Cristiano Ronaldo não foi utilizado frente à Noruega. Foto: José Sena Goulão/Lusa
O selecionador de Portugal, Jorge Jesus, reagiu, esta quarta-feira, à polémica em torno de Cristiano Ronaldo, negando a existência de qualquer problema com o capitão português, depois do incidente no jogo com a Noruega.
“É verdade que combinei com ele que não iria a jogo na Noruega nem na Dinamarca, mas depois pensei que se calhar até ia precisar dele nos últimos minutos. Mas o jogo disse-me outras coisas e eu não o coloquei no jogo. Eu decido sempre em função do que é melhor para a equipa e nunca vai haver um jogador, nem ninguém, que vai mudar as minhas ideias como treinador”, disse Jorge Jesus, em conferência de imprensa, assumindo ainda alguma responsabilidade pela instabilidade criada.
“Mandei-o aquecer aos 45 minutos, quando ainda não sabia o que ia fazer. Isso foi o que fiz mal, devia tê-lo metido a aquecer uns 15 minutos mais tarde”.
Depois de garantir que apenas responderia a duas perguntas sobre Cristiano Ronaldo, o selecionador recordou o passado com Ronaldo no Al Nassr. “Não cheguei há três meses à seleção e conheci o Cris, passei um ano com ele, conheço completamente as condições físicas dele e sei, porque já o fazia na Arábia Saudita, que quando havia jogos de três em três dias, raramente o Cris jogava. Além disso, o Cris nunca treina no primeiro nem no segundo dia após o jogo. Nunca”, acrescentou, garantindo que Cristiano Ronaldo nunca se recusou a treinar.
“Não há caso nenhum. Não se recusou a treinar. Não treinou o Francisco Conceição, que estava lesionado, o Félix, porque tentámos descarregar a fadiga e vamos ver amanhã. E o Cris fez trabalho de ginásio. Fez mobilização no campo e depois fez trabalho de reforço para o hotel. Não recusou. Acham que algum jogador de uma seleção se recusa a treinar? Não é de Portugal. De outra seleção. Só se se quiser ir embora e tiver outras ideias. Ninguém se recusa a treinar”, frisou Jesus.
Jorge Jesus confirmou também a reunião com Pedro Proença.
“O presidente Proença falou comigo e com o Cris porque é o papel de um presidente. Falar com capitão, com o treinador quando há ruído. Se não houvesse esse caso ele vinha na mesma, mas estivemos a falar os três. Já tinha falado com o Cris depois do jantar. O presidente não veio resolver nada porque não havia nada para resolver”, reiterou o sucessor de Roberto Martínez.
Questionado sobre quem será o avançado frente à Dinamarca, o treinador português anunciou que Cristiano Ronaldo continuará como suplente, enquanto Gonçalo Ramos será titular.
“Ronaldo? Não sei o que vai acontecer no jogo. Se precisar dele, entra. Se não precisar, não entra”.
Não há nível de governação mais próximo de nós do que o municipal. É a câmara que decide se a rua onde vivemos tem iluminação, se o autocarro passa a horas, se o parque onde os nossos filhos brincam é seguro, se a habitação continua acessível. E, no entanto, é também neste nível de poder que a nossa comunidade precisa de se fazer ouvir mais, não só como eleitores que não abdicam do seu direito de escolha, mas também como candidatos.
Votar é essencial, mas não basta. É necessário deixar de ser invisível nas decisões. É quando nos candidatamos, quando ocupamos uma cadeira na câmara, que passamos a estar na sala onde as prioridades se discutem e o orçamento se distribui. Os luso-canadianos que encontrámos nestas eleições, de Toronto a Cambridge, de London a Oshawa, de Mississauga a Brampton ou Kitchener, são a prova de que isso é possível. Alguns estreiam-se nestas andanças este ano, outros recandidatam-se depois de anos de trabalho em prol dos seus vizinhos, mas continuam a ser poucos, face à dimensão real da nossa comunidade no Ontário. Envolvermo-nos mais, apoiar quem se candidata, incentivar quem hesita… é assim que passamos a ser vistos e ouvidos, e não apenas contados, pelo sistema político.
