❌

Reading view

Barcelos conquista Toronto com a força da arte, das tradições e da identidade portuguesa

8U1A8710
8U1A8716
8U1A8777
8U1A8813
8U1A8780
8U1A8756
8U1A8760
8U1A8736
8U1A8651
8U1A8757
8U1A8771
8U1A8732
8U1A8747
8U1A8280
8U1A8715
8U1A8764
8U1A8654
8U1A8738
8U1A8577
8U1A8647
8U1A8718
8U1A8337
8U1A8569
8U1A8412
8U1A8628
8U1A8640
8U1A8672
8U1A8450
8U1A8586
8U1A8479
8U1A8511
8U1A8377
8U1A8621
8U1A8664
8U1A8573
8U1A8642
8U1A8397
8U1A8686
8U1A8485
8U1A8543
8U1A8679
8U1A8544
8U1A8547
8U1A8435
8U1A8530
8U1A8539
8U1A8231
8U1A8690
8U1A8633
8U1A8251
8U1A8645
8U1A8748
8U1A8648
8U1A8418
8U1A8638
8U1A8287
8U1A8191
8U1A8259
8U1A8674
8U1A8303
8U1A8257
8U1A8317
8U1A8266
8U1A8532
8U1A8209
8U1A8315
8U1A8273
8U1A8625
8U1A8332
8U1A8499
8U1A8508
8U1A8505
8U1A8491
8U1A8268
8U1A8285
8U1A8421
8U1A8264
8U1A8312
8U1A8267
8U1A8493
8U1A8487
8U1A8260
8U1A8279
8U1A8185
8U1A8464
8U1A8195
8U1A8270
8U1A8509
8U1A8520
8U1A8212
8U1A8496
8U1A8211
8U1A8550
8U1A8502
8U1A8200
8U1A8208
8U1A8411
8U1A8511
8U1A8182
8U1A8174
8U1A8171
8U1A8158
8U1A8157
8U1A8165
8U1A8155
8U1A8133
8U1A8710 8U1A8716 8U1A8777 8U1A8813 8U1A8780 8U1A8756 8U1A8760 8U1A8736 8U1A8651 8U1A8757 8U1A8771 8U1A8732 8U1A8747 8U1A8280 8U1A8715 8U1A8764 8U1A8654 8U1A8738 8U1A8577 8U1A8647 8U1A8718 8U1A8337 8U1A8569 8U1A8412 8U1A8628 8U1A8640 8U1A8672 8U1A8450 8U1A8586 8U1A8479 8U1A8511 8U1A8377 8U1A8621 8U1A8664 8U1A8573 8U1A8642 8U1A8397 8U1A8686 8U1A8485 8U1A8543 8U1A8679 8U1A8544 8U1A8547 8U1A8435 8U1A8530 8U1A8539 8U1A8231 8U1A8690 8U1A8633 8U1A8251 8U1A8645 8U1A8748 8U1A8648 8U1A8418 8U1A8638 8U1A8287 8U1A8191 8U1A8259 8U1A8674 8U1A8303 8U1A8257 8U1A8317 8U1A8266 8U1A8532 8U1A8209 8U1A8315 8U1A8273 8U1A8625 8U1A8332 8U1A8499 8U1A8508 8U1A8505 8U1A8491 8U1A8268 8U1A8285 8U1A8421 8U1A8264 8U1A8312 8U1A8267 8U1A8493 8U1A8487 8U1A8260 8U1A8279 8U1A8185 8U1A8464 8U1A8195 8U1A8270 8U1A8509 8U1A8520 8U1A8212 8U1A8496 8U1A8211 8U1A8550 8U1A8502 8U1A8200 8U1A8208 8U1A8411 8U1A8511 8U1A8182 8U1A8174 8U1A8171 8U1A8158 8U1A8157 8U1A8165 8U1A8155 8U1A8133
 

Fotos: Cindy Da Ponte 

Promovida pela Associação Migrante de Barcelos, a exposição celebra a arte, o artesanato e as tradições de Barcelos, reforçando os laços entre Portugal e a comunidade luso-canadiana. Inaugurada a 17 de outubro, com um Porto de Honra que assinalou os 28 anos da organização, a mostra estará patente até 20 de novembro, promovendo internacionalmente a identidade cultural da região e preservando as tradições para as novas gerações.

Para Vítor Santos, presidente da Associação Migrante de Barcelos, a promoção da cultura portuguesa foi uma das principais motivações da iniciativa. Satisfeito com o percurso da exposição, que durante cerca de um ano passou por diferentes localidades, destacou a qualidade das peças e a criatividade dos artesãos. Sublinhou ainda a importância de divulgar o património português e preservar as tradições junto das comunidades emigrantes, defendendo que as associações devem apostar também na promoção cultural. “É isto que significa promover a cultura portuguesa e manter vivas as nossas tradições”, afirmou.

Artesanato, olaria e Caminhos de Santiago na promoção de Barcelos.

A valorização do artesanato e da olaria tradicional esteve no centro da iniciativa, destacando a importância de preservar e divulgar um património distintivo de Barcelos. Em conversa com a Camões TV+, Vítor Santos sublinhou também a intenção da associação de promover os Caminhos de Santiago junto do público canadiano, despertando o interesse pela cidade, pela sua história e tradições. “Barcelos é uma cidade incrível, linda e muito rica em artesanato, olaria e tantas outras áreas. É uma riqueza que precisamos de mostrar”, afirmou. O presidente destacou ainda o potencial dos Caminhos de Santiago para atrair visitantes de diferentes nacionalidades e dar a conhecer a riqueza cultural e artística da região. “Queremos levar os canadianos a Barcelos e mostrar-lhes aquilo que é nosso”, resumiu Vitor Santos.

Peach Gallery: um espaço de memória e identidade portuguesa

Manuel Da Costa, comendador, empresário, filantropo e proprietário da galeria, defende a preservação da identidade portuguesa em Toronto e uma maior participação da comunidade na divulgação da cultura e das tradições nacionais. Recordando o reencontro com as suas raízes há cerca de 30 anos, sublinhou a importância de envolver os mais jovens, cidadãos e associações. “Gostava de ver mais gente nova, mais pessoas envolvidas e mais clubes a participar”, afirmou, destacando o papel de toda a comunidade na transmissão da herança portuguesa às novas gerações.Para o empresário, a preservação da identidade portuguesa exige participação, compromisso e iniciativas concretas, capazes de envolver mais jovens, cidadãos e associações.

União e colaboração na preservação das tradições

Vítor Santos agradeceu aos voluntários, instituições e parceiros que apoiam a Associação Migrante de Barcelos, destacando o contributo do Comendador Manuel Da Costa, da Associação Portuguesa do Canadá, da ACAPO, da Peach Gallery e da Câmara Municipal de Barcelos, nesta exposição em concreto. Sublinhou ainda, entre outros patrocinadores, a importância da comunicação social na divulgação cultural e deixou uma mensagem de reconhecimento à comunidade portuguesa no Canadá: “Um bem-haja à comunidade portuguesa no Canadá, porque somos muito unidos, e unidos somos mais fortes”.

“É com ações que fazemos as coisas”, insiste Manuel Da Costa

A mensagem deixada por Manuel Da Costa assenta numa convicção clara: a continuidade da cultura portuguesa no Canadá depende da capacidade de a comunidade se unir, participar ativamente e apoiar projetos que respondam às suas necessidades. Para o empresário Da Costa, preservar a identidade portuguesa exige mais do que palavras, discursos ou manifestações pontuais de solidariedade. Exige “compromisso, dedicação e, acima de tudo, ações concretas que contribuam para o bem-estar coletivo e para a continuidade das tradições junto das novas gerações”.

“Palavras vazias, só para preencher tempo, não dão nada a ninguém. É com ações que fazemos as coisas”, afirmou, numa mensagem que apela à participação e ao envolvimento de todos os que acreditam no futuro da comunidade portuguesa. Este apelo ganha particular significado quando se fala no Lar Magalhães, um projeto que pretende reforçar as respostas sociais destinadas aos idosos portugueses. Apoiar esta iniciativa é, na perspetiva de Manuel Da Costa, investir não apenas no presente, mas também no futuro da comunidade, garantindo melhores condições àqueles que dedicaram grande parte das suas vidas ao trabalho, à família e à construção de uma presença portuguesa sólida no Canadá.

Para Manuel Da Costa, a gala de 7 de novembro é uma oportunidade para unir esforços e transformar solidariedade em ações concretas. O empresário apela à participação de todos na concretização de projetos que promovam o bem-estar dos idosos, preservem a cultura e fortaleçam os laços comunitários.

Mais do que um gesto solidário, é uma responsabilidade partilhada, essencial para manter vivas as raízes portuguesas no Canadá e transmitir esse legado às futuras gerações.

A exposição “Expressões de Barcelos – Arte e Criatividade”, levou o património minhoto a Toronto, valorizando os artesãos e reforçando os laços entre Barcelos e a comunidade luso-canadiana. Uma iniciativa que celebrou a identidade portuguesa e a importância de preservar as tradições além-fronteiras. Está de parabéns o nosso “Barcelos”.

Romulo Ávila/MS

  •  

Gala de aniversário da Associação dos Amigos de Rabo de Peixe do Ontário angariou fundos para apoiar famílias carenciadas nos Açores

IMG_6643
IMG_6638
IMG_6642
IMG_6635
IMG_6636
IMG_6637
IMG_6634
IMG_6640
IMG_6643 IMG_6638 IMG_6642 IMG_6635 IMG_6636 IMG_6637 IMG_6634 IMG_6640
 

Fotos: Cindy Da Ponte

 Cerca de 500 pessoas participaram na gala comemorativa do aniversário da Associação dos Amigos da Vila de Rabo de Peixe do Ontário, realizada no sábado, 17 de outubro, no Renaissance by the Creek, em Mississauga. A noite ficou marcada pela música, pelas homenagens e pelo espírito de solidariedade, com o objetivo de apoiar famílias carenciadas nos Açores e em Portugal, sobretudo durante a quadra natalícia.

O evento contou com a presença de Carlos Dias, presidente da Junta de Freguesia de Rabo de Peixe, cuja participação reforçou os laços entre a comunidade emigrante no Canadá e a sua terra de origem, na ilha de São Miguel. A celebração destacou ainda a importância da cultura portuguesa, da amizade e da união em torno de causas solidárias. A gala proporcionou momentos de convívio e animação musical, com um cartaz que contou com Jorge Guerreiro, artista vindo de Portugal, a banda Starlight, Tony Câmara e o DJ Jason Branco. O programa incluiu ainda a atuação do Bailinho dos Amigos de Rabo de Peixe, numa celebração que valorizou as tradições populares açorianas e a identidade cultural da comunidade.

