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Artur detalha papel que teve na janela e revela “hiperfoco” por contratação

Artur Jorge, técnico do Cruzeiro, revelou que teve “100% de participação” na janela de transferências do meio da temporada. Em entrevista exclusiva à rádio Itatiaia o treinador detalhou as mudanças no elenco.

Artur Jorge destacou que as movimentações precisam ter seu aval, pois o perfil dos jogadores deve se encaixar em sua forma de jogar. Ele lamentou a perda de Kaiki e Christian, pilares defensivos, mas afirmou que Gabriel Pec foi um “hiperfoco” pessoal para o ataque.

“100%. As movimentações passam e têm que passar por mim. Eu sou o técnico, o perfil dos jogadores tem que encaixar na forma como eu quero jogar e jogamos”, declarou Artur Jorge, enfatizando sua influência direta nas decisões do clube mineiro.

Impacto das saídas e o “hiperfoco” por Pec

O treinador explicou que a busca por Gabriel Rojas e Gabriel Pec foi uma forma de compensar as saídas de Kaiki, que segue como o jogador com mais recuperações no elenco, e de Christian.

“O Pec, que foi nosso hiperfoco de contratação, particularmente meu, de buscar um jogador que seguia há muito tempo, fazia todo sentido tê-lo no plantel dentro do que projetávamos para a temporada. Joga na direita e esquerda”, acrescentou.

Lesões forçam criatividade no mercado

As graves lesões de Sinisterra e do próprio Pec, ocorridas em um curto intervalo de cinco dias após a Copa do Mundo, forçaram o Cruzeiro a agir com criatividade no mercado. Com o elenco curto e sob pressão, a diretoria precisou buscar soluções sem grandes gastos.

Artur Jorge revelou que as contratações de Wesley e João Costa visaram preencher as lacunas deixadas por Sinisterra e Pec. “Nosso investimento foi feito no Pec. Precisamos sem gastar dinheiro buscar jogadores que atendessem às exigências da equipe”, completou o técnico, indicando a estratégia orçamentária do clube.

Pec recebe visita de jogadores do Cruzeiro após cirurgia por grave lesão

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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Estreante, Cruzeiro será 15º brasileiro na Libertadores Feminina

Logo Agência Brasil

Bicampeão da Libertadores entre os homens, o Cruzeiro chega à versão feminina do maior torneio do continente pela primeira vez. A estreia será nesta sexta-feira (16), às 21h (horário de Brasília), contra a LDU, dona da casa - a competição ocorre em Quito, capital equatoriana.

O Estádio Casa Blanca, palco da partida, é justamente onde o adversário das Cabulosas manda os jogos. O Bolívar (Bolívia) e o Olimpia (Paraguai) também integram o Grupo C.

Notícias relacionadas:

Classificada à Libertadores pelo vice do Campeonato Brasileiro do ano passado, a Raposa chega ao torneio com vários desfalques por contusão. Caso das zagueiras Tainara e Paloma Maciel, a meia Gaby Soares e as atacantes Ravenna e Millene, regularmente utilizadas pelo técnico Jonas Urias, que se recuperam de lesões de ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho.

A última baixa foi a goleira Cláudia, que lesionou a coxa direita. Para substitui-la, o time celeste foi atrás de Taluane, do América-MG, e conseguiu inclui-la na lista definitiva que foi enviada à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). A primeira opção da posição deve ser Camila Rodrigues, que iniciou a temporada como titular.

Por outro lado, a atacante Letícia Ferreira voltou a ficar à disposição após se recuperar de uma cirurgia no ombro direito que a tirou dos gramados por dois meses. Em 2025, a jogadora foi a artilheira cruzeirense na temporada, com 27 gols.

O Cruzeiro é o 15º clube brasileiro a participar da Libertadores Feminina em 18 edições. Cinco times do país já venceram a competição, com destaque para o Corinthians, atual tricampeão e dono de seis títulos - um deles em parceria com o Audax. São José (três), Santos, Ferroviária (ambos dois) e Palmeiras (um) também levantaram a principal taça do continente.

O futebol paulista é o que mais teve representantes: oito (Corinthians, Audax, São José, Santos, Ferroviária, Palmeiras, Centro Olímpico e São Paulo). O Cruzeiro é o primeiro de Minas Gerais a participar.

Mais seis estados já contaram com equipes na competição: Amazonas (Iranduba), Paraná (Foz Cataratas), Pernambuco (Vitória das Tabocas), Rio de Janeiro (CEPE/Duque de Caxias), Rio Grande do Sul (Internacional) e Santa Catarina (Avaí/Kindermann). Entre eles, Foz (2012) e Iranduba (2018) até chegaram perto do título, mas ficaram com o vice para Colo-Colo (Chile) e Atlético Huila (Colômbia), respectivamente.

Palestrinas largam com vitória

Campeão em 2022, o Palmeiras estreou na noite da última quinta-feira (15) na edição deste ano da Libertadores. As Palestrinas iniciaram a busca pelo segundo título com uma vitória magra sobre o Universitario (Peru), por 1 a 0, no Estádio Banco Guayaquil.

Líder do Grupo B com três pontos, o Verdão volta a campo no domingo (18), às 17h, para encarar o Belgrano (Argentina), novamente no Banco Guayaquil. Mais cedo na quinta, as argentinas empataram por 1 a 1 com outro anfitrião, o Dragonas, time feminino do Independiente del Valle. Ambos somam um ponto.

A técnica Rosana Augusto preservou as jogadoras do Palmeiras que estavam com a seleção brasileira nos jogos contra a Argentina. A lateral Raíssa Bahia e as atacantes Bia Zaneratto e Taina Maranhão iniciaram o confronto no banco. As Palestrinas já estão sem a goleira Kate Tapia - ausente por "questões disciplinares" - e a lateral Ana Guzmán, que rompeu o LCA do joelho direito pela Colômbia em amistoso na última terça-feira (13).

O Verdão não teve dificuldades para controlar o jogo, mas desperdiçou oportunidades de construir uma vantagem robusta. Mesmo assim, não demorou a sair na frente com Brena, aos 15 minutos.

A volante foi lançada na esquerda pela meia Andressinha e, de primeira, deixou Emily Assis na cara do gol. A lateral bateu na saída da goleira Mia Shalit, que fez boa defesa, mas a sobra ficou justamente com Brena, que mandou para as redes.

As Palestrinas poderiam ter ampliado aos 24. A atacante Gláucia abriu na esquerda com Brena. Impedida, ela cruzou para a volante Diany completar de carrinho para o gol. Após a revisão da arbitragem de vídeo, o lance foi anulado.

O ritmo do jogo caiu sensivelmente a partir da reta final do primeiro tempo devido aos 2.850 metros da altitude de Quito. A lateral Milagros Rolón, do Universitario, chegou a passar mal por causa da falta de ar e precisou ser atendida com cilindros de oxigênio, tendo que ser substituída aos 39 minutos.

Assim como na etapa inicial, o segundo tempo foi de chances perdidas pelo time brasileiro, boa parte delas graças a defesas de Shalit. Aos 23 minutos, a zagueira Pati Maldaner cobrou um pênalti na mesma trave esquerda que, nos acréscimos, salvou as peruanas em um chute de fora da área da volante Duda Santos.

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