❌

Reading view

Diogo Araújo do Kayak Clube Castores do Arade faz história por Cabo Verde

O atleta Diogo Araújo do Kayak Clube Castores do Arade, de Lagoa, conquista duas medalhas no Campeonato Africano disputado na Argélia, alcançando a primeira medalha internacional de Cabo Verde na canoagem de velocidade.

Diogo Araújo representou as cores de Cabo Verde no 13.º Campeonato Africano de Canoagem de Velocidade e Paracanoagem, realizado entre os dias 8 e 12 de outubro, na Argélia, numa participação histórica para o desporto cabo-verdiano.

O atleta alcançou resultados de grande destaque, conquistando duas medalhas e levando o nome de Lagoa e do Algarve a uma competição internacional que reuniu atletas de vários países africanos.

O momento mais marcante aconteceu na prova de K1 1000 metros, no escalão Sub-23, onde Diogo Araújo conquistou a medalha de prata, sagrando-se Vice-Campeão Africano, com o tempo de 3 minutos, 57 segundos e 89 centésimos.

Esta conquista assume um significado especial, uma vez que representa a primeira medalha internacional de Cabo Verde na canoagem de velocidade, um marco inédito na história da modalidade.

O atleta voltou a subir ao pódio na prova de K1 1000 metros, na categoria sénior masculina, alcançando o 3.º lugar e conquistando a medalha de bronze, reforçando assim uma participação de enorme importância para Cabo Verde.

Resultados de Diogo Araújo

  • K1 1000 metros – Sub-23: 2.º lugar — Vice-Campeão Africano;
  • K1 1000 metros – Sénior Masculino: 3.º lugar — Medalha de Bronze;
  • K1 200 metros – Sub-23: 4.º lugar;
  • K1 200 metros – Sénior Masculino: 6.º lugar.

Para além das duas medalhas conquistadas, Diogo demonstrou consistência competitiva nas provas de 200 metros, alcançando classificações de destaque tanto no escalão Sub-23 como na categoria sénior. Acompanhado pelo seu treinador Nuno silva e colega de treino Ianis Bebiano atleta da seleção portuguesa

De Lagoa para a história da canoagem cabo-verdiana

Com raízes desportivas no Algarve e ligado à canoagem em Lagoa, Diogo Araújo tem vindo a construir o seu percurso internacional, levando as cores de Cabo Verde a competições de elevado nível.

Este resultado representa não só uma conquista individual, mas também um passo importante para o desenvolvimento e a afirmação da canoagem cabo-verdiana no panorama internacional. A primeira medalha internacional na modalidade abre um novo capítulo para o país e constitui uma referência para os jovens atletas que ambicionam representar Cabo Verde além-fronteiras.

O percurso de Diogo demonstra igualmente como o trabalho desenvolvido no desporto, a dedicação diária e a persistência podem contribuir para alcançar objetivos de dimensão internacional. A partir de Lagoa, no Algarve, o atleta participou na construção de um momento histórico para Cabo Verde, levando consigo o orgulho de representar o seu país.

A participação no Campeonato Africano enquadra-se ainda no percurso de preparação para o ciclo olímpico de Los Angeles 2028, sendo esta competição mais uma oportunidade para consolidar a experiência internacional e continuar a evoluir ao mais alto nível.

O Kayak Clube Castores do Arade, clube ligado ao desenvolvimento da canoagem em Lagoa, acompanha com orgulho os resultados alcançados por atletas ligados à modalidade na região, destacando a importância de continuar a criar condições para a formação, evolução e afirmação de canoístas em competições nacionais e internacionais.

Com uma medalha de prata, uma medalha de bronze e duas classificações de destaque nos 200 metros, Diogo Araújo termina a sua participação na Argélia com um balanço muito positivo, deixando uma marca histórica na canoagem de velocidade de Cabo Verde e levando o nome de Lagoa e do Algarve além-fronteiras.

  •  

The Sahrawi pharmaceutical lab battling against sand and shortages: ‘We are a rose in the desert’ 

Mohamed Lamin Abdi, director of the Mohamed Embarek Fakal·la Pharmaceutical Production Laboratory, poses in one of the facility’s rooms, on April 29, 2026.

The Mohamed Embarek Fakal·la Pharmaceutical Production Laboratory is sometimes called “a desert rose,” because no one expected something like this to grow here. Mulai Mesaud Jarrachi, the lab’s logistics manager and deputy director, explains it to EL PAÍS. And, when he says “here,” he gestures broadly toward the Algerian hamada: a stony, hostile desert with scorching temperatures, where the wind constantly whips up sand that seeps under doors (and even gets between your teeth).

Seguir leyendo

The portrait of Mohamed Embarek Fakal·la, a historical figure in the Sahrawi healthcare sector, hangs in the hallway that leads to the laboratory.In this image, lab technician Brahim Saleh Labeid handles IV bags intended for treatments in the Urology Department, on April 29, 2026. Exterior of Bachir Saleh National Hospital in Rabuni, in the administrative center of the Sahrawi refugee camps in Tinduf, Algeria.Brahim Saleh Labeid and Mohamed Lamin Abdi talk at the laboratory door on April 29.

© Monica Torres

Mulai Mesaud Jarrachi prepares eye drops in the sterile room at the laboratory in Tindouf, Algeria.

© Monica Torres

Two lab technicians at the facilities.

© Monica Torres

The Mohamed Embarek Fakal.la medicine production laboratory.
  •  
❌