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Universo TOTVS 2026 debate como transformar a IA em resultado de negócios

 

Durante os dias 13 e 14 de outubro, o Universo TOTVS 2026, maior evento de tecnologia e negócios do Brasil, reuniu mais de 22.000 pessoas entre empresários, executivos e profissionais da área para discutir uma questão que deixou de ser futurista: como fazer a inteligência artificial gerar resultados concretos para as empresas?

A resposta apresentada pela TOTVS passa por uma mudança na forma de organizar a tecnologia. Em vez de tratar sistemas de gestão, relacionamento com clientes, serviços financeiros, nuvem e inteligência artificial como camadas separadas, a companhia propõe uma experiência integrada, construída a partir do contexto de cada negócio.

Esse é o papel do novo CORTEN, anunciado na abertura do evento pelo CEO da TOTVS, Dennis Herszkowicz. Apresentado como um Sistema Operacional de Gestão, o conceito propõe orquestrar diferentes camadas tecnológicas e operacionais das empresas, conectando soluções de gestão, relacionamento com clientes, serviços financeiros, nuvem e inteligência artificial em uma experiência integrada.

A proposta foi resumida por Herszkowicz em uma provocação: a resposta para a pergunta “Você tem um ERP?” passará a ser “Não, eu tenho um CORTEN”.

O sistema foi concebido para orquestrar aplicações corporativas, serviços financeiros, infraestrutura em nuvem e agentes de inteligência artificial em um mesmo ambiente. Mais do que substituir sistemas existentes, a proposta é conectar diferentes camadas tecnológicas para que pessoas e agentes digitais possam atuar de forma coordenada nos processos de negócio. “No fundo, o que a gente quer é oferecer IA com resultado”, afirmou Herszkowicz durante a apresentação.

O anúncio também marcou o lançamento de mais de 30 novos agentes especializados de IA, desenvolvidos sobre o LYNN, foundation de inteligência artificial B2B da TOTVS. Os agentes podem atuar em tarefas operacionais específicas, como faturamento e conciliação, utilizando os recursos, os dados e os mecanismos de segurança da plataforma, com supervisão humana quando necessária.

A arquitetura do CORTEN também contempla o TaaS (Task as a Service), modelo que viabiliza o consumo de agentes especializados e APIs das aplicações TOTVS para executar tarefas e apoiar a entrega de resultados com inteligência artificial.

 

Da ferramenta isolada ao contexto completo do negócio

A mudança começa pelo acesso ao contexto. Um agente de inteligência artificial pode responder a perguntas ou executar tarefas, mas sua capacidade de gerar valor depende das informações às quais tem acesso e dos limites que orientam sua atuação.

Na proposta apresentada pela TOTVS, os agentes são desenvolvidos para atuar a partir do contexto dos negócios, utilizando recursos e dados das aplicações conectadas à plataforma. Isso permite que a inteligência artificial vá além de atividades genéricas e seja direcionada a tarefas específicas da operação, de acordo com as necessidades de cada organização.

Esse modelo combina automação e supervisão. Os processos podem ganhar autonomia, mas devem respeitar regras e mecanismos de controle definidos para orientar a atuação dos agentes.

A proposta é fazer com que a tecnologia deixe de ser apenas um conjunto de ferramentas utilizadas separadamente e passe a apoiar os fluxos de trabalho de forma mais integrada, conectando sistemas, dados e execução.

 

Agentes com segurança, governança e controle

A criação de agentes personalizados será apoiada pelo LYNN, foundation de inteligência artificial B2B da TOTVS. A plataforma permite configurar agentes para atividades específicas e conectá-los a diferentes fontes de informação, sem exigir necessariamente conhecimento de programação.

Em entrevista, Gustavo Bastos, vice-presidente de Plataformas e TI da TOTVS, destacou que a entrega de valor do LYNN foca muito no cuidado com os dados e no controle de custo: “A plataforma contempla mecanismos de proteção na entrada e na saída das informações, além de regras claras para acompanhar as consequências das ações executadas pelos agentes”, afirma.

