❌

Reading view

A carreira deixou de ser um destino. É uma experiência em construção


A forma como trabalhamos e como definimos o que é ter uma carreira está a mudar. Para as novas gerações, entrar no mercado de trabalho deixou de seguir a típica linha linear em que se encontra um trabalho estável, onde se fica por muitos anos. Hoje, os jovens procuram empresas onde possam aprender de forma contínua, desenvolver novas competências e, sobretudo, empresas que promovam um bem-estar holístico.

Por isso, as empresas têm de ter a capacidade para dotar as novas gerações com ferramentas, competências e experiências necessárias para prosperar num mercado em constante transformação. É esta visão que está na base da estratégia do L’Oréal Groupe, que procura posicionar-se não apenas como empregador, mas também como uma escola de talento, criando oportunidades de formação, desenvolvimento e colocando o bem-estar dos seus colaboradores no centro.

A aprendizagem não termina com o diploma

Iniciativas como o programa L’Oréal For Youth procuram criar uma ponte entre os jovens e o mercado de trabalho, através de coaching e formação em áreas de elevada procura, mesmo antes do primeiro emprego.

Num mercado global em rápida transformação, onde se estima que cerca de 44% das competências profissionais venham a mudar nos próximos anos, o L’Oréal Groupe posiciona-se como uma autêntica plataforma de aprendizagem contínua (skills over roles), capacitando as equipas em áreas críticas de futuro como a Inteligência Artificial, o digital, a ciência e a sustentabilidade. A carreira não segue fórmulas rígidas: é cocriada à medida das ambições e do potencial de cada pessoa, estimulando a autonomia através do compromisso interno de “gerir o negócio como se fosse seu” (run it as your own business), onde há espaço para experimentar, inovar e aprender.

A aposta começa, em muitos casos, nos estágios. Com uma presença marcante de talento jovem nas equipas de Portugal e Espanha, o Programa L’Internship, com duração de até 12 meses em áreas estratégicas do negócio, afirma-se como a principal porta de entrada e o grande motor de recrutamento para a integração definitiva nos quadros da companhia, com mais de 40% dos estagiários integrados.

Mais do que uma porta de entrada, o estágio pode assim funcionar como o início de uma relação profissional construída ao longo do tempo. Longe de ser uma experiência passageira, o programa funciona como uma bolsa contínua de talento e o ponto de partida para percursos sólidos, reafirmando o compromisso do L’Oréal Groupe em investir nas pessoas e acompanhar cada colaborador ao longo de todo o seu ciclo de vida profissional, desde o primeiro dia até às etapas mais maduras da sua carreira.

Uma carreira também pode (e deve) atravessar fronteiras

Se o escritório deixou de ser apenas um lugar onde se trabalha, a experiência profissional também já não precisa de estar limitada a um único mercado.

A possibilidade de trabalhar noutras geografias pode representar uma oportunidade de aprendizagem tão relevante quanto uma formação. Contactar com diferentes culturas, equipas e mercados permite desenvolver competências profissionais e pessoais que dificilmente se aprendem apenas numa sala de aula.

Como líder mundial absoluto em beleza, presente em mais de 150 países e com um ecossistema de 40 marcas globais, a mobilidade internacional é um dos grandes diferenciais do L’Oréal Groupe, e um dos eixos integrados na formação dos seus colaboradores.

A dinâmica integrada de trabalho entre as equipas de Portugal e de Espanha potencia esta realidade no dia a dia. Os profissionais beneficiam de oportunidades concretas de mobilidade funcional, interdepartamental e geográfica entre os dois mercados, assegurando um contacto regular com projetos estratégicos conjuntos e ambientes multiculturais que aceleram a projeção internacional de cada talento.

Paralelamente, a L’Oréal aposta na Mentoria Inversa (Reverse Mentoring), promovendo uma partilha bidirecional onde perfis mais jovens orientam líderes seniores em matérias de tendências digitais e novas perspetivas socioculturais, enquanto os colaboradores mais seniores partilham a sua inteligência de negócio e visão estratégica. Uma dinâmica que assegura a aprendizagem contínua e a valorização do talento em todas as idades.

Alinhamento com o “eu completo”

Já não existe uma separação rígida entre a vida profissional e a pessoal. O bem-estar passa, por isso, a ser parte da própria experiência profissional. Os interesses pessoais, o desporto e os hobbies não são vistos como meros benefícios extra, mas como dimensões que enriquecem a criatividade, a resiliência e a energia no ambiente de trabalho.

No L’Oréal Groupe, esta visão está materializada no Be Well, iniciativa lançada em 2022 com o objetivo de democratizar o bem-estar físico e emocional dos colaboradores.

A implementação do programa traduziu-se numa evolução visivelmente positiva no clima interno da organização, impulsionando a satisfação das equipas e consolidando a cultura de “respeito pelo indivíduo” e de “conciliação entre vida pessoal e profissional”.

O programa assenta em quatro dimensões, encaradas como ferramentas do quotidiano:

  • Body, focado na saúde física, no qual, além de incentivar a prática desportiva entre as equipas, foram disponibilizados ginásios nas sedes de Lisboa e Madrid.
  • Mind, através do qual um coach certificado apoia os colaboradores nas suas preocupações e saúde mental, para além da prescrição de outros recursos.
  • Nutrição, disponibilizando um especialista em nutrição e a recomendação de programas de alimentação saudável no escritório.
  • Hábitos saudáveis: outros benefícios complementares, tais como apoio para cessação tabágica, mindfulness ou meditação guiada.

Flexibilidade 360 e benefícios reais: O Programa Share & Care

Outro dos objetivos consiste em facilitar que todos os colaboradores desfrutem da sua vida pessoal enquanto se envolvem plenamente no seu desenvolvimento profissional.

Em resposta direta às exigências do mercado de trabalho, onde a flexibilidade é apontada por 37% dos candidatos em Portugal como um critério decisivo, o Grupo disponibiliza:

  • Modelo híbrido: teletrabalho estruturado (com possibilidade de até 1 dia por semana para estagiários e até 2 dias por semana para colaboradores efetivos em funções elegíveis).
  • Flexibilidade horária e descanso: flexibilidade de horários, possibilidade de saída às sextas-feiras às 15:00 (mediante compensação semanal) e atribuição do dia de aniversário como dia de descanso pago.

A par destas medidas, o L’Oréal Groupe assegura, através do programa global Share & Care, um pacote abrangente de benefícios que protege o colaborador e a sua família:

  • Apoio às famílias e futuro financeiro: atribuição de subsídio anual de livros escolares (para colaboradores estudantes e filhos de colaboradores) e plano de pensões desenhado para a proteção e poupança a longo prazo.
  • Saúde e prevenção permanente: acesso a medicina online 24/7 e a uma Linha de Apoio ao Colaborador com acompanhamento psicológico e social extensível ao agregado familiar direto.

Trabalhar com um propósito

Uma carreira não se constrói apenas através de competências, experiências ou benefícios. Para uma nova geração de profissionais, a relação entre os valores pessoais e os valores da empresa assume também um peso crescente.

É aqui que entram as comunidades internas do L’Oréal Groupe, as chamadas “Tribos”, criadas em torno de interesses e causas partilhadas.

A Tribo Out @ L’Oréal, dedicada à comunidade LGBTIQ+, trabalha questões de inclusão, visibilidade e sensibilização, procurando contribuir para um ambiente de trabalho seguro e para que os benefícios corporativos considerem diferentes realidades familiares. Já a Tribo da Sustentabilidade envolve as equipas nos objetivos do programa L’Oréal for the Future, promovendo ações relacionadas com a redução do impacto ambiental e hábitos mais responsáveis.