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Nesta edição, começamos por olhar para o que as sondagens dizem sobre duas das corridas mais disputadas da província. Em Toronto, Olivia Chow mantém uma vantagem confortável sobre Brad Bradford (50% contra 39%, segundo a Liaison Strategies), encaminhando-se para um segundo mandato sem grande sobressalto. Já em Mississauga o cenário é bem mais incerto: a sondagem mais recente, da Pallas Data, coloca a atual mayor, Carolyn Parrish empatada com a sua antecessora, Bonnie Crombie, (35% cada), com Alvin Tedjo e Dipika Damerla ainda na corrida e um terço dos eleitores por decidir. É um resultado que, no momento, aponta para a incerteza sobre quem vai sair vencedora, sendo certo que, nas palavras da própria sondagem, estamos a assistir a “uma verdadeira corrida a dois”. Mississauga é, por isso, um importante lembrete de como cada voto e cada candidatura, pode fazer diferença. Não abdique do seu direito e dever de ser um cidadão de plenos direitos – esse é o seu grande poder e está aí mesmo à porta da sua casa.
Há centenas de milhares de luso-canadianos no Ontário, mas quando se procura quem, dentro dessa comunidade, decide dar o passo de se candidatar à governação local, a lista é manifestamente curta. Ainda assim, quando olhamos para as listas dos concorrentes nestas eleições municipais de 2026, encontramos vários nomes de candidatos, de Toronto a Cambridge, de Mississauga a Kitchener, de London a Brampton, de Oshawa etc., que carregam apelidos que reconhecemos como nossos e que já estão no terreno a pedir o voto dos seus vizinhos. Alguns são já rostos conhecidos destas andanças; outros aceitaram este desafio pela primeira vez.
Nestas páginas reunimos os nomes de alguns deles. Dizemos onde se candidatam e o que propõem a quem os poderá eleger. É uma amostra pequena, sabemo-lo, há muitos outros que, com coragem, estão na luta da política municipal, mas tivemos que fazer uma escolha por razões óbvias. No entanto, este conjunto de pessoas que aqui vos trazemos evidencia que a nossa presença na política local, ainda que tímida, existe e tem vindo a crescer. De certo modo, conhecer estes candidatos é também reconhecer o espaço que nós, lusodescendentes, ainda temos para ocupar na sociedade canadiana.
Tony Chaves. (MDC Media Group).
Tony Chaves — Cambridge, Candidato a Mayor
Milénio Stadium: Como luso-canadiano a concorrer ao cargo principal em Cambridge, o que é que a sua experiência na comunidade traz à forma como lideraria a cidade?
Tony Chaves: A minha origem luso-canadiana deu me uma forte apreciação pela comunidade, pela família, pelo trabalho árduo e por nos ajudarmos uns aos outros. Mas, após 11 anos como Presidente do Clube Português, aprendi que a comunidade é muito maior do que apenas uma cultura. Ao longo desses 11 anos, tive o privilégio de conhecer milhares de pessoas de diferentes culturas, origens e percursos de vida. Ouvi as suas preocupações, celebrei as suas tradições e vi em primeira mão como Cambridge é muito mais forte quando nos unimos. É esse o tipo de liderança que eu traria para o gabinete do Mayor. Não lideraria para uma cultura ou para um grupo de pessoas. Lideraria para toda a cidade de Cambridge. Quero que cada residente se sinta ouvido, respeitado e incluído. A minha experiência ensinou me que, quando abrimos as portas, ouvimos as pessoas e unimos as comunidades, construímos uma cidade mais forte para todos.
MS: Como planeia envolver a comunidade portuguesa de Cambridge especificamente, se for eleito?