Homenagens e reconhecimento

Um dos momentos marcantes da noite foi a homenagem atribuída a Hélio Moniz, distinguido pelo seu mérito e distinção. O Hélio é visto como um membro dedicado e trabalhador, tendo recebido o prémio pelas mãos de Paulo Távora. A organização atribuiu também um prémio de reconhecimento a Joe Rebelo, presidente da associação, pelo seu envolvimento e contributo para a vida associativa. As distinções representaram uma oportunidade para valorizar o trabalho, a dedicação e o espírito de participação que ajudam a manter vivas as associações portuguesas no Canadá.

Solidariedade para chegar às famílias no Natal

Para além da vertente festiva, a gala teve um propósito solidário. O valor angariado durante a iniciativa será destinado a ajudar famílias com grandes dificuldades económicas nos Açores e em Portugal, com especial atenção à possibilidade de prestar apoio já por altura do Natal. Joe Rebelo, presidente da organização, fez um balanço positivo da iniciativa, considerando que foi uma grande festa, marcada pelo convívio e pela participação dos presentes. O responsável destacou a importância de transformar a celebração do aniversário numa oportunidade concreta para ajudar quem mais precisa, sublinhando que os fundos angariados terão uma finalidade solidária, procurando levar algum alívio às famílias que enfrentam maiores carências. A intenção é que o apoio chegue a famílias em Portugal numa altura particularmente sensível do ano, em que as despesas aumentam e as dificuldades económicas podem tornar-se ainda mais pesadas.

A gala reafirmou o compromisso da Associação dos Amigos da Vila de Rabo de Peixe do Ontário com a preservação das raízes açorianas e a solidariedade, mantendo vivos os laços entre a comunidade portuguesa no Canadá e as famílias dos Açores e de Portugal.

Romulo Ávila/MS

  •  

PULSAR DA COMUNIDADE: Comunidade portuguesa no Canadá celebra tradição e cultura

pulsar comunidade (1)
pulsar comunidade (11)
pulsar comunidade (1)
pulsar comunidade (5)
pulsar comunidade (8)
pulsar comunidade (9)
pulsar comunidade (3)
pulsar comunidade (4)
pulsar comunidade (4)
pulsar comunidade (7)
pulsar comunidade (6)
pulsar comunidade (1) pulsar comunidade (11) pulsar comunidade (1) pulsar comunidade (5) pulsar comunidade (8) pulsar comunidade (9) pulsar comunidade (3) pulsar comunidade (4) pulsar comunidade (4) pulsar comunidade (7) pulsar comunidade (6)
 

Fotos: (DR)

Três associações portuguesas assinalaram datas marcantes em Mississauga, Brampton e Toronto, celebrando a música, o folclore e as raízes portuguesas que continuam a unir gerações. 

39.º Aniversário do Rancho Folclórico do PCCM

O passado sábado, dia 17 de outubro, ficou marcado por uma noite de festa, tradição e convívio, durante a celebração do 39.º aniversário do Rancho Folclórico do Portuguese Cultural Centre of Mississauga (PCCM), num evento que reuniu a comunidade em torno da música, da cultura e das raízes portuguesas.

A abrilhantar a comemoração esteve o Duo DT, cuja atuação contribuiu para animar uma noite dedicada à preservação e valorização das tradições portuguesas, proporcionando momentos de alegria e confraternização entre os presentes.A celebração constituiu mais uma oportunidade para homenagear o percurso do grupo folclórico do PCCM, que, ao longo dos anos, tem desempenhado um papel importante na divulgação do folclore e na transmissão das tradições portuguesas às novas gerações, mantendo viva a ligação à cultura e à identidade nacional junto da comunidade emigrante.

A ementa servida durante o evento mereceu igualmente especial destaque, pela sua qualidade e excelência, constituindo um dos pontos altos da noite. A confeção e o cuidado colocados na oferta gastronómica estiveram à altura da importância da ocasião, proporcionando aos participantes uma experiência que valorizou também a riqueza da gastronomia portuguesa.Uma noite de música, sabores e tradição, onde o orgulho nas raízes portuguesas uniu gerações e fortaleceu os laços da comunidade em Mississauga.

Banda Lira Portuguesa de Brampton celebra 50 anos de história e tradição

A Banda Lira Portuguesa de Brampton celebrou o seu 50.º aniversário, a 17 de outubro, com uma gala no Pearson Convention Center, no Canadá, reunindo músicos, familiares e representantes políticos. Fundada em 1976 por emigrantes portugueses, sobretudo açorianos de São Miguel, a banda conta atualmente com cerca de 60 membros, dos 10 aos 90 anos. O maestro fundador, António da Silva Moreira, continua à frente do agrupamento aos 90 anos. Ao longo de cinco décadas, a banda tem preservado a música e as tradições portuguesas, participando em festas, procissões, desfiles e concertos no Canadá, nos Estados Unidos e nos Açores. A captação de jovens músicos é um dos principais desafios. A instituição dispõe de instalações próprias e de formação musical, procurando garantir a continuidade da tradição entre as novas gerações. A gala contou com a presença do presidente da Câmara de Brampton, Patrick Brown, e dos vereadores Martin Medeiros e Paul Vicente, que reconheceram o contributo cultural da banda. António da Silva Moreira foi também homenageado pelo seu percurso musical. Com os olhos postos no futuro e a ambição de celebrar o centenário em 2076, a Banda Lira Portuguesa de Brampton continua empenhada em manter viva a herança musical portuguesa no Canadá.

Associação Migrante de Barcelos celebrou 28.º aniversário em Toronto

A Associação Migrante de Barcelos C.C. celebrou o seu 28.º aniversário no passado sábado, 17 de outubro, com um jantar de gala no salão da LiUNA Local 183, em Toronto, sob o lema “Orgulho nas Nossas Raízes — A nossa história continua… A nossa tradição vive!”.

A noite contou com a animação dos artistas David Antunes, Emanuel Moura, Carolina Ligeiro e Karma Banda, além de uma atuação especial dos ranchos infantil e adulto da associação, que celebraram a riqueza do folclore português. Um dos momentos marcantes foi o cantar dos parabéns à associação, assinalando mais um ano de dedicação à comunidade portuguesa. Vítor Santos, presidente da instituição, aproveitou a ocasião para elogiar o trabalho e o empenho dos voluntários, agradecendo também à comunidade pelo apoio e pela colaboração ao longo dos anos. A celebração ficou marcada pelo convívio, pela música e pelo orgulho nas raízes portuguesas, reforçando o compromisso da associação com a preservação das tradições e a união da comunidade luso-canadiana.

Romulo Ávila/MS

  •  

Azormyth Music Festival regressa em fevereiro com música e cultura açoriana

 

IMG_5196
IMG_5261
Conferência de Imprensa para o Anúncio da Segunda Edição do Azormyth Music Festival
IMG_5222
IMG_5189
IMG_5260
IMG_5235
IMG_5255
IMG_5259
IMG_5191
IMG_5240
IMG_5196 IMG_5261 Conferência de Imprensa para o Anúncio da Segunda Edição do Azormyth Music Festival IMG_5222 IMG_5189 IMG_5260 IMG_5235 IMG_5255 IMG_5259 IMG_5191 IMG_5240
 

Foto: Francisco Pegado

O Azormyth Music Festival regressa em fevereiro de 2027 para a sua segunda edição, com uma programação que reúne cinema, música, teatro, fotografia e memória açoriana, promovendo a cultura das ilhas junto da comunidade luso-canadiana.

O evento foi apresentado a 20 de outubro, numa conferência de imprensa no Consulado-Geral de Portugal em Toronto, com a presença da cônsul-geral Ana Luísa Riquito, da organizadora Sara Vieira da Costa, de representantes das associações parceiras e de convidados.

Integrado no “Azorean Cultural Weekend 2027”, o festival pretende dar visibilidade aos artistas açorianos na América do Norte e aproximar diferentes gerações das suas raízes culturais.

“O Azormyth foi criado com o objetivo de dar um palco na América do Norte ao artista açoriano”, afirmou Sara Vieira da Costa, responsável pela organização.

A programação começa a 19 de fevereiro, no Centro Cultural Português de Mississauga, com um dia dedicado ao cinema, que inclui a iniciativa “Conversa com Lúcia Moniz”.

No dia 20, o mesmo espaço recebe a noite musical “Vozes dos Açores, Ritmos do Mundo”, com atuações de Lúcia Moniz, Cristóvam, Filipa Lima, João Pedro Santos, Briana Espínola e Rafael Ourique, entre outros artistas. O espetáculo pretende cruzar diferentes estilos musicais e gerações, destacando a diversidade da criação artística açoriana.

A programação termina a 21 de fevereiro, na Casa do Alentejo de Toronto, com uma iniciativa dedicada ao teatro e à fotografia, que inclui a apresentação de “O Chão Começou-me a Faltar”, com direção de Lúcia Moniz.

A cônsul-geral de Portugal em Toronto, Ana Luísa Riquito, destacou a importância de valorizar a identidade açoriana contemporânea num contexto transcultural, aproximando diferentes gerações e reconhecendo a diversidade da comunidade luso-canadiana.

O envolvimento das associações parceiras é igualmente importante. Jorge Mouselo, representante do Centro Cultural Português de Mississauga, sublinhou a importância de dar continuidade à colaboração iniciada na primeira edição, promovendo a cultura açoriana e das restantes regiões de Portugal no Canadá.

Andreia Pereira, coordenadora sociocultural da Casa do Alentejo, destacou a abertura da instituição à comunidade. “Apesar de ser uma história dos Açores, também é uma história nossa, porque somos todos portugueses”, afirmou.

Memórias do terramoto de 1980

O programa inclui ainda a proposta de uma série de podcasts intitulada “Quando o Chão Começou-me a Faltar”, dedicada ao sismo que atingiu os Açores a 1 de janeiro daquele ano. Os órgãos de comunicação social foram convidados a participar no projeto, que pretende recolher testemunhos de sobreviventes que emigraram para o Canadá, preservando as suas memórias para as gerações futuras.

O Azorean Cultural Weekend 2027 é desenvolvido em colaboração com o Centro Cultural Português de Mississauga, a Casa do Alentejo de Toronto, a Casa dos Açores e o LEVE Group, com o apoio institucional do Consulado-Geral de Portugal em Toronto e da Direção Regional da Cultura dos Açores.

Francisco Pegado/MS

  •  

LiUNA Local 183 atribui mais de um milhão de dólares em bolsas de estudo a 116 estudantes

Membros da LiUNA 183 e os 116 estudantes da 28.ª edição anual da LiUNA Local 183 Scholarship Trust Fund. @LiUNA

A LiUNA Local 183 assinalou a 28.ª edição anual da LiUNA Local 183 Scholarship Trust Fund, atribuindo mais de um milhão de dólares canadianos em bolsas de estudo a 116 estudantes, filhos e netos de membros ativos e reformados do sindicato, para apoiar a continuidade dos seus estudos pós-secundários e a concretização dos seus objetivos académicos e profissionais.

Durante a cerimónia, Jack Oliveira, Business Manager da LiUNA Local 183, felicitou os estudantes e as respetivas famílias, destacando os sacrifícios feitos pelos pais para proporcionar melhores oportunidades aos filhos “nunca se esqueçam das vossas origens e dos sacrifícios que as vossas famílias fizeram para vos proporcionar um futuro melhor”, afirmou. O responsável revelou ainda que foram recebidas mais de 600 candidaturas este ano.

Também Joseph Mancinelli, vice-presidente internacional da LiUNA e diretor para o Canadá, salientou o orgulho dos membros em apoiar os filhos “esta noite, celebramos não só as conquistas académicas dos estudantes, mas também o orgulho dos nossos membros por poderem apoiar os seus filhos e netos”, destacou.

Durante a cerimónia, conversámos com alguns dos estudantes distinguidos, que partilharam a sua emoção e gratidão pelo apoio recebido.

Entre os bolseiros, Emma Saraiva Almeida, da University of Guelph-Humber, sublinhou que o apoio lhe permitirá dedicar mais tempo aos estudos, reduzindo as preocupações com as despesas escolares “o esforço e o trabalho que dediquei aos estudos valeram a pena”, afirmou, agradecendo à organização pela oportunidade.

Para Tushig Ariunjargal, do Centennial College, receber a bolsa foi motivo de orgulho “é uma honra receber esta bolsa de estudo», declarou, agradecendo à LiUNA Local 183 pelo reconhecimento.

Já Aaron Baldeo, da University of Toronto, destacou o impacto do apoio na sua família, reconhecendo o esforço dos pais para financiar a sua educação “os meus pais trabalham muito para pagar a minha educação e sei que esta bolsa os vai ajudar bastante”, explicou, acrescentando que deseja que o apoio também contribua para aliviar os encargos dos pais.

Por sua vez, Keiliah La-Lowe, também da University of Toronto, salientou o significado pessoal desta distinção “enquanto jovem negra, este reconhecimento mostra-me que a comunidade continua a acreditar nos jovens”, afirmou, considerando a bolsa um incentivo para investir no futuro e alcançar os seus objetivos profissionais.

Emma Travassos, da George Brown Polytechnic, expressou igualmente a sua gratidão “é uma honra receber o apoio da LiUNA Local 183”, afirmou, destacando a diferença que estas iniciativas fazem na vida dos estudantes.

Os testemunhos destacam a importância das bolsas no apoio às famílias, no reconhecimento do mérito académico e na criação de melhores oportunidades para o futuro dos jovens.

Desde 2006, a Local 183 Scholarship Trust Fund já atribuiu mais de 11 milhões de dólares em bolsas de estudo, apoiando mais de 1.200 beneficiários.

A iniciativa reafirma o compromisso da LiUNA Local 183 com a educação, reconhecendo o mérito académico, apoiando as famílias e criando melhores oportunidades para as próximas gerações.

FP/MS

  •  

LiUNA! Local 183 destaca formação, segurança e inovação na construção

LiUNA! Local 183 destaca formação, segurança e inovação na construção. Créditos: Francisco Pegado

LiUNA! Local 183 Industry Awareness Event 2026 reuniu profissionais, empresas e parceiros para celebrar os resultados da formação, apresentar novas tecnologias e promover a segurança na indústria da construção.

Um dos momentos altos foi a entrega dos prémios anuais. Tevon Nurse e Isabella Labao receberam o Apprentice of the Year, enquanto a Dagmar Construction foi distinguida com o Vic Soncin Commitment to Training Employer Appreciation Award, pelo seu compromisso com a formação.

Jack Oliveira, Business Manager da LiUNA Local 183, destacou a importância de reconhecer o mérito dos aprendizes e de preparar os profissionais do futuro “é  um dia muito importante para celebrarmos o bom trabalho dos nossos aprendizes e reconhecermos aqueles que mais se destacaram ao longo do programa de formação”, afirmou.

O dirigente salientou ainda a importância da participação feminina, sublinhando que a distinção atribuída a uma mulher este ano transmite uma mensagem positiva aos futuros profissionais. Agradeceu também às empresas parceiras pelo apoio prestado ao centro de formação, nomeadamente através da disponibilização de materiais para os cursos, e aos órgãos de comunicação social comunitários pela divulgação da iniciativa.

Sandro Pinto, diretor executivo da LiUNA Local 183 Training and Rehabilitation Fund, destacou a intensa atividade do centro, nomeadamente a renovação de milhares de certificações de segurança “a inovação tecnológica é fundamental para a indústria da construção. Temos de continuar a actualizar os nossos programas e a trabalhar em conjunto com os sindicatos e as empresas para acompanhar essa evolução”, afirmou.

Entre as prioridades para o próximo ano,Sandro Pinto apontou a melhoria dos programas de formação, o recrutamento de novos profissionais e o aumento da participação feminina “não é possível garantir o futuro da indústria da construção sem uma maior participação das mulheres”, salientou.

A colaboração das empresas esteve igualmente em evidência. Cintya Prazares-Mare, presidente da Senso Group Building Supplies, recordou o apoio recebido da comunidade portuguesa no início da empresa. 

“Começámos por ser uma empresa pequena e foi sobretudo a comunidade portuguesa que nos apoiou e nos ajudou a chegar onde estamos hoje. Por isso, sentimos que é importante retribuir esse apoio. Estes encontros permitem conhecer os formandos que concluem os seus programas e estabelecer contactos com outros profissionais”afirmou.

Leigh Crawford, responsável territorial da Milwaukee Tool, destacou que o compromisso da empresa vai além do fornecimento de ferramentas, incluindo o contacto directo com os trabalhadores e o apoio ao sindicato.

Já Dal Hennig, director de operações da Action First Aid, salientou os cerca de 30 anos de experiência da empresa na formação em primeiros socorros e a colaboração com o Local 183 nesta área.

O evento demonstrou como a parceria entre sindicatos, centros de formação e empresas contribui para desenvolver competências, melhorar a segurança e preparar os profissionais para os desafios da construção. Num sector em constante evolução, investir na formação é também investir no futuro dos trabalhadores e da indústria.

FP/MS

  •  

Portimão celebra a igualdade com iniciativas que envolvem toda a comunidade

O Município de Portimão assinala o Dia Municipal para a Igualdade, celebrado a 24 de outubro, com um conjunto de iniciativas que decorrem entre os dias 20 e 24 de Outubro, procurando sensibilizar a comunidade para a importância da igualdade de direitos e oportunidades, do respeito pela diversidade e do combate à discriminação. O programa […]

  •  

Portimão celebra a igualdade com iniciativas que envolvem toda a comunidade

 Comemorações do Dia Municipal para a Igualdade decorrem de 20 a 24 de outubro

O Município de Portimão assinala o Dia Municipal para a Igualdade, celebrado a 24 de outubro, com um conjunto de iniciativas que decorrem entre os dias 20 e 24, procurando sensibilizar a comunidade para a importância da igualdade de direitos e oportunidades, do respeito pela diversidade e do combate à discriminação.

O programa deste ano envolve diferentes gerações, das crianças e jovens à população sénior, através de iniciativas que convidam à reflexão, ao diálogo e à participação da comunidade, reforçando a mensagem de que a igualdade é um compromisso diário.

Especial atenção é dada às crianças e aos jovens, procurando sensibilizá-los, desde cedo, para valores como a empatia, o respeito e a justiça, essenciais para prevenir desigualdades e construir uma sociedade mais inclusiva.

O programa tem início no dia 20 de outubro, com o hastear da bandeira arco-íris na Biblioteca Municipal de Portimão num momento simbólico que assinala o arranque das comemorações e reafirma o respeito pela diversidade e pela liberdade de ser e de amar. A bandeira permanecerá hasteada até ao dia 30 de outubro.

Ao longo dos cinco dias, estará também patente, no espaço exterior do Museu de Portimão, a exposição fotográfica «Rostos com História», que reúne retratos de utentes do Centro de Convívio Sénior de Portimão, do Centro de Convívio Sénior da Aldeia das Sobreiras e dos Centros Comunitários de Portimão.

Através de diferentes rostos e percursos de vida, a exposição dá visibilidade à diversidade de experiências da população sénior, valorizando a memória, os direitos humanos, o respeito mútuo e a empatia.

No dia 21 de outubro, entre as 10h00 e as 18h00, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) promove um Dia Aberto (Open Day) nas suas instalações, situadas na Avenida Miguel Bombarda, no edifício da PSP de Portimão.

Dirigida a estudantes do ensino secundário e universitário, a iniciativa pretende dar a conhecer o espaço e o trabalho diário desenvolvido pela instituição, proporcionando uma oportunidade de interação direta com a equipa e de sensibilização para a importância do apoio às vítimas.

ISMAT promove debate aberto sobre o significado da igualdade

No dia 22 de outubro, entre as 10h00 e as 12h30, o auditório do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (ISMAT) recebe a tertúlia/debate «O que é a Igualdade? – Diferentes perspetivas, um mesmo futuro», uma iniciativa que convida à reflexão sobre os desafios da igualdade na sociedade atual.

Organizada pelo ISMAT, a tertúlia pretende proporcionar um espaço aberto de diálogo e partilha de experiências, reunindo docentes, estudantes e pessoas convidadas de diferentes áreas e percursos de vida, cujas perspetivas irão enriquecer o debate sobre a diversidade, a inclusão e a não discriminação.

A sessão terá início com a intervenção do diretor do ISMAT, professor doutor Rui Loureiro, seguindo-se uma mesa-redonda que contará com a participação dos docentes Mostafa Zekri, Rui Pedro Mendonça, Liliana Pina, Clara Pache e Anderson de Souza, dos estudantes Joana Nazaré, Rita Lobato, Beatriz Caetano, Bruno Amaro e Beatriz Ferreira, bem como de Faiza Djetti, colaboradora do ISMAT, Ricardo Torrão, diretor do Estabelecimento Prisional de Faro e Olhão, e Alexandre Condeça, doutorando na área da diversidade e inclusão.

Moderada pelo professor doutor Paulo Martins, a conversa contará também com um momento de participação do público, convidado a partilhar questões e reflexões sobre os desafios da igualdade. A tertúlia é aberta a toda a comunidade, sem necessidade de inscrição prévia.

No dia 23 de outubro, a programação prossegue no Lugar do Rio – Espaço Jovem de Portimão, com a apresentação do livro «As Mães Também Podem Sonhar», de Tânia Gonçalves, numa sessão prevista entre as 10h30 e as 13h00.

A obra apresenta uma história ternurenta e inspiradora sobre o amor, a empatia e o poder da partilha em família, transmitindo a mensagem de que, com apoio e união, mesmo quem vive um quotidiano marcado por múltiplas responsabilidades pode continuar a acreditar nos seus sonhos.

A apresentação será acompanhada de um momento de conversa da autora com o público, proporcionando uma reflexão sobre a importância do apoio familiar, da realização pessoal e do respeito pelas aspirações individuais.

Ainda no dia 23 de outubro, entre as 14h30 e as 17h00, a turma do 12.º ano do Curso Profissional de Intérprete Ator/Atriz do Agrupamento de Escolas da Bemposta volta a levar à cena a peça de teatro «Entre Iguais», no auditório da Escola Básica e Secundária da Bemposta, no âmbito das comemorações do Dia Municipal para a Igualdade.

Recorrendo a técnicas de teatro-fórum, o espetáculo apresenta situações relacionadas com a desigualdade de género e convida o público a participar na procura de soluções para os conflitos representados, promovendo a reflexão e o exercício de uma cidadania ativa e responsável.

Dia Municipal para a Igualdade deixa marcas artísticas de inclusão e participação em espaços municipais 

O programa culmina no dia 24 de outubro, Dia Municipal para a Igualdade, com duas iniciativas que procuram transformar os valores da diversidade, da inclusão e do respeito em símbolos duradouros, através da participação da comunidade.

O primeiro momento acontece às 10h00, na Quinta Pedagógica de Portimão, que nesse dia reabre as portas ao público, após um período de encerramento para obras de manutenção e requalificação.

Neste contexto, será inaugurado um conjunto artístico «As Cores da Igualdade», composto por um banco de jardim decorado com as cores da bandeira arco-íris e por uma pintura no pavimento, com 4,20 x 2,50 metros, da autoria de João Sena.

A decoração do banco foi realizada com a participação da Equipa para a Igualdade na Vida Local (EIVL) e da Associação Xis, enquanto a pintura de João Sena retratará, através de cores vibrantes, um grupo diversificado de crianças e jovens, transmitindo uma mensagem de igualdade de direitos, respeito pela diversidade e combate ao preconceito. Uma obra que proclama que «Sem preconceito há mais amor».

Quinta Pedagógica de Portimão

O conjunto ficará integrado na Quinta Pedagógica como uma expressão artística e simbólica dos valores da igualdade e da inclusão, deixando uma marca duradoura das comemorações naquele espaço municipal.

Durante a tarde, entre as 14h30 e as 17h00, as comemorações prosseguem no Lugar do Rio – Espaço Jovem de Portimão, com a iniciativa «Tod@s Diferentes, Tod@s Ligad@s», um projeto de criação artística participativa da autoria e com mentoria da artista plástica Rita Ricardo.

Dirigida a crianças e jovens dos 10 aos 16 anos, a atividade convida  a dar cor a uma composição de figuras humanas interligadas, previamente desenhada pela artista, que simboliza a diversidade, a união e a importância de cada pessoa na construção de uma sociedade mais inclusiva.

Sob o mote «Tod@s diferentes. Tod@s ligad@s , cada participante poderá deixar a sua marca nesta obra coletiva, numa experiência de criatividade e partilha que valoriza as diferenças e aquilo que nos une.

A participação é gratuita, sem necessidade de inscrição prévia, estando limitada a 25 participantes. A obra será concluída durante a sessão e ficará exposta no Lugar do Rio – Espaço Jovem de Portimão, prolongando no tempo a mensagem de igualdade e inclusão que inspira o projeto.

Portimão reforça compromisso com a igualdade e a não discriminação

Recorde-se que o Dia Municipal para a Igualdade é celebrado pela Câmara Municipal de Portimão enquanto subscritora do Protocolo de Cooperação para a Igualdade e a Não Discriminação, celebrado com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).

Este compromisso encontra expressão no II Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação, desenvolvido sob o mote «Portimão, Somos Igualdade», que visa sensibilizar todas as pessoas que vivem ou trabalham no concelho para a igualdade de direitos e oportunidades, o combate aos estereótipos e o respeito pela dignidade humana. Encontrando-se atualmente em desenvolvimento o III Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação, o Município dá continuidade ao trabalho desenvolvido nesta área, reforçando o seu compromisso com uma comunidade mais justa, inclusiva e livre de discriminação.

Integrado na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação «Portugal + Igual 2018–2030», este instrumento reforça o papel do Município na promoção de políticas públicas de proximidade que contribuam para uma comunidade mais justa, inclusiva e participativa. Com estas comemorações, Portimão reafirma que a igualdade não se esgota numa data comemorativa: é um compromisso diário, construído através do respeito, da participação e das atitudes de cada pessoa.

  •  

Banda Tabu celebrou 40 anos de carreira com uma noite de música e memórias em Mississauga

Fotos (7)
Fotos (3)
Fotos (5)
Fotos (2)
Fotos (4)
Fotos (6)
Fotos (9)
Fotos (1)
Fotos (8)
Fotos (7) Fotos (3) Fotos (5) Fotos (2) Fotos (4) Fotos (6) Fotos (9) Fotos (1) Fotos (8)
 

Fotos: DR

Tony Gouveia assinalou quatro décadas de percurso musical, marcadas pela dedicação à música portuguesa e pela divulgação da cultura nacional junto das comunidades portuguesas no Canadá.

A banda Tabu celebrou, no passado sábado, dia 10 de outubro, os seus 40 anos de carreira, numa noite especial de música, convívio e recordações, realizada no Portuguese Cultural Centre of Mississauga (PCCM), em Mississauga, no Canadá. O evento reuniu música ao vivo, jantar e momentos de celebração de um percurso artístico que marcou várias gerações da comunidade portuguesa. Reno, Jessica Amaro, Jennifer Bettencourt, Carlos e Armando Janeiro, Carlos Borges e John Ferreira deram também um colorido diferente ao serão festivo, enchendo com música de qualidade o PCCM.

A comemoração foi também uma oportunidade para recordar a trajetória de Tony Gouveia, músico ligado à história dos Tabu e uma figura associada à promoção da música portuguesa na diáspora. Antes da realização do espetáculo, Tony Gouveia esteve nos nossos estúdios para dar a conhecer os detalhes desta celebração e recordar os momentos mais marcantes de uma carreira dedicada à música.

O seu percurso foi igualmente tema de conversa no podcast Sentir, Pensar e Agir, conduzido por Rómulo Medeiros Ávila, onde foram abordadas diferentes etapas da sua vida artística, desde os primeiros passos no mundo da música até à consolidação de uma identidade musical própria.

Tabu: quatro décadas a levar a música portuguesa mais longe

Ao longo de 40 anos, os Tabu construíram um percurso marcado pela paixão pela música e pela vontade de conciliar as raízes portuguesas com novas sonoridades e arranjos musicais. A banda conquistou um lugar especial na memória de muitos portugueses no Canadá, marcando presença em concertos, festas e encontros comunitários que ajudaram a fortalecer os laços entre a diáspora e Portugal.

Para além da componente artística, e já em declarações ao nosso jornal, assumem que “a música dos Tabu representou, para muitos emigrantes, uma forma de manter viva a ligação à terra natal, à língua portuguesa e às tradições culturais. As atuações do grupo tornaram-se momentos de encontro entre amigos e familiares, contribuindo para a preservação da identidade portuguesa junto das novas gerações”.

A conversa permitiu também recordar experiências vividas ao longo da carreira, os desafios do meio musical e a importância do trabalho coletivo na construção do percurso da banda. A evolução da comunidade portuguesa no Canadá, bem como as mudanças nos meios de comunicação e nas formas de divulgação musical, foram outros dos temas que marcaram a reflexão sobre estas quatro décadas.

Uma celebração da música e da identidade portuguesa

A noite comemorativa no Centro Cultural Português de Mississauga foi dedicada à celebração dos 40 anos dos Tabu, com jantar, espetáculo ao vivo e artistas convidados, num programa pensado para reunir fãs, amigos e familiares em torno da música e das memórias partilhadas.

Mais do que assinalar uma data, a iniciativa destacou o contributo de Tony Gouveia e dos Tabu para a vida cultural da comunidade portuguesa no Canadá. Ao longo de quatro décadas, o grupo ajudou a dar visibilidade à música portuguesa além-fronteiras, acompanhando as transformações da diáspora e mantendo uma ligação constante às suas origens. A celebração dos 40 anos dos Tabu constituiu, assim, um momento de reconhecimento de um percurso artístico construído com dedicação, criatividade e paixão, reafirmando o papel da música como elemento de união entre gerações e como expressão viva da cultura portuguesa no Canadá.

Romulo Ávila/MS

  •  

A Tôr vai caminhar pela igualdade com vertente solidária

No âmbito das comemorações associadas à temática da Igualdade e do Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação (PMIND), a Câmara Municipal de Loulé, em parceria com a Junta de Freguesia da Tôr, promove, no próximo dia 17 de outubro, sábado, a iniciativa “Caminhar pela Igualdade”.

O evento, que repete o sucesso de edições anteriores, desafia a comunidade a juntar-se por uma causa social e humanitária. A caminhada terá um percurso circular de aproximadamente 6,5 quilómetros, com início e término programados para a frente da Junta de Freguesia da Tôr.

Para além da promoção da igualdade e do desporto, a iniciativa assume também um forte caráter solidário. Todos os/as participantes são convidados a entregar um bem alimentar no momento da concentração. Os bens recolhidos serão posteriormente distribuídos a uma instituição de solidariedade social local, apoiando as famílias mais vulneráveis do concelho.

A concentração dos/as participantes está marcada para as 14h30.

As inscrições estão abertas e devem ser efetuadas até ao dia 16 de outubro, sexta-feira, através dos seguintes contactos: 289 414 908 ou geral@freguesiadator.pt

Junte-se a esta causa. Caminhe connosco pela igualdade e pela solidariedade!

  •  

Sara Rodi promoveu a literatura portuguesa no Canadá

DR.

A convite da Coordenação do Ensino Português no Canadá (CEPE), do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., em parceria com a Embaixada de Portugal no Canadá, a escritora e argumentista portuguesa Sara Rodi deslocou-se ao Canadá para participar em várias iniciativas de promoção da língua e da literatura portuguesa.

Em Otava, Sara Rodi participou na VIII Feira do Livro Ibero-Americana e realizou uma palestra na Saint Paul University, onde apresentou o seu trabalho e teve a oportunidade de contactar diretamente com estudantes e jovens leitores.

A escritora esteve igualmente em Toronto, onde participou num encontro com a comunidade na Livraria Saudade, por ocasião da sua inauguração. O encontro foi dedicado ao seu mais recente romance, O Quanto Amei – Fernando Pessoa e as Mulheres da Sua Vida, uma obra que revisita a figura de Fernando Pessoa através das mulheres que fizeram parte da sua vida.

Sobre a sua passagem pelo Canadá, Sara Rodi descreveu a experiência como “muito especial” e que irá guardar “com muito carinho”.

A escritora falou também sobre o contacto com a comunidade portuguesa em Toronto “tive a oportunidade de apresentar o meu romance O Quanto Amei – Fernando Pessoa e as Mulheres da Sua Vida à comunidade portuguesa, que me acolheu com aqueles abraços que nos fazem sentir em casa”.

Sara Rodi recordou ainda as histórias e partilhas que ouviu durante a sua passagem pelo Canadá:

“Ouvi histórias, partilhas generosas e sonhos para o futuro que não vou esquecer. Foi muito bonito sentir esta ligação através da língua portuguesa e perceber o entusiasmo da comunidade pela literatura e pela cultura portuguesas”.

A escritora agradeceu ao CEPE Canadá, do Camões, I.P., e à Embaixada de Portugal no Canadá pela oportunidade, deixando também uma palavra de reconhecimento à equipa da Livraria Saudade, pelo convite e pela recepção.

A coordenadora do CEPE, Maria do Rosário Gaspar, destacou a importância destas iniciativas na promoção e divulgação da língua portuguesa no Canadá ”foi um final de tarde muito agradável, num espaço chamado “Saudade”, para falar de Fernando Pessoa. Foi muito bom ver a afluência do público e poder partilhar mais esta experiência de promoção e divulgação da língua portuguesa”, afirmou.

Maria do Rosário Gaspar deixou ainda um agradecimento especial a Nancy e Fátima, pela cedência do espaço para a realização do encontro.

A passagem de Sara Rodi pelo Canadá aproximou a literatura portuguesa dos leitores da comunidade e proporcionou novos momentos de encontro em torno da língua, da cultura e da literatura portuguesa.

FP/MS

  •  

Arsenal do Minho celebrou 40 anos de tradição e identidade minhota em Toronto

Arsenal do minho

164A7857
8U1A0237
8U1A0212
8U1A0407
8U1A0415
164A7687
8U1A0226
8U1A0408
8U1A0248
8U1A0423
164A7607
8U1A0202
164A7722
8U1A0390
8U1A0261
164A7686
8U1A0263
8U1A0383
164A7544
8U1A0405
8U1A0314
8U1A0254
8U1A0250
8U1A0421
8U1A0335
8U1A0220
164A7761
8U1A0223
8U1A0241
164A7636
8U1A0277
8U1A0411
8U1A0207
8U1A0417
8U1A0282
8U1A0414
8U1A0270
8U1A0399
164A7858
164A7857 8U1A0237 8U1A0212 8U1A0407 8U1A0415 164A7687 8U1A0226 8U1A0408 8U1A0248 8U1A0423 164A7607 8U1A0202 164A7722 8U1A0390 8U1A0261 164A7686 8U1A0263 8U1A0383 164A7544 8U1A0405 8U1A0314 8U1A0254 8U1A0250 8U1A0421 8U1A0335 8U1A0220 164A7761 8U1A0223 8U1A0241 164A7636 8U1A0277 8U1A0411 8U1A0207 8U1A0417 8U1A0282 8U1A0414 8U1A0270 8U1A0399 164A7858
 

Fotos: Cindy Da Ponte

Quatro décadas de histórias, amizades, famílias e amor às raízes. Foi este o espírito que marcou a celebração dos 40 anos do Arsenal do Minho de Toronto, numa noite em que a comunidade portuguesa se reuniu para recordar o caminho percorrido, celebrar o presente e olhar para o futuro com orgulho nas tradições minhotas.

Ao longo de 40 anos, o Arsenal do Minho tornou-se muito mais do que uma associação. Para muitas famílias, é uma segunda casa, um lugar de encontro onde a música, o folclore e as tradições ajudam a manter viva a ligação a Portugal e, em particular, ao Minho. A celebração assinalou também os 31 anos do Rancho Folclórico do Arsenal do Minho, que continua a transmitir às novas gerações os sons, as danças, os trajes e a cultura minhota.

As comemorações começaram na sexta-feira, 2 de outubro, com o tradicional Porto de Honra, realizado na sede do Arsenal do Minho. Entre abraços, reencontros e memórias, dirigentes, convidados e membros da comunidade deram início a um fim de semana dedicado à história da associação.

Photo: Cindy Da Ponte

No sábado, 3 de outubro, a celebração prosseguiu na LiUNA Local 183, em Toronto, reunindo familiares, amigos, membros da associação e convidados para uma noite dedicada aos 40 anos de história do Arsenal do Minho e às tradições que continuam a unir a comunidade portuguesa.

Entre as presenças estiveram a Presidente da Câmara de Toronto, Olivia Chow, o Presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, a Deputada Federal por Davenport, Julie Dzerowicz, e o Presidente do SC Braga, António Salvador.

A ligação entre Braga e a comunidade minhota em Toronto esteve no centro das palavras de João Rodrigues, que destacou a proximidade que permanece apesar da distância ‘é muito curioso nós chegarmos a tantos quilómetros de distância e vermos em cada uma destas pessoas uma continuação da cidade.” António Salvador sublinhou o orgulho em testemunhar a força da comunidade portuguesa e falou da intenção de reforçar a presença do SC Braga em Toronto, nomeadamente através de iniciativas desportivas dirigidas às crianças e aos jovens.

Fotos: Cindy Da Ponte

Do lado canadiano, Olivia Chow felicitou o Arsenal do Minho pela sua contribuição “para a cultura e pelo dinamismo da cidade de Toronto”, enquanto Julie Dzerowicz deixou uma mensagem de parabéns pelos 40 anos e votos de continuidade e crescimento.

Mas a verdadeira dimensão desta história encontra-se nas pessoas que, ao longo de quatro décadas, deram tempo, trabalho e dedicação à associação. Cristina Garcia falou da alegria de representar o Arsenal do Minho e celebrar “40 anos de vida, tradição e cultura”. Para Joel Bastos, estes são 40 anos de divulgação da cultura e das tradições minhotas no Canadá.

Nelson Martins, responsável pelo Rancho Folclórico, destacou o forte sentido de união que se vive na associação: “Somos uma família de muitos elementos e estou feliz por fazer parte desta família.” André, Vitória, Liliana e Patrizia partilharam também o orgulho de fazer parte desta história e de contribuir para a continuidade das tradições minhotas.

A mesma ligação passa para as novas gerações. Para a família Silva, composta por Nelson, Cláudia, Soraia e Aryana, envolver as crianças na comunidade portuguesa é uma forma de garantir que a cultura e as tradições se mantenham vivas no futuro.”

A noite foi animada por Cláudia Martins e os Minhotos Marotos, num ambiente de música, dança e convívio. Entre gerações, histórias e memórias, os 40 anos do Arsenal do Minho mostraram que uma tradição permanece viva quando é partilhada.

Uma história construída por muitas mãos e muitas famílias, mantendo vivas em Toronto as tradições e as raízes do Minho.

FP/MS

  •  

Santoinho 2026 reuniu mais de mil pessoas num verdadeiro arraial minhoto

Santoinho DR (19)
Santoinho DR (7)
Santoinho DR (20)
Santoinho DR (13)
Santoinho DR (11)
PESG0291
Santoinho DR (17)
Santoinho DR (15)
Santoinho DR (16)
KTHV6268
Santoinho DR (14)
MRWV3450
KVRO2999
IWCD2812
Santoinho DR (6)
Santoinho DR (12)
Santoinho DR (9)
RIUB2017
Santoinho DR (8)
QTNI9643
Santoinho DR (3)
Santoinho DR (18)
MGOX9555
YBGW2567
FTRH0212
Santoinho DR (2)
Santoinho DR (4)
IMIQ0264
Santoinho DR (10)
IBAQ1123
Santoinho DR (1)
YBGW2567
EYTI8238
NKDE1447
Santoinho DR (19) Santoinho DR (7) Santoinho DR (20) Santoinho DR (13) Santoinho DR (11) PESG0291 Santoinho DR (17) Santoinho DR (15) Santoinho DR (16) KTHV6268 Santoinho DR (14) MRWV3450 KVRO2999 IWCD2812 Santoinho DR (6) Santoinho DR (12) Santoinho DR (9) RIUB2017 Santoinho DR (8) QTNI9643 Santoinho DR (3) Santoinho DR (18) MGOX9555 YBGW2567 FTRH0212 Santoinho DR (2) Santoinho DR (4) IMIQ0264 Santoinho DR (10) IBAQ1123 Santoinho DR (1) YBGW2567 EYTI8238 NKDE1447
   

DR.

No passado sábado, o evento da Associação Cultural do Minho de Toronto (ACMT) transformou-se num verdadeiro arraial minhoto, com mais de mil pessoas a encherem o espaço em Etobicoke para celebrar o Santoinho, conhecido como “o maior arraial minhoto no Canadá”. Inspirado nas tradicionais festas e romarias do Minho, o Santoinho mantém desde 1997 viva a cultura e as tradições portuguesas junto da comunidade no Canadá. A noite foi marcada pela gastronomia tradicional, com sardinha assada, caldo verde, bifanas, broa e champarrião, além de muita música e folclore. Os ACMT Bombos “Os Alegres”, os grupos folclóricos, a malhada do milho, a Roda do Santoinho e as atuações do Grupo Kalhambeque animaram uma noite de muita alegria e convívio. A festa terminou com DJ e a tradicional Roda do Santoinho.

Para Carlos Gonçalves, presidente da ACMT, “tudo correu como esperado”. Agradecendo aos mais de 70 voluntários, destacou a “excelente moldura humana” e garantiu que, no próximo ano, “a festa minhota será ainda mais forte”.

Opinião de apaixonados pela cultura minhota.

Para Augusto Bandeira, líder comunitário, apresentador do Roundtable e apaixonado pela cultura minhota, o Santoinho é muito mais do que um espaço de jantar, música e dança. “É uma forma de reviver aquilo que fomos e que, infelizmente, muitas vezes vamos deixando perder”, afirma. Nascido em 1972, em Darque, Viana do Castelo, pelas mãos de António Cunha, o Santoinho tornou-se, ao longo de mais de cinco décadas, uma referência na divulgação da cultura minhota. Para Augusto Bandeira, representa “memória, identidade e orgulho nas nossas raízes” e tem a capacidade de fazer com que quem não conhece o Minho possa “sentir um pouco do Minho”. Com o Encontro Vianense, do qual é responsável, já marcado para 8 de maio de 2027, considera muito importante levar esta tradição ao Canadá, sobretudo para aproximar as novas gerações das suas origens. “É uma forma de levar o Minho a quem está longe da sua terra e de manter vivas as nossas tradições.” Mas o entusiasmo é acompanhado por um apelo à autenticidade. Para Augusto Bandeira, celebrar o Santoinho fora de Portugal só faz sentido se a sua identidade for respeitada. “O folclore deve estar em primeiro lugar, acompanhado pelas músicas tradicionais que ali se ouvem e dançam.” E deixa uma referência especial: “A Marcha do Santoinho é única e verdadeira e deve ser respeitada.”

Conhecedor da história do Santoinho e próximo “dos seus proprietários”, que considera grandes amigos, Augusto Bandeira reforça que a iniciativa canadiana deve procurar ser “o verdadeiro Santoinho, ou pelo menos o mais próximo possível daquilo que ele representa”. “Podemos mudar muitas coisas com o passar dos anos, mas uma cultura só permanece viva quando as novas gerações conseguem perceber, respeitar e sentir aquilo que as gerações anteriores lhes deixaram”, sublinha. E termina com uma mensagem de reconhecimento e, ao mesmo tempo, de responsabilidade: “Parabéns a quem teve a excelente ideia de dar início à celebração deste excelente evento minhoto, mas respeitem o que é verdadeiramente o Santoinho.”

Por seu turno, Maria Melo destaca que “a festa transborda alegria e distingue-se pelo espírito de comunidade e pela gastronomia tradicional”. As sardinhas e febras na brasa, o champarrião, as marchas populares e os conjuntos musicais fazem desta “uma noite muito especial”. Entre os momentos mais marcantes, destaca “a emocionante demonstração do malhar do milho, a tradicional desfolhada minhota”, acompanhada pelo som das concertinas e pelas danças folclóricas. “É a nossa história vestida de festa. É honrar o passado do Minho e fortalecer a nossa identidade luso-canadiana”, afirma Maria, que espera que “este grande arraial continue a ser celebrado, geração após geração, para que as nossas tradições nunca se percam”. “É com grande amor às nossas tradições e com orgulho que continuo a ser voluntária nestes eventos”, conclui.

Mais do que uma noite de festa, o Santoinho voltou a ser um ponto de encontro para a comunidade portuguesa, onde a gastronomia, a música e as tradições minhotas se juntaram para recriar, em Etobicoke, o espírito das romarias.

RMA/MS

  •  

No PCCM, Fado une gerações numa noite de homenagem a Amália Rodrigues

IMG_1366
IMG_1342
IMG_1351
IMG_1329
IMG_1339
IMG_1226
IMG_1321
IMG_1272
IMG_1202
IMG_1213
IMG_1207
IMG_1315
IMG_1227
IMG_1245
IMG_1292
IMG_1248
IMG_1316
IMG_1293
IMG_1261
IMG_1334
IMG_1191
IMG_1250
IMG_1229
IMG_1224
IMG_1281
IMG_1284
IMG_1217
IMG_1366 IMG_1342 IMG_1351 IMG_1329 IMG_1339 IMG_1226 IMG_1321 IMG_1272 IMG_1202 IMG_1213 IMG_1207 IMG_1315 IMG_1227 IMG_1245 IMG_1292 IMG_1248 IMG_1316 IMG_1293 IMG_1261 IMG_1334 IMG_1191 IMG_1250 IMG_1229 IMG_1224 IMG_1281 IMG_1284 IMG_1217
 

Fotos: Cindy Da Ponte

Foi uma noite dedicada à alma de Portugal, onde a música, a emoção e a cultura se encontraram através do fado. O Portuguese Cultural Centre of Mississauga realizou a tradicional Gala de Fado, este ano integrada na primeira edição do Festival Internacional de Fado de Toronto e dedicada a uma das maiores referências da cultura portuguesa: Amália Rodrigues. Realizada há 26 anos, a gala é motivo de orgulho para Jorge Mouselo, presidente do Centro Cultural Português de Mississauga, que destaca a importância de preservar uma tradição já enraizada na comunidade. “Não quero que isto morra”, afirmou, defendendo também uma maior união entre os clubes portugueses no Canadá.

Para Mouselo, a parceria com o Festival Internacional de Fado representa uma oportunidade para abrir o Centro a novos projetos e aproximar diferentes comunidades portuguesas. A gala reuniu artistas vindos de Portugal e talentos ligados à comunidade local, mas o dirigente acredita que, no futuro, poderá haver uma edição especialmente dedicada aos artistas da comunidade. “Os nossos artistas locais mereciam uma noite destas também”, afirmou. Mais do que uma noite de música, a iniciativa pretende celebrar o fado, homenagear Amália Rodrigues e reforçar os laços da comunidade. “Sem o vosso apoio, sem o vosso carinho, nada disto acontecerá”, sublinhou Mouselo.

Entre as artistas participantes esteve Suzy Silva, cuja formação em jazz lhe trouxe novas ferramentas para a composição, harmonia e arranjos, sem alterar a forma como aprendeu a cantar fado. “Eu aprendi a cantar fado da maneira que todos nós aprendemos: a ouvir os antigos”, explicou.

Amália é uma das suas maiores referências, uma espécie de “santa padroeira de todas as fadistas”. Suzy estudou atentamente as suas interpretações, desde a divisão dos versos à dicção e colocação da voz. Interpretar um fado associado a Amália representa, por isso, uma responsabilidade especial. “É impossível tirar do ouvido de quem ouve a versão original, que é grandiosa”, reconheceu. Ainda assim, procura imprimir às interpretações a sua própria identidade, através do “amor e dedicação” que coloca em cada atuação.

Para Suzy, o fado não pode ser reduzido a uma única definição: “É emoção, é música, mas também é um estado de espírito.” A cantora considera uma honra representar os fadistas da comunidade e destaca o crescente interesse pelo género entre públicos francófonos e anglófonos. “O fado tem muita coisa interessante a dar a conhecer ao mundo inteiro”, afirmou.

A cantora portuguesa Lenita Gentil também participou na gala de homenagem a Amália. Feliz por regressar a uma região onde tem muitos amigos, destacou a importância destas iniciativas para os portugueses no estrangeiro. “Onde houver um português tem que haver fado”, afirmou. Lenita recordou o seu percurso, iniciado na canção e marcado por festivais internacionais, até chegar ao fado, influenciada pelo ambiente musical familiar e pelos grandes nomes do género. Considera positivo o crescente interesse dos jovens e de públicos estrangeiros pelo fado, incluindo japoneses e chineses que já cantam e tocam esta música. Para a artista, esse fenómeno demonstra a sua força e universalidade. Recordou ainda a parceria de mais de 20 anos com Natalino de Jesus, com quem gravou Fado para Dois e continua a atuar. Natalino reforça a importância do Fado, numa comunidade onde a “saudade” é a palavra de sentimento.

João Brito, artista e organizador do Festival Internacional de Fado, considera a concretização do projeto um grande desafio. A ideia nasceu e avançou com o apoio de três associações. Apesar dos contratempos, a primeira edição levou o fado a Toronto e Mississauga, com salas bem preenchidas. “Esta é a primeira vez, mas não vai ser a última”, garantiu.

Para as próximas edições, a intenção é crescer gradualmente, envolver mais associações, chegar a outras cidades, incluindo Montreal, e apresentar o fado também a públicos não portugueses através de concertos mais intimistas. “Temos que começar a mostrar o fado”, defende.

Outra prioridade é dar espaço aos artistas da comunidade. Brito quer que o festival funcione como uma “rampa de lançamento” para fadistas e músicos de Toronto, Montreal, Vancouver e outras regiões, mostrando que existem muitos talentos locais que “também fazem bem” e merecem ser conhecidos.

Entre a homenagem a Amália, a tradição da Gala de Fado e os novos caminhos do festival, a noite em Mississauga mostrou que o fado continua vivo: preserva as raízes portuguesas, aproxima gerações e comunidades e, ao mesmo tempo, encontra novos artistas e públicos muito para além de Portugal.

RMA/MS

  •  

Toronto recebeu o 53.º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau

8U1A9361
8U1A9349
8U1A9380
8U1A9355
8U1A9352
8U1A9359
8U1A9369
8U1A9351
8U1A9366
8U1A9377
8U1A9633
8U1A9375
8U1A9657
8U1A9499
8U1A9370
8U1A9513
8U1A9511
8U1A9440
8U1A9361
8U1A9659
8U1A9230
8U1A9517
8U1A9437
8U1A9427
8U1A9454
8U1A9202
8U1A0067
8U1A9216
8U1A9229
8U1A9420
8U1A9527
8U1A0027
8U1A9178
8U1A0120
8U1A0035
8U1A9470
8U1A9442
8U1A9529
8U1A0124
8U1A9237
8U1A9491
8U1A9230
8U1A9405
8U1A0159
8U1A9195
8U1A9204
8U1A9192
8U1A0019
8U1A9415
8U1A9444
8U1A0108
8U1A9210
8U1A9218
8U1A0152
8U1A0061
8U1A0034
8U1A9406
8U1A9234
8U1A9223
8U1A9185
8U1A9206
8U1A0158
8U1A0049
8U1A9224
8U1A9197
8U1A9217
8U1A9188
8U1A0161
8U1A9182
8U1A9201
8U1A9220
8U1A9361 8U1A9349 8U1A9380 8U1A9355 8U1A9352 8U1A9359 8U1A9369 8U1A9351 8U1A9366 8U1A9377 8U1A9633 8U1A9375 8U1A9657 8U1A9499 8U1A9370 8U1A9513 8U1A9511 8U1A9440 8U1A9361 8U1A9659 8U1A9230 8U1A9517 8U1A9437 8U1A9427 8U1A9454 8U1A9202 8U1A0067 8U1A9216 8U1A9229 8U1A9420 8U1A9527 8U1A0027 8U1A9178 8U1A0120 8U1A0035 8U1A9470 8U1A9442 8U1A9529 8U1A0124 8U1A9237 8U1A9491 8U1A9230 8U1A9405 8U1A0159 8U1A9195 8U1A9204 8U1A9192 8U1A0019 8U1A9415 8U1A9444 8U1A0108 8U1A9210 8U1A9218 8U1A0152 8U1A0061 8U1A0034 8U1A9406 8U1A9234 8U1A9223 8U1A9185 8U1A9206 8U1A0158 8U1A0049 8U1A9224 8U1A9197 8U1A9217 8U1A9188 8U1A0161 8U1A9182 8U1A9201 8U1A9220
 

Fotos: Cindy Da Ponte

Toronto foi palco do 53.º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau, um dos mais importantes encontros anuais desta comunidade internacional. Ao longo de vários dias, 280 participantes, representantes de 17 Academias e delegações de mais de uma dezena de países reuniram-se para celebrar a amizade, reforçar laços e, sobretudo, reafirmar o compromisso de ajudar quem mais precisa. A programação estendeu-se por diferentes locais da região, incluindo Toronto, Hamilton, Niagara Falls, Niagara-on-the-Lake, Mississauga e a região vinícola de Niagara. O encontro proporcionou aos participantes uma experiência que combinou convívio, cultura, turismo e tradição, tendo como elo comum a portugalidade.

Uma celebração da identidade portuguesa

O programa culminou com o Jantar de Gala do 53.º Congresso Mundial, realizado no Renaissance by the Creek e apresentado por Rómulo Ávila, numa noite dedicada ao convívio e à celebração da identidade portuguesa além-fronteiras. A cerimónia começou ao som dos hinos do Canadá e de Portugal, num momento simbólico que refletiu a ligação entre os dois países e o espírito internacional das Academias do Bacalhau. A noite contou ainda com atuações da Luso-Can Tuna, Sara Dantas e Karma Band, que animaram o público e contribuíram para um ambiente de festa. Outro momento especial foi a tradicional troca de lembranças entre as Academias, reforçando os laços de amizade que estão na base destes encontros.

Solidariedade no centro da missão

Mais do que um encontro social, o Congresso Mundial voltou a colocar a solidariedade no centro da missão das Academias do Bacalhau. Na abertura, Raoul Gomes, Presidente da Academia do Bacalhau de Toronto, agradeceu a presença das diferentes delegações e destacou a importância da união entre as Academias. Zilda Evangelista, Vice-Presidente da Academia do Bacalhau de Toronto, reforçou igualmente o espírito de entreajuda que caracteriza este movimento. “A Academia é isto: é darmos a mão uns aos outros, ajudarmo-nos e sabermos compreender-nos.” A mensagem esteve presente ao longo de todo o congresso: celebrar a amizade, sem esquecer a responsabilidade social e o apoio às comunidades portuguesas.

