A nova rota, que estabelece a primeira ligação aérea sem escalas entre a cidade argentina e a Europa, contará com duas frequências semanais. Reading view
First Portuguese Canadian Cultural Centre celebra 70 anos numa noite de memórias e reencontros

Foi uma noite de festa, mas também de memórias. O First Portuguese Canadian Cultural Centre celebrou os seus 70 anos no sábado, 26 de setembro de 2026, numa grande gala realizada no salão da LiUNA Local 183, na Wilson Avenue, em Toronto.
A sala encheu-se de dirigentes associativos, empresários, professores, antigos alunos, famílias, amigos e representantes políticos que se juntaram para assinalar sete décadas de história de uma instituição que marcou várias gerações da comunidade portuguesa.

Entre abraços e reencontros, muitos dos presentes aproveitaram a ocasião para recordar pessoas, momentos e histórias vividas no First Portuguese. Para muitos, a celebração foi tanto uma homenagem à instituição como às pessoas que, ao longo dos anos, ajudaram a construí-la.
A animação da noite esteve a cargo da Karma Band, enquanto pequenas bancas e vendedores deram também movimento à gala. Mas a cultura portuguesa teve um dos seus momentos mais especiais com a atuação do Rancho Folclórico da Nazaré de Toronto, considerado o rancho português mais antigo do Canadá e criado no seio do First Portuguese.

A presença do rancho trouxe à celebração música, dança e tradição, mas também uma ligação simbólica às origens da instituição e às gerações que ajudaram a manter vivas as tradições portuguesas no Canadá.
Entre os momentos mais marcantes da noite estiveram os testemunhos de pessoas que continuam profundamente ligadas ao First.
Irene Mendes falou do prazer de continuar a frequentar a instituição “estou muito contente por estar aqui. Venho ao First com frequência e gosto muito de estar aqui. A minha mãe também gosta muito. Gosto sobretudo do ambiente, das pessoas e da convivência.”

Aos 98 anos, Laurinda da Conceição também marcou presença e resumiu o sentimento de muitos: “Os portugueses gostam muito de estar aqui. Eu também gosto, sobretudo pela convivência, pelas pessoas e pelo ambiente. É um lugar onde nos sentimos bem e onde gostamos de estar juntos.”
Durante a gala, Laurentino Esteves, conselheiro do conselho das comunidades portuguesas, destacou o caráter pioneiro do First Portuguese: “Estamos a celebrar uma associação pioneira, com 70 anos de história e de serviço à comunidade.”
José Eustáquio, presidente da ACAPO, recordou a sua ligação pessoal à instituição desde a infância e destacou a influência que o First teve na comunidade. “O First Portuguese fez parte da minha vida desde muito cedo. Cresci neste bairro e acompanhei de perto a história da instituição.”
O empresário e filantropo Manuel DaCosta recordou igualmente os primeiros imigrantes e o papel da instituição na construção da comunidade”celebrar os 70 anos do First Portuguese é celebrar também uma parte importante da história da comunidade portuguesa. Esta associação acompanhou o crescimento da nossa comunidade e ajudou muitos dos primeiros imigrantes a estabelecerem-se no Canadá.”

Manuel DaCosta destacou ainda a sua admiração pelos pioneiros e recordou o seu envolvimento na preservação do edifício da instituição “tenho uma admiração muito grande pelos pioneiros e pelo trabalho que fizeram. Quando tive a oportunidade de ajudar a preservar o edifício do First, senti que estava também a salvar um pedaço da história portuguesa em Toronto. É algo de que me orgulho.”
A professora Celina de Melo, que dedicou cerca de 40 anos ao First, emocionou-se ao recordar os antigos alunos. “O First foi uma parte muito importante da minha vida. Ganhei uma família muito grande.”
Julie Dzerowicz, deputada federal por Davenport, destacou o papel do First Portuguese no apoio às diferentes gerações da comunidade, enquanto Vítor Silva, coordenador do Partido Socialista para o Círculo Fora da Europa, salientou a importância social das associações portuguesas no estrangeiro e o seu contributo para a ligação entre Portugal e as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.
O atual presidente, César Fernandes, encerrou a mensagem de futuro com um apelo à continuidade: “Espero que a instituição continue por muitos mais anos e que haja pessoas preparadas para dar continuidade ao trabalho.”
No final, a gala dos 70 anos deixou mais do que fotografias e discursos. Deixou reencontros, abraços e a sensação de que, para quem passou pelo First Portuguese, aquela noite era também uma celebração da sua própria história.
MB/MS
Novas gerações e IA marcam arranque do novo ano letivo das Escolas do Turismo de Portugal
O Turismo de Portugal assinalou o arranque de mais um ano letivo na sua rede escolar com a realização da Aula Inaugural na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, dedicada ao papel das novas gerações na transformação do setor. A rede escolar acolhe este ano 2.127 novos alunos em formação inicial, superando os 2.115 registados no ano anterior, num contexto em que a atração de talento e a preparação dos futuros profissionais para acompanhar a evolução tecnológica, em particular da inteligência artificial (IA), são apontadas como desafios estratégicos. Gandhi's legacy

