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O Município de São Brás de Alportel manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Maria da Conceição, aos 113 anos de idade, a mulher mais idosa de Portugal.

Carinhosamente conhecida como “Rainha” na Estrutura Residencial para Idosos da Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, onde residia, Maria da Conceição nasceu em 1912, dois anos antes da fundação do concelho de São Brás de Alportel.

Ao longo dos seus 113 anos de vida, foi testemunha de momentos marcantes da história de Portugal e do mundo, atravessando diferentes épocas e profundas transformações do país, desde o nascimento do concelho de São Brás de Alportel até à democracia, à integração de Portugal na União Europeia e à atualidade.

Ao longo dos anos, a sua longevidade e a sua história de vida foram motivo de carinho e reconhecimento por parte da comunidade são-brasense, que acompanhou e celebrou vários dos seus aniversários.

Em setembro de 2020, durante uma visita oficial ao concelho, o então Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, teve oportunidade de conhecer Maria da Conceição. Desde então, fez questão de lhe dirigir uma mensagem de parabéns por ocasião do seu aniversário.

Mulher de atitude e boa disposição , Maria da Conceição conquistou o carinho de todos os que com ela privaram, deixando na memória de quem a conheceu a marca de uma personalidade singular e de uma vida extraordinariamente longa.

O Município de São Brás de Alportel recorda, com respeito, carinho e gratidão, esta são-brasense que deixa uma história de vida singular, marcada por mais de um século de memórias e vivências.

À família e muito especialmente à Santa Casa da Misericórdia, à que foi família, com uma dedicação e abnegação inexcedíveis, o Município apresenta as mais sentidas condolências, com profunda gratidão.

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“Do Promontorium Sacrum à Fortaleza de Sagres: Uma viagem pela História” | 2 de setembro

A Fortaleza de Sagres, em colaboração com o Centro Ciência Viva de Lagos, promove, no âmbito do programa Ciência Viva no Verão, um conjunto de visitas temáticas gratuitas, convidando o público a explorar os diversos patrimónios associados ao Promontório de Sagres, onde os participantes podem descobrir, através de percursos interpretativos e com a colaboração de cientistas, as riquezas naturais e históricas de um dos locais mais emblemáticos do país. 

Este ciclo termina no próximo 2 de setembro, com a realização da visita temática “Do Promontorium Sacrum à Fortaleza de Sagres: Uma viagem pela História”, com início marcado para as 16h00.

Ao longo deste percurso, os participantes terão a oportunidade de conhecer a relevância histórica, cultural e simbólica deste lugar singular, identificado desde a Antiguidade como o mítico Promontorium Sacrum. Localizado num promontório que se eleva cerca de 40 metros acima do mar, nos confins do mundo conhecido pelos antigos, este território foi descrito por diversos autores clássicos como um espaço de grande significado espiritual e geográfico. Inserida numa paisagem cultural moldada pela sua condição de finisterra, a Fortaleza de Sagres destaca-se pela sua importância geoestratégica e pela ligação ao culto vicentino, ao Infante D. Henrique e ao início do período expansionista português.  A origem da fortificação remonta ao século XV, período em que o Infante promoveu a fundação da vila de Sagres. Ao longo dos séculos, a estrutura foi sendo adaptada e ampliada de acordo com a evolução das técnicas militares e da pirobalística. Entre os elementos patrimoniais preservados destacam-se os vestígios da muralha henriquina, caracterizada pelo seu traçado em «dente-de-serra». Atualmente, a Fortaleza de Sagres constitui um importante lugar de memória da expansão marítima europeia, associada ao desenvolvimento da ciência, dos intercâmbios culturais, do comércio e da navegação oceânica. Este valor histórico e simbólico esteve na base da atribuição da Marca do Património Europeu ao Promontório de Sagres. 

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através do programa Ciência Viva no Verão:

Inscrição Visita temática Do Promontorium Sacrum à Fortaleza de Sagres: Uma Viagem pela História

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“Albufeira – histórias da nossa gente” levou memórias do concelho à população sénior

A Câmara Municipal de Albufeira promoveu, entre os dias 17 e 21 de agosto, um conjunto de apresentações do livro Albufeira – Histórias da Nossa Gente”, da autora albufeirense Ana Sofia Brito, com ilustrações de Guilherme Limão. A iniciativa percorreu várias respostas sociais do concelho, onde foram entregues exemplares da obra e partilhadas histórias que recuperam as memórias, as vivências e a identidade de uma Albufeira de outros tempos.

O percurso começou no Centro de Dia do Equipamento Social de Olhos d’Água. Seguiram-se visitas aos dois polos do Centro Paroquial de Paderne, em Paderne e na Quinta da Palmeira, ao Centro de Dia O Roseiral e à ERPI Roseiral. A última apresentação decorreu na Fundação António Silva Leal, no Lar Nossa Senhora da Visitação, na Guia.

Ao longo dos encontros, Ana Sofia Brito deu a conhecer a origem e o propósito de Albufeira – Histórias da Nossa Gente, num ambiente de proximidade que abriu o espaço à partilha de recordações entre a autora e os participantes. As sessões assumiram um significado particular junto da população sénior, depositária de experiências, tradições e conhecimentos fundamentais para a preservação da memória coletiva do concelho.

O livro nasceu de uma conversa entre Ana Sofia Brito e o ilustrador Guilherme Limão, na qual ambos refletiram sobre o papel da memória e a importância de a preservar, surgindo daí a vontade de revelar uma Albufeira muito diferente daquela que hoje conhecemos e de recuperar histórias ligadas às pessoas que ajudaram a construir a comunidade.

A obra reúne vinte e cinco narrativas acompanhadas pelas ilustrações de Guilherme Limão. Através de um olhar literário e poético, recupera a vida de uma comunidade que, perante as adversidades, encontrou na entreajuda a força necessária para preservar a dignidade das suas gentes.

A vereadora da Câmara Municipal de Albufeira, Maria Cristina Corado, esteve presente em todas as apresentações e dirigiu uma palavras aos participantes. “Este livro permite-nos preservar e partilhar as memórias de Albufeira, sobretudo com aqueles que guardam tantas histórias do nosso concelho”, afirmou.

Ao aproximar estas histórias daqueles que a guardam muitas memórias do território, a iniciativa promoveu o diálogo entre a literatura e as vivências pessoais, reforçou os laços com a identidade local e destacou a importância de transmitir este património humano às gerações futuras.

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CCDR Algarve leva à XII Feira da Dieta Mediterrânica um programa de inovação, cultura e desenvolvimento regional

A XII Feira da Dieta Mediterrânica, que decorre em Tavira, de 3 a 6 de setembro de 2026, volta a afirmar-se como um dos grandes momentos de promoção da identidade, dos produtos, dos saberes e das tradições que caracterizam o território algarvio.

Ao longo de quatro dias, a Feira reúne comunidade, produtores, empresas, instituições e visitantes em torno de um património que se cruza com diferentes dimensões do desenvolvimento regional — da agricultura e alimentação à cultura, inovação, sustentabilidade e valorização dos recursos endógenos.

A CCDR Algarve, I.P., enquanto parceira da Feira desde a sua primeira edição, participa uma vez mais com um programa diversificado de iniciativas, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito do Plano de Atividades para a Salvaguarda da Dieta Mediterrânica na Região do Algarve (PASDM 2023-2027).

Ao longo dos quatro dias, a CCDR Algarve I.P. estará presente com espaço institucional, promovendo o contacto direto com a população, empresas, produtores e demais visitantes e dando visibilidade ao trabalho desenvolvido pela instituição.

Conheça as principais iniciativas promovidas ou apoiadas pela CCDR Algarve no âmbito da Feira:

• 3 SET. | 14h30 – Seminário “Inovação nos Produtos Endógenos | A Dieta Mediterrânica e o Património Cultural”

No Centro de Experimentação Agrária de Tavira (CEAT), especialistas, entidades e projetos irão refletir sobre a salvaguarda, valorização e inovação dos produtos endógenos, a sua relação com a Dieta Mediterrânica e os saberes, tradições e modos de produção que lhes estão associados.

A iniciativa integra o INOVA ALGARVE 3.0 – Programa de Desenvolvimento de Novos Produtos Baseados em Materiais Endógenos Inspirados na Dieta Mediterrânica, promovido pela CCDR Algarve e financiado pelo Programa Regional ALGARVE 2030, que procura estimular a inovação e o desenvolvimento de novos produtos a partir dos recursos e saberes existentes na região.

Inscrições aqui: SEMINÁRIO – Dieta Mediterrânica – Inovação nos Produtos Endógenos

• 3 SET. | 18h00 – Conversas Al-bauhaus – Europe Direct do Algarve, CCDR Algarve I.P.

No stand Europe Direct do Algarve.

• 3 SET. | 20h00 – Filme “Surda” (Prémio Lux do Parlamento Europeu) – Europe Direct do Algarve, CCDR Algarve I.P.

Será exibido o filme “Surda”, o qual recebeu o Prémio Lux do Parlamento Europeu, seguindo-se um momento de conversa com a participação do Gabinete de Informação do Parlamento Europeu em Portugal e o Centro Europe Direct do Algarve, o qual terá lugar no Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira.

• 4 SET. | 9h30 – Visita à Coleção de Fruteiras Tradicionais do Algarve

O Centro de Experimentação Agrária de Tavira recebe uma visita à Coleção de Fruteiras Tradicionais do Algarve, um importante repositório da biodiversidade agrícola regional e do património associado à Dieta Mediterrânica.

A iniciativa permite dar a conhecer o trabalho desenvolvido na prospeção, preservação e valorização das variedades tradicionais, contribuindo para a salvaguarda de um património agrícola único e para a valorização dos recursos endógenos algarvios.

• 4 SET. | 11h30 – Visita guiada à Exposição “O Posto Agrário de Tavira” – CCDR Algarve I.P.

No Centro de Experimentação Agrária de Tavira.

• 4 SET. | 21h30 – VIMAR – Valorização da Cooperação Transfronteiriça

A programação inclui ainda uma ação de promoção dos vinhos do Condado de Huelva, no Mercado da Ribeira, numa parceria entre a VIMAR – Feria del Vino y el Mar, o Consejo Regulador de la D.O. Condado de Huelva e a CCDR Algarve.

A iniciativa reforça a dimensão transfronteiriça da Feira e a cooperação entre o Algarve e a Andaluzia, promovendo o conhecimento e a valorização de produtos associados aos territórios mediterrânicos.

• 4 SET. | 14h30 – Workshop Regional de Segurança Alimentar e Nutricional

No CEAT realiza-se o workshop “Segurança Alimentar e Nutricional – Saborear o Algarve 2030: Rede, Inovação e Consumo Local”, promovido pelo Ministério da Agricultura e do Mar, através do GPP, em articulação com a CCDR Algarve.

A iniciativa coloca em debate temas como a produção local, os circuitos curtos de abastecimento, o consumo sustentável, a redução do desperdício alimentar e a promoção de padrões alimentares saudáveis, envolvendo diferentes atores do sistema agroalimentar regional. As conclusões contribuirão para o processo nacional que culminará na Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, no segundo semestre de 2026.

Inscrições aqui: https://forms.cloud.microsoft/e/uzxDiPPvXL

• 4 SET. | 18h00 – Conversas Al-bauhaus – Europe Direct do Algarve, CCDR Algarve I.P.

No stand Europe Direct do Algarve.

• 5 SET. | 18h00 – Conversas Al-bauhaus – Europe Direct do Algarve, CCDR Algarve I.P.

No stand Europe Direct do Algarve.

• 6 SET. | 18h00 – Entrega do Prémio Inovação – Dieta Mediterrânica

Um dos momentos de destaque da Feira será a apresentação dos vencedores da 3.ª edição do Prémio Inovação – Dieta Mediterrânica, no Jardim do Coreto.

Promovido pela CCDR Algarve, em parceria com o Município de Tavira, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Sotavento Algarvio e a Associação In Loco, o prémio pretende distinguir produtos e projetos agroalimentares inovadores que valorizem os recursos endógenos e contribuam para a competitividade e sustentabilidade do setor agroalimentar regional.

Em 2026, o concurso foi alargado a todos os produtores, projetos e empresas sediados no Algarve, independentemente da sua participação na Feira, reforçando o seu papel enquanto instrumento de promoção da inovação regional.

• Exposição “Mário Soares – 100 Anos”

Integrada nas iniciativas de valorização cultural associadas à programação, a exposição “Mário Soares – 100 Anos”, da Fundação Mário Soares e Maria Barroso, estará patente na Biblioteca Municipal de Tavira, de 1 a 14 de setembro, dando a conhecer a vida, o pensamento, os valores e o legado de Mário Soares na construção da democracia portuguesa.

Europe Direct Algarve promove cidadania europeia

A participação da CCDR Algarve na XII Feira da Dieta Mediterrânica conta igualmente com a presença do Europe Direct Algarve, estrutura de missão acolhida na CCDR Algarve, que dinamizará atividades dirigidas a diferentes públicos. Entre as iniciativas previstas estão o jogo de tabuleiro “Valores que me movem”, a Hora do Conto “Contos com Sal (q.b.)”, dinamizada pela Lixarte, e as Conversas Bauhaus – #fazeranossaparte, dedicadas à sustentabilidade, à cidadania e ao papel de cada cidadão na construção de um futuro mais sustentável.

Com esta participação, a CCDR Algarve reafirma o seu compromisso com a salvaguarda da Dieta Mediterrânica e com uma estratégia de desenvolvimento regional que valoriza o território, as pessoas, os recursos endógenos, a inovação e a sustentabilidade, dando simultaneamente a conhecer o papel do Programa Regional ALGARVE 2030 e dos Fundos Europeus na concretização de projetos que contribuem para um Algarve mais competitivo, coeso e sustentável.

A Dieta Mediterrânica é um património vivo, cultural e identitário do Algarve, reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, tendo Tavira como comunidade representativa em Portugal. Mais do que um modelo alimentar, constitui uma forma de viver e de relação com o território, envolvendo a agricultura, a produção e valorização dos produtos endógenos, a gastronomia, a cultura, a sustentabilidade, a biodiversidade e a economia regional.

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‘Litoralgarve’ apresenta poemas de Maria de Jesus Amores Reis, recentemente falecida, dedicados ao ‘Futebol de Caminhada – Walking Football’, do Clube Desportivo de Odiáxere

Em homenagem à poetisa, natural de Odiáxere, do concelho de Lagos, será publicado, provavelmente até final de 2026, o quarto livro que a senhora estava a preparar e que incluirá estes e outros poemas.

José Manuel Oliveira

No dia em que a conhecida poetisa e letrista Maria de Jesus Amores Reis, recentemente falecida, completaria 90 anos de idade, a 21 de Agosto, o ‘Litoralgarve’ teve acesso a uma página com poemas dedicados ao ‘Futebol de Caminhada – Walking Football’, do Clube Desportivo de Odiáxere, sediado no concelho de Lagos.

