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Financiamento de veículos pesados dispara em Pernambuco e impulsiona mercado de crédito automotivo

O mercado de crédito para a compra de veículos no estado de Pernambuco registrou 24.545 unidades financiadas em setembro, alta de 13,6% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram financiados 21.616 veículos. Os dados são da Trillia, linha de negócios da B3 dedicada a Dados, Analytics e Inteligência Artificial.

No acumulado de 2026, o estado soma 200.137 veículos financiados, volume que corresponde a 3,4% das operações realizadas no país no período.

As motocicletas lideraram o volume de operações no mês, com 11.358 financiamentos, alta de 25,5% em relação a setembro do ano passado. As motos novas concentraram a maior parte dos contratos, com 8.883 unidades financiadas, enquanto as usadas somaram 2.475 operações.

O destaque de setembro ficou para os veículos pesados, que registraram 7.835 financiamentos, volume 1.322% superior ao observado no mesmo período de 2025. Os modelos usados responderam por 7.582 contratos, enquanto os novos somaram 253 operações.

Já o segmento de autos leves contabilizou 5.291 financiamentos no mês, queda de 55,9% na comparação anual. Do total registrado, 5.037 foram veículos novos e 254 usados.

Sobre a B3

A B3 S.A. (B3SA3) é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo e uma das maiores em valor de mercado, entre as líderes globais do setor de bolsas. Conecta, desenvolve e viabiliza o mercado financeiro e de capitais e, junto com os clientes e a sociedade, potencializa o crescimento do Brasil.

Atua nos ambientes de bolsa e de balcão, além de oferecer produtos e serviços para a cadeia de financiamento. Com sede em São Paulo e escritórios em Chicago, Londres, Singapura e Xangai, desempenha funções importantes no mercado pela promoção de melhores práticas em governança corporativa, gestão de riscos e sustentabilidade.

© Mercedes-Benz / divulgação

Financiamento de veículos pesados dispara em Pernambuco e impulsiona mercado de crédito automotivo
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Turismo cresce em Pernambuco e alta temporada reforça importância do planejamento para pequenos negócios

Pernambuco chega à preparação para a alta temporada após registrar forte movimentação turística ao longo de 2026. No Carnaval deste ano, o estado alcançou 98% de ocupação hoteleira e movimentou cerca de R$ 3,7 bilhões na economia local, segundo a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco.

A movimentação aérea também reforça esse cenário. Nos dois primeiros meses de 2026, o Aeroporto Internacional do Recife recebeu 1,87 milhão de passageiros, alta de 10,32% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apenas em janeiro, o terminal ultrapassou pela primeira vez a marca de 1 milhão de passageiros em um único mês.

Para Artur Sales, líder da XP em Pernambuco, períodos de maior movimentação representam uma oportunidade para pequenos empresários, mas também exigem atenção à gestão financeira.

“Empreendedores ligados a turismo, alimentação, transporte, hospedagem, comércio e lazer podem ter um aumento importante no faturamento durante a alta temporada. O cuidado é não considerar essa receita maior como permanente. Parte desse resultado pode ajudar a reforçar o caixa, criar uma reserva para os meses de menor movimento e financiar melhorias no próprio negócio”, afirma.

Os números registrados em 2026 mostram o impacto da sazonalidade sobre diferentes segmentos da economia pernambucana. Períodos de grande fluxo turístico tendem a ampliar a demanda por hospedagem, alimentação, transporte, comércio e serviços, especialmente em destinos mais procurados do estado.

Com a aproximação do verão e das festas de fim de ano, esse movimento também pode abrir espaço para que pequenos empresários organizem melhor as finanças e se preparem para meses de maior e menor demanda.

Segundo Artur, esse movimento pode ser usado para estruturar melhor as finanças do negócio e preparar o empreendedor para períodos menos aquecidos. “Quem trabalha com atividades sazonais precisa olhar o faturamento em ciclos. Um período forte pode ser aproveitado para formar capital de giro, investir em equipamentos, estruturar uma reserva e, quando fizer sentido, buscar alternativas de investimento compatíveis com o prazo em que aquele recurso poderá ser necessário. Mais do que faturar bem durante alguns meses, o desafio é transformar esse resultado em sustentabilidade ao longo do ano”, conclui.

© Marcelo Cerfe/Pexels

Turismo cresce em Pernambuco e alta temporada reforça importância do planejamento para pequenos negócios
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