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Três detidos e 11 acidentes na última semana

VTM

Em comunicado, a Polícia revela que dois detidos foram por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool e outro por imigração ilegal.

Em termos de fiscalização rodoviária, foram realizadas várias operações, tendo sido submetidos diversos condutores a testes de alcoolemia.

Quanto à sinistralidade rodoviária, foram registados 11 acidentes de viação, dos quais resultaram três feridos ligeiros.

A PSP continua a apelar à denúncia de todos os crimes de que se tenha conhecimento, quer na condição de vítima ou testemunha, relembrando que, quanto “mais célere for a denúncia, mais rapidamente poderão ser desenvolvidas diligências com vista à identificação do autor ou autores do crime”.

A PSP apela ainda a todos os condutores para que conduzam em segurança, adaptando a condução às condições meteorológicas e ao estado do piso, e para que não adotem comportamentos suscetíveis de diminuir as suas capacidades ou comprometer a segurança rodoviária, designadamente a condução em excesso de velocidade ou sob o efeito do álcool, bem como comportamentos que possam causar distração, como a utilização do telemóvel durante a condução.

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Fontelas apresenta exposição à AF Vila Real por atitudes da equipa de arbitragem

VTM

O Futebol Clube de Fontelas apresentou uma exposição formal à Associação de Futebol de Vila Real (AFVR) e ao respetivo Conselho de Arbitragem, na sequência dos acontecimentos registados no encontro frente ao Pedras Salgadas, referente à última jornada da Divisão de Honra. Em causa estão alegados comentários depreciativos, respostas consideradas desrespeitosas e comportamentos que a direção do clube entende serem incompatíveis com as responsabilidades da equipa de arbitragem.

Em declarações à VTM sobre o sucedido, Hugo Ermida, presidente do FC Fontelas, fez questão de separar a contestação à postura dos árbitros da análise ao jogo e ao resultado. “Não depende de questão de resultados ou que a arbitragem, de alguma forma, tenha influenciado nisso. Não é uma situação dessas”, disse, acrescentando que o desagrado está relacionado com a forma como, alegadamente, os elementos dessa equipa terão interagido com os atletas visitantes.

“Árbitro nunca pode tomar partido de maneira nenhuma”

“Sabemos perfeitamente que ia ser um jogo bastante complicado e temos noção da diferença qualitativa de uma equipa para a outra”, declarou o responsável do Fontelas. Segundo Hugo Ermida, durante a partida, os reparos feitos pelos da sua equipa a algumas decisões do trio de arbitragem terão recebido respostas acompanhadas de sorrisos e de uma postura que considerou provocatória.

O presidente deu como exemplo uma situação em que um jogador terá sido impedido de prosseguir o seu movimento em direção à bola pelo árbitro. Quando questionado sobre a razão pela qual não interrompeu o jogo, este terá respondido que não tinha de o fazer porque a bola não lhe tinha tocado.

“Tudo bem, é uma decisão dele, mas era mais fácil dizer isto do que estar a rir-se”, relatou o responsável, frisando que a contestação não se prende com a interpretação técnica do lance, mas com a forma como a resposta terá sido dada.

Uma outra situação apontada pelo presidente diz respeito uma suposta falta atacante na área da sua equipa, quando um elemento da arbitragem terá comentado que a queda “parece uma piscina”.

O presidente considera que este tipo de interação ultrapassa a discussão sobre decisões de arbitragem. “Uma coisa é uma má decisão e qualquer jogador tem de perceber isso. Outra coisa é estar em campo e ter o senhor que mais tem de ter mão no jogo a provocar”, afirmou.

O responsável entende que a forma de comunicar com os atletas pode contribuir para aumentar a tensão dentro de campo e tornar o jogo mais agressivo. “Um árbitro nunca pode tomar partido de maneira nenhuma em jogos”, defendeu, argumentando que os jogadores podem reagir ao comportamento que atribuem à equipa de arbitragem.

O presidente referiu ainda um episódio após o encontro, junto à saída do recinto desportivo. De acordo com a sua versão, um elemento da arbitragem terá entrado no carro e, ao sair, perante jogadores e adeptos do Fontelas, terá piscado o olho e sorrido. Hugo Ermida interpretou o gesto como “uma atitude clara de provocação”.

O clube sustenta, no comunicado oficial, que o desagrado “não se prende apenas com decisões técnicas tomadas durante a partida”, mas com “um conjunto de atitudes, comentários e gestos” que considera incompatíveis com o respeito exigido aos agentes desportivos.