Trata-se de uma variante do futebol adaptada para maiores de 50 anos, em que é proibido correr, segundo as regras. Este tipo de jogo tem por objectivo promover um estilo de vida activo e o combate ao isolamento social, ao mesmo tempo que contribui para reduzir o risco de lesões por eliminar o contacto físico.

Eis os poemas:

Se gosta de futebol, junte-se a nós

Para que o povo ouça a nossa voz

Mesmo com menos mobilidade

Venha fazer-nos companhia

Sorrindo com alguma alegria

Recordando a nossa mocidade

Porque recordar é viver

Mas isso é tempo passado

Temos de fazer pela vida

E nela temos sempre que aprender

Mesmo que o corpo se sinta cansado

Vamos lutando de forma aguerrida

Vamos lá oh! Juventude

Mostrar um pouco da nossa atitude

Mostrando sempre do que são capazes

Dignificando um pouco da nossa cultura

Porque sois rapazes com bravura

Pois vós sois fortes e muito audazes

Por termos uma certa idade

Não temos de nos envergonhar

Por gostar muito de desporto

Porque na vida há certos problemas

E se não seguirmos certos temas

Então é que fica tudo torto

E agora para este poema terminar

Quero a todos vós abençoar

Desejando que muitas vitórias possam ter

Lutando com alma e coração

Mostrando os guerreiros que todos são

Para celebrar e dizer, vitória vamos vencer!!!

“Demorou duas horas a escrever estes poemas”, disse-nos Ludgero Barroso, amigo da poetisa

Maria de Jesus Amores Reis “demorou duas horas a escrever estes poemas”, contou, ao nosso Jornal, Ludgero Barroso, amigo da senhora e que, em homenagem à poetisa, vai tentar a edição do seu quarto livro, até final de 2026, com o apoio da Câmara Municipal de Lagos e da Junta de Freguesia de São Gonçalo. A nova publicação, ainda sem título e que terá de ter o acordo da família de Maria de Jesus Amores Reis, incluirá esta página com poemas dedicados ao ‘Futebol de Caminhada – Walking Football’, do Clube Desportivo de Odiáxere, assim como muitos outros sobre diversos temas que a senhora escreveu nos últimos meses de vida.

Como o ‘Litoralgarve’ noticiou na altura, Maria de Jesus Amores Reis, de 89 anos, viúva e que residia com um neto na Rua Infante de Sagres, em Lagos, faleceu, ao início da madrugada do dia 05 de Agosto, no Hospital Terras do Infante, nesta cidade. Natural de Odiáxere, do concelho de Lagos, sofria de diversas patologias.

«Lembranças», «Tempos de Saudade» e as «Minhas Memórias» foram os três livros publicados em vida

Contando sempre com o apoio da Câmara Municipal de Lagos e da Junta de Freguesia de São Gonçalo, foi autora de três livros – o primeiro intitulado «Lembranças», o segundo «Tempos de Saudade», editado em 2018, a que seguiu «As Minhas Memórias». Estava a preparar o seu quarto livro.

Autora de poemas sobre as equipas jovens de futebol do Clube Desportivo de Odiáxere, do concelho de Lagos, quando uma delas se sagrou campeã do Algarve, tendo subido ao Campeonato Nacional

A senhora colaborava na elaboração de letras para tradições locais, como as Marchas Populares de Lagos, além de ter escrito textos, nomeadamente sobre a Praia da Luz, a Salema, localidade do concelho de Vila do Bispo, Lagos e Deus, dada a sua fé e ligação à religião. Além disso, foi autora de poemas sobre as equipas jovens de futebol do Clube Desportivo de Odiáxere, quando uma delas se sagrou campeã do Algarve, tendo subido ao Campeonato Nacional.

Também escreveu letras sobre marchas populares em Odiáxere e quando esta localidade foi elevada à categoria de vila a 01 de Julho de 2003

A poetisa também escreveu letras sobre marchas populares em Odiáxere e quando esta localidade foi elevada à categoria de vila a 01 de Julho de 2003. Na sua terra-natal, residiu e trabalhou na agricultura com os pais. Posteriormente, após ter casado, viveu com o marido na Meia-Praia, em Lagos. Mais tarde, passou a residir na cidade de Lagos, até falecer.

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Trabalha no turismo e vive do verão? Como conseguir crédito com rendimento sazonal

O mercado de trabalho algarvio vive em dois ciclos extremos: na preparação da última época alta, o desemprego na região caiu 23,3% num único mês (menos 3.971 inscritos), depois de ter disparado na ordem dos 60% nos meses de inverno, segundo a análise da Randstad com dados do INE, IEFP e Segurança Social. O turismo assegura 74.300 postos de trabalho no Algarve, quase 17% do emprego total da região, entre restauração, hotelaria e atividades ligadas à época. Para dezenas de milhares de pessoas, isto significa uma realidade que os manuais de finanças pessoais ignoram: o rendimento não é igual todos os meses e há meses em que pode nem existir.

É com essa realidade que os bancos são confrontados quando um trabalhador sazonal pede um crédito. E a resposta curta à pergunta que muitos fazem: “será que sequer consigo?”, é sim. Rendimento sazonal não é impedimento para obter crédito. No entanto, a forma de o provar, os documentos que se juntam e até o mês do ano em que o pedido é feito mudam substancialmente as probabilidades e as condições. Este guia responde às perguntas mais comuns.

Como é que os bancos olham para um rendimento que varia?

Pela média e pela consistência; não pelo mês bom. Na avaliação de um pedido de crédito, as instituições analisam tipicamente o rendimento médio dos últimos 12 meses (ou mais), a declaração de IRS e os movimentos bancários, procurando responder a uma pergunta simples: este rendimento, visto ao ano, suporta a prestação com folga? Um recibo de agosto de 1.800€ vale menos do que parece se novembro e dezembro estiverem a zeros; inversamente, três ou quatro épocas consecutivas no mesmo setor, ainda que com contratos a termo, desenham um padrão de fiabilidade que os bancos sabem ler.

O tipo de vínculo pesa: um contrato sem termo é o cenário mais confortável, mas contratos a termo renovados com historial, trabalho a recibos verdes com atividade aberta há mais de dois anos e declarações de IRS consistentes são perfis financiáveis todos os dias. O que as instituições penalizam não é a sazonalidade em si: é a imprevisibilidade sem historial que a comprove. E porque os critérios variam de banco para banco (o que um recusa, outro aceita e é nos perfis menos convencionais que essa variação é maior), a comparação junto de várias instituições, feita diretamente ou através de um intermediário de crédito como a e-loan, vale nos perfis sazonais ainda mais do que nos restantes.

O mês em que pede importa?

Mais do que se imagina. Um pedido feito em outubro ou novembro, com a época alta acabada de documentar, recibos dos meses fortes, extratos com saldos saudáveis, eventualmente o IRS do ano anterior já entregue, apresenta o requerente no seu melhor momento comprovável. O mesmo pedido em março, depois de um inverno de rendimento mínimo e com a conta a refletir a época baixa, conta uma história diferente ao mesmo banco.

Não é por acaso: quem trabalha no turismo e pode escolher o momento do pedido tem no calendário uma vantagem gratuita; quem não pode (porque a necessidade não escolhe o mês) compensa com documentação mais completa.

Que documentos fortalecem o pedido?

A regra de ouro do rendimento irregular: quanto mais história documentada, menor a perceção de risco. O dossier forte inclui as declarações de IRS dos últimos dois anos (a prova de que o rendimento anual se repete), extratos bancários de 6 a 12 meses (mostrando o ciclo completo, não só o verão), o contrato de trabalho ou os recibos verdes, e uma declaração da entidade patronal a confirmar a recorrência do vínculo, nos casos de quem regressa todos os anos ao mesmo empregador.

Montar este processo e apresentá-lo a várias instituições é, de resto, o trabalho de um intermediário de crédito: a figura, registada e supervisionada pelo Banco de Portugal, que faz a ponte entre o consumidor e os bancos. Com um pedido de crédito pessoal através da e-loan, o mesmo dossier é apresentado a várias instituições em simultâneo e as propostas chegam comparadas, com a TAEG (Taxa Anual de Encargos Efetiva Global) e o MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor) de cada uma lado a lado, relevante para qualquer consumidor, mas especialmente para perfis sazonais, em que as condições oferecidas variam mais de banco para banco do que nos perfis de rendimento fixo.

Como se calcula a taxa de esforço quando o rendimento não é igual todos os meses?

Sobre a média anual, nunca sobre o mês bom. A taxa de esforço (a percentagem do rendimento consumida por prestações de crédito, com a referência prudencial nos 35%) só é honesta, num perfil sazonal, se for calculada sobre o rendimento total do ano a dividir por doze. Uma prestação de 300€ pode parecer confortável em agosto e tornar-se impossível em janeiro; a conta pela média anual revela desde o início se ela cabe no ano inteiro.

E há uma segunda regra que os perfis sazonais conhecem melhor do que ninguém: a prestação deve deixar espaço para a almofada de inverno. Se o rendimento de verão tem de financiar os meses baixos, a margem depois da prestação não é conforto, é a condição de sobrevivência do orçamento.

E se os créditos existentes já pesam demasiado na época baixa?

É o cenário clássico da região: prestações assumidas com o otimismo de julho que se tornam sufocantes em fevereiro: várias pequenas, com seguros e comissões duplicados, ou saldos de cartão que rolam ao pagamento mínimo durante o inverno (a modalidade mais cara do mercado, com TAEG máxima legal de 18,5% no trimestre atual). Para estes casos, a consolidação de créditos: juntar tudo numa única prestação, dimensionada para caber na média anual e não no mês de agosto, pode devolver o controlo do orçamento. A e-loan, enquanto intermediária vinculada, compara este tipo de solução junto de várias instituições financeiras, com a análise a considerar o perfil sazonal do rendimento; a comparação deve incluir sempre o MTIC, porque prestação mais baixa com prazo mais longo pode significar custo total maior.

Quando adiar o pedido é a melhor decisão

A honestidade que falta a muitos guias: há momentos em que o melhor crédito é o que não se contrata. Quem está na primeira época no setor, sem historial que comprove a recorrência do rendimento, obterá condições piores do que obterá daqui a um ano, se o pedido puder esperar pela segunda época documentada, deve esperar. Quem teve incumprimentos recentes deve regularizá-los e deixar o registo sarar antes de qualquer pedido. E quem faz as contas pela média anual e chega a uma taxa de esforço no limite não deve contar com o verão seguinte para desempatar, no Algarve, toda a gente conhece alguém a quem uma época má trocou as contas.

Rendimento sazonal exige mais planeamento do que rendimento fixo, mas quem domina o seu ciclo, documenta o seu historial e escolhe o momento certo chega à mesa de negociação em igualdade de circunstâncias. E no Algarve, dominar o ciclo é uma competência regional.

Perguntas frequentes (FAQ)

Consigo obter crédito com um contrato de trabalho sazonal?

Sim. As instituições avaliam sobretudo a média e a consistência do rendimento anual, declarações de IRS, extratos de 6 a 12 meses e historial de épocas consecutivas e não apenas o tipo de contrato. Contratos a termo renovados com historial comprovado são perfis financiáveis; o que penaliza é a ausência de histórico, não a sazonalidade em si.

Trabalho a recibos verdes só no verão. Que documentos preciso?

As declarações de IRS dos últimos dois anos, os recibos emitidos, extratos bancários que mostrem o ciclo anual completo e, idealmente, prova de recorrência (o mesmo cliente ou empregador em épocas consecutivas). Atividade aberta há mais de dois anos com rendimento anual consistente é o perfil que as instituições procuram.

Qual é a melhor altura do ano para pedir crédito com rendimento sazonal?

O outono, imediatamente após a época alta: os recibos dos meses fortes estão frescos, os extratos refletem os melhores saldos do ano e o rendimento da época é comprovável. Um pedido idêntico feito no fim do inverno apresenta o mesmo perfil no seu momento mais fraco.

Posso consolidar créditos tendo rendimento sazonal?

Sim, e é uma solução frequente na região: juntar prestações dispersas numa única, dimensionada para a média anual do rendimento (e não para os meses altos), pode aliviar precisamente os meses de inverno. A comparação deve ser feita com a TAEG e o MTIC de cada proposta, porque o alargamento do prazo pode aumentar o custo total.

Quanto custa recorrer a um intermediário de crédito?

Nada, no modelo de intermediação vinculada: a remuneração é paga pelas instituições financeiras. É o caso da e-loan, intermediário de crédito vinculado registado no Banco de Portugal com o n.º 0001398, que apresenta cada processo a várias instituições em simultâneo e devolve as propostas comparadas, o registo de qualquer intermediário pode ser confirmado na lista pública do Portal do Cliente Bancário.

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“Famílias navegadoras”: visita orientada e peddy paper pela história de Quarteira

O Museu Municipal de Loulé convida as famílias a embarcarem numa viagem pelo património marítimo com a atividade “Famílias Navegadoras”, no próximo dia 28 de agosto, às 18h30. O evento decorre na Antiga Lota de Quarteira, no âmbito da exposição “Com os Pés na Terra e as Mãos no Mar. 6000 anos de História de Quarteira”.

A iniciativa propõe um fim de tarde dinâmico que cruza cultura, história e lazer. O programa arranca com uma visita orientada projetada para dar a conhecer a evolução do território e da comunidade que moldou a economia e a identidade local ao longo dos séculos.

A jornada culmina com um peddy paper desafiante, no qual os participantes vestem a pele de verdadeiros exploradores e utilizam o “Diário de Bordo” como mapa para desvendar a exposição de forma envolvente. Trabalhando em equipa, as famílias serão convidadas a desvendar desafios didáticos e de observação enquanto percorrem os quatro núcleos da exposição: «Explorar a Terra», «Explorar o Mar», «Ocupar e Viver» e «Território».

As vagas são limitadas. Os interessados devem realizar a sua inscrição através do e-mail servicos.educativos@cm-loule.pt ou pelo telefone 289 400 611.

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Fadiga da fertilidade: porque tantos casais desistem dos tratamentos e como o descanso pode ajudar 

O desgaste dos tratamentos de fertilidade: quando parar é autocuidado

A fadiga resultante dos tratamentos de fertilidade é o esgotamento emocional, físico e psicológico que surge ao longo do processo de reprodução assistida e que em alguns casos pode levar casais a interromper o percurso antes de esgotarem as possibilidades clínicas. Em plena época de férias, é importante reforçar a necessidade de fazer uma pausa, descansar e recuperar. Momentos como as férias podem ser essenciais para atenuar a pressão, restabelecer o equilíbrio emocional e reestruturar-se para continuar os seus tratamentos.

