A VTM esteve num dos locais onde a campanha decorreu, em Vila Real, e conversou com Alice Gonçalves, voluntária da CVP. A voluntária fez um balanço positivo da campanha de recolha de alimentos, destacando a generosidade da população e a importância da iniciativa para apoiar quem mais precisa. “Tem corrido muito bem. As pessoas já doaram bastante e isso, para nós, é uma satisfação, pois há sempre pessoas com muitas necessidades”.
Apesar das dificuldades financeiras enfrentadas por muitas famílias devido ao aumento do custo de vida, Alice Gonçalves considera que a população continua solidária, contribuindo de acordo com as suas possibilidades. “Cada um tem consciência do que pode fazer e dar”, afirma.
A voluntária salientou também que os portugueses são um povo que se ajuda mutuamente. “Mesmo que seja com pouco, tentam sempre ajudar”.
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Um grupo de voluntários da associação Just a Change reconstruiu a casa de dois irmãos, na freguesia de Mogege, em Vila Nova de Famalicão, que viviam em situação de carência.
Ao longo de cerca de duas semanas, a equipa de jovens voluntários mobilizou-se numa intervenção que incluiu a construção de raiz de uma casa de banho, a criação de uma cozinha equipada, o revestimento da fachada e a aplicação de isolamento no interior, bem como a substituição integral de portas e janelas.
A obra devolveu o conforto e a dignidade a esta família e veio transformar a vida diária dos dois irmãos, segundo a autarquia.
Foto: CM Famalicão
Os dois moradores, que inspiram cuidados acrescidos, contam com o auxílio constante da irmã, Dolores. “A casa ficou muito boa e nem parece a mesma”, partilhou, visivelmente satisfeita com o resultado das obras.
Recordando o processo de aproximação aos beneficiários, João Lopes, diretor do Campo de Famalicão da Just a Change, explicou que a confiança foi conquistada à medida que as obras ganhavam forma. “Quando começaram a ver as paredes a serem construídas, sentiram logo outra confiança connosco”, destacou o responsável da associação cujo objetivo “não é apenas reconstruir casas, mas também reconstruir a vida das pessoas que vivem nestes cenários”.
Foto: CM Famalicão
Citado em comunicado da autarquia, João Lopes fez ainda um balanço positivo da cooperação com a Câmara, sublinhando “a proximidade e a agilidade na resolução de problemas, sem constrangimentos burocráticos”.
Só este ano, a atuação da associação em Vila Nova de Famalicão beneficiou cinco famílias, no âmbito de um plano continuado de apoios financeiros atribuídos pelo município que, entre 2023 e 2026, alocou um montante total de 110 mil euros, permitindo a recuperação de 16 habitações no concelho.
Em visita a Mogege e acompanhado pelo presidente da Junta de Freguesia, Manuel Serafim, o presidente da Câmara de Famalicão, Mário Passos, reafirmou ontem a importância diária de apoiar as famílias mais vulneráveis: “A erradicação da pobreza é um compromisso do qual não prescindimos em Famalicão. Trabalhar em estreita colaboração com associações como a Just a Change e com as Juntas de Freguesia permite-nos chegar onde o apoio é mais urgente, devolvendo não apenas conforto e condições físicas às habitações, mas acima de tudo dignidade, segurança e esperança às famílias”.
As habitações e agregados familiares apoiados pela Just a Change são previamente sinalizados pelos serviços municipais em articulação com as juntas de freguesia.
A autarquia lembra que, além de iniciativas como esta, tem ainda a vertente de apoio a obras do programa municipal “Casa Feliz”, através da qual o Município atribui um apoio financeiro para a realização de obras de conservação, reparação ou beneficiação de habitações degradadas, apoio esse que também se destina ao aumento de habitações e à conclusão de obras pendentes, assim como à realização de melhorias em termos de condições de acessibilidade para pessoas com dificuldades motoras.
As candidaturas podem ser apresentadas ao longo do ano no Balcão Único de Atendimento da Câmara Municipal, através da entrega do formulário disponível para o efeito em www.famalicao.pt, juntamente com os respetivos documentos.