“Não tem a ver exclusivamente connosco”

Apesar das críticas, Hugo Ermida ressalvou que não pretende generalizar a todos os árbitros nem colocar em causa a dificuldade da função. “Sabemos que o erro humano na arbitragem está inerente”, afirmou, lembrando que o futebol distrital não dispõe de videoárbitro.

A intenção, explicou, é levar a AFVR e o Conselho de Arbitragem a analisar situações que o clube considera não serem exclusivas do Fontelas. “Não tem a ver exclusivamente connosco. Aconteceu connosco, temos de ser nós a relatar o assunto. Mas isto é geral”, declarou.

Hugo Ermida reconheceu que o comunicado partilhado nas suas redes sociais poderá ter consequências para o clube, mas garantiu que a direção decidiu avançar para marcar uma posição. “Independentemente de qualquer tipo de consequência que possa trazer, marcamos uma posição clara”, afirmou.

No comunicado, o FC Fontelas sublinha que não pretende alimentar polémicas, mas entende que não pode ficar em silêncio perante aquilo que considera ter atentado contra a dignidade dos seus atletas, dirigentes e instituição. “O respeito não pode depender do resultado, do clube ou do momento do jogo”, escreve o clube, que solicita às entidades competentes a análise dos acontecimentos e a tomada das medidas que considerem adequadas.

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Interrupção da circulação na Linha do Douro entre Marco e Régua

VTM

A Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou que a interrupção da circulação ferroviária na Linha do Douro ocorrerá entre os dias 3 de novembro e 24 de março. Durante este período, será assegurado um transporte rodoviário alternativo, com paragens nas localidades servidas pela linha do comboio.

As obras visam a modernização e eletrificação do troço entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, tendo já iniciado em 2025. Este projeto inclui uma suspensão anterior da circulação por cinco meses e foi programado para o inverno, época de menor procura pelo serviço ferroviário.

O investimento total na empreitada é de 110 milhões de euros, prevendo-se a eletrificação integral dos cerca de 47 quilómetros deste troço. Os trabalhos estão estimados para durar três anos, com três períodos distintos de interrupção da circulação ferroviária.

Atualmente, a eletrificação da Linha do Douro está concluída até ao Marco de Canaveses. A IP expressou agradecimento pela compreensão dos utilizadores face aos constrangimentos causados por estas intervenções, que considera essenciais para modernizar e reforçar a segurança na infraestrutura ferroviária.

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Secretário-geral do MAI cessa funções por ordem do ministro Luís Neves

VTM

“O ministro da Administração Interna, Luís Neves, determinou a cessação do exercício de funções, em regime de substituição, de Ricardo Alberto Gasiba Carrilho no cargo de secretário-geral da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna”, adiantou a tutela, em comunicado, sem referir quem irá passar a ocupar o cargo.

Segundo o MAI, “a decisão enquadra-se na reorganização da Secretaria-Geral, com a preparação de uma nova estrutura orgânica e de procedimentos adequados às responsabilidades do ministério, imprimindo uma nova orientação à gestão do serviço”.

“Este processo visa adaptar o funcionamento da Secretaria-Geral à reforma funcional e orgânica da Administração Pública e assegurar a continuidade das suas atribuições, em articulação com as demais entidades públicas”, acrescentou a tutela.

A Lusa questionou hoje o MAI sobre quem será o substituto de Ricardo Carrilho e os contornos desta reorganização, aguardando resposta.

De acordo com vários órgãos de comunicação social, o afastamento do secretário-geral está relacionado com divergências deste com Luís Neves sobre o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), a rede de comunicação de emergência do Estado português.

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Feira dos Gorazes regressa de 15 a 18 outubro com lotação esgotada

VTM

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação Comercial Industrial e Serviços de Mogadouro (ACISM), João Neves, disse que o principal problema da Feira dos Gorazes, no momento, reside na falta de espaço para acolher os expositores que procuram este certame e há lotação esgotada com cerca de 140 expositores.

“Temos tido muitas solicitações por parte de expositores um pouco de todo o país, mas não temos espaço para os colocar, e, lamentavelmente, temos de recusar as inscrições. Estes empresários acreditam no potencial desta feira e por isso somos procurados por empresas de vários ramos de atividade” disse o dirigente.