UPDATE Tourist killed by lightning on the island of Rhodes
A 58-year-old tourist was killed by a lightning in southern Rhodes early afternoon on Friday. The woman was walking with her husband in Lothiarika area of Laerma near Lindos in the south part of the island in the eastern Aegean Sea. She was struck by the lightning at 14:45 and died on the spot, local […]
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Turismo do Algarve lança plataforma Make In Algarve com 50 experiências de turismo cultural e criativo
O Turismo do Algarve anunciou o lançamento da plataforma digital Make In Algarve, criada para aproximar residentes e visitantes da oferta de experiências de turismo cultural e criativo disponível na região. A plataforma reúne, numa primeira fase, cerca de 50 experiências, como visitas guiadas, oficinas, workshops, provas e degustações, nas áreas da gastronomia, artes e ofícios, história e cultura, entre outras. Sailing ban for ferries due to gale-force winds in the Aegean Sea
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Greece Weather Warning: RED ALERT for Crete and Dodecanese (MAPs)
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Political Spite Won’t Keep the Lights On
So, this is Andy Burnham's solution to soaring energy prices: nationalisation and relitigating the 1970s. It's just a shame, says Ben Pile, that energy was far cheaper under Thatcher than in our Net Zero era.
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ANAV propõe 10 medidas para o OE2027 com impacto estimado de 1,1 mil milhões no turismo
A ANAV apresentou ao Governo e aos partidos com assento parlamentar um conjunto de 10 propostas para o Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), que, segundo estimativas da própria associação, poderá gerar 1,115 mil milhões de euros de volume de negócios em três anos e criar ou proteger 3.671 postos de trabalho. Tourism Advance identifica 97 oportunidades de colaboração entre startups e empresas de turismo
O Tourism Advance identificou 97 oportunidades de colaboração entre startups e empresas do setor do turismo, na sequência de um processo de scouting e matchmaking conduzido pela Fábrica de Startups. Destas, 30 startups foram selecionadas para aprofundar as soluções, marcando a passagem para um trabalho mais próximo com as empresas. Europe’s Affordable Housing Act must look beyond short-term rentals
The appointment of a dedicated Commissioner for Energy and Housing, the launch of the European Affordable Housing Plan, and growing political attention to Europe’s housing crisis raised expectations of a comprehensive policy response.
The next legislative step was therefore expected to address one of the Union’s most pressing social challenges. The proposed Affordable Housing Act is an important step in that direction. Yet its binding Regulation focuses primarily on one specific aspect of the problem: restrictions on non-primary housing use, particularly short-term rentals, in areas under housing stress.
While addressing short-term rentals is a welcome intention, it cannot on its own provide a comprehensive response to Europe’s housing crisis.
The pressure that holiday homes and short-term rental platforms are putting on housing markets, particularly in popular tourist destinations, has been rising, and giving local authorities better tools to respond is important. However, questions have already been raised about whether the proposed framework will give cities sufficient room to act effectively.
For instance, the proposed approach to defining “areas under housing stress” risks being too narrow. Housing stress cannot be understood through property prices, income levels and short-term projections alone. Energy poverty, combined housing and energy costs, overcrowding, vacancy rates and the condition of existing housing stock all influence whether households can access decent and affordable homes. A broader understanding of housing stress would better reflect the reality facing communities across Europe.
Yet the broader picture reveals an important limitation: many of the structural drivers of housing unaffordability remain outside the scope of the binding Regulation. In particular, it gives limited attention to one of Europe’s most significant untapped housing resources: the buildings and homes that already exist.
Renovation, adaptive re-use and the mobilisation of vacant and underused buildings feature in the European Affordable Housing Plan and the Recommendation accompanying the Act. But if Europe is serious about increasing affordable housing stock, these approaches should play a stronger role in the framework itself.
Across the EU, more than 47 million dwellings are estimated to be unoccupied. This does not mean that every empty home can or should be brought back into use. But it illustrates the scale of an existing resource that cannot be ignored. Bringing even a fraction of suitable vacant and underused stock back into use could create much-needed homes while reducing pressure for new construction and making better use of existing buildings and infrastructure.
Europe cannot reuse buildings it cannot see. Yet many public authorities still lack reliable information about which homes and buildings are vacant, why they are empty, what condition they are in and what potential they have for affordable housing.
The EU does not need to start from scratch. The Energy Performance of Buildings Directive (EPBD) and National Building Renovation Plans already provide a natural policy framework for understanding and planning the future of Europe’s building stock. Vacancy identification, mapping and monitoring should become part of the binding architecture of the Affordable Housing Act, ensuring that public authorities are, at a minimum, equipped to identify vacant and underused homes and assess their potential for conversion into decent and affordable homes.
Identifying vacant buildings, however, is only the first step. The accompanying Recommendation could go further by providing guidance on how to mobilise vacant properties, support the conversion of different building types and develop viable financing models.
EU financing should also better support the mobilisation and re-use of existing buildings. The next EU budget should continue to support affordable housing investment and recognise that renovation and re-use projects simultaneously deliver social, climate and energy benefits.
Ultimately, however, success cannot be measured only in buildings renovated or investment mobilised. It must be measured in whether people can access decent homes they can afford.
According to the Commission’s EU Anti-Poverty Strategy, one in five Europeans – nearly 93 million people – are at risk of poverty or social exclusion, while approximately 1 million people experience homelessness. Affordable housing policy must therefore place particular emphasis on those least well served by the housing market, including lower-income households and people experiencing or at risk of housing exclusion.
The Affordable Housing Act is an important step forward. But as it moves through the legislative process, there is still an opportunity to broaden its ambition. A stronger focus on re-use, better implementation support, dedicated financing and a more people-centred approach would help turn a useful regulatory framework into a more comprehensive response to Europe’s housing affordability challenge.
This article is supported by Habitat for Humanity International, Climate Action Network (CAN), European Environmental Bureau and World Green Building Council.