Também aqui a ideia é que o trabalho não exista desligado daquilo que cada pessoa valoriza. O propósito deixa de ser apenas uma mensagem corporativa e passa a ser uma dimensão viva da experiência de quem trabalha na organização, em linha com o propósito global do Grupo: Criar a beleza que faz avançar o mundo.

  •  

“A Bolsa Vila Verde + Superior nasceu da preocupação em apoiar quem pretende prosseguir estudos superiores”


Criar oportunidades para os jovens e investir no seu desenvolvimento pessoal e cultural são os objetivos de dois projetos do Município de Vila Verde distinguidos na 7.ª edição do Prémio Autarquia do Ano – Grupo Mosqueteiros. A Bolsa Vila Verde + Superior procura garantir que as dificuldades económicas não condicionam o acesso ao ensino superior, enquanto o FIT — Festival Infantojuvenil de Teatro aproxima crianças e jovens das artes, estimulando a criatividade e o gosto pela expressão teatral. Com estas iniciativas, o município pretende reforçar a igualdade de oportunidades e promover a educação e a cultura como pilares do desenvolvimento da comunidade.

O que representa para a vossa autarquia ter sido distinguida no Prémio Autarquia do Ano 2026 – Grupo Mosqueteiros?

Para o Município de Vila Verde, receber duas distinções no Prémio Autarquia do Ano 2026 – Grupo Mosqueteiros representa um motivo de enorme satisfação e orgulho, sobretudo pelo significado dos projetos reconhecidos e pelo impacto que procuram gerar na comunidade.

Por um lado, a Bolsa Vila Verde + Superior traduz a preocupação em criar melhores oportunidades para os jovens prosseguirem os seus estudos e concretizarem os seus objetivos. Por outro, o FIT — Festival Infantojuvenil de Teatro de Vila Verde demonstra a aposta na cultura como espaço de aprendizagem, criatividade e descoberta, aproximando as novas gerações das artes e da expressão teatral.

São dois prémios que reconhecem áreas distintas, mas que partilham uma mesma essência: investir nas pessoas e criar condições para que cada geração possa construir o seu próprio caminho.

Recebemos este reconhecimento não como um ponto de chegada, mas como um incentivo para continuar a fazer mais e melhor por Vila Verde. Porque o desenvolvimento de um município não se mede apenas pelas obras que realiza, mas também pelas oportunidades que proporciona, pelos horizontes que abre e pelo futuro que ajuda a construir para a sua comunidade.

Quais foram as razões e necessidades que estiveram na origem do(s) projeto(s) distinguidos?

Na origem dos dois projetos distinguidos estiveram necessidades concretas e uma visão comum: criar melhores oportunidades para as pessoas e investir naquilo que consideramos essencial para o futuro de Vila Verde — os nossos jovens, a sua formação e o seu desenvolvimento pessoal e cultural.

A Bolsa Vila Verde + Superior nasceu da preocupação em apoiar quem pretende prosseguir estudos superiores, reconhecendo que as dificuldades económicas nunca devem condicionar percursos académicos ou limitar ambições. Acreditamos que o acesso à educação exige condições reais para que cada jovem possa concretizar o seu potencial.

Por sua vez, o FIT — Festival Infantojuvenil de Teatro de Vila Verde surgiu da vontade de aproximar as novas gerações da cultura, estimulando a criatividade e o gosto pelas artes. Mais do que proporcionar espetáculos, trata-se de cultivar desde cedo uma relação com a cultura que contribua para a formação de cidadãos mais criativos, participativos e atentos ao mundo.

Apesar das suas naturezas distintas, ambos os projetos partilham a mesma convicção: uma comunidade desenvolve-se verdadeiramente quando investe nas pessoas. Foi essa visão que orientou estas iniciativas e que continua a guiar a nossa atuação — construir um concelho onde os jovens possam concretizar os seus projetos de vida, tendo a educação e a cultura como pilares do futuro coletivo.

Que principais desafios enfrentaram no desenvolvimento e concretização do(s) projeto(s) — e de que forma foram superados?

Os desafios foram distintos em cada projeto, mas ambos partiram de uma preocupação comum: criar oportunidades reais para as novas gerações de Vila Verde.

No caso da Bolsa Vila Verde + Superior, o principal objetivo é assegurar que os jovens possam prosseguir os seus estudos sem que as dificuldades económicas condicionem os seus sonhos e ambições. Superar este desafio implica olhar para a educação como o maior investimento no futuro, promovendo uma verdadeira igualdade de oportunidades.

Já no FIT — Festival Infantojuvenil de Teatro de Vila Verde, o desafio passou por aproximar as crianças e os jovens do teatro, despertando o interesse pelas artes e integrando a cultura no seu crescimento. Esta concretização exigiu capacidade de mobilização e uma programação que tornasse a experiência artística apelativa e acessível.

Em ambos os casos, a resposta consistiu em transformar necessidades em iniciativas concretas, com uma visão orientada para o futuro. Mais do que ultrapassar obstáculos, procurámos criar respostas com significado profundo para a comunidade.

A distinção de Vila Verde nestas duas áreas demonstra que o desenvolvimento de um concelho não se mede apenas por infraestruturas, mas sobretudo pelo investimento nas pessoas. É este compromisso com a educação, com a cultura e com o futuro que nos motiva a continuar a trabalhar por uma Vila Verde cada vez mais próspera e inclusiva.

De que maneira o(s) projeto(s) distinguidos têm impactado a vida da comunidade local? Pode partilhar algum exemplo concreto?

O impacto destes dois projetos vai muito além dos seus objetivos imediatos: traduz-se em oportunidades que se abrem, horizontes que se alargam e experiências que podem marcar o percurso de uma vida. É essa capacidade de fazer a diferença na vida das pessoas que dá verdadeiro sentido ao trabalho desenvolvido pelo Município de Vila Verde.

Com a Bolsa Vila Verde + Superior, procuramos que as condições económicas não sejam um obstáculo à concretização dos sonhos académicos dos nossos jovens. Este apoio representa uma forma de reconhecer o mérito das suas ambições, apoiar as famílias e reforçar a importância da educação como instrumento de mobilidade social e de construção de futuro. Cada jovem que encontra condições para prosseguir os seus estudos representa uma oportunidade de crescimento pessoal e um contributo para o desenvolvimento do nosso concelho.

Por sua vez, o FIT — Festival Infantojuvenil de Teatro de Vila Verde cria oportunidades para que as crianças e os jovens descubram a riqueza do teatro e das artes, desenvolvam a criatividade e contactem com novas formas de expressão. O envolvimento dos públicos mais jovens e da comunidade educativa é fundamental para criar hábitos culturais e demonstrar que a cultura não é apenas um espetáculo a que se assiste, mas também uma experiência que nos transforma, nos questiona e nos ajuda a compreender melhor o mundo.

Embora atuem em áreas diferentes, os dois projetos partilham um impacto essencial: ajudam a criar condições para que os jovens cresçam com mais oportunidades, mais conhecimento e uma visão mais ampla do futuro.

É este o legado que queremos construir em Vila Verde: um concelho onde ninguém sinta que os seus sonhos estão limitados pelas circunstâncias e onde cada criança e cada jovem tenha a oportunidade de descobrir o seu potencial. Porque investir na educação e na cultura é, acima de tudo, investir nas pessoas e na comunidade que queremos deixar às próximas gerações.

Quais são as perspetivas de futuro em relação a este(s) projeto(s)? Pretendem dar continuidade, expandi-los ou adaptá-los a outras áreas?

A nossa visão para o futuro é clara: queremos dar continuidade a estes projetos, reforçar o seu impacto e garantir que continuam a responder às ambições da população de Vila Verde. Esta distinção dupla é um reconhecimento importante, mas representa sobretudo a responsabilidade de continuar a fazer destas iniciativas verdadeiros motores de desenvolvimento local.

No caso da Bolsa Vila Verde + Superior, pretendemos manter esta aposta estratégica no futuro dos jovens, assegurando que a situação económica nunca seja um impedimento à concretização de objetivos académicos. Cada estudante apoiado é um investimento direto no futuro coletivo do nosso concelho.

Quanto ao FIT — Festival Infantojuvenil de Teatro de Vila Verde, queremos continuar a valorizar a iniciativa, alargando o envolvimento das escolas, das famílias e da comunidade. A nossa ambição é que o festival cresça de forma sustentada, despertando talentos e formando novos públicos para a cultura.

Em suma, o nosso propósito vai além de dar continuidade ao que já existe: queremos inovar, melhorar as respostas e ampliar os benefícios para a comunidade. A expansão desta experiência a outras áreas continuará a ser guiada pelas necessidades reais do território e pelo valor que acrescenta à vida dos nossos cidadãos.

  •  

Semear Cinfães passa de 500 para 7.200 participantes em três anos


O Município de Cinfães foi distinguido na 7.ª edição do Prémio Autarquia do Ano – Grupo Mosqueteiros por projetos que procuram responder a necessidades concretas da população, em áreas tão diversas como o apoio às famílias, a educação, o desporto, a agricultura e o turismo. Entre as iniciativas distinguidas, o Semear Cinfães destaca-se pelo crescimento da participação, passando de 500 inscritos, em 2023, para mais de 7.200 participantes, em 2026. Já o Cuidar Cinfães, dedicado à identificação precoce de dificuldades no desenvolvimento infantil, acompanhou cerca de 300 alunos desde o seu início, em outubro de 2024. O município faz o balanço dos projetos e revela as perspetivas de continuidade e desenvolvimento.

O que representa para a vossa autarquia ter sido distinguida no Prémio Autarquia do Ano 2026 – Grupo Mosqueteiros?

As distinções atribuídas ao Município de Cinfães no Prémio Autarquia do Ano 2026 – Grupo Mosqueteiros representam um motivo de enorme orgulho e o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver em diferentes áreas de intervenção municipal, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população e promover o desenvolvimento do concelho.

Este reconhecimento valoriza projetos que procuram responder a necessidades concretas da comunidade, desde o apoio às famílias e a promoção da inclusão até à educação, ao desporto, à dinamização da economia local e à valorização do património e dos recursos turísticos do território.

Mais do que distinguir iniciativas individuais, estas distinções constituem um incentivo à continuidade de uma estratégia de desenvolvimento assente na proximidade às pessoas, na valorização dos recursos locais, na cooperação com as instituições e na construção de respostas ajustadas às características e necessidades do concelho.

Recebemo-las, por isso, com satisfação, mas também com um sentido acrescido de responsabilidade para continuar a inovar, a consolidar os projetos existentes e a criar oportunidades que contribuam para um território mais inclusivo, dinâmico e sustentável.

Quais foram as razões e necessidades que estiveram na origem do(s) projeto(s) distinguidos?

Apoio Social — Apoio à Família | «SóEntreNós»

O projeto surgiu da necessidade de reforçar o acompanhamento das famílias, promovendo o desenvolvimento de competências parentais, a literacia em saúde infantojuvenil e a identificação precoce de eventuais sinais de alerta no desenvolvimento das crianças e dos jovens. A sua criação procura, acima de tudo, estabelecer uma relação de proximidade com as famílias, proporcionando-lhes informação, orientação e apoio ajustados às suas necessidades.

Desporto e Vida Saudável — Desporto Inclusivo | «Programa Municipal de Desporto Inclusivo»

Este projeto responde à necessidade de promover a igualdade de oportunidades no acesso à prática desportiva, reduzindo barreiras que possam limitar a participação de pessoas com diferentes capacidades físicas ou cognitivas. Pretende criar condições para uma prática mais acessível, regular e inclusiva, reconhecendo o desporto como um instrumento de participação, bem-estar e integração social.

Desporto e Vida Saudável — Apoio ao Desporto Amador | «Programa Municipal de Apoio ao Desporto Amador»

A iniciativa surgiu da importância de reforçar as condições para a prática desportiva não profissional, apoiando o movimento associativo e incentivando a participação dos munícipes em atividades físicas e desportivas. Pretende contribuir para uma oferta desportiva mais acessível, promover hábitos de vida saudáveis e valorizar o papel dos clubes e das associações na dinamização da comunidade.

Economia — Incentivos à Agricultura | «Semear Cinfães»

O projeto nasceu da necessidade de valorizar a agricultura e reforçar a ligação da população ao mundo rural, promovendo o aproveitamento dos recursos e dos terrenos disponíveis e contribuindo para a economia familiar. Simultaneamente, procura incentivar a recuperação de terrenos abandonados, favorecendo uma gestão mais cuidada do território e contribuindo para a prevenção do risco de incêndio rural.

Educação — Bem-Estar e Saúde Mental em Contexto Escolar | «Gabinete Psicoterapêutico – Cuidar Cinfães»

A criação deste projeto resultou da identificação de necessidades de intervenção precoce em crianças, em particular em idade pré-escolar, ao nível da linguagem e comunicação, das competências cognitivas e do desenvolvimento socioemocional. Através de uma resposta ajustada às necessidades identificadas, pretende-se promover o desenvolvimento harmonioso das crianças, apoiar as famílias e prevenir o agravamento de dificuldades que possam comprometer o percurso educativo e o bem-estar emocional.

Turismo — Turismo Rural | «Quinta da Forna»

O projeto surgiu da vontade de preservar e transmitir às novas gerações os saberes, as práticas e as tradições associados à vida rural cinfanense. A valorização de um espaço ligado à memória agrícola permite criar oportunidades de aprendizagem, participação comunitária e contacto com o património local, transformando os recursos e a identidade rural num fator de valorização cultural e de atratividade turística.

Turismo — Turismo Religioso | «Itinerários de Peregrinação a Cádiz»

Esta iniciativa enquadra-se numa estratégia de valorização dos recursos territoriais através do turismo religioso e de peregrinação, procurando associar a dimensão espiritual e cultural à descoberta do território. O projeto pretende contribuir para a diversificação da oferta turística e para a dinamização local, promovendo uma abordagem que articule a valorização do património, a sustentabilidade e as oportunidades de desenvolvimento das comunidades.

Que principais desafios enfrentaram no desenvolvimento e concretização do(s) projeto(s) — e de que forma foram superados?

Um dos principais desafios consiste em garantir que os projetos chegam efetivamente aos seus destinatários, promovendo o conhecimento das iniciativas e incentivando uma participação cada vez mais alargada da população. Esta dimensão assume particular importância num território com características e necessidades diversificadas, que exige respostas ajustadas aos diferentes públicos.

A sustentabilidade financeira constitui igualmente um desafio, implicando uma gestão criteriosa dos recursos municipais e a procura de soluções que permitam assegurar a continuidade das iniciativas e potenciar o seu desenvolvimento.

A resposta a estes desafios assenta na valorização das parcerias locais, na articulação com as instituições e os agentes do território e numa gestão orientada para a continuidade e a adequação das respostas às necessidades identificadas.

A experiência adquirida com a implementação dos projetos permite também consolidar aprendizagens, identificar oportunidades de melhoria e reforçar a capacidade de intervenção municipal. Mais do que concretizar iniciativas isoladas, o objetivo é garantir que estas se mantêm relevantes, acessíveis e sustentáveis, produzindo benefícios duradouros para a comunidade.

De que maneira o(s) projeto(s) distinguidos têm impactado a vida da comunidade local? Pode partilhar algum exemplo concreto?

Os projetos «Semear Cinfães» e «Cuidar Cinfães» têm vindo a afirmar-se nas respetivas áreas de intervenção, alcançando um número crescente de participantes e beneficiários e respondendo a necessidades concretas da comunidade.