TC: Após 11 anos como Presidente do Clube Português, já tenho ligações fortes dentro da comunidade portuguesa de Cambridge. Se for eleito, continuaria a ouvir, a marcar presença em eventos comunitários, a reunir me com residentes e organizações, e a garantir que as suas preocupações são ouvidas na Câmara Municipal. Mas quero ser claro: não sou apenas um mayor para a comunidade portuguesa. Sou um mayor para toda a cidade de Cambridge. A minha experiência ensinou me a importância de aproximar diferentes culturas e origens e de garantir que todos têm uma voz.
MS: Cambridge está a lidar com um crescimento rápido e com uma crise de acessibilidade à habitação. Qual é a medida concreta que tomaria no seu primeiro ano para a enfrentar?
TC: A minha primeira ação concreta seria introduzir um programa de alívio do imposto sobre a propriedade para compradores da primeira casa, proporcionando aos compradores elegíveis pela primeira vez uma redução de 50% nos impostos municipais sobre a propriedade durante os seus primeiros dois anos. Precisamos de tornar a aquisição de habitação própria mais acessível para os residentes de Cambridge que estão a tentar criar raízes na nossa cidade. Ao mesmo tempo, trabalharia com o Conselho e com a equipa técnica para identificar formas práticas de aumentar a habitação acessível e ao alcance de todos, garantindo que o crescimento é devidamente planeado e apoiado pelas infraestruturas de que a nossa cidade precisa.
MS: O que o distingue dos outros candidatos nesta corrida, e porque é que os eleitores deveriam confiar em si, em vez de num recandidato ou num nome mais estabelecido, para liderar Cambridge?
TC: O que me distingue é simples: não sou um político de carreira. Sou uma pessoa comum que passou 60 anos a viver em Cambridge, a construir um negócio, a criar uma família e a servir a minha comunidade. Durante 11 anos, tive o privilégio de ser Presidente do Clube Português, onde trabalhei com pessoas de todas as culturas e origens. Ouvi milhares de pessoas, escutei as suas preocupações e aprendi que a liderança não é ter todas as respostas, é ouvir e fazer algo em relação ao que se ouve. Não estou a concorrer porque preciso de um título político. Estou a concorrer porque acredito que Cambridge precisa de um líder que coloque os residentes em primeiro lugar, que seja transparente, que exija responsabilidade e que faça cada dólar render. Eu não respondo a políticos. Respondo às pessoas de Cambridge. Elas é que são os chefes. É isso que me distingue, e se merecer a sua confiança, trabalharei todos os dias para provar que fizeram a escolha certa.
Miguel Araujo. (MDC Media Group)
Miguel Araujo — Oshawa, Ward 3
Milénio Stadium: O que o levou a candidatar-se ao Ward 3 em Oshawa/Durham?
Miguel Araujo: Decidi candidatar me a vereador do Ward 3 em Oshawa/Durham porque estou sempre a acompanhar as notícias sobre o desenvolvimento e o que está a acontecer em Oshawa e ao redor, e sinto que representaria bem os residentes do Ward e lutaria pelos seus melhores interesses.
MS: Qual considera ser o problema mais urgente no Ward 3 neste momento, e o que proporia fazer no primeiro ano de mandato para o resolver?
MA: Acredito que o problema urgente no Ward 3 é que ainda há muitos parques subaproveitados e, para resolver este problema, proporia no próximo orçamento para 2027 a requalificação desses parques através da adição de zonas de jogos de água (“splash pads”), campos de futebol, campos de beisebol e substituição do equipamento infantil por equipamento mais moderno, etc.
MS: Há sete pessoas a concorrer ao mesmo lugar, como pretende convencer os eleitores que a sua candidatura é a melhor para os representar e o que o distingue dos outros candidatos?
MA: Estou a concorrer num ward contra outros 7 candidatos, mas sinto que o que me distingue dos outros é o facto de viver no ward há mais de 30 anos e ter visto e estar ciente dos problemas que não foram resolvidos no passado. Com esse conhecimento, saberia o que precisa de ser tratado como prioridade e estaria próximo dos residentes do Ward 3, ficando apenas à distância de uma chamada telefónica ou de um e-mail.