Apoio às comunidades portuguesas

Entre as causas em destaque esteve a comunidade portuguesa na Venezuela, que continua a enfrentar importantes desafios económicos e sociais. Paulo Valor, Adido Social da Embaixada Portuguesa na Venezuela, sublinhou a importância de manter uma presença próxima e de continuar a apoiar quem mais necessita. O congresso serviu também para apresentar e reforçar novos projetos de solidariedade, incluindo iniciativas de apoio à terceira idade e programas destinados às novas gerações, nomeadamente através da atribuição de bolsas de estudo.

Uma rede sem fronteiras

A dimensão internacional ficou evidente com a presença de Academias provenientes de vários países. Entre os participantes esteve Rogério Nascimento, da Academia do Bacalhau Mãe, em Joanesburgo, que destacou o orgulho de fazer parte deste movimento e de partilhar em Toronto um momento de união com Academias de todo o mundo. O encontro confirmou assim a força de uma rede que ultrapassa fronteiras e gerações, mantendo uma identidade comum baseada na amizade, solidariedade e portugalidade.

Toronto, ponto de encontro do mundo português

Depois de dias dedicados a reuniões, projetos e solidariedade, o jantar de gala encerrou o congresso num ambiente de música, dança e convívio. Com 280 participantes e 17 Academias, Toronto tornou-se um verdadeiro ponto de encontro da comunidade portuguesa e lusodescendente. O 53.º Congresso Mundial deixou uma mensagem clara: a força das Academias está na capacidade de transformar amizade em solidariedade e tradição em ação.

Em Toronto, a Academia do Bacalhau voltou a demonstrar que a portugalidade não conhece fronteiras — e que ajudar o próximo continua a ser uma das formas mais fortes de manter Portugal presente no mundo.

RMA/MS

  •  

Padre José Edgar Barbosa homenageado em São Miguel de Lobrigos

VTM

A Junta de Freguesia de São Miguel de Lobrigos assinalou, no dia 29 de setembro, as comemorações em honra do seu Padroeiro, São Miguel, numa noite especialmente marcada pela homenagem ao padre José Edgar Barbosa, figura profundamente ligada à vida religiosa e comunitária da freguesia, onde exerceu o seu ministério pastoral entre 1981 e 2025.

Depois da eucaristia celebrada na Igreja Matriz, realizou-se uma homenagem carregada de “significado e emoção”, evocando o percurso, a dedicação e a proximidade do padre Edgar às pessoas e às instituições da freguesia.

Durante a cerimónia, o padre António Luís destacou o trabalho desenvolvido pelo sacerdote José Edgar e a importância da sua ação pastoral ao longo dos anos, recordando a sua presença constante junto da comunidade e o legado que deixou em São Miguel de Lobrigos.

O presidente da Junta de Freguesia, José Afonso Gonçalves, sublinhou a importância de preservar a memória daqueles que marcaram a história da terra e a vida das suas gentes. “Mais do que recordar o padre Edgar, quisemos agradecer-lhe. Agradecer tantos anos de dedicação, de presença, de amizade e de serviço à nossa comunidade. Há pessoas que passam pela nossa terra e há outras que ficam para sempre ligadas a ela. O padre Edgar pertence, sem dúvida, à história e à memória de São Miguel de Lobrigos”.

A homenagem constituiu o ponto central das comemorações de São Miguel, reunindo familiares, comunidade, entidades e muitos daqueles que, ao longo dos anos, conviveram de perto com o sacerdote.

The post Padre José Edgar Barbosa homenageado em São Miguel de Lobrigos appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Semana Cultural Beirã e Festival Internacional de Fado

IMG_3702
IMG_3717
IMG_3725
IMG_3682
IMG_3692
IMG_3676
IMG_3715
IMG_3678
IMG_3710
IMG_3675
IMG_3691
IMG_3679
IMG_3716
IMG_3696
IMG_3693
IMG_3702 IMG_3717 IMG_3725 IMG_3682 IMG_3692 IMG_3676 IMG_3715 IMG_3678 IMG_3710 IMG_3675 IMG_3691 IMG_3679 IMG_3716 IMG_3696 IMG_3693
 

Foto: Francisco Pegado

A Casa das Beiras de Toronto encerrou, no passado sábado, a Semana Cultural Beirã 2026, que regressou este ano após uma interrupção de sete anos. A iniciativa celebrou a cultura e as tradições das Beiras, através da música, do folclore e da gastronomia. 

O fado voltou a fazer parte da programação, desta vez integrado no Festival Internacional de Fado, que trouxe a Toronto fadistas convidados de Portugal e um artista ligado à comunidade portuguesa no Canadá.

A Casa das Beiras recebeu João Brito, Francisco Moreira, Cláudia Leal e José Geadas, numa sessão marcada pela música e pela celebração da cultura portuguesa. Para Bernardino Nascimento, presidente da Casa das Beiras, a adesão do público foi motivo de orgulho e demonstra a importância de continuar a promover estas iniciativas.

“É um orgulho ver esta casa cheia e fazer parte do Festival Internacional de Fado. É uma forma de manter vivas as nossas tradições e a ligação às nossas raízes.”

A importância da colaboração entre as organizações portuguesas foi igualmente destacada por José Eustáquio, presidente da ACAPO, uma das entidades envolvidas na organização do Festival Internacional de Fado. “O fado representa muito para os portugueses e merece o apoio das nossas organizações. É importante trabalharmos em conjunto para manter esta cultura viva.”

Entre os convidados estiveram também José Manuel Pereira, presidente da Junta de Freguesia de Lardosa, e Miguel Pipa, vereador da Câmara Municipal de Viseu, que viajaram de Portugal para participar nas celebrações.

Para José Manuel Pereira, a visita permitiu conhecer de perto a força da presença portuguesa em Toronto “é a primeira vez em Toronto e foi uma grande surpresa encontrar tantos portugueses reunidos. É um orgulho levar este sentimento de volta para Portugal. A Casa das Beiras faz uma importante ligação entre Viseu e Toronto e ajuda a manter vivas as nossas memórias e tradições.”

Miguel Pipa destacou igualmente o significado de encontrar, tão longe de Portugal, uma comunidade que continua próxima da sua terra “é muito especial ver este pedaço de Portugal tão longe da nossa terra. Mesmo fora de Portugal, os portugueses continuam ligados às suas raízes.”

Com a sala cheia, as luzes apagaram-se e as vozes dos fadistas, acompanhadas pela guitarra portuguesa, tomaram conta do espaço. Para os artistas vindos de Portugal, atuar em Toronto foi vivido com felicidade e orgulho, numa oportunidade de representar o país e partilhar a sua cultura.

João Brito, coorganizador do Festival Internacional de Fado, mostrou-se satisfeito com a adesão “estou felicíssimo com a casa cheia. Agora é cantar e presentear este público maravilhoso com um grande espetáculo.” Sobre a participação dos fadistas vindos de Portugal acrescentou “quisemos dar prioridade aos fadistas que vieram de Portugal e mostrar o seu trabalho à nossa comunidade.”

Os fadistas deram voz a diferentes interpretações, perante um público atento e próximo, num ambiente que voltou a demonstrar a força do fado junto dos portugueses no estrangeiro.

O Festival Internacional de Fado prossegue no sábado, 3 de outubro, no Clube Português de Mississauga, com Lenita Gentil, Natalino de Jesus e Suzy Silva.

No dia 10 de outubro, será a vez da Casa do Alentejo receber Maura Airez, José Geadas, Francisco Moreira e Guida Figueira.

A programação continua, assim, a levar o fado a diferentes espaços da comunidade portuguesa na região de Toronto e arredores, juntando artistas de Portugal e do Canadá e celebrando uma das expressões mais marcantes da cultura portuguesa.

Francisco Pegado/MS

  •  

Casa dos Açores recebe autarcas de Lagoa numa noite de encontro entre Portugal e a diáspora

8U1A6331
8U1A6311
8U1A6314
8U1A6292
8U1A6289
8U1A6268
8U1A6285
8U1A6273
8U1A6305
8U1A6320
8U1A6271
8U1A6242
8U1A6208
8U1A6216
8U1A6248
8U1A6220
8U1A6257
8U1A6235
8U1A6251
8U1A6239
8U1A6147
8U1A6201
8U1A6096
8U1A6181
8U1A6125
8U1A6120
8U1A6225
8U1A6119
8U1A6238
8U1A6245
8U1A6126
8U1A6111
8U1A6210
8U1A6131
8U1A6179
8U1A6101
8U1A6230
8U1A6122
8U1A6114
8U1A6104
8U1A6207
8U1A6219
8U1A6157
8U1A6199
8U1A6108
8U1A6100
8U1A6106
8U1A6102
8U1A6128
8U1A6172
8U1A6121
8U1A6234
8U1A6232
8U1A6226
8U1A6092
8U1A6243
8U1A6227
8U1A6212
8U1A6213
8U1A6117
8U1A6134
8U1A6331 8U1A6311 8U1A6314 8U1A6292 8U1A6289 8U1A6268 8U1A6285 8U1A6273 8U1A6305 8U1A6320 8U1A6271 8U1A6242 8U1A6208 8U1A6216 8U1A6248 8U1A6220 8U1A6257 8U1A6235 8U1A6251 8U1A6239 8U1A6147 8U1A6201 8U1A6096 8U1A6181 8U1A6125 8U1A6120 8U1A6225 8U1A6119 8U1A6238 8U1A6245 8U1A6126 8U1A6111 8U1A6210 8U1A6131 8U1A6179 8U1A6101 8U1A6230 8U1A6122 8U1A6114 8U1A6104 8U1A6207 8U1A6219 8U1A6157 8U1A6199 8U1A6108 8U1A6100 8U1A6106 8U1A6102 8U1A6128 8U1A6172 8U1A6121 8U1A6234 8U1A6232 8U1A6226 8U1A6092 8U1A6243 8U1A6227 8U1A6212 8U1A6213 8U1A6117 8U1A6134
 

