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$ norte-americano | Moeda mais procurada pelos portugueses

A Unicâmbio regista um aumento da procura por moeda estrangeira face ao ano anterior, com maior dinamismo entre divisas associadas a destinos fora da Europa, nomeadamente o iene japonês, o won sul-coreano, o baht tailandês, a lira turca e a coroa islandesa. A evolução da procura destas moedas sinaliza um interesse crescente por viagens para […]
Ibovespa perde fôlego após bater 209 mil pontos na abertura; dólar cai
A bolsa paulista tenta manter o viés positivo nos primeiros negócios nesta quarta-feira (21), com a eleição presidencial ainda dominando os holofotes, enquanto WEG recuava mais de 3% após o balanço do terceiro trimestre.
Após bater superar os 209 mil pontos durante os minutos iniciais, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, perdeu o fôlego e passou a estabilizar.
Às 10h30 (de Brasília), o índice subia 0,06%, próximo à estabilidade, aos 208.461 pontos. O contrato futuro do índice com vencimento mais curto, em 16 de dezembro, perdia 0,32%.
Já a moeda americana recua pela quarta sessão seguida. O dólar tem baixa ante o real, com investidores à espera de nova pesquisa da Quaest sobre a disputa pela Presidência, enquanto no exterior a moeda americana cedia ante boa parte das demais divisas.
No mesmo horário, o dólar à vista tinha variação negativa de 0,19%, a R$ 5,0181 na venda. Na véspera, o dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,58%, aos R$ 5,0182.
*Com informações da Reuters
Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09 em dia de cautela

No exterior, o dólar perdeu força diante de outras moedas. O petróleo teve resultados distintos: o Brent caiu e o WTI avançou.
Principais números
- Dólar à vista: R$ 5,087 (+1,15%)
- Máxima do dólar: R$ 5,098
- Dólar no mês: queda acumulada de 1,70%
- Dólar no ano: queda acumulada de 7,33%
- Ibovespa: 204.324,26 pontos (-1,06%)
- Ibovespa na semana: queda de 2,27%
- Ibovespa no mês: alta de 9,65%
- Petróleo tipo Brent: US$ 105,92 por barril (-0,13%);
- Petróleo tipo WTI: US$ 97,97 por barril (+3,03%).
Dólar perto de R$ 5,10
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O movimento ocorreu em sentido contrário ao do dólar no exterior. Por volta das 17h, o índice DXY, que mede a moeda americana ante uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,53%, aos 102,015 pontos.
No mercado brasileiro, a atenção estava voltada à divulgação de uma nova pesquisa eleitoral e ao noticiário sobre possíveis medidas do governo. A notícia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia anunciar tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados também esteve no radar dos investidores.
Apesar das três altas consecutivas, o dólar ainda acumulava queda de 1,70% em outubro e de 7,33% no ano.
Bolsa perde força
O Ibovespa passou boa parte da tarde na faixa dos 205 mil pontos, mas intensificou as perdas na última hora de negociação. O índice chegou a se aproximar da mínima do dia, de 203.110,43 pontos, e encerrou em queda de 1,06%, aos 204.324,26 pontos.
O desempenho foi marcado pela cautela dos investidores diante do cenário eleitoral e de notícias sobre medidas econômicas com impacto fiscal nos próximos anos.
O giro financeiro da sessão foi de R$ 27 bilhões. Mesmo com a queda do dia, o Ibovespa ainda acumulava alta de 9,65% em outubro e de 26,81% em 2026. Na semana, porém, o índice recuava 2,27%.
Petróleo tem resultados mistos
Os preços do petróleo fecharam sem direção única nesta quinta-feira, em meio a ajustes de posições após a alta da sessão anterior. O mercado acompanhou as tensões no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia, além de sinais de aumento da oferta global.
Referência para as negociações internacionais, o petróleo tipo Brent, caiu 0,13% e terminou a sessão a US$ 105,92 por barril. O WTI para novembro, dos Estados Unidos, subiu 3,03%, para US$ 97,97 por barril.
A oferta também esteve no foco. Os estoques semanais de petróleo dos Estados Unidos caíram 8,557 milhões de barris, acima das previsões. Nesta quinta, a Agência Internacional de Energia concordou em acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de reservas estratégicas anunciada pelo G7 no início de outubro.
* com informações da Reuters