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“Se não fizermos as mudanças necessárias, acumulamos uma tensão social que mais tarde se resolve por rotura”

O terceiro episódio de uma série especial do Money, Money, Money, desenvolvida em parceria com a Deloitte, analisa a demografia e as transformações estruturais que vão marcar o futuro da economia e da sociedade portuguesa. A demografia deixou de ser um tema de especialistas para passar a ser um dos temas centrais na sociedade portuguesa, diferentes perspetivas trazidas por Miguel Maia, presidente executivo do BCP; Rogério Campos Henriques, CEO da Fidelidade e Cláudia Bernardo, partner da Deloitte e responsável por este estudo

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“Se não fizermos as mudanças necessárias, acumulamos uma tensão social que mais tarde se resolve por rotura”

O terceiro episódio de uma série especial do Money, Money, Money, desenvolvida em parceria com a Deloitte, analisa a demografia e as transformações estruturais que vão marcar o futuro da economia e da sociedade portuguesa. A demografia deixou de ser um tema de especialistas para passar a ser um dos temas centrais na sociedade portuguesa, diferentes perspetivas trazidas por Miguel Maia, presidente executivo do BCP; Rogério Campos Henriques, CEO da Fidelidade e Cláudia Bernardo, partner da Deloitte e responsável por este estudo

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Salvador Sobral: “Estivemos das 9 da noite às 4 da manhã a comer moelas frias. No dia seguinte, metem lá outra vez moelas congeladas e tens de as comer”

“Eles têm de congelar para o prato ficar igual de um dia para o outro. Mas que coisa tão horrível. Nunca mais comi moelas”. Salvador Sobral recorda, no Posto Emissor, uma cena difícil do filme “A Providência e a Guitarra”, no qual se estreou como ator

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Salvador Sobral: “Estivemos das 9 da noite às 4 da manhã a comer moelas frias. No dia seguinte, metem lá outra vez moelas congeladas e tens de as comer”

“Eles têm de congelar para o prato ficar igual de um dia para o outro. Mas que coisa tão horrível. Nunca mais comi moelas”. Salvador Sobral recorda, no Posto Emissor, uma cena difícil do filme “A Providência e a Guitarra”, no qual se estreou como ator

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Salvador Sobral: “Não acho possível haver uma posição pró-Israel, exceto de influencers ou pessoas que são intelectualmente inferiores”

“Há muito poucos sionistas a pairar no meu Instagram. É uma situação tão crítica que é mais humana do que política. Já temos muita gente do lado da proteção da Palestina e do fim do genocídio”: Salvador Sobral reitera e sublinha, no Posto Emissor, a sua posição de defesa da Palestina

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Semana do Dia Mundial da Menopausa: “O exercício, nesta fase, não é uma questão de ter um corpo de biquíni. É uma questão de sobrevivência”

O pénis representa prazer e poder, a ereção é vista como um marco de virilidade e de masculinidade. Mas a disfunção erétil não é uma doença de velhos ou de "homens francos". Esta semana, no podcast O Prazer é Todo Meu, Mafalda Cruz conversa com o urologista Nuno Tomada sobre ereção, pênis e desejo sexual masculino

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Semana do Dia Mundial da Menopausa: “O exercício, nesta fase, não é uma questão de ter um corpo de biquíni. É uma questão de sobrevivência”

Mafalda Cruz conversa com Luísa Santos, farmacêutica e autora do livro “Meno… Quê?”, sobre uma fase da vida de que se fala cada vez mais, mas que continua a ser pouco compreendida. Ouça aqui o podcast O Prazer é Todo Meu

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Salvador Sobral: “Somos aquele país onde, no 25 de Abril, os tanques avançaram para acabar com a ditadura e pararam no semáforo vermelho”

“Tenho um impulso gigante de dizer que as pessoas em Portugal têm de sair à rua, mas eu fui embora para Espanha, não é?. Acho que não tenho legitimidade”. No Posto Emissor, gravado antes das recentes manifestações no país, Salvador Sobral falou sobre a necessidade de os portugueses serem “mais reivindicativos”

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Salvador Sobral: “Acordo, levo a Aïda à escola e jogo futebol. Depois oiço as notícias, entro nos comentários políticos e fico deprimido”

“Deambulo entre a melancolia e o otimismo o dia inteiro. Sinto uma tristeza profunda pela sociedade e uma preocupação pelos valores básicos da humanidade, mas depois vou buscar a Aïda à escola e ela é pura alegria”. Salvador Sobral fala, no Posto Emissor, do seu dia-a-dia em Barcelona

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Salvador Sobral: “Depois do transplante de coração comecei a ter um medo incontrolável de cães e um amor incondicional pelas sobremesas”

“Não tinha medo de cães e tem vindo a crescer. Penso ‘será que a pessoa que me doou este órgão morreu atacada por um cão?’ Tenho zero confiança nos cães e acho que eles sentem isso”. Salvador Sobral reflete, no Posto Emissor, sobre duas coisas que mudaram em si depois do transplante de coração

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