Fotos: Cindy Da Ponte

A Casa dos Açores do Ontário acolheu uma iniciativa marcada pelo encontro entre a comunidade e representantes do município de Lagoa, numa jornada dedicada à cultura, à identidade portuguesa e aos laços que unem os Açores à sua diáspora.
O encontro contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, e da Vereadora Albertina Oliveira, recebidos pela direção da Casa dos Açores e pelos membros da comunidade com uma mensagem centrada na importância de manter vivas as raízes açorianas e portuguesas, mesmo longe do arquipélago.
A sessão começou com uma mensagem de boas-vindas, na qual foi sublinhado o papel da Casa dos Açores enquanto espaço de encontro e de preservação da identidade. “A Casa dos Açores é açoriana, sim — e com muito orgulho. Mas, acima de tudo, é portuguesa. É de Portugal”, foi uma das ideias centrais deixadas na abertura da noite pelo MC e representante dos sócios, Rómulo Ávila. A mensagem destacou ainda que a instituição pretende ser uma casa aberta a todos, independentemente da ilha de origem ou da ligação específica aos Açores, promovendo aquilo que une a comunidade: as raízes, a cultura, a memória e o sentimento de pertença. Ao longo da intervenção de abertura, foi recordado que viver longe de Portugal não significa perder a ligação à terra de origem. A língua, a música, a gastronomia, as tradições, as memórias familiares e a saudade foram apontadas como elementos que continuam a aproximar portugueses e açorianos espalhados pelo mundo. A presença da comitiva de Lagoa foi, nesse contexto, apresentada como uma oportunidade para reforçar os laços entre a comunidade residente no estrangeiro e a terra de origem.
“Receber dois representantes de uma autarquia é receber um pedaço dos nossos Açores, mas, sobretudo, de Portugal”, foi referido durante a sessão. A imagem dos dois lados do Atlântico esteve igualmente presente na mensagem do MC: “uma comunidade que vive longe, mas que continua ligada às suas origens através da memória, da cultura e das relações construídas ao longo das gerações”.
Por seu turno, a presidente da Casa dos Açores, Suzanne da Cunha, realizou a intervenção de receção, dando as boas-vindas aos convidados e à comunidade presente, destacando o papel da instituição como pilar da açorianidade, mas nunca esquecendo que é Portugal o expoente máximo.
Depois da intervenção de Matthew Correia, Conselheiro da Diáspora Açoriana, foi servido o jantar bem preparado por Patricia Borges (Caloura Bar and Grill), coadjuvada pelas voluntárias da organização.
A intervenção de Vitor Silva, coordenador político, abriu a segunda ronda discursiva, debruçando-se sobre o verdadeiro papel da diáspora, muitas vezes esquecida pelos governos.
Manuel Da Costa, empresário, filantropo e líder da Magellan, dirigiu palavras de incentivo à comunidade e realçou os avanços do “Lar Magalhães”, informando os presentes do verdadeiro ponto da situação da obra e dos passos a dar no futuro. “A união e ajuda de todos” são as palavras de ordem.
Um dos momentos aguardados da noite foi a participação da representação municipal de Lagoa, com a intervenção do presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, reforçando a “ligação entre a comunidade açoriana na diáspora e o município de origem, num encontro que procurou aproximar instituições, comunidade e território”. Lagoa foi apresentada pelo autarca “como parte de uma memória coletiva que ultrapassa fronteiras geográficas e que continua presente na vida daqueles que deixaram os Açores para construir novas vidas noutras partes do mundo”. O programa incluiu também a intervenção de Patricia Borges, empresária e uma das responsáveis pela organização do encontro. A sua participação integrou a dimensão empresarial e comunitária da iniciativa, evidenciando também o papel dos membros da diáspora na criação de redes, projetos e relações entre diferentes comunidades.
“Temos um pé em terra e outro no mar.” Uma frase que traduz a ligação de quem mantém as raízes nos Açores enquanto constrói a sua vida longe de casa. Entre o Atlântico e a terra de acolhimento, a Casa dos Açores continua a ser uma ponte de cultura, língua, tradições e pertença. Açores no coração. Portugal na alma. E a Casa como ponte entre nós.

Romulo Ávila/MS

  •  

Sporting FC Academy of Toronto celebra 15 anos de formação, futebol e comunidade

Atletas da Sporting Academy of Toronto e Convidados. Foto: Franciso Pegado

Quinze anos de história, dedicação e paixão pelo futebol. Foi assim que a Sporting FC Academy of Toronto celebrou, no passado sábado (19), o seu 15.º aniversário, numa gala que reuniu atletas, famílias, treinadores, dirigentes, convidados vindos de Portugal e toda a comunidade.

Ao longo destes 15 anos, a Academia tem sido muito mais do que um espaço dedicado ao futebol. Tem sido um lugar de crescimento, amizade e desenvolvimento, onde jovens de diferentes origens aprendem, dentro e fora das quatro linhas, valores como respeito, disciplina, companheirismo e espírito de comunidade.

Durante a cerimónia dos 15 anos da Sporting FC Academy of Toronto, o presidente Paulo Pereira destacou o percurso realizado ao longo de década e meia e reconheceu o contributo de todos os que ajudaram a construir e desenvolver o projeto.

“Celebrar 15 anos é celebrar o trabalho, a dedicação e a confiança de muitas pessoas que acreditaram neste projeto desde o início. Temos de agradecer aos atletas, famílias, treinadores, dirigentes, patrocinadores e parceiros da comunidade que fizeram parte desta caminhada”, afirmou.

Paulo Pereira destacou também os desafios para o futuro, com a aquisição de um novo estádio de futebol entre os principais objetivos da direção. “Depois do encerramento forçado do Brock Stadium, percebemos ainda mais a importância de termos uma casa própria e melhores condições para os nossos jovens”, explicou.

O presidente reforçou ainda que este objetivo exige o apoio da comunidade, dos conselhos escolares e dos diferentes níveis de Governo, salientando que “o futuro da Academia passa por criar mais oportunidades para os jovens através do futebol”.

Vindos de Portugal, André Lourenço e Filipe Costa, coordenadores técnicos da formação de jovens do Sporting Clube de Portugal, clube-mãe da Academia, estiveram presentes para partilhar a sua experiência e visão sobre o desenvolvimento dos jovens atletas. Os dois técnicos destacaram o trabalho realizado em Toronto e mostraram-se orgulhosos da evolução dos jovens, reforçando a importância de uma formação baseada em valores, metodologia e paixão pelo futebol.

Reconhecimento e oportunidades

Em destaque esteve, mais uma vez, o Christopher McCurbin-Parkin Award, conquistado por Sebastian Pedrosa. Pela primeira vez, foi também atribuído o Founders Scholarship Award, entregue a Michael Fonseca, reforçando o compromisso da Academia com o desenvolvimento dos jovens dentro e fora do futebol.

Atualmente, a Sporting FC Academy of Toronto conta com cerca de 250 atletas, 14 treinadores, três Technical Leads e um diretor de operações.

A noite, animada pelos Tuga Nights, foi marcada por emoção e celebração. Juntos, atletas, famílias, treinadores e convidados celebraram 15 anos de história e olharam para o futuro.

Porque na Sporting FC Academy of Toronto não se formam apenas atletas: formam-se pessoas, revelam-se talentos e fortalecem-se valores para a vida.

Franciso Pegado/MS

  •  

Semana Cultural Beirã 2026 celebrou tradições, gastronomia e cultura portuguesa

 

8U1A5954
8U1A6021
8U1A6045
8U1A5945
8U1A5971
8U1A6010
8U1A5937
8U1A5924
8U1A5939
8U1A5933
8U1A5992
8U1A6082
8U1A6053
8U1A5916
8U1A6073
8U1A5947
8U1A5957
8U1A5931
8U1A5977
8U1A5949
8U1A5928
8U1A5995
8U1A6008
8U1A6000
8U1A5954 8U1A6021 8U1A6045 8U1A5945 8U1A5971 8U1A6010 8U1A5937 8U1A5924 8U1A5939 8U1A5933 8U1A5992 8U1A6082 8U1A6053 8U1A5916 8U1A6073 8U1A5947 8U1A5957 8U1A5931 8U1A5977 8U1A5949 8U1A5928 8U1A5995 8U1A6008 8U1A6000
 

Fotos: Cindy Da Ponte

A Semana Cultural Beirã 2026 iniciou-se a 19 e termina amanhã, 26 de Setembro, reunindo a comunidade em torno da gastronomia tradicional, do folclore, da cultura, da música e do convívio. Ao longo de oito dias, a iniciativa apresentou um programa diversificado, com almoços e jantares regionais, atuações de grupos folclóricos, músicos e artistas convidados, proporcionando momentos de celebração da cultura e das tradições das Beiras. 

A programação arrancou no sábado, dia 19, com a abertura oficial, seguida de um jantar regional que incluiu caldo verde, carne de porco e vitela assada no forno. A noite contou com a participação de Telmo Rodrigues, vindo de Portugal, e do Conjunto Musical Santa Fé.

No domingo, dia 20, o programa prosseguiu com gastronomia tradicional e um Festival de Folclore, que contou com a participação do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu, entre outros momentos de animação. A noite terminou com jantar regional e a atuação de Jéssica Vidal. Durante a segunda-feira, a gastronomia voltou a estar em destaque, acompanhada pela atuação do Rancho Folclórico de Vaughan e de Telmo Rodrigues.

Uma semana de tradição e convívio

A terça-feira foi dedicada aos patrocinadores e à comunicação social, numa noite que contou com a presença do Rancho Folclórico da Associação Cultural do Minho e de Telmo Rodrigues. Na quarta-feira realizou-se a tradicional Festa da Sopa, em formato de concurso, com a participação da Casa das Beiras, Casa do Alentejo, Casa dos Açores e Casa da Madeira. A animação ficou ainda marcada pelas atuações do Rancho Folclórico do Académico de Viseu e do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu.

A quinta-feira teve como tema central a juventude. A programação contou com atuações do So Dance Studios, Performance Teen, Os Desafinados da Casa das Beiras e DJ Anthony, proporcionando uma noite diferente e direcionada às novas gerações.

Fados encerraram a programação

Um dos momentos de destaque aconteceu na sexta-feira, dia 25, com uma Noite de Fados. A iniciativa contou com João Brito e os seus músicos, vindos de Portugal, bem como com Cláudia Leal, acompanhada por José Geladas, na guitarra portuguesa, e Francisco Moreira, na viola baixo. A Semana Cultural Beirã terminou no sábado, dia 26, com mais um dia dedicado à gastronomia e ao convívio. O encerramento contou com a atuação do Rancho Folclórico Verde Gaio de Lordosa, Viseu, e de Pedro Joel e sua banda.

Ao longo da semana, a gastronomia teve também um lugar de destaque, trazendo à mesa sabores das diferentes regiões portuguesas — da chanfana ao bacalhau à lagareiro, dos rojões ao leitão, passando pelo arroz de pato e pela carne de porco à moda das Beiras. 

A Semana Cultural Beirã 2026 foi, assim, muito mais do que uma semana de encontros. Foi uma viagem pelas Beiras — Baixa, Alta e Litoral — feita de sabores, música, folclore, memórias e convívio. À mesa e nos palcos, cruzaram-se tradições que continuam vivas e que passam de geração em geração. Porque a Beira não é apenas uma região: é a terra dos pais e dos avós, das aldeias, das festas, dos sabores e das histórias que levamos connosco.

Entre terras diferentes, permanece uma ligação comum. Uma só identidade, feita de muitas memórias.

Muitas terras, uma só alma — a alma de quem nunca esquece as suas raízes.

Bernardino Nascimento e toda a sua equipa estão de parabéns por terem dado vida a esta celebração e por manterem tão vivas as nossas raízes, tradições e o orgulho de sermos beirões.

Romulo Ávila/MS

  •  
❌