O impacto psicológico dos tratamentos

A infertilidade e os tratamentos de reprodução assistida podem ter um impacto significativo na saúde mental. A literatura mostra que o stress emocional, a ansiedade e a depressão são mais frequentes entre pessoas que recorrem a estas técnicas do que entre quem concebe naturalmente. Cerca de 4 em cada 10 mulheres em tratamento apresentam ansiedade (41%) e depressão (42%). Nos casais que procuram tratamento, a prevalência de depressão varia entre 15% e 54%, e a de ansiedade clinicamente significativa, entre 8% e 28%.

Os momentos de maior distress concentram-se na punção folicular e na espera pelo resultado do teste de gravidez. Cada ciclo tende a ser acompanhado por esperança e, por vezes, frustração. A pressão para “fazer tudo corretamente”, a sensação de falha do corpo, o medo de perder a janela de oportunidade e a exaustão de conciliar consultas, medicação e trabalho podem levar a um estado de fadiga.

O descanso como parte do tratamento

O descanso estratégico deve integrar o plano terapêutico. O descanso não se resume ao sono. Inclui pausas intencionais, como momentos de lazer, redução da sobrecarga laboral e espaço para o casal se reconectar para além do objetivo do projeto parental. A evidência indica que o apoio social e estratégias de coping adaptativas melhoram a qualidade de vida e reduzem o sofrimento emocional durante o percurso.

As férias funcionam como uma estratégia, dentro da área dos limites, que permite reduzir a ativação constante do sistema de stress, quebrar o ciclo esperança – frustração, reforçar a relação do casal e ganhar clareza para decisões futuras – como continuar, fazer uma pausa mais longa ou repensar o projeto parental. Um casal esgotado emocionalmente decide a partir do medo e da exaustão, enquanto um casal em equilíbrio poderá decidir com maior clareza e pragmatismo.

O sentimento de estar numa corrida contra o tempo é uma realidade para muitos casais que enfrentam desafios de fertilidade. Ainda assim, fazer uma pausa temporária nem sempre significa comprometer o processo. Em conjunto com a equipa de profissionais que vos acompanha, avaliem o vosso bem-estar emocional e discutam a possibilidade de realizar pausas estratégicas. O descanso pode ser uma decisão clínica e de autocuidado, não um sinal de desistência.

Por: Ana Luísa Alves, Psicóloga Clínica da Procriar

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Faro – 16 Detidos em ações de fiscalização rodoviária

O Comando Territorial de Faro, na noite de 22 para 23 de agosto, realizou diversas ações de fiscalização rodoviária nos concelhos de Albufeira e Loulé, das quais resultaram 16 detenções.

No decorrer das ações foram detidas dez pessoas por condução sob o efeito do álcool, quatro por tráfico de estupefacientes, uma por condução sem habilitação legal e uma por resistência e coação sobre funcionário.

Foram ainda elaborados 37 autos de contraordenação rodoviária e três autos de contraordenação de natureza policial, tendo sido apreendidas:

•           13 doses de haxixe;

•           Três doses de cocaína;

•           2,25 gramas de MDMA;

•           3,22 gramas de ecstasy.

No mesmo período, a Guarda realizou uma operação de fiscalização direcionada para motociclos e ciclomotores, nos concelhos de Faro e Loulé, com especial incidência nos comportamentos de risco associados à sinistralidade rodoviária grave. Desta ação resultaram 18 autos de contraordenação rodoviária e a apreensão de sete motociclos.

As ações contaram com o empenhamento das diversas valências do Comando Territorial de Faro, nomeadamente do dispositivo territorial, trânsito e de Intervenção.

A Guarda Nacional Republicana continuará a desenvolver ações de prevenção e fiscalização, com o objetivo de reforçar a segurança rodoviária, prevenir comportamentos de risco e contribuir para a segurança de pessoas e bens.

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Menina de seis anos morre atropelada em Vila do Bispo

Uma menina de seis anos, de nacionalidade espanhola, morreu este domingo na sequência de um atropelamento na zona da Ingrina, no concelho de Vila do Bispo, distrito de Faro.

O acidente aconteceu na Estrada Municipal 1257, junto à zona da Ingrina. Segundo informações divulgadas pela GNR e pela Proteção Civil, a criança viajava com os pais, que tinham parado o automóvel para apreciar a paisagem.

De acordo com as autoridades, o veículo não terá ficado trancado. A menina terá aberto uma das portas e saído em direção aos pais, acabando por ser colhida por outra viatura que circulava na estrada. O condutor não terá conseguido aperceber-se da presença da criança a tempo.

O alerta foi dado pelas 18h20. Foram mobilizados 27 operacionais dos bombeiros, INEM e GNR, apoiados por oito veículos. Um helicóptero do INEM também foi acionado, mas acabou por não ser necessário.

O óbito da criança foi declarado no local.lo

As circunstâncias do acidente estão a ser investigadas pelas autoridades.

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Jovem detido por posse/tráfico de droga após tentar fugir da GNR em Silves

O suspeito de 20 anos conduzia um veículo automóvel quando foi fiscalizado por uma patrulha da GNR de Silves, numa das ruas mais movimentadas da cidade.

No decorrer da fiscalização, os militares visualizaram, no interior da viatura, um produto que aparentava ser estupefaciente. Confrontado com a situação, o jovem admitiu tratar-se de “droga”, alegando, contudo, que aquela seria o único produto que tinha na sua posse para consumo próprio.

Perante as circunstâncias, os militares não se limitaram à versão apresentada pelo suspeito e, quando se preparavam para proceder a uma revista ao suspeito e busca ao interior do automóvel, este, de forma repentina, encetou uma fuga a pé, procurando, durante o percurso, desfazer-se do produto que transportava consigo.

A tentativa de fuga acabou por ser travada pelos militares, que conseguiram alcançar e intercetar o suspeito, recuperando ainda todo o material de que este se tentou desfazer ao longo do trajeto.

No seguimento das diligências, foi localizado mais produto estupefaciente, quer na posse do jovem, quer no interior do automóvel.

No total, foram apreendidas várias doses de produto estupefaciente, entre elas Cocaína e Haxixe, já devidamente acondicionadas e prontas para venda, bem como 85 euros em numerário, um telemóvel e diverso material associado à preparação e acondicionamento do produto.

O suspeito foi detido e, após o cumprimento das diligências legais, notificado para comparecer, no dia seguinte, no DIAP do Tribunal de Silves.
A investigação prossegue.

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Pavilhão Municipal de São Brás de Alportel recebe intervenção no sistema de drenagem

Obra integra o Plano Anual de Manutenção do Parque de Desporto Municipal e representa um investimento de 11.600 euros.

O Município de São Brás de Alportel iniciou uma nova intervenção no Pavilhão Desportivo Municipal, com o objetivo de recuperar e melhorar o sistema de drenagem de águas pluviais da cobertura da nave principal.

A intervenção surge na sequência do desgaste do algeroz metálico existente na cobertura, que tinha comprometido a estanquidade da estrutura e permitido a entrada de água no interior do pavilhão, sobretudo através da escorrência pelas paredes.

Os trabalhos incluem o corte da telha existente, a limpeza e isolamento do algeroz atual e a instalação de um novo algeroz no seu interior, mantendo a ligação aos tubos de queda já existentes.

A empreitada contempla ainda a colocação de um remate em chapa sobre o murete, destinado a proteger a estrutura e a garantir uma adequada condução das águas provenientes da cobertura.

Com um prazo de execução de 60 dias, a intervenção representa um investimento municipal de 11.600 euros e integra o Plano Anual de Manutenção do Parque de Desporto Municipal.

Com esta obra, o Município pretende reforçar as condições de conservação e segurança do Pavilhão Desportivo Municipal, assegurando melhores condições de utilização de um equipamento ao serviço da comunidade.