MS: Se for eleito, como pensa equilibrar o crescimento habitacional/desenvolvimento urbano em Oshawa com as preocupações dos residentes atuais sobre infraestruturas e serviços?
MA: Se for eleito, planeio equilibrar o crescimento habitacional/desenvolvimento urbano com as preocupações dos residentes atuais relativamente às infraestruturas e serviços através da realização de vários estudos sobre os serviços de bombeiros, serviços de paramédicos, serviços policiais, etc., para ver quais as áreas que precisam de novas instalações para serem adicionadas ou expandidas, etc., e se as estradas conseguem suportar mais trânsito nas zonas antes de as licenças para construção de novos desenvolvimentos serem aprovadas.
Marco Martins. (MDC Media Group).
Marco Martins — Toronto, Ward 9 (Davenport)
Candidata-se pela primeira vez
Segurança: pressiona por policiamento mais visível e de proximidade, e por tempos de resposta mensuráveis
Gastos: quer rever a despesa da Câmara para eliminar custos desnecessários e reduzir a “burocracia” para pequenos negócios
Equidade de investimento: alega que o Davenport recebe metade do investimento de capital per capita comparado com outros wards, e promete lutar pela “parte justa” do ward em serviços, parques e financiamento
Transporte: mais ciclovias seguras e ligadas, mais serviço nas linhas de autocarro sobrelotadas, soluções práticas para o congestionamento
Habitação: apoia crescimento habitacional, mas exige que infraestrutura e transporte acompanhem o desenvolvimento
Plano dos primeiros 100 dias: publicar padrões de resposta; abrir um “rastreador de ações públicas” e calendário de obras do Ward 9; reunir-se com todas as BIAs, grupos de residentes, a polícia e o planeamento de serviço da TTC; realizar três sessões de escuta (norte, centro, sul); lançar auditorias a parques, pontos problemáticos de trânsito e comunicação sobre obras; publicar um relatório de progresso aos 100 dias
Lurdes Jordão. (MDC Media Group).
Lurdes Jordão — Kitchener, Ward 3
Candidata pela primeira vez; reside no ward há mais de 27 anos.
Crescimento ponderado e bairros fortes — defende que o desenvolvimento tenha em conta o trânsito, infraestruturas, espaços verdes, acessibilidade dos preços e o carácter dos bairros já existentes
Ruas e comunidades mais seguras — soluções práticas para excesso de velocidade, congestionamento e segurança de peões, em colaboração com a câmara e a Polícia Regional de Waterloo
Gastos responsáveis e custo de vida acessível — traz experiência de gestão de projetos (mais de 30 anos) para priorizar investimentos que não sobrecarreguem os residentes no futuro
Representação com respeito, transparência e acessibilidade — compromisso de criar oportunidades reais de participação entre os residentes e a câmara
Percurso comunitário: mais de 20 anos no conselho da Settler’s Grove Community Association, atualmente no conselho do seu condomínio; apoia a Breakthrough T1D Canada e a Canadian Cancer Society
George Tavares (MDC Media Group).
George Tavares — Mississauga, Ward 7)
Candidatou-se a Mayor em 2022 e 2024.
Impostos
Escrutinar cada linha do orçamento antes de aprovar aumentos; votar contra aumentos sem benefício claro para os residentes
Exigir relatórios transparentes sobre a despesa dos impostos
Trânsito e estradas
Reparações e manutenção de estradas dentro de prazos
Medidas de acalmia de trânsito em zonas residenciais
Responsabilizar a Câmara pelo cumprimento de prazos de infraestrutura
Habitação e desenvolvimento
Exigir que os promotores cumpram compromissos de benefício comunitário
Garantir que nova densidade populacional vem acompanhada de infraestrutura correspondente
Apoiar habitação genuinamente acessível (não apenas de nome)
LRT Hazel McCallion e transporte
Exigir um calendário público claro para a conclusão da obra e início do serviço de passageiros
Gestão prática do trânsito durante a construção; proteger o acesso de peões e negócios em Cooksville
Melhorar ligações do LRT ao GO Transit e à MiWay
Segurança pública e fiscalização
Policiamento visível junto ao Cooksville Four Corners, estação GO, parques e paragens de transporte
Reforço das regras de segurança para trotinetes
Avaliar programas pelos resultados, não pelo valor gasto
Martin Medeiros. (MDC Media Group).
