“Os autocratas têm medo da imaginação. Todas as revoluções começam com a ideia de que outra coisa é possível”: entrevista a Leïla Slimani
Há cinco anos residente em Lisboa, a escritora franco-marroquina, que aos 35 anos venceu o Prémio Goncourt, diz-se muito pouco nostálgica. Marrocos já foi casa, depois foi Paris e agora é quando chega à capital portuguesa que tem a sensação de fim de viagem. O seu mais recente livro, “Assalto à fronteira”, fala da língua como última arma, derradeiro espaço livre de intolerância