O projeto «Semear Cinfães» evidencia uma evolução expressiva na adesão da população, passando de 500 inscritos em 2023 para mais de 7.200 participantes em 2026. Este crescimento demonstra a adesão e o interesse suscitados pela iniciativa, reforçando a sua relevância na valorização da agricultura, na promoção da ligação ao mundo rural e no envolvimento da comunidade na dinamização do território.

Por sua vez, o projeto «Cuidar Cinfães», iniciado em outubro de 2024, tem permitido acompanhar crianças de todos os jardins de infância e escolas básicas do concelho. Até à data, foram abrangidos cerca de 300 alunos, através de uma intervenção orientada para a identificação precoce de dificuldades e para a promoção do desenvolvimento infantil e do sucesso escolar. A articulação com a comunidade educativa constitui uma dimensão fundamental deste trabalho, permitindo aproximar os serviços das necessidades das crianças e reforçando a importância de dar continuidade e aprofundar esta resposta.

Estes dois projetos ilustram diferentes formas de intervenção municipal. Em ambos os casos, a evolução das iniciativas reforça a importância de manter e consolidar respostas próximas das pessoas e ajustadas às necessidades do concelho.

Quais são as perspetivas de futuro em relação a este(s) projeto(s)? Pretendem dar continuidade, expandi-los ou adaptá-los a outras áreas?

A perspetiva de futuro passa por consolidar os projetos que já se encontram implementados, reforçar o seu impacto e continuar a adaptá-los à evolução das necessidades da população.

Nas áreas do desporto, da economia e da educação, os quatro projetos distinguidos — os dois programas municipais de desporto, o «Semear Cinfães» e o «Cuidar Cinfães» — têm já um percurso de implementação que importa valorizar, dando continuidade ao trabalho desenvolvido e procurando melhorar as respostas disponibilizadas à comunidade.

Na área do turismo, a «Quinta da Forna» e os «Itinerários de Peregrinação a Cádiz» apresentam oportunidades de valorização e desenvolvimento, através da promoção dos recursos locais, do reforço da atratividade do território e da consolidação de uma oferta turística diferenciadora e sustentável.

Por sua vez, o «SóEntreNós», enquanto projeto mais recente na área social, terá continuidade, estando em análise a possibilidade de alargar a sua intervenção à área da saúde, com o objetivo de reforçar a articulação entre respostas e proporcionar um acompanhamento mais abrangente das famílias.

De forma transversal, pretendemos continuar a investir em projetos que respondam a necessidades concretas, reforçar a cooperação com as instituições e os agentes locais e identificar novas oportunidades de melhoria. O objetivo é consolidar o trabalho realizado, potenciar os resultados alcançados e garantir que o reconhecimento agora recebido se traduz num incentivo para continuar a servir a população e a valorizar Cinfães.

  •  

Góis combate o isolamento social com o Projeto Aproximar


O isolamento social e o envelhecimento da população colocam desafios acrescidos aos territórios de baixa densidade. Em Góis, o Projeto Aproximar procura responder a estas necessidades através de atividades regulares dirigidas às pessoas mais velhas, promovendo o convívio, a participação comunitária e o bem-estar. Iniciada em 2025, a iniciativa abrange atualmente quatro localidades do concelho e foi distinguida na 7.ª edição do Prémio Autarquia do Ano – Grupo Mosqueteiros. Os resultados da avaliação inicial são encorajadores: dos 11 participantes que responderam ao questionário, oito afirmaram sentir-se «muito melhor» e três «melhor» desde que começaram a frequentar as atividades.

O que representa para a vossa autarquia ter sido distinguida no Prémio Autarquia do Ano 2026 – Grupo Mosqueteiros?

Esta distinção representa um importante reconhecimento do compromisso do Município de Góis com a promoção do bem-estar, da inclusão social e da qualidade de vida das suas populações, particularmente das pessoas mais velhas que residem em localidades mais isoladas do concelho.

O Prémio Autarquia do Ano constitui um motivo de orgulho para o Município, mas também um reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos técnicos, entidades parceiras e, sobretudo, pelas próprias comunidades, cuja participação tem sido fundamental para o sucesso do Projeto Aproximar.

Mais do que distinguir uma iniciativa municipal, este prémio valoriza uma forma de intervenção social assente na proximidade, na escuta ativa e na construção de respostas ajustadas às necessidades reais das pessoas.

Quais foram as razões e necessidades que estiveram na origem do(s) projeto(s) distinguidos?

O Projeto Aproximar surgiu da preocupação do Município de Góis em desenvolver uma resposta de proximidade dirigida às populações residentes em localidades mais isoladas do concelho, promovendo o envelhecimento ativo, o combate ao isolamento social e a criação de oportunidades de convívio e participação comunitária.

A identificação das localidades para a implementação do projeto teve por base os resultados dos questionários realizados no âmbito da iniciativa Porta a Porta, desenvolvida pela equipa do Projeto Radar Social, que permitiram conhecer de forma mais aprofundada as condições de vida, necessidades e vulnerabilidades das populações.

Desta forma, foi possível fundamentar a escolha das localidades de Carvalhal do Sapo e Malhada, onde o projeto teve início em 2025, tendo sido posteriormente alargado, em 2026, às localidades de Fonte Limpa e Milreu.

O Projeto Aproximar constitui, assim, uma resposta municipal de intervenção social de proximidade, orientada para a promoção do bem-estar, da participação ativa e da melhoria da qualidade de vida das populações.

Que principais desafios enfrentaram no desenvolvimento e concretização do(s) projeto(s) — e de que forma foram superados?

Um dos principais desafios esteve relacionado com as características geográficas e demográficas do concelho de Góis, marcado pela dispersão territorial, pelo envelhecimento da população e pela existência de pequenas localidades com acesso mais limitado a atividades e serviços.

A mobilização e o envolvimento das pessoas constituíram igualmente um desafio, sobretudo numa fase inicial, em que foi necessário conquistar a confiança das comunidades e incentivar a participação regular nas atividades.

Estes desafios foram ultrapassados através de uma intervenção assente na proximidade, na valorização das relações de confiança e na articulação entre o Município, as Comissões de Melhoramentos, as Juntas de Freguesia e as entidades parceiras, designadamente a Unidade de Cuidados na Comunidade Góis Vive, a GNR e o CLDS 5G.

A utilização de espaços disponibilizados pelas próprias comunidades e a dinamização de atividades ajustadas aos interesses e capacidades dos participantes permitiram criar um ambiente de familiaridade, pertença e participação, contribuindo para a consolidação do projeto.

De que maneira o(s) projeto(s) distinguidos têm impactado a vida da comunidade local? Pode partilhar algum exemplo concreto?

O Projeto Aproximar tem contribuído para reforçar as relações interpessoais, combater o isolamento social e proporcionar novas oportunidades de participação e convívio às pessoas mais velhas das localidades abrangidas.

A realização de encontros regulares, com atividades de estimulação cognitiva, exercício físico, promoção da saúde, criatividade e partilha de experiências, tem permitido criar espaços de encontro e de valorização pessoal, contribuindo para o bem-estar e para o fortalecimento dos laços comunitários.

Os resultados da avaliação realizada na fase inicial do projeto evidenciam este impacto positivo. Entre os 11 participantes que responderam à avaliação, oito referiram sentir-se «muito melhor» e três «melhor» desde que começaram a frequentar as atividades. Todos manifestaram vontade de continuar a participar e afirmaram que recomendariam o projeto a outras pessoas.

Um exemplo particularmente significativo foi a comemoração do primeiro aniversário do Projeto Aproximar, que reuniu 19 participantes das quatro localidades abrangidas, proporcionando um dia de convívio e descoberta de diferentes espaços do concelho. Esta iniciativa permitiu reforçar os laços entre participantes de comunidades distintas, demonstrando que o projeto vai além das atividades semanais, promovendo também o sentimento de pertença a uma comunidade mais alargada.

Quais são as perspetivas de futuro em relação a este(s) projeto(s)? Pretendem dar continuidade, expandi-los ou adaptá-los a outras áreas?

O Município de Góis pretende dar continuidade ao Projeto Aproximar, consolidando a intervenção nas quatro localidades atualmente abrangidas e procurando reforçar a diversidade e a adequação das atividades desenvolvidas.

A experiência adquirida e os resultados positivos alcançados demonstram a importância de manter respostas de proximidade, particularmente em territórios de baixa densidade populacional, onde o isolamento e o envelhecimento constituem desafios relevantes.

Neste sentido, o Município continuará atento às necessidades identificadas junto das comunidades, avaliando a possibilidade de alargar progressivamente o projeto a outras localidades do concelho, em função das necessidades existentes e dos recursos disponíveis.

Pretende-se igualmente fortalecer as parcerias locais e promover novas oportunidades de participação, aprendizagem e convívio, assegurando que o Projeto Aproximar continue a constituir uma resposta dinâmica, participativa e ajustada à realidade das populações.

O objetivo é continuar a aproximar pessoas, serviços e comunidades, contribuindo para um concelho mais inclusivo, participativo e solidário.

  •  

“A participação comunitária pode fazer parte da construção de uma freguesia mais cuidada, solidária e próxima”


A melhoria do espaço público e o reforço da proximidade com a população estão no centro da Task Force Bairro a Bairro, um projeto da Junta de Freguesia de São Sebastião distinguido na 7.ª edição do Prémio Autarquia do Ano – Grupo Mosqueteiros. A iniciativa mobiliza trabalhadores da Junta, voluntários, associações e representantes autárquicos em ações de limpeza, manutenção e valorização dos bairros, promovendo simultaneamente a participação dos moradores e a identificação das necessidades locais. O objetivo é construir uma freguesia mais cuidada, solidária e próxima da comunidade.

O que representa para a vossa autarquia ter sido distinguida no Prémio Autarquia do Ano 2026 – Grupo Mosqueteiros?

Esta distinção representa um enorme orgulho para a Junta de Freguesia de São Sebastião, mas, acima de tudo, um reconhecimento de uma forma de estar no serviço público: próxima das pessoas, participativa e construída em conjunto com a comunidade.

O projeto Task Force Bairro a Bairro nasceu da convicção de que uma autarquia não deve limitar-se a trabalhar para as pessoas, mas deve também criar oportunidades para trabalhar com elas.

Receber este prémio é reconhecer o empenho dos nossos trabalhadores e trabalhadoras, das pessoas voluntárias, das associações e de todos os que acreditam que pequenos gestos coletivos podem produzir grandes transformações.

É um prémio que nos orgulha, mas que também aumenta a nossa responsabilidade de continuar a fazer mais e melhor pela nossa freguesia.

Quais foram as razões e necessidades que estiveram na origem do(s) projeto(s) distinguidos?

São Sebastião é uma freguesia com realidades sociais e territoriais muito diferentes, onde existem necessidades de manutenção e valorização do espaço público, mas também uma necessidade permanente de reforçar a proximidade entre a autarquia e a população.

Percebemos que era importante encontrar uma forma de intervir nos bairros que fosse além das respostas habituais, aproximando os serviços da Junta das pessoas e criando oportunidades de participação ativa.

Foi assim que nasceu a Task Force Bairro a Bairro: uma iniciativa que reúne trabalhadores e trabalhadoras da Junta, pessoas voluntárias, associações e representantes autárquicos em ações organizadas de melhoria dos espaços públicos. Mas o projeto não se resume à limpeza, à pintura ou à manutenção. Trata-se também de ouvir quem vive nos bairros, identificar problemas, recolher sugestões e construir uma relação de confiança.

No fundo, quisemos transformar cada intervenção numa oportunidade de aproximar a autarquia da comunidade e a comunidade do seu próprio território.

Que principais desafios enfrentaram no desenvolvimento e concretização do(s) projeto(s) — e de que forma foram superados?

Um dos principais desafios foi mobilizar a comunidade para uma iniciativa diferente, demonstrando que a participação voluntária não substitui as responsabilidades da autarquia nem o trabalho dos seus profissionais.

Desde o primeiro momento, procurámos deixar claro que a Task Force é um complemento ao trabalho diário da Junta, permitindo reforçar intervenções, aproximar serviços e envolver as pessoas na valorização dos espaços que partilham.

Outro desafio tem sido a organização logística e operacional, porque cada bairro apresenta necessidades diferentes e exige articulação entre equipas, equipamentos, serviços e participantes.

Temos procurado superar estas dificuldades através do planeamento antecipado, da definição de equipas de intervenção, da colaboração com entidades locais e da avaliação de cada edição.

Também aprendemos que a mobilização não se constrói apenas através de cartazes ou redes sociais. Constrói-se sobretudo através do contacto direto, da confiança e da demonstração de que a participação das pessoas tem resultados concretos.

De que maneira o(s) projeto(s) distinguidos têm impactado a vida da comunidade local? Pode partilhar algum exemplo concreto?

O impacto da Task Force Bairro a Bairro faz-se sentir em duas dimensões complementares: na melhoria dos espaços públicos e no fortalecimento da relação entre a autarquia e a população.

Ao longo das primeiras edições, intervimos em diferentes bairros da freguesia, nomeadamente Vale do Cobro, Terroa, Peixe Frito e Pinheirinhos, através de trabalhos de limpeza, manutenção, reparação e valorização dos espaços comuns.

Na intervenção dos Pinheirinhos, por exemplo, foram abrangidas 12 ruas, removidos aproximadamente 1.540 quilos de resíduos, plantadas quatro árvores e realizadas reparações de calçada, entre outros trabalhos.

Mas existe um resultado que consideramos igualmente importante: o contacto com os moradores e moradoras. Nessa mesma edição foram identificadas 15 ocorrências, das quais quatro ficaram resolvidas no próprio dia, permitindo encaminhar as restantes para acompanhamento posterior.

Estes momentos ajudam-nos a conhecer melhor as necessidades de cada bairro, incluindo situações que nem sempre chegam aos serviços através dos canais habituais.

O maior impacto do projeto está precisamente nesta combinação: melhorar o espaço público, ouvir as pessoas e mostrar que a participação comunitária pode fazer parte da construção de uma freguesia mais cuidada, solidária e próxima.

Quais são as perspetivas de futuro em relação a este(s) projeto(s)? Pretendem dar continuidade, expandi-los ou adaptá-los a outras áreas?

A Task Force Bairro a Bairro não foi pensada como uma iniciativa pontual, mas como um projeto de continuidade.

Queremos continuar a percorrer os diferentes bairros de São Sebastião, reforçando a participação comunitária e adaptando cada intervenção às necessidades identificadas no território.

Pretendemos também aprofundar a dimensão social e de proximidade do projeto, valorizando cada vez mais o contacto com os moradores e moradoras, a identificação de situações que necessitam de acompanhamento e a colaboração com as associações e instituições locais.

Outro objetivo é criar condições para que as pessoas que participam nas diferentes edições possam manter uma ligação mais permanente ao projeto, contribuindo para uma rede de participação e cidadania ativa.

Acreditamos que o futuro da Task Force passa por evoluir de um conjunto de intervenções nos bairros para uma verdadeira dinâmica comunitária de proximidade. Porque, para nós, uma freguesia não se constrói apenas através das obras e dos serviços que realiza. Constrói-se também através das relações que estabelece, da confiança que gera e da capacidade de envolver as pessoas no seu próprio futuro.

  •  

Clínica Catarina Fontes cresce com aposta na saúde oral e em novas valências

VTM

Desde então, as duas unidades têm vindo a crescer, acompanhando uma procura que, segundo Catarina Fontes, se mantém constante. A primeira clínica surgiu depois de alguns anos de experiência profissional na área da medicina dentária.