Martin Medeiros — Brampton, Wards 3 & 4
Recandidato
Bairros seguros, limpos e bem cuidados
Mais presença policial nos Wards 3 e 4
Medidas de acalmia de trânsito comprovadas: lombas de velocidade (“speed cushions”) e cruzamentos com paragem obrigatória em todos os sentidos
Mais fiscais municipais (bylaw officers), fiscalização proativa e multas mais pesadas para infrações
Acessibilidade financeira e gastos responsáveis
Manter os impostos sobre a propriedade acessíveis
Eliminar despesas desnecessárias na Câmara de Brampton e na Região de Peel
Garantir que os residentes sabem que o seu dinheiro é gasto de forma sensata, responsável e eficiente
Investimento nos bairros
Maior investimento em parques, trilhos e equipamentos recreativos nos Wards 3 e 4
Crescimento económico e emprego
Atrair novos negócios e investimento para os Wards 3 e 4
Apoiar o comércio local e revitalizar zonas comerciais
Transparência e responsabilização
Tornar a Câmara de Brampton mais aberta, responsiva e responsável
Informação pública clara, maior fiscalização e oportunidades reais para os residentes serem ouvidos
David Ferreira (MDC Media Group).
David Ferreira — London, Ward 13
Recandidato
Evolução do centro da cidade (Downtown)
Moldar o próximo capítulo do centro como bairro, ponto de encontro cívico, centro cultural e motor económico que sirva toda a cidade de London e reforce a identidade partilhada da comunidade
Mais opções de habitação, proteções mais fortes
Criar e proteger habitação acessível através de desenvolvimento responsável, melhor aproveitamento de edifícios já existentes, e decisões práticas que respeitem tanto o orçamento das famílias como o dinheiro público
Ruas seguras, dignidade humana
Ruas mais seguras, espaços públicos mais fortes e melhor apoio a pessoas em crise — para que todos se sintam seguros, respeitados e tratados com dignidade
Voz dos bairros e força comunitária
Reforçar a voz dos cidadãos do Ward 13 nas decisões que moldam as ruas, parques, edifícios, serviços e o carácter dos seus bairros
Responsabilização real e governo respeitoso
Transparência a sério: relatórios públicos claros, responsabilização efetiva, parcerias de confiança e padrões mais elevados de como a Câmara serve o público, trabalha com as comunidades e honra a confiança que lhe foi dada
Paul Vicente. (MDC Media Group).
Paul Vicente — Brampton, Wards 1 & 5
Recandidato
Saúde em primeiro lugar
Foco atual: garantir a construção do segundo hospital sem atrasos, planear um terceiro, e avançar com o centro oncológico e mais cuidados continuados (long-term care)
Mobilidade urbana
Trabalhar pela construção do LRT
Entregar um terminal de transportes no centro da cidade (downtown transit hub)
Parceria com a Metrolinx para o BRT da Queen Street
Trazer serviço de comboio GO bidirecional a cada 15 minutos para o downtown
Regulamentos que protegem os bairros
Expandir o licenciamento
Introduzir fiscalização automática de estacionamento por matrícula
Aumentar as multas para infrações reincidentes de normas de propriedade, estacionamento e ruído
Bibliotecas para todos
Ajudar a avançar três novas filiais: no Howden Recreation Centre, no Embleton Community Centre e no Centre for Innovation do centro da cidade
Estradas mais inteligentes, menos congestionamento
Como Presidente da comissão de Obras Públicas e Engenharia, ajudei a lançar o novo Sistema Avançado de Gestão de Trânsito, que liga os semáforos da cidade para responderem ao trânsito real em tempo real
Próximo passo: expandir com semáforos e cruzamentos inteligentes