A Escola de Hotelaria e Turismo de Viana do Castelo promoveu hoje, pelo quarto ano consecutivo, a sua Caminhada Outubro Rosa, mobilizando alunos, docentes e trabalhadores numa ação de sensibilização para a prevenção e o diagnóstico precoce do cancro da mama.
Ao longo do percurso pelas ruas da cidade, os alunos assumiram um “papel ativo na iniciativa, distribuindo laços cor-de-rosa e levando consigo frases de incentivo, força, esperança e solidariedade, numa ação pensada para chamar a atenção da população para a importância da prevenção e, ao mesmo tempo, transmitir uma mensagem de apoio a quem enfrenta ou enfrentou a doença”.
Em comunicado, a Escola de Hotelaria e Turismo de Viana do Castelo explica que a caminhada procurou, uma vez mais, levar a mensagem do Outubro Rosa “para além dos muros da Escola, aproximando a comunidade educativa da cidade e reforçando a importância da participação cívica e da consciencialização para uma causa que continua a tocar milhares de famílias”.
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHOFoto: Joca Fotógrafos / O MINHO
A iniciativa contou ainda com a participação do artista Sérgio Carvalhosa, que se juntou aos alunos num momento musical vivido em conjunto. “A música marcou um dos momentos mais especiais da manhã, num ambiente de união, partilha e esperança”, frisa a instituição.
A freguesia da Guia voltou a acolher, no passado domingo, 13 de setembro, o Encontro Solidário de Motorizadas Antigas. A iniciativa reuniu perto de 400 participantes, que se juntaram para um dia de passeio e convívio sobre duas rodas.
O percurso matinal passou por vários pontos do concelho e incluiu uma paragem no quartel dos Bombeiros Voluntários de Albufeira. Ao final da manhã, o grupo juntou-se para o habitual almoço de confraternização, com o frango à Guia a servir de prato principal.
A vertente solidária do evento permitiu angariar 4.782,50 euros, valor que reverte integralmente para apoiar a atividade diária dos Bombeiros Voluntários de Albufeira. O montante foi entregue no final do encontro por Dinis Nascimento, presidente da Junta de Freguesia da Guia, a Paulo Afonso, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albufeira.
O Presidente da Junta de Freguesia da Guia, Dinis Nascimento, fez um balanço positivo da iniciativa, referindo que “ano após ano, é gratificante ver o enorme envolvimento de quem nos visita.” O autarca acrescenta que “há muito trabalho de organização para acolher da melhor forma quem vem de fora e garantir que tudo corre bem, pelo que ver esta adesão crescer e saber que esse esforço conjunto se traduz numa ajuda de quase 4.800 euros para os nossos bombeiros é o maior reconhecimento que podemos ter.”
O Encontro Solidário de Motorizadas Antigas regressa em 2027 com o compromisso de voltar a juntar os entusiastas das duas rodas à volta deste evento que junta convívio e solidariedade.
A Almagem, Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve, convida toda a comunidade a participar na Jornada “Pensar o Território” – um dia dedicado à partilha de ideias, ao diálogo e à construção de soluções para um concelho mais resiliente, atrativo e sustentável.
Jornada “Pensar o Território I em 21 de agosto (Monchique)
Este será um dia de reflexão para “Pensar o Território” de Monchique.
» Manhã | Conhecer o território Objetivos: observação direta de casos de boas práticas no território; reflexão pessoal sobre a relevância, ligação ao local e o impacto destes projetos no futuro. Resultados: recolha e partilha, num painel, de contributos pessoais que permitam identificar valores comuns do território.
» Tarde | Pensar o território Objetivo: recolher ideias concretas de ações a aplicar no território, com foco na dinamização da economia e sustentabilidade. Aumentar o sentimento de compromisso pessoal e institucional. Resultados: documento que regista algumas destas ações, selecionadas de acordo com o grau de importância identificado pelos participantes na ação.
» Final da jornada l Produção do “Manifesto Pensar o Território”: