Sem tendas, Lisboa e Porto viveram noite de atuações e tréguas com a polícia. No Rossio, uma manifestante chegou a oferecer café aos agentes, que admitiram ser "a primeira vez". Mas tudo quase mudou.
Assembleia popular aprovou pernoitar e tendas. Depois, caixotes arderam e PSP exigiu desmobilização. Observador esteve nas negociações entre manifestantes e polícias: "Isto é a revolução, Sr. Agente".
Fizeram-se duas assembleias por engano, mas "não há stress". Na praça D. João I, no Porto, distribuiu-se comida grátis e cantou-se com letras por código QR. Movimento espera "muita gente" no sábado.
Parreira da Silva jurou lealdade ao ministro. Neves respondeu com uma lição sobre quem tem — ou não — perfil para dirigir o Estado, com Carrilho como destinatário implícito.
Aguiar-Branco nega "bloqueios" porque "instituições fucionaram", mas Ventura desmente já fora da sala. Livre pede audição de Ventura e Chega rejeita qualquer suspensão dos trabalhos da comissão.
Pedro Moura tomou posse na PSP a prometer uma "força de elite, moderna e humana". Do Governo veio a garantia de apoio a "quem está nas ruas", em pleno "processo negocial em curso".
É, dizem os mais próximos, um "defensor acérrimo" das suas convicções e "terra-a-terra". O percurso do superintendente-chefe que venceu os "olhos enviesados" dos ex-SEF até chegar ao topo da PSP.
Anos após primeiras queixas à coordenação e direção da escola, denúncias de alegados maus-tratos a aluno autista pela professora chegaram ao MP. Escola diz ter tomado medidas, mas não explica quais.