Documento elaborado pelas Nações Unidas identificou mais de 1 mil casos; 89% foram atribuidos a autoridades russas e 11% às forças ucranianas; relatos de vítimas revelam práticas como estupro coletivo, mutilação genital, choques elétricos e espancamentos nos genitais, além de outros atos degradantes.
Cerca de 60 mil cidadãos chegaram à Europa por via marítima em 2026; pelo menos 2.292 morreram ou desapareceram em travessias; OIM sublinha que o número real de mortes deve ser superior.
Nas últimas semanas, mais de mil alertas de ataques aéreos soaram em território ucraniano; desde 2002, 4,2 mil instituições de ensino foram danificadas; quase metade das crianças em idade pré-escolar continua sem acesso à educação ou a cuidados regulares.
Em entrevista a jornalistas antes da chegada de líderes internacionais a Nova Iorque, líder da organização António Guterres diz que é preciso agir agora ou será tarde demais; em português, ele citou conflitos duradouros e disse que ao sair do posto, vai voltar a Portugal.
Na abertura de sua reunião anual, em Viena, Aiea informou que restabelecimento de energia externa, esta semana ajudou a mitigar o risco de um apagão total na instalação, que está no meio do fogo cruzado entre Ucrânia e Rússia desde o início do conflito, em 2022.
Enquanto o Brasil se destaca como o maior destino absoluto dessas verbas para o bloco lusófono, ultrapassando os US$ 4,7 milhões em 2025, pequenas economias como Cabo Verde, Timor-Leste e Guiné-Bissau enfrentam uma dependência profunda.
Perigo de fome extrema destaca face humana em meio à ação preventiva; em parcerias locais, WFP combina transferência de dinheiro, observação de alta precisão e alertas antecipados.
Publicação da Comissão independente da ONU aponta aumento preocupante de intimidação e desinformação; documento pede reformas imediatas na segurança para proteger o direito ao voto e garantir a integridade do pleito.
No Brasil, mais de 700 mil alunos tiveram a vida escolar interrompida pelo calor extremo em 2025; em Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau, quase de 300 mil jovens sofreram com chuvas intensas e enchentes.
Secretário-geral diz que paz exige ação contínua; ato tradicional for realizado por António Guterres pela última vez no cargo; neste Dia Internacional da Paz ele pediu resgate da diplomacia e investimentos reais em saúde, educação e direitos humanos.
Copas das árvores urbanas permanecem cada vez mais vulneráveis à seca e ao calor; financiamento para a manutenção a longo prazo é frequentemente negligenciado, deixando as florestas urbanas vulneráveis e os orçamentos municipais sob pressão.
Especialistas alertam que áreas antes consideradas imunes, como Escócia e Escandinávia, enfrentam agora vegetação seca e maior vulnerabilidade ao fogo.
Avanços globais de literacia são marcados por profundas assimetrias entre regiões, países e grupos populacionais; em 2024, pelo menos 739 milhões de jovens e adultos ainda não possuíam competências básicas de literacia.
Em Dia Internacional do Ar Limpo para o Céu Azul, celebrado em 7 de setembro, ONU reforça urgência de combater a poluição atmosférica, tida como uma das maiores ameaças ambientais à saúde pública global.
Com temperaturas oceânicas muito acima da média e riscos prolongados até 2027, o fenômeno deve intensificar secas, enchentes e ondas de calor em escala global; serviços meteorológicos e governos são aconselhados a reforçar alertas precoces, enquanto fenômenos meteorológicos regionais podem alterar os impactos previstos.
Para travar aquecimento global, Nações Unidas querem eliminação gradual dos combustíveis fósseis e amplo investimento em renováveis; secretário-geral afirma que cada fração de aumento de temperatura evitada é essencial para sobrevivência humana.
Ao encerrar seu mandato, representante da agência no país alerta que mais de 25% dos médicos ucranianos sofrem de depressão grave; setor de saúde já sofreu mais de 3 mil ataques; Jarno Habicht pede auxílio emergencial e reconstrução agora.
Portugal inicia a possibilidade de solicitação do estatuto de apátrida em seu território; nova legislação foi elogiada pelo Acnur, que classifica a medida como um marco histórico na proteção jurídica dessas pessoas e um avanço importante para combater a apatridia na União Europeia.
Secas severas e calor extremo têm impacto em metade desses territórios; pressionadas por incêndios arrasadores, pragas e doenças, florestas da região enfrentam agora níveis de mortalidade sem precedentes.
Após invasão em larga escala da rússia, Nações Unidas verificaram morte ou ferimento de pelo menos 3.946 crianças; julho registou o maior número mensal de vítimas infantis desde abril de 2022; total real de vítimas deve ser superior.