Apesar de ser natural e residente em Vila Real, Catarina Fontes já trabalhava em Peso da Régua e decidiu avançar com a abertura do espaço no concelho. A ideia de chegar à cidade de origem manteve-se, concretizando-se em 2023. Atualmente, as duas clínicas contam com cerca de 18 profissionais, entre funcionários e prestadores de serviços.

A medicina dentária continua a ser a principal área de intervenção, mas a oferta foi sendo alargada a outras valências, nomeadamente psicologia, fisioterapia e medicina estética. Em Vila Real existem ainda serviços de massagens e uma componente terapêutica.

A aposta noutras áreas surgiu também da perceção de necessidades existentes na população. Em Peso da Régua, Catarina Fontes identificou a existência de uma procura por serviços que obrigavam muitas pessoas a deslocarem-se a Vila Real, enquanto na segunda clínica encontrou igualmente espaço para complementar a oferta existente. “Eu noto muito que as pessoas têm de se deslocar para muito longe para conseguir ter essas consultas”, explica a responsável, referindo-se sobretudo à psicologia e à medicina estética.

Entre as duas clínicas, a equipa já acompanhou cerca de quatro mil pacientes. A unidade de Peso da Régua, por ser a mais antiga, continua a apresentar maior fluxo. O crescimento entretanto alcançado levou ao aumento da equipa e a uma necessidade permanente de recrutamento e formação.

Suplemento Saude Catarina Fontes Peso da Regua PAM

“Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”
CATARINA FONTES

A responsável reconhece que continua a ser um desafio encontrar profissionais com formação ou experiência na área. Muitos dos elementos que integram a equipa foram formados internamente. A relação com os pacientes é, aliás, uma das componentes que Catarina Fontes considera diferenciadoras do projeto. A aposta passa não apenas pela qualidade dos profissionais de saúde, mas também pelo atendimento desde o primeiro contacto com a clínica.

A responsável assume-se exigente com a formação da equipa, defendendo que toda a experiência do paciente deve seguir os mesmos princípios. “Não vale a pena estar um dentista ou um médico muito bom lá dentro se a rececionista não fizer o mesmo papel quando as pessoas entram”, sublinha. A imagem dos espaços também foi pensada para afastar o ambiente tradicionalmente associado às clínicas dentárias. Os espaços são descritos como modernos e acolhedores, numa tentativa de reduzir o receio que muitas pessoas ainda sentem quando têm de recorrer ao dentista.

Na medicina dentária, uma das áreas com maior procura é a ortodontia através de alinhadores. A clínica afirma ter alcançado, desde os primeiros anos de atividade, níveis elevados de utilização deste tipo de tratamento, sendo atualmente a unidade com maior número de casos de alinhadores no distrito de Vila Real, segundo a responsável.

Ainda assim, os motivos mais frequentes que levam os pacientes às consultas continuam a ser tratamentos de rotina, como avaliações e limpezas, mas também situações de dor ou necessidade de extração dentária.

Apesar das diferenças entre as populações de Peso da Régua e de Vila Real, Catarina Fontes considera que existe uma preocupação crescente com a saúde oral, embora reconheça que os cuidados preventivos ainda não sejam iguais para todos. Destaca, em particular, o esforço de muitas famílias para garantir acompanhamento dentário aos filhos, mesmo quando existem limitações financeiras. “Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”, afirma.

Com as agendas preenchidas e uma equipa em crescimento, a responsável aponta agora como prioridade consolidar a área de medicina dentária e reforçar a capacidade da unidade de Vila Real, onde considera existir ainda margem significativa para crescimento.

The post Clínica Catarina Fontes cresce com aposta na saúde oral e em novas valências appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Clínica Fisimagna serve a população há 34 anos

VTM

A clínica nasceu com o propósito de prestar cuidados de fisioterapia e foi crescendo ao longo dos anos, acompanhando a evolução da área da saúde e as necessidades da população.

Em janeiro de 1995, a filha, Paula Morais, juntou-se ao projeto, dando continuidade a um percurso que viria a consolidar a Fisimagna como uma clínica de referência na área da fisioterapia e reabilitação. Atualmente, a gestão está nasmãos da segunda gera çãoda família, com Paula Morais e as suas filhas, Beatriz e Filipa Morais, a assegurarem a continuidade de um projeto que soma já 34 anos de história.

Apesar da evolução registada ao longo destas décadas, há algo que permanece inalterado, refere Paula Morais, que é “a qualidade e proximidade com os utentes”.

Segundo Paula Morais, a Fisimagna disponibiliza atualmente um conjunto diversificado de serviços na área da fisioterapia, saúde e reabilitação. Entre as valências encontram-se a Fisioterapia, Fisio terapia ao Domicílio, Cinesiterapia Respiratória, Massagem de Drenagem Linfática, Pressoterapia, Mobilidade e Fortalecimento, Massagem de Relaxamento e Acupuntura.

A Fisioterapia e a Reabilitação continuam a ocupar um lugar central na atividade da clínica, com uma abordagem direcionada para as necessidades e objetivos de cada utente.

Segundo a responsável, o processo com eça pela avaliação da situação clínica. Através da consulta de Fisiatria é realizada uma avaliação cuidada, que permite definir o tratamento mais adequado, tendo em conta a condição apresentada, os objetivos de recuperação e a evolução de cada pessoa.

Mais do que aplicar uma solução igual para todos, a Fisimagna procura “adaptar o acompanhamento a cada caso, ajustando a intervenção sempre que necessário e dando especial atenção à evolução e segurança do utente”, revelou Paula Morais.

Ao longo de três décadas, a fisioterapia e a reabilitação sofreram uma evolução, tanto ao nível do conhecimento como das técnicas e abordagens terapêuticas.

A Fisimagna tem acompanhado esse percurso através da atualização de conhecimentos e da formação dos seus profissionais, procurando integrar boas práticas e acompanhar a evolução da área.

Segundo Paula Morais, cuidar não se resume ao tratamento. “Cada pessoa que chega à clínica deve sentir-se acolhida, ouvida e acompanhada”.

Com 34 anos de história, a clínica olha agora para o futuro com o objetivo de “continuar a crescer de forma sustentada, reforçando a qualidade dos serviços sem perder a proximidade que sempre caracterizou o projeto”, refe riu Paula Morais.

The post Clínica Fisimagna serve a população há 34 anos appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

“Correr é o ponto de partida, mas o verdadeiro valor está naquilo que acontece entre colegas, equipas e empresas”


Depois de 26 anos de história em Espanha, a Corrida das Empresas Quirónprevención estreia-se em Portugal a 15 de novembro, em Lisboa. O evento pretende aproximar colaboradores, reforçar o espírito de equipa e promover hábitos de vida saudáveis, num formato que alia desporto, convívio e networking. Em conversa com o ECO, Luís Sepúlveda, CEO da LastLap, explica o potencial desta iniciativa para transformar as relações dentro das organizações e revela a ambição de afirmar a corrida como uma referência nacional.

Luís Sepúlveda, CEO da LastLap

Ao fim de 26 anos de história em Espanha, a Corrida das Empresas acontece pela primeira vez em Portugal. Porquê agora? Que oportunidade identificaram no mercado português?

Portugal reúne hoje condições muito favoráveis para receber um evento desta natureza. As empresas estão cada vez mais atentas à importância do bem-estar dos colaboradores, da cultura organizacional e da criação de experiências que promovam o sentimento de pertença. Acreditamos que existe espaço para trazer para o mercado português um conceito consolidado em Espanha, que combina atividade física, espírito de equipa e relacionamento entre empresas.

A primeira edição portuguesa da Corrida das Empresas Quirónprevención, marcada para 15 de novembro, em Lisboa, pretende responder a essa oportunidade, criando um ponto de encontro entre organizações de diferentes setores e dimensões, através de uma experiência acessível, inclusiva e com uma forte componente de convívio.

O que explica o sucesso em Espanha de um evento que já reuniu 32 mil corredores de 1.600 empresas?

O sucesso resulta, em grande medida, da capacidade de transformar uma atividade individual numa experiência coletiva. Correr é o ponto de partida, mas o verdadeiro valor está naquilo que acontece entre colegas, equipas e empresas.

"As empresas querem reforçar o espírito de equipa, promover hábitos de vida saudáveis, melhorar a motivação e criar uma ligação mais forte entre os colaboradores e a organização”

Luís Sepúlveda, CEO da LastLap

O formato permite que pessoas com diferentes funções, níveis de responsabilidade e condições físicas participem num objetivo comum. Ao mesmo tempo, introduz uma componente de competição saudável e de diversão que torna a experiência mais envolvente.

Este é um momento para se estar com colegas da mesma empresa, mas também uma oportunidade de fazer networking com as muitas empresas que vão estar presentes no evento. Será um contexto específico, no qual todos estão em pé de igualdade e poderão ter conversas de igual para igual. Não há clientes nem parceiros, apenas atletas com o objetivo de passar um bom momento.

Os números alcançados em Espanha demonstram que existe uma procura real por iniciativas que aproximem as pessoas através de experiências partilhadas, fora do contexto habitual de trabalho.

O que procuram hoje as empresas quando investem em experiências para os colaboradores?

As empresas procuram experiências com significado, capazes de gerar um impacto que vá além de um momento pontual de lazer. As empresas querem reforçar o espírito de equipa, promover hábitos de vida saudáveis, melhorar a motivação e criar uma ligação mais forte entre os colaboradores e a organização.

Existe também uma preocupação crescente com a saúde física e mental e com a qualidade das relações no local de trabalho. Neste contexto, iniciativas como a Corrida das Empresas permitem trabalhar várias dimensões em simultâneo, de uma forma prática, positiva e participativa. O desafio é criar experiências em que os colaboradores não sejam apenas espectadores, mas protagonistas.

A Corrida das Empresas não é apenas um evento datado. Não começa nem acaba no dia 15 de novembro. Há todo um processo anterior que é tão ou mais importante do que o dia da corrida. Há alguém que toma conhecimento do evento e que se torna num influenciador dos colegas, levando à criação e inscrição de uma equipa; há sessões de treino em conjunto e provavelmente, a partir daí há um estreitamento de relações e a criação de grupos de corrida dentro das empresas ou reforço daqueles que já existem. É natural que com este pretexto, nasçam novos corredores nas empresas portuguesas, que irão repetir a sua presença na Corrida das Empresas, nos próximos anos.

Como pode uma corrida contribuir para quebrar hierarquias e aproximar as pessoas dentro das organizações?

Uma corrida cria um contexto diferente daquele em que as pessoas se relacionam diariamente. Durante a preparação e no próprio dia do evento, os cargos e as hierarquias passam para segundo plano. O que ganha importância é a participação, a entreajuda e a vontade de alcançar um objetivo comum.

Um diretor pode correr ao lado de um colega de outra área, uma equipa pode apoiar quem tem um ritmo mais lento e pessoas que raramente trabalham juntas podem descobrir interesses comuns. São estas experiências que ajudam a construir relações mais próximas e autênticas. O impacto não se esgota no dia da corrida: as memórias e as histórias partilhadas podem prolongar-se no quotidiano da organização.

O que distingue a Corrida das Empresas de uma corrida tradicional?

A principal diferença está no facto de o evento ter as empresas e as suas equipas no centro da experiência. Não se trata apenas de cumprir uma distância ou alcançar um determinado tempo, mas de representar uma organização, partilhar um desafio com os colegas e viver um momento de convívio com pessoas de outras empresas.

O formato combina desporto, competição saudável, diversão e networking. Além disso, procura ser acessível a diferentes perfis de participantes, com provas de 5 e 10 quilómetros e uma caminhada, permitindo que cada pessoa encontre a forma mais adequada de participar.

"A ambição da LastLap é afirmar a Corrida das Empresas como uma referência nacional na ligação entre desporto, empresas e bem-estar dos colaboradores”

Luís Sepúlveda, CEO da LastLap

O objetivo é que todos se sintam parte da equipa, independentemente da sua experiência desportiva, até porque não existe uma competição individual, mas sim de grupo. Cada um é, como nas empresas, parte de uma organização, a dar o seu melhor pelo bem coletivo e não individual.

Como funcionam os rankings, desafios e ativações que tornam este formato diferente?

A componente competitiva é pensada para ir além do desempenho individual. A participação das empresas permite criar uma dinâmica de equipa, com rankings e desafios que incentivam os colegas a envolver-se, a mobilizar outros participantes e a representar a sua organização.

A isto juntam-se as ativações e os momentos de interação associados ao evento, que ajudam a prolongar a experiência para além da corrida propriamente dita. Queremos que as empresas possam transformar a participação numa iniciativa interna, envolvendo os colaboradores antes, durante e depois do evento. A competição é importante, mas o objetivo é que seja sempre uma competição saudável, que estimule a participação, a diversão e o espírito de equipa.

Qual tem sido a resposta das empresas portuguesas e como estão as inscrições para novembro?

A primeira edição está a permitir-nos apresentar o conceito às empresas portuguesas e demonstrar o potencial de uma iniciativa que alia desporto, bem-estar e cultura organizacional. Temos procurado chegar a organizações de diferentes setores e dimensões, porque acreditamos que este é um formato com capacidade para mobilizar empresas muito distintas.

Que ambição tem a LastLap para transformar esta primeira edição num evento de referência em Portugal?

A ambição da LastLap é afirmar a Corrida das Empresas como uma referência nacional na ligação entre desporto, empresas e bem-estar dos colaboradores. Queremos construir um evento com identidade própria, que as organizações reconheçam como uma oportunidade relevante para investir nas suas equipas e que os participantes queiram repetir ano após ano.

A experiência de 26 anos em Espanha dá-nos uma base sólida, mas sabemos que é essencial construir uma relação próxima com o mercado português, perceber as suas características e adaptar o evento à realidade das empresas nacionais.

Esta primeira edição é o ponto de partida. O nosso objetivo é crescer de forma sustentada, aumentar a participação de empresas e corredores e criar uma comunidade em torno de valores como a saúde, a colaboração, a inclusão e o espírito de equipa.

  •  

É oficial: Mercadona abriu em Portimão e chega a Faro no dia 12 de novembro

A estreia da Mercadona no Algarve aconteceu hoje, às 9h, no Nova Vila Retail Park, em Portimão, marcando um “passo importante” na expansão da empresa em Portugal, que não fica por aqui: um novo supermercado vai ser inaugurado em Faro, já no dia 12 de novembro.

Algarvios e estrangeiros, ainda o relógio não marcava as 9h, já faziam duas filas que quase se perdiam de vista, no Nova Vila Retail Park, em Portimão. De carros de compras na mão, estavam prestes a explorar, pela primeira vez no Algarve, os 1900 metros quadrados (M2) do supermercado, divididos entre as secções Talho, Peixaria, Charcutaria, Pastelaria e Padaria, Frutas e Legumes, Perfumaria, Cuidado do Lar e Animais de Estimação, Garrafeira e Pronto a Comer com self-service e várias opções de pratos preparados para levar ou comer na loja.

Do outro lado do vidro, viam-se trabalhadores nos seus postos, fardados a rigor para darem as boas-vindas às suas primeiras centenas de clientes, aliás, “chefes”, como são tratados por uma empresa que preza a “eficiência” e “rapidez de compra”, organizando os produtos de forma a que o cliente passe o menos tempo possível no estabelecimento, como por exemplo colocando à disposição das pessoas o melhor iogurte de morango, em vez de 10 variações de iogurtes de morango. Além do Algarve a entrar, também houve Algarve a sair, mas na forma de produtos. A Mercadona não trabalha com as chamadas “marcas brancas”, valorizando a transparência e identificando sempre o fornecedor, que no caso do sal é a NECTON, uma empresa algarvia de sal marinho tradicional situada em Olhão.

A nova superfície, que conta com uma equipa de 100 trabalhadores com “contratos estáveis, qualidade e sem termo”, representou um investimento de mais de 6,5 milhões de euros na sua construção.

Além disso, a empresa investiu um milhão de euros na formação dos seus trabalhadores no Algarve: os 100 em Portimão e os 100 que vão trabalhar em Faro, a partir do dia 12 de novembro, na Rua Tito Olívio, nº437. Durante a referida formação, os futuros trabalhadores foram colocados ao serviço de outros supermercados Mercadona noutros distritos, usufruindo de uma aprendizagem de meses com estadia e deslocações pagas pela empresa.

O supermercado hoje inaugurado dispõe de 839 lugares de estacionamento partilhados com o Nova Vila Retail Park, incluindo dois destinados ao carregamento de veículos elétricos, em sintonia com o compromisso da empresa para com a mobilidade elétrica, bem como uma zona para trotinetes e bicicletas.

Como parte da sua estratégia de prevenção do desperdício alimentar, a Mercadona assinou ainda um protocolo de colaboração com o Banco Alimentar do Algarve. Nesse sentido, serão entregues, diariamente, os produtos que, embora já não sejam adequados para venda, mantêm todas as garantias para consumo.

Este ano a empresa já abriu 8 das 12 lojas previstas – Lisboa, Viseu, Covilhã, Abrunheira (Sintra), Alhos Vedros (Moita), Beja, Vila Real e agora esta, em Portimão – alcançando, de momento, as 77 lojas em território nacional.

  •  

Carby apresenta o novo Volkswagen ID. Polo no Nosso Shopping

VTM

O futuro da mobilidade elétrica está prestes a chegar a Vila Real. De 15 a 18 de outubro, a Carby – Concessionário Volkswagen de Vila Real, promove no Nosso Shopping uma exposição automóvel que terá como principal protagonista o novo Volkswagen ID. Polo, o mais recente utilitário 100% elétrico da marca alemã.

A grande atração será o novo ID. Polo, que transporta a identidade de um dos modelos mais emblemáticos da Volkswagen para uma nova geração de veículos elétricos. Com um design contemporâneo, linhas equilibradas e um habitáculo pensado para o conforto e a funcionalidade, o novo modelo combina dimensões compactas com soluções tecnológicas adaptadas às exigências do quotidiano.

Entre os seus principais argumentos destacam-se uma autonomia anunciada de até 452 quilómetros – dependendo da versão e da bateria – e a possibilidade de carregamento rápido até 105 kW em corrente contínua, permitindo recuperar de 10% a 80% da bateria em cerca de 24 minutos.

Uma experiência dedicada à mobilidade elétrica

Para além do novo ID. Polo, os visitantes poderão conhecer outros modelos da família elétrica Volkswagen, nomeadamente o ID.3 e o ID.7 Tourer, numa exposição que evidencia a diversidade da oferta da marca, desde os automóveis compactos às propostas familiares.

©DR

Ao longo dos quatro dias, a equipa comercial da Carby estará disponível para apresentar os diferentes modelos, esclarecer dúvidas sobre a mobilidade elétrica e dar a conhecer as soluções de carregamento, autonomia e utilização no dia a dia.

Os interessados poderão ainda solicitar o agendamento de test drives, a realizar posteriormente no concessionário Carby Volkswagen, em Vila Real, permitindo experimentar a condução elétrica e conhecer melhor as características dos veículos.

De 15 a 18 de outubro, o Nosso Shopping transforma-se, assim, num ponto de encontro com a mobilidade elétrica, numa iniciativa que promete despertar a curiosidade de quem pretende conhecer o novo Volkswagen ID. Polo e descobrir o futuro da gama elétrica da marca.

Com esta ação, a Carby reforça a sua presença em Vila Real e a aposta na proximidade com os automobilistas transmontanos, levando as novidades da Volkswagen para fora do espaço tradicional do concessionário.

©DR

The post Carby apresenta o novo Volkswagen ID. Polo no Nosso Shopping appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

MOTORPOR Car Days regressa a Faro com vantagens até 7.500€ e oferta de 800€ em combustível 

O MOTORPOR CAR DAYS está de volta a Faro! De 15 a 25 de outubro, o Parque Lazer das Figuras, junto ao Fórum Algarve, recebe mais uma edição deste evento dedicado a quem procura adquirir uma viatura, com oportunidades especiais em viaturas novas, seminovas e usadas certificadas.
 
Durante 11 dias, os visitantes poderão encontrar uma seleção de viaturas com descontos até 7.500€* s/PVP, tornando esta uma oportunidade a não perder para quem está a pensar trocar de carro.
 
E há mais: numa altura em que o preço dos combustíveis continua a pesar no orçamento mensal, quem adquirir uma viatura durante o MOTORPOR CAR DAYS poderá receber ainda um cartão combustível no valor de 800€**.
 
Exemplo:


 


Peugeot 208 Active | 75cv | Ano 2024

TAEG: 10,2%
PVP: 18.000,00€
Entrada Inicial: 0,00€
Montante Financiado: 18.000,00€
TAN: 8,079%
Prestação/Prazo: 222,24€ x 120 meses
 

*Oferta de desconto até 7.500€ válida sobre o PVP em viaturas selecionadas de 15 a 25 de outubro, no MOTORPOR Car Days, no Parque Lazer das Figuras – Faro.

**Campanha válida para viaturas adquiridas com recurso a financiamento no Montepio Crédito, com montante financiado mínimo de 10.000,00€ e prazo superior a 60 meses.

Exemplo representativo para um financiamento de Crédito Automóvel Usado. Taxa Fixa. PVP: 18.000,00€. Entrada inicial: 0,00€. Montante total do crédito: 18.000,00€. Contratação dos seguros vida e proteção ao crédito, ambos facultativos. Prazo: 120 meses. TAN: 8,079%. TAEG: 10,2%. Prestação mensal: 222,24€. MTIC: 27.825,80 €. Acresce comissão de abertura de contrato de 702,00€, despesas de legalização da viatura de 138,20€ e Imposto do Selo de Utilização de Crédito de 316,80€, não financiados. Crédito sujeito a aprovação. A Motorpor – Comércio de Automóveis, S.A., atua como intermediário de crédito, registado no Banco de Portugal com o n.º 0000438, a título acessório, em regime de não exclusividade, e está autorizada a apresentar ou propor contratos de crédito a consumidores. Informe-se no Montepio Crédito S.A., entidade registada no Banco de Portugal sob o nº 0796. Oferta válida mediante financiamento Montepio Crédito. Informe-se no Montepio Crédito.
 
 
Visite-nos no Parque Lazer das Figuras, Faro (junto ao Fórum Algarve) de 15 a 25 de outubro e encontre a viatura certa para si, com condições especiais!

  •  

Mercadona abre supermercado em Portimão no dia 15 de outubro

O Mercadona vai abrir um novo supermercado em Portimão, no dia 15 de outubro, integrado no Nova Vila Retail Park, chegando pela primeira vez ao Algarve e reforçando o mercado português.

A nova loja permitirá ao Mercadona ficar mais próximo dos seus clientes, disponibilizando “um serviço de qualidade assente na proximidade, conveniência e satisfação das necessidades dos consumidores”.

A abertura do supermercado faz parte de um plano de expansão da empresa a nível nacional.

  •  
❌