A lógica é avançar na adoção da inteligência artificial sem transformar velocidade em falta de controle. A visão apresentada pela TOTVS é sintetizada no conceito de IH + IA: inteligência humana combinada à inteligência artificial. A tecnologia pode acelerar tarefas, organizar informações e sugerir caminhos, mas as pessoas continuam tendo papel fundamental na definição de objetivos, no acompanhamento dos resultados e nas decisões críticas.

 

O desafio de fazer a IA chegar ao CNPJ

O estudo “Da adoção à escala: a maturidade da inteligência artificial nas empresas brasileiras”, conduzido pela MIT Sloan Management Review Brasil e encomendado pela TOTVS, mostra por que transformar a experimentação em resultados concretos ainda é um desafio para as empresas.

O levantamento ouviu 583 empresas de diferentes setores, portes e regiões do país. Embora 80% das organizações já testem ou utilizem inteligência artificial de alguma forma, 93% ainda não incorporaram a tecnologia à estratégia do negócio. Em 40% das companhias, as iniciativas acontecem sem coordenação entre as áreas. Além disso, 88% não medem os resultados financeiros obtidos com a IA, enquanto 86% não medem seus custos.

Para Dennis Herszkowicz, a explicação está no nível em que a IA vem sendo utilizada. “A IA ainda não gera impacto porque é usada no nível do CPF e não do CNPJ”, afirmou em entrevista coletiva no evento.

A expressão resume a diferença entre usar uma ferramenta para aumentar a produtividade individual e incorporar a inteligência artificial aos processos da organização. Um colaborador pode usar IA para redigir um documento ou resumir uma reunião, mas o impacto tende a ser limitado se a tecnologia não estiver conectada aos sistemas, indicadores e objetivos da empresa.

 

Dados organizados e pessoas preparadas

A pesquisa mostra também que o desafio não está apenas na disponibilidade de ferramentas, mas na integração tecnológica e na preparação dos profissionais. Embora 68% das empresas já considerem a migração para a nuvem uma realidade, apenas 46% afirmam que suas soluções de IA conseguem acessar automaticamente os dados corporativos. Além disso, somente 8% integram amplamente a inteligência artificial aos sistemas de gestão (ERP).

Há também obstáculos relacionados às pessoas: 43% dos colaboradores têm receio de cometer erros por confiar demais na IA, enquanto 37% afirmam não saber utilizar as ferramentas corretamente. Apesar disso, apenas 7% das empresas oferecem capacitação estruturada sobre o tema para todos os funcionários.

O tema apareceu em diferentes momentos da programação do Universo TOTVS. Em sua palestra, George Westerman, professor sênior do MIT Sloan, apresentou estratégias e casos de empresas que conseguiram integrar a IA às suas operações, reduzir resistências internas e ampliar a produtividade e a satisfação dos colaboradores.

A adoção bem-sucedida depende menos de experimentar o maior número possível de ferramentas e mais de integrar sistemas e dados, redesenhar processos, preparar equipes e estabelecer objetivos claros. A IA pode acelerar uma operação bem estruturada, mas também pode ampliar desperdícios quando é implantada sem governança.

 

TOTVS Pay: simplificar o recebimento dentro do sistema de gestão

A mesma lógica de integração está por trás do TOTVS Pay, lançamento apresentado no Universo TOTVS 2026. Desenvolvida em parceria com a Zoop, a plataforma de pagamentos digitais permite que empresas recebam por cartão de crédito, Pix e boleto diretamente nos sistemas de gestão que já utilizam. Com isso, a proposta é simplificar a rotina financeira e facilitar o controle dos recebimentos e do fluxo de caixa.

“Historicamente, para aceitar pagamentos digitais, o empresário precisava virar um especialista em meios de pagamento: negociar taxas com adquirentes, montar uma colcha de retalhos de integrações e ainda tentar resolver sozinho os gargalos de conciliação. O TOTVS Pay inverte totalmente essa lógica ao transformar o pagamento em um recurso nativo da gestão. Assumimos toda a complexidade técnica e operacional para que o cliente foque no que realmente importa: vender mais, receber mais rápido e ter total controle do seu caixa”, destaca Pedro Henrique Almeida, diretor-executivo de Payment da TOTVS.