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“Há Música na Vila” encerra o verão com Richie Campbell e Yang

Evento realiza-se a 12 de setembro, em Vila do Bispo, com entrada livre e aposta na música urbana portuguesa.

Vila do Bispo prepara-se para encerrar a temporada de verão ao som da música urbana portuguesa. O evento “Há Música na Vila” realiza-se no dia 12 de setembro, junto ao Mercado Municipal, com Richie Campbell e Yang como cabeças de cartaz. A entrada é livre.

A noite começa às 21h30 com Yang, uma das novas vozes da música urbana portuguesa. O artista, conhecido por temas como “Fica para Depois” e “Água e Sal”, apresenta também o seu mais recente êxito, “Fé”, lançado em 2026. A atuação deverá levar ao público uma sonoridade marcada por influências de R&B, bossa nova e afro-pop.

Às 23h00, sobe ao palco Richie Campbell, um dos nomes mais reconhecidos da música urbana nacional. O artista encerra a noite com uma atuação que cruza sonoridades de reggae, dancehall, R&B e afrobeats.

Promovido pela Câmara Municipal de Vila do Bispo, o “Há Música na Vila” pretende assinalar o final do verão com uma noite de música e convívio, proporcionando ao público um último grande momento da temporada.

O recinto abre às 20h30. A atuação de Yang está marcada para as 21h30, seguindo-se Richie Campbell às 23h00. O evento conta com o apoio da Região de Turismo do Algarve, Cerveja Sagres e Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo.

Serviço

Evento: Há Música na Vila
Data: 12 de setembro de 2026
Local: Vila do Bispo, junto ao Mercado Municipal
Entrada: Livre
20h30: Abertura do recinto
21h30: Yang
23h00: Richie Campbell

A iniciativa é apresentada pelo Município como o encerramento do verão em Vila do Bispo, numa noite dedicada à música urbana portuguesa.

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Albufeira assinala 522 anos com memória, novos investimentos e olhar no futuro

Dia do Município ficou marcado pela homenagem a José Carlos Rolo, inauguração de novos equipamentos, ações de sensibilização para a emergência e apresentação do Albufeira Carpe Nox 2027.

Albufeira assinalou ontem, 20 de agosto, o Dia do Município e os 522 anos da entrega da carta de Foral por D. Manuel I. As comemorações decorreram ao longo de todo o dia e combinaram momentos de homenagem e memória com a apresentação de novos investimentos e iniciativas direcionadas para a população.

O programa teve início nos Paços do Concelho, com o hastear da Bandeira Nacional ao som do Hino Nacional. Seguiu-se a entrega simbólica de duas viaturas aos Bombeiros Voluntários de Albufeira, reforçando os meios disponíveis para a proteção e segurança da população.

Um dos momentos mais emotivos da manhã aconteceu na Galeria dos Presidentes, com a colocação da fotografia de José Carlos Rolo. Professor e diretor escolar, Rolo integrou a Assembleia Municipal e exerceu funções de vereador, vice-presidente e presidente da Câmara Municipal de Albufeira, entre 2018 e 2025.

Durante a cerimónia, Rui Cristina destacou o percurso de José Carlos Rolo na educação, na participação cívica e no serviço público. A filha, Marlene Rolo, recordou também o pai, sublinhando o seu papel enquanto homem de família e a marca que deixou no concelho.

As comemorações prosseguiram com a inauguração do Parque de Estacionamento e Passadiços Albufeira Nascente, na Estrada do Alfamar. A obra, concluída em seis meses e com um investimento próximo dos dois milhões de euros, pretende melhorar as condições de acesso, mobilidade e circulação pedonal naquela zona.

Durante a tarde, a Praça dos Pescadores recebeu uma Mostra de Meios, aproximando a população das forças de segurança e dos serviços de socorro. O programa incluiu ainda um Mass Training de Suporte Básico de Vida, com tradução e adaptação em Língua Gestual Portuguesa, onde os participantes aprenderam a reconhecer uma paragem cardiorrespiratória, pedir ajuda e iniciar manobras de reanimação.

O futuro esteve também em destaque com a apresentação da sexta edição do Albufeira Carpe Nox. Os Calema marcaram presença e confirmaram a atuação na noite de 31 de dezembro, enquanto Carolina Deslandes, que atuará no primeiro pôr do sol de 2027, participou através de uma mensagem vídeo. A passagem de ano terá início às 22h00 e contará ainda com a atuação do DJ Nox depois da meia-noite.

As comemorações terminaram nos Paços do Concelho com o espetáculo ALUMIA. Ao longo de cinco sessões, o videomapping, a luz e a pirotecnia transformaram a fachada do edifício numa viagem pela história de Albufeira, passando pelas origens do território, a herança árabe, a reconquista, a ligação ao mar, o terramoto de 1755 e as tradições locais, antes de projetar uma cidade moderna e voltada para o futuro.

Ao celebrar os 522 anos do concelho, Albufeira procurou, assim, juntar passado e futuro, homenageando quem contribuiu para a sua história, reforçando equipamentos e serviços e apresentando novos projetos para afirmar o município como destino ao longo de todo o ano.

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Estudo da Universidade Católica revela que a gestão das emoções é o fator mais importante para a saúde mental do policias

Uma investigação desenvolvida na Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) realizada com agentes da PSP da Área Metropolitana do Porto indica que mais de 35% dos profissionais sofrem de stress elevado, mas o estigma ainda impede a maioria de procurar ajuda especializada.

Como lidam os agentes da Polícia de Segurança Pública com o stress de uma profissão marcada pelo risco constante e pela elevada exigência? A resposta não está nos anos de serviço ou na patente que exibem na farda, mas sim na sua capacidade de gerir e regular as próprias emoções. Esta é a principal conclusão do estudo intitulado “Policing, stress and coping: a characterization study with Oporto Portuguese Security Police Officers” desenvolvido no Human Neurobehavioral Laboratory (HNL) do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP). O estudo tem Ana Moreno, doutorada em Psicologia Aplicada, como primeira autora e contou com a orientação de Patrícia Oliveira-Silva, diretora do HNL e docente da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, e a coorientação de Rowena Hill da Nottingham Trent University no Reino Unido, e de Susanna Rubiol Vilalta da Universitat Ramon Llull na Espanha. A equipa integrou, ainda, Ted Scharf, antigo investigador do National Institute for Occupational Safety and Health nos Estados Unidos.

Realizado junto de 123 agentes operacionais da PSP da Área Metropolitana do Porto, o estudo procurou compreender de que forma certos fatores sociodemográficos, ocupacionais e emocionais contribuem para os níveis de stress percebido e para a procura de apoio psicológico. No entanto, um dos dados mais preocupantes revela que, entre os polícias que registam níveis de stress acima do limiar clínico, apenas 16,7% admitiram ter procurado ajuda psicológica especializada. Segundo os investigadores, esta reduzida procura reflete o peso do estigma ainda associado à saúde mental nas forças de segurança, onde continua a prevalecer a imagem do agente imperturbável, o que leva muitos profissionais a encarar a manifestação de vulnerabilidade como um sinal de fraqueza individual.

A investigação analisou detalhadamente a supressão emocional, que consiste na tendência para conter ou não expressar as emoções. Embora esta estratégia seja uma ferramenta essencial durante emergências ou perigo iminente no terreno, o seu uso continuado e sistemático, sem um momento posterior de processamento emocional, pode contribuir para a acumulação de stress e aumentar significativamente o risco de burnout, ansiedade e depressão. A primeira autora do estudo, a investigadora Ana Moreno, explica que dois agentes com o mesmo posto e os mesmos anos de serviço podem passar exatamente pelas mesmas situações de risco no âmbito do seu trabalho, mas aquele que consegue identificar e diferenciar as suas emoções lida potencialmente melhor com o impacto da rotina do que aquele que enfrenta essas situações reprimindo aquilo que sente no dia a dia.

A equipa de investigação já tem os próximos passos delineados para transformar a teoria em intervenção prática. Estes passam pelo reforço da colaboração com os Mossos d’Esquadra da Catalunha e pelo desenvolvimento de programas contínuos de treino em competências emocionais, recorrendo a técnicas de mindfulness e biofeedback para ajudar os agentes a gerir melhor as emoções em situações de intervenção em crise. A longo prazo, a equipa pretende contribuir para que estas práticas passem a integrar, de forma estruturada, a formação inicial e contínua das forças de segurança, promovendo uma abordagem preventiva da saúde psicológica.

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GNR apreende arma e droga escondidas numa bicicleta elétrica em Quarteira

A Guarda Nacional Republicana apreendeu um revólver municiado, cerca de 114 gramas de haxixe e 16,6 gramas de cocaína durante uma ação de patrulhamento realizada no dia 19 de agosto, em Quarteira.

Segundo o Comando Territorial de Faro da GNR, os militares do Subdestacamento Territorial de Quarteira receberam, por volta das 18h00, uma informação sobre um homem que estaria a esconder algo no assento de uma bicicleta elétrica.

Os militares iniciaram diligências para localizar o veículo, que foi encontrado poucos minutos depois junto de um grupo de cinco pessoas.

Durante a abordagem e a verificação da bicicleta, a GNR encontrou produto estupefaciente, material alegadamente relacionado com o tráfico de droga e uma arma de fogo municiada.

Como nenhum dos elementos do grupo assumiu a posse da bicicleta elétrica, os cinco suspeitos foram identificados.

A operação resultou na apreensão do veículo, de um revólver municiado, de 113,8 gramas de haxixe e de 16,6 gramas de cocaína.

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Lagos e Praia da Luz celebram em conjunto a tradição do Banho 29

No dia 29 de agosto, Lagos e a Praia da Luz voltam a celebrar, em simultâneo, uma das tradições mais emblemáticas e acarinhadas do concelho. A Festa do Banho 29 regressa com música, animação, memória e convívio junto ao mar, numa noite que, como manda a tradição, terá no mergulho da meia-noite um dos momentos mais aguardados.

De origens incertas e ancestrais, o Banho 29 está associado à antiga crença popular de que o banho de mar nesta noite valia por 29 banhos e afastava os demónios. Se noutros tempos as populações do interior rumavam à costa com farnéis, burros e carroças, hoje a tradição continua a reunir residentes e visitantes, adaptando-se aos tempos sem perder a sua identidade.

Em Lagos, a festa estende-se pelo Cais da Solaria e pelo Jardim da Constituição, com uma programação que cruza tradição, comunidade e música. A recriação histórica abre as celebrações durante a manhã, enquanto o final da tarde e a noite trazem atuações musicais, capoeira, a Marcha Popular do CCDTCM Lagos e os já tradicionais concursos de trajes de banho, nas vertentes Tradição e Comunidade e Moda e Inovação. Tanya & Banda antecedem o fogo de artifício e o banho noturno da meia-noite, com Cláudio Rosário a prolongar a festa.

Na Praia da Luz, a animação reparte-se por dois palcos, numa programação que se prolonga pela madrugada. DJ Fire, Samba Zona Sul, GM Tributo aos Xutos e Humberto Silva & Banda passam pelo Palco Fortaleza, enquanto DJ Aisha, 5Ex Band, DJ Ari Girão e DJ Diego Miranda animam o Palco Rocha Negra.

Para facilitar as deslocações e incentivar a utilização do transporte público para o evento na Praia da Luz, a rede de transportes urbanos A ONDA será gratuita a partir das 18h00 em todas as linhas. Entre as 00h00 e as 2h00 estará ainda disponível um autocarro municipal a realizar o circuito Lagos–Luz, com partidas da Escola Tecnopolis e paragem na Rua Direita, na Praia da Luz. A última partida da Praia da Luz realiza-se às 2h00.

A realização das festividades implica alguns condicionamentos à circulação automóvel. Em Lagos, o trânsito estará encerrado na Avenida dos Descobrimentos, entre o posto da BP e os Bombeiros Voluntários, entre as 20h00 e a 1h30. Na Praia da Luz, o trânsito estará encerrado nas ruas do Poço, Várzea e Luz Bay Club, entre as 18h00 e as 3h00.

Em Lagos, a iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Lagos, com o apoio da ACRAL, Moto Clube de Lagos, Associação dos Artesãos do Barlavento e Centro de Estudos de Lagos/Universidade Sénior de Lagos. Na Praia da Luz, a organização pertence ao Clube Recreativo, Cultural e Desportivo Luzense, com o apoio da Câmara Municipal de Lagos e da Junta de Freguesia da Luz.

Festa do Banho 29 – duas festas, a mesma tradição!

Consulte o programa completo aqui.

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Homem de 68 anos detido em Portimão por suspeita de abuso sexual de criança

Um homem de 68 anos foi detido pela Polícia Judiciária (PJ), em Portimão, por suspeita da prática de um crime de abuso sexual de crianças, anunciou a autoridade policial.

De acordo com a PJ, os factos terão ocorrido no dia 17 de agosto, na residência do suspeito. O homem terá aproveitado a relação de confiança que mantinha com a família para convidar uma criança de 10 anos a deslocar-se à sua habitação, com a promessa de lhe oferecer gomas.

Já no interior da residência e quando ambos se encontravam sozinhos, o suspeito terá atraído a criança até ao quarto, alegando que lhe faria uma massagem. Segundo o comunicado da Polícia Judiciária, a vítima terá sido então sujeita a atos de natureza sexual.

A criança relatou posteriormente o sucedido a um familiar, que apresentou uma denúncia junto da Polícia Judiciária. As diligências realizadas pelo Departamento de Investigação Criminal de Portimão permitiram, segundo a PJ, recolher elementos de prova que conduziram à identificação e detenção do suspeito fora de flagrante delito.

O homem será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das respetivas medidas de coação.

O inquérito é dirigido pelo Ministério Público de Portimão.

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“Noites de Verão em Comunidade” na freguesia da Mexilhoeira Grande chegam ao fim com balanço muito positivo

Esta é a última semana do projeto “Noites de Verão em Comunidade”, promovido pela Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande, que, desde 6 de julho, tem levado a vários espaços da vila e da Figueira diversas propostas de animação ao ar livre.

A Gala do Clube de Instrução e Recreio Mexilhoeirense (CIRM), o Café Comunitário, com atuação musical do duo Roberto Freitas e Marcelão Duarte, e o concerto do Trio Pajarillo marcam os momentos finais deste projeto, que dinamizou 35 noites de convívio com forte adesão da comunidade.

Esta quarta-feira, dia 19, no adro da Igreja da Mexilhoeira Grande, terá lugar, a partir das 21h00, a Gala do CIRM, com a atuação das atletas de ginástica, num espetáculo que dará a conhecer o talento que esta coletividade local tem vindo a promover ao longo dos anos.

O palco será partilhado com as atuações de stand-up comedy de Marcelo Soares, Pedro Palma e Filipe Pires, encerrando com o já reconhecido grupo Giletes d’Aço, que regressa a este palco para fechar uma noite que se pretende memorável.

Amanhã, o “Café Comunitário” destaca-se pela atuação do duo Roberto Freitas e Marcelão Duarte, também no adro da Igreja da Mexilhoeira Grande, pelas 21h00. O encerramento da semana e do programa “Noites de Verão em Comunidade 2026” estará a cargo do Trio Pajarillo, que atua no mesmo horário, no adro da Igreja da Figueira, colocando assim o ponto final em 35 noites de animação e convívio na freguesia.

Balanço muito positivo garante regresso no verão de 2027

Cinema, fado, guitarra, magia, palhaços, ateliers infantis, stand-up comedy, música portuguesa, silent night, desporto e até uma Festa do Pão, que se revelou um verdadeiro sucesso, foram apenas algumas das atividades que preencheram 35 serões na Mexilhoeira Grande e na Figueira, desde 6 de julho.

Uma programação diversificada que descentralizou a cultura, valorizou a identidade e as tradições locais, dinamizou espaços públicos e deu palco a artistas locais e regionais, reforçando simultaneamente a proximidade e o convívio entre a comunidade.

“Este foi um projeto marcante para a nossa freguesia. Conseguimos dar mais vida e animação às noites de verão, valorizar a cultura, os nossos músicos e artistas, as nossas tradições e, acima de tudo, criar mais oportunidades para as pessoas saírem de casa, se encontrarem, conversarem e partilharem bons momentos. Recuperámos um pouco daquele hábito antigo de, depois do jantar, aproveitar as noites quentes de verão para estar na rua e conviver. O espírito comunitário já é uma imagem de marca da Mexilhoeira Grande e acredito que estas 35 noites contribuíram ainda mais para o reforçar. Uma freguesia faz-se de muitas coisas, mas faz-se, acima de tudo, das suas pessoas e das relações que criamos entre nós”, destaca Ricardo Sobral, presidente da Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande.

Recorde-se que o projeto “Noites de Verão em Comunidade” teve início no dia 6 de julho, com o objetivo de dinamizar a freguesia e estreitar o convívio entre a população, ao ar livre. Ao longo da semana foram promovidas diferentes iniciativas, todas de participação gratuita, realizadas alternadamente na Mexilhoeira Grande e na Figueira.

As “Noites de Verão em Comunidade” estrearam-se este ano e contaram com o apoio do Município de Portimão, bem como com o apoio logístico da Sociedade Recreativa Figueirense, do CIRM, do Mexilhoeira Grande Futebol Clube e da associação Rodas Clássicas da Figueira. O projeto contou ainda com a colaboração de empresários locais, como aconteceu na Festa do Pão, à qual se associaram a Padaria Trigo Bom e a Albano & Gonçalves, contribuindo de forma significativa para o sucesso da iniciativa.

O balanço muito positivo desta primeira edição garante o regresso das “Noites de Verão em Comunidade” no verão de 2027, com novos desafios, melhorias e ajustes, mantendo o objetivo de proporcionar experiências de qualidade, valorizar a freguesia e continuar a fortalecer os laços que unem a comunidade.

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São Brás de Alportel inaugura nova etapa na renovação do seu centro urbano

A comunidade de São Brás de Alportel já usufrui da 2.ª fase da Requalificação do Centro Urbano da vila, inaugurada a 26 de julho, no âmbito do programa da Feira da Serra edição especial “vem à vila”.

A intervenção, que integrou as ruas António Rosa Brito, Silva Nobre e Virgílio Coelho, reforça a estratégia municipal de valorização do espaço público, da acessibilidade e da qualidade de vida.

A inauguração decorreu no último dia da Feira da Serra de São Brás de Alportel, 26 de julho, cujo recinto integrou as ruas intervencionadas, permitindo que milhares de visitantes usufruíssem, desde o primeiro momento, de mais uma etapa do espaço público requalificado e colocado ao serviço da comunidade.

A cerimónia contou com a presença da Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, do Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, José Apolinário, do Presidente da Assembleia Municipal de São Brás de Alportel, Vítor Guerreiro, de membros do executivo municipal, autarcas e entidades locais.

A Presidente da Câmara Municipal, Marlene Guerreiro, reafirmou que “não estamos diante de uma obra avulsa, mas de um elo de uma longa corrente, de trabalho e planeamento para transformar o espaço público em modernidade, segurança, acessibilidade, qualidade de vida, para todos!

Estes são os princípios que têm norteado esta estratégia de renovação da nossa vila.”

Sublinhou ainda que o resultado desta segunda fase foi aprimorado “com o esforço e os recursos do nosso município, e guiado pela experiência que colhemos na 1.ª fase, para servirmos ainda melhor quem aqui vive, quem aqui trabalha e quem aqui tem o seu comércio, pois a dinamização da economia local é um objeto primordial desta estratégia.”

Por seu turno, Vitor Guerreiro, Presidente da Assembleia Municipal de São Brás de Alportel, referiu ser “um privilégio estar aqui neste dia tão importante para o nosso concelho. Esta obra dá continuidade a uma estratégia de requalificação urbana pensada para as pessoas, que coloca no centro as acessibilidades, a mobilidade, a eficiência hídrica e a valorização da qualidade do espaço público.”

Por seu turno, o Presidente da CCDR Algarve I.P, José Apolinário afirmou que “Este investimento resulta de um trabalho conjunto e do reconhecido mérito da Câmara Municipal na captação e aproveitamento de fundos comunitários para qualificar o espaço público e melhorar a qualidade de vida da população. Na continuidade desta estratégia de investimento, será em breve aprovada a candidatura relativa à intervenção no Jardim Carrera Viegas, que muito nos orgulha apoiar”.

Da visão à concretização

A empreitada representou um investimento global superior a meio milhão de euros. O investimento municipal contou com o apoio de fundos comunitários, no âmbito do Programa Regional Algarve 2030, reforçando assim a estratégia do Município de mobilizar financiamento europeu para acelerar a concretização de projetos de qualificação urbana.

Esta obra foi o culminar de uma estratégia de renovação urbana iniciada com a criação do anel de circulares e a requalificação do centro histórico.

Após a primeira fase da renovação do centro urbano, que abrangeu as artérias em redor do Mercado Municipal, estes trabalhos contemplaram a substituição de pavimentos pedonais e rodoviários, a renovação da rede de drenagem de águas pluviais, da rede de abastecimento de água e da iluminação pública, bem como a instalação de novo mobiliário urbano, a melhoria dos espaços verdes e da sinalização rodoviária.

Com esta intervenção, o Município prossegue o seu compromisso de construir um espaço público mais acessível, seguro, confortável e sustentável, promovendo melhores condições de mobilidade para todos, valorizando o comércio local, aumentando a eficiência hídrica e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população.

Esta segunda fase sucede à requalificação das ruas envolventes ao Mercado Municipal, concretizada na 1.ª fase, e integra uma estratégia global de renovação urbana que, ao longo dos últimos anos, tem vindo a transformar progressivamente São Brás de Alportel. Depois da criação do anel de circulares e da requalificação das principais entradas da vila, seguiram-se as intervenções no Largo de São Sebastião e ruas adjacentes, bem como a primeira fase da renovação do centro urbano. O plano terá continuidade com a intervenção no Jardim Carrera Viegas e nas ruas envolventes, reforçando uma visão integrada de valorização do espaço público.

Paralelamente, o Município continua a expandir a Grande Rede de Passeios Acessíveis, consolidando uma vila cada vez mais inclusiva, moderna e preparada para responder às necessidades da comunidade e de quem a visita.

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