"Um paciente disse-me: ‘não vou treinar porque o relógio diz que não estou recuperado, tenho risco de lesão’. De repente as máquinas já decidem por nós”
A psicóloga defende que estes dados devem ser analisados “com cautela” e usados como informação complementar. “Temos o risco de perder essa noção de que 'eu sou responsável pelo meu sono, e sou também responsável por estar com atenção aos sinais'”

