina havia perdido a final de Monte Carlo em 2022 para o grego Stefanos Tsitsipas. Jodar, de 20 anos, disputava sua primeira final de Masters 1.000. O espanhol, 13º colocado no ranking, deixou escapar a chance de estrear no top 10 na próxima atualização da lista da ATP.
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