Uma transformação que também é humana

A conversa foi muito além dos produtos. Em palestra, Laércio Cosentino, fundador da TOTVS, discutiu sucessão, transição e longevidade. Com as pessoas vivendo mais e permanecendo por mais tempo no mercado de trabalho, empresas e famílias precisam pensar em como preservar e transmitir conhecimento entre gerações. É nesse contexto que a IA aparece como uma forma de registrar, organizar e perpetuar parte do conhecimento acumulado por profissionais ao longo dos anos

Já o autor e professor Rishad Tobaccowala, abordou os efeitos das mudanças demográficas no mercado de trabalho e os impactos da inteligência artificial sobre as relações entre as pessoas.  São mudanças que exigem que as organizações repensem funções, competências e formas de trabalhar. Também impõe uma reflexão sobre o que deve permanecer sob responsabilidade humana e quais atividades podem ser delegadas à tecnologia.

O mundialmente conhecido DJ e filantropo Alok levou discussão semelhante para o campo da criação artística. Ao falar sobre o movimento “Keep Art Human”, defendeu o uso da tecnologia como aliada, mas criticou o emprego desenfreado da IA em processos criativos. A posição reforça uma questão presente também no ambiente corporativo: o avanço tecnológico não elimina a importância da intenção, do repertório e da responsabilidade humana.

O Universo TOTVS 2026 apresentou uma visão comum: o próximo estágio da transformação digital não depende apenas de adotar novas ferramentas, mas de integrar sistemas, organizar dados, preparar pessoas e estabelecer limites para que a tecnologia gere valor de maneira responsável.

A IA pode ser mais rápida, mais escalável e capaz de atuar em diferentes etapas de uma operação. Porém, o resultado esperado pelas empresas só aparece quando ela está conectada à estratégia, aos processos e às decisões que movem o negócio.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.
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9 curiosidades sobre o plástico que você provavelmente não sabia

O que vem à sua cabeça quando alguém fala em plástico? Provavelmente garrafas PET, sacolas e embalagens. Mas ele também está presente em roupas, equipamentos eletrônicos, automóveis e muitos outros produtos.

Existem diferentes tipos de plástico, o que determina sua composição é a estrutura polimérica que o compõe. Os plásticos são feitos de polímeros, que são grandes moléculas formadas pela repetição de pequenas unidades químicas. Dependendo da composição, esses materiais podem ser rígidos, flexíveis, elásticos ou resistentes ao calor. É essa variedade de propriedades que permite tantas aplicações.

 

 1. Uma garrafa PET pode se transformar na roupa que você veste

Uma garrafa PET encaminhada a reciclagem pode virar matéria prima para uma nova garrafa ou até mesmo fibra para a fabricação de roupas. Segundo a organização internacional Textile Exchange, 97% do poliéster reciclado produzido em 2025 teve origem em garrafas plásticas, e não em resíduos têxteis.

O poliéster é encontrado em camisetas esportivas, calças de academia e jaquetas. Sua resistência, secagem rápida e menor tendência a amassar explicam a presença da fibra nessas peças.

Em 2025, o poliéster respondeu por 59% da produção mundial de fibras, cerca de 82,5 milhões de toneladas. O algodão ficou em segundo lugar, com 18%.

 

 2. Até seu tênis de couro pode ter plástico

Mesmo quando a parte externa é feita de couro, um tênis pode conter diferentes tipos de plástico no solado, na palmilha e na entressola.

Em muitos modelos de corrida, por exemplo, a espuma responsável pelo amortecimento é produzida com EVA ou poliuretano, materiais poliméricos sintéticos que absorvem parte do impacto durante a caminhada ou a corrida.

Outros polímeros são empregados no solado, para resistir ao desgaste provocado pelo contato com o chão, e em partes internas que precisam oferecer flexibilidade e sustentação.

 

 3. Mais de um terço do peso de alguns celulares é plástico

Um estudo realizado com 23 smartphones identificou que os plásticos representavam, em média, 37% da massa dos aparelhos analisados. O percentual variava entre os modelos.

Boa parte desse plástico fica escondida dentro do celular. Os polímeros estão presentes em componentes como:

  • Cabos e fios internos: isolamento elétrico.
  • Placas de circuito: estrutura e isolamento.
  • Câmeras: peças com propriedades ópticas.
  • Alto-falantes e microfones: membranas e componentes flexíveis.
  • Adesivos e vedações: fixação e proteção.

O uso do plástico em equipamentos elétricos e eletrônicos é muito anterior aos smartphones. No início do século XX, surgiu a baquelite, um dos primeiros plásticos totalmente sintéticos produzidos em escala industrial. Resistente ao calor e capaz de isolar a eletricidade, o material foi empregado na fabricação de rádios, telefones e outros aparelhos.

 

 4. O plástico salvou tartarugas, já que o casco do animal era utilizado na produção de pentes e armação de óculos

Durante séculos, o casco da tartaruga-de-pente foi utilizado na fabricação de pentes, armações de óculos e acessórios de cabelo. Valorizado pela aparência, resistência e facilidade de moldagem, o material era obtido por meio da captura desses animais.

No século XIX, surgiu o celuloide, um dos primeiros tipos de plástico, que permitiu reproduzir a aparência do casco sem utilizar matéria-prima animal. Segundo o Cooper Hewitt, museu de design ligado ao Smithsonian, em Nova York, acessórios feitos com celuloide já imitavam o casco de tartaruga na década de 1880.

Ainda assim, a exploração das tartarugas continuou no século XX. Só para se ter ideia, entre 1950 e 1992, o Japão importou mais de 310 toneladas de casco, volume associado à captura estimada de cerca de 1,3 milhão de animais.

 

 5. O plástico ajuda a proteger você de choques elétricos

Em muitos cabos elétricos, o metal que conduz a corrente é revestido por uma camada de plástico. Como o plástico é isolante elétrico, essa proteção reduz o risco de choques e curtos-circuitos, desde que esteja íntegra e seja adequada à instalação.

O plástico também está presente em tomadas, interruptores e conectores. Nesses componentes, além de impedir o contato direto com partes energizadas, os materiais utilizados precisam resistir ao calor e às condições de funcionamento dos equipamentos.

 

 6. Você provavelmente dorme sobre um tipo de plástico

Colchões já foram preenchidos com penas, lã, algodão, crina de cavalo e fibras vegetais. No século XX, as espumas sintéticas começaram a ganhar espaço na fabricação desses produtos.

Uma delas é a espuma de poliuretano, um tipo de plástico que pode apresentar diferentes níveis de maciez, elasticidade e firmeza, dependendo de sua composição.

Atualmente, o poliuretano é encontrado não apenas em colchões, mas também em travesseiros, sofás e outros estofados.

 

 7. O plástico pode ajudar a reduzir o consumo de combustível

Painéis, para-choques, revestimentos internos e outras peças dos automóveis podem ser fabricados com plástico. Em determinadas aplicações, esses materiais substituem componentes mais pesados, reduzindo o peso total do veículo e a energia necessária para movimentá-lo.

Segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos, uma redução de 10% no peso de um automóvel pode melhorar a economia de combustível entre 6% e 8%. O benefício não é exclusivo do plástico, já que outros materiais leves também são utilizados pela indústria automobilística.

A substituição, porém, depende das exigências de resistência e segurança de cada peça.

 

 8. O plástico é indispensável na segurança hospitalar

Seringas descartáveis estão entre as aplicações mais conhecidas do plástico na medicina, mas o material também é utilizado em tubos, bolsas para soluções intravenosas, sistemas de infusão e embalagens de instrumentos médicos.

Bolsas e tubos precisam ser flexíveis e resistentes para permitir a administração de líquidos e medicamentos. Já determinadas embalagens plásticas protegem instrumentos e dispositivos esterilizados contra a contaminação até o momento do uso.