Segundo João Neves, “este ano a Feira dos Gorazes foi muito procurada por parte de empresários de Mogadouro e região Planalto Mirandês”.

A secular feira anual Feira dos Gorazes, que ao longo das últimas três décadas transformou uma feira de origem medieval num certame de fim de colheitas e que dá a conhecer as multiatividades económicas da região do distrito de Bragança.

Segunda a ACISM, o orçamento para a edição deste ano é de 260 mil euros.

Este certame prevê a presença de 140 expositores de vários ramos de atividade, como comércio local, agricultura, artesanato, maquinaria agrícola, gastronomia, cultura ou turismo.

Segundo João Neves, a Feira dos Gorazes é um certame onde se fazem negócios, com destaque para expositores que apostam em mostrar novos produtos comerciais ou serviços.

“Trata-se de um certame de relevo no panorama da feira anual do Nordeste Transmontano devido à sua tradição e à multiplicidade dos produtos apresentados, a aposta cada vez maior de novas empresas da de Mogadouro da região”, vincou.

Por seu lado, o presidente da Câmara de Mogadouro, António Pimentel, disse que reconhece que há falta de espaço no recinto municipal de feiras e exposições e que terá de arranjar uma solução, estando em cima mesa várias sugestões para serem analisadas.

“Por vezes, lamentavelmente, são rejeitados expositores com produtos com potencial para o território e daí ser necessário conseguir mais espaço no recinto da feira para receber mais expositores”, vincou.

Segundo o autarca, a Feira dos Gorazes continua a ser uma montra do que de melhor se faz no concelho Mogadouro e no Planalto Mirandês.

Segundo a organização do certame, a entrada no recinto da feira é gratuita e a música será outro dos ingredientes, com o palco reservado para os 4 MENS dia 15, enquanto no dia seguinte será a vez do Chico da Tina e, no dia 17, a festa fica a cargo dos D.AM.A.

A Feira dos Gorazes tem associada uma componente gastronómica, com posta de vitela assada na brasa e a marrã servidas nos restaurantes do concelho, que se juntam os vinhos da sub-região do Planalto Mirandês que está integrada na Comissão Vitivinícola das Terras de Trás -os – Montes.

Segundo o historiador António Rodrigues Mourinho, o nome da feira terá origem medieval e não se trata apenas de uma tradicional feira de fim de colheitas, mas de um local de diversão e importante centro para o comércio do artesanato e de outros produtos tradicionais.

A origem da palavra “Gorazes” também é assunto de discussão quanto à sua origem, mas há investigadores que acreditam ser grega e relacionada com a carne de porco, iguaria deste tempo de festa.

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Temperaturas máximas vão atingir os 30 graus

VTM

As temperaturas máximas vão subir a partir de terça-feira, podendo atingir os 30 graus na maior parte do território. Em declarações à agência Lusa, a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Maria João Frada, adiantou que na terça e quarta-feira está prevista uma subida gradual das temperaturas, em especial da máxima, que estará acima da média para a época do ano.

Maria João Frada afirmou que “com a subida da temperatura, teremos máximas que vão variar entre os 24/25 e os 30 graus”. Em algumas áreas do interior do Alentejo e Vale do Tejo, as temperaturas poderão ser ainda mais elevadas, atingindo valores entre 31 e 34 graus.

A meteorologista destacou que este aumento das temperaturas está a contribuir para uma onda de calor em grande parte das estações do IPMA, principalmente a partir de dia 13. No entanto, a Faixa Costeira ou o litoral a norte do Cabo da Roca e Cabo Carvoeiro deverá ter condições diferentes devido à presença de nebulosidade baixa e neblinas.

Nesses locais costeiros, onde se espera persistência de neblinas ou nevoeiros, as temperaturas máximas não deverão ultrapassar os 22 graus. Maria João Frada referiu que nestes casos as temperaturas devem variar entre os 20 e os 22 graus.

Quanto às temperaturas mínimas, estas serão relativamente baixas durante a noite e pela manhã, variando entre os 10 e os 14 graus. Na costa sul do Algarve, as mínimas poderão ser ligeiramente superiores, situando-se entre os 15 e os 17 graus.

Este cenário deverá manter-se ao longo da semana. Contudo, Maria João Frada alertou que a partir de sexta-feira ou sábado poderá ocorrer uma descida das máximas com possibilidade de instabilidade atmosférica, incluindo aguaceiros e trovoadas. “Temos de aferir se este cenário se vai verificar”, concluiu.

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