Para travar aquecimento global, Nações Unidas querem eliminação gradual dos combustíveis fósseis e amplo investimento em renováveis; secretário-geral afirma que cada fração de aumento de temperatura evitada é essencial para sobrevivência humana.
Ao encerrar seu mandato, representante da agência no país alerta que mais de 25% dos médicos ucranianos sofrem de depressão grave; setor de saúde já sofreu mais de 3 mil ataques; Jarno Habicht pede auxílio emergencial e reconstrução agora.
Portugal inicia a possibilidade de solicitação do estatuto de apátrida em seu território; nova legislação foi elogiada pelo Acnur, que classifica a medida como um marco histórico na proteção jurídica dessas pessoas e um avanço importante para combater a apatridia na União Europeia.
Secas severas e calor extremo têm impacto em metade desses territórios; pressionadas por incêndios arrasadores, pragas e doenças, florestas da região enfrentam agora níveis de mortalidade sem precedentes.
Após invasão em larga escala da rússia, Nações Unidas verificaram morte ou ferimento de pelo menos 3.946 crianças; julho registou o maior número mensal de vítimas infantis desde abril de 2022; total real de vítimas deve ser superior.
Estados da região adotam força-tarefa conjunta do Código de Conduta de Djibuti para realizar patrulhas coordenadas e padronizar julgamento de suspeitos; para conter escalada de ataques a embarcações comerciais, Estados-membros contam com mecanismo regional para realizar operações no mar.
Apesar dos avanços na redução da mortalidade materna, mulheres do continente vivem mais anos com doenças crônicas, subdiagnósticos e invisibilidade estatística na terceira idade.
Três meses após o alerta de emergência internacional, epidemia da variante bundibugyo acelera e cruza fronteiras congolesas rumo a novos países; diretor-geral da Organização Mundial da Saúde relata uma velocidade sem precedentes.
Novos dados da OIM mostram que no Mediterrâneo Central, 821 pessoas morreram ou desapareceram nos primeiros quatro meses deste ano; no Mediterrâneo Oriental, 244. Condições meteorológicas severas, conflitos, pressões econômicas e mudanças nas políticas migratórias transformaram as jornadas migratórias em várias regiões.
Cada vez mais países reportam alta dos casos de criminalidade ambiental; em Genebra, representantes nacionais e organizações discutiram reforço do acesso à justiça, uso responsável da inteligência artificial e promoção da participação pública nos fóruns ambientais internacionais.
França, Suíça e Reino Unido emitiram alertas de temperaturas acima de 35°C para esta semana; zonas de alta pressão no Hemisfério Norte estão aquecendo o ar e inibindo a formação de nuvens; continente também registrou atividade excepcional de incêndios florestais.
Local, em Dnipro, armazenava itens de emergência da Organização Mundial da Saúde, OMS, mais da metade dos suprimentos, avaliados em US$ 500 mil, foi destruída.
Nos primeiros seis meses de 2026, 1.396 civis morreram e 7.978 ficaram feridos; multiplicam-se os relatos de crianças feridas e mortas em território russo e ucraniano; utilização de armas de longo alcance tem contribuído para o aumento das baixas civis e dos danos em infraestrutura.
Diretrizes incluem desenvolvimento ético da inteligência artificial e políticas de cuidado como motor de igualdade, promovendo inclusão social e melhores condições de trabalho na região.
Relatório da ONU Mulheres mostra que elas representam 54% dos migrantes na região, deslocando-se em busca de educação, trabalho digno e segurança; apesar disso, enfrentam barreiras como super qualificação profissional, empregos informais e vulnerabilidade ao tráfico humano.
Ameaça transcontinental coloca países como Portugal e vizinhos no centro do desafio; fumaça tóxica oriunda dos incêndios florestais já não conhece fronteiras, atravessando continentes e ameaçando a saúde de milhões de pessoas.
Sobem para 19 os mortos em tentativas de travessia a nado para o território de Ceuta; administrado pela Espanha; enquanto centenas de pessoas iniciam retorno voluntário ao Marrocos, OIM e Acnur seguem caso na região.
Centenas de drones e dezenas de mísseis russos foram lançados contra a capital Kyiv, atingindo casas, pré-escolas e forçando as pessoas a buscarem abrigos subterrâneos; outras áreas do país também foram alvejadas, deixando civis mortos, incluindo crianças.
Segundo a ONU, 90% dos focos vêm da ação humana, confirmando que o combate deve anteceder as chamas; receita para parar a crise envolve satélites no monitoramento, restauração florestal, promoção da consciência e gestão proativa.
Ao concluir visita à ilha localizada no Mar Mediterraneo, chefe das Nações Unidas reforça compromisso com superação das divisões entre greco-cipriotas e turcos; ele relatou conversas “francas e construtivas” com ambos os lados.