 

 9. O plástico também ajuda a evitar o desperdício de alimentos

Uma embalagem plástica pode prolongar a conservação dos alimentos ao protegê-los contra umidade, oxigênio, luz, contaminação e danos físicos, dependendo de sua composição.

Leite, carnes, frutas e biscoitos, por exemplo, exigem condições diferentes de armazenamento. Até as embalagens cartonadas de longa vida, como as utilizadas em caixas de leite, contêm camadas de plástico que ajudam a impedir a passagem de umidade e a proteger o conteúdo. Elas combinam papel-cartão, polietileno e, em muitos modelos, alumínio.

Uma pesquisa realizada em março de 2025 pelo instituto Nexus para o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast), com 2.009 entrevistados, mostrou que 87% dos brasileiros ouvidos concordaram que as embalagens plásticas contribuem para preservar a qualidade dos produtos e evitar o desperdício de alimentos.

 

E depois do uso, para onde vai todo esse plástico?

Após o uso, os resíduos plásticos podem ter diferentes destinos, como a reciclagem e a disposição em aterros sanitários licenciados, que são estruturas projetadas para recebê-los de forma controlada, com medidas para reduzir os riscos de contaminação do solo e da água. A reciclagem, por sua vez, permite reaproveitar materiais e reduzir a necessidade de novas matérias-primas, embora sua viabilidade dependa do tipo de plástico, da coleta, da triagem e das tecnologias de processamento disponíveis.

O maior problema está no descarte inadequado, quando esses resíduos acabam em ruas, rios, solos e oceanos, podendo causar impactos ambientais. Em uma pesquisa realizada em março de 2025 pela Nexus para o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast), 93% dos entrevistados concordaram que embalagens plásticas descartadas incorretamente causam impactos negativos ao meio ambiente. Ao mesmo tempo, 61% consideraram impossível evitar essas embalagens no dia a dia.

Por isso, ampliar a conscientização sobre o consumo e o descarte correto é fundamental. Reduzir o consumo desnecessário, reutilizar produtos sempre que possível, separar os resíduos e encaminhá-los para a coleta seletiva são atitudes que contribuem para o melhor aproveitamento dos materiais e para a redução dos impactos ambientais.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.
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Decisões que não podem esperar começam com dados confiáveis

Em julho de 2026, a inadimplência atingiu 9,2 milhões de empresas brasileiras, somando R$ 238,6 bilhões em dívidas, segundo levantamento da Serasa Experian. Com a maior parte dos casos concentrada entre micro e pequenas empresas, o cenário reforça um desafio para os negócios: como identificar riscos com agilidade e confiança antes que se transformem em prejuízos?

Em um mercado que exige respostas cada vez mais rápidas, antecipar possíveis imprevistos pode fazer toda a diferença. A inteligência artificial tem ajudado para essa agilidade ao permitir a análise de grandes volumes de informações em poucos segundos. No entanto, antes fosse a rapidez o único fator relevante.

Para fazer escolhas mais seguras, é preciso ter informações confiáveis, especialmente quando um erro pode comprometer os resultados de uma empresa, tanto no curto quanto no longo prazo. Sem dados de qualidade e uma análise capaz de interpretar o contexto, até mesmo uma resposta rápida pode levar ao caminho errado.

É nesse ponto que entra a IA², abordagem desenvolvida pela Serasa Experian, a maior datatech do país. O conceito parte da inteligência analítica da companhia, potencializada pela inteligência artificial. Enquanto a capacidade analítica permite identificar e contextualizar os dados mais relevantes para uma avaliação precisa de cada situação, a IA amplia o poder de processamento para apoiar decisões mais ágeis e confiáveis.

Se antes dados e modelos analíticos já faziam parte das operações da Serasa Experian, hoje, com a inteligência artificial, a empresa intensificou ainda mais a velocidade e o volume de informações processadas, reforçando sua posição como referência no mercado de datatech.

 

Encontrar quem tem maior chance de comprar

Alcançar muita gente não significa chegar às pessoas certas. Para uma área de marketing, uma audiência numerosa perde valor se boa parcela dos consumidores tiver pouca afinidade com aquilo que está sendo anunciado.

Modelos de propensão cruzam diferentes variáveis para estimar a chance de compra. A IA acelera esse processamento e seleciona, entre milhões de consumidores, os grupos mais aderentes a cada campanha e os momentos mais adequados para abordá-los.

Segundo a Serasa Experian, clientes que combinam esses recursos registram economia de até 50% no investimento em mídia. Uma seleção mais precisa do público reduz o desperdício de verba com anúncios dirigidos a pessoas com baixa propensão à compra.

Em campanhas de grande alcance, essa seleção pode ser atualizada à medida que novos registros são incorporados. A inteligência artificial analisa grandes bases e atualiza os grupos de consumidores sem exigir uma avaliação individual de cada pessoa.

 

Mais dados entram na decisão de crédito

Histórico de pagamentos, Score e renda há tempos fazem parte da avaliação de crédito. Hoje, registros transacionais e aspectos do contexto domiciliar e relacional ajudam a ampliar essa análise sobre o consumidor.

O cruzamento dessas variáveis permite diferenciar os perfis de risco e identifica solicitações que reúnem condições para aprovação sem flexibilizar os critérios adotados pela empresa.

De acordo com a Serasa Experian, seus clientes registram redução de até 67% no tempo de análise, acompanhada de aumento nas taxas de aprovação.

Em operações com milhares de solicitações, reduzir etapas manuais encurta a espera por uma resposta e aumenta o número de pedidos analisados. A qualidade das informações, os modelos adotados e os critérios definidos para a concessão ajudam a sustentar cada decisão.

 

Fraude exige resposta em segundos

Poucos segundos separam uma compra corriqueira de uma transação que merece investigação. Reconhecer sinais suspeitos com agilidade é essencial, mas verificações excessivas criam atrito para clientes legítimos e prejudicam a conversão.

Na biometria facial, algoritmos examinam características da imagem e cruzam esses elementos com outros mecanismos de proteção. A análise procura indícios de irregularidade em plataformas que recebem um grande número de transações simultaneamente.

A Serasa Experian informa que suas análises de biometria facial atingem mais de 90% de acurácia. A tecnologia também identifica padrões emergentes e automatiza etapas da investigação, reduzindo o tempo de resposta diante de tentativas de fraude.

A automação, no entanto, exige acompanhamento, revisão de critérios e governança, da origem e do tratamento das informações à definição dos limites de cada tecnologia.

O endereço também pesa no crédito rural

Renda, dívidas e histórico de pagamentos não são os únicos elementos considerados na avaliação de um produtor. Cultura plantada, características da propriedade e localização também entram na análise de uma operação de crédito rural.

Dados financeiros e cadastrais são cruzados com aspectos comportamentais, produtivos e de conformidade. O monitoramento geoespacial reúne informações sobre a propriedade e seu entorno, enquanto modelos preditivos e IA entram na avaliação do risco de crédito e de fatores socioambientais.

Imagens, localização, histórico financeiro e características produtivas detalham cada operação. Em carteiras extensas, esse cruzamento direciona a atenção para casos que exigem investigação adicional e identifica oportunidades comerciais de acordo com as características de cada região.

Entre clientes da Serasa Experian que adotam essa abordagem, a redução da inadimplência em operações de crédito rural chega a 50%.

Diferentes desafios pedem análises sob medida

Cada área ou negócio enfrentam desafios próprios e, por isso, exigem respostas que considerem seus contextos. Com soluções que atendem a diferentes segmentos das empresas, a Serasa Experian aplica a abordagem IA² para transformar dados em análises mais personalizadas, de acordo com as necessidades de cada operação. Ao potencializar sua inteligência analítica com inteligência artificial, a datatech ajuda empresas a antecipar riscos e identificar oportunidades para tomar decisões mais ágeis e confiáveis.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.
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