❌

Reading view

Putin ordena manutenção de ataques contra logística e defesa

Em reuniões militares, Putin ordenou a continuação dos ataques a centros logísticos e de defesa na Ucrânia para travar armas ocidentais, confirmando contactos abertos para trocas humanitárias.

  •  

"A UE tem aqui uma encruzilhada"

Bernardo Valente afirma que é urgente obter autonomia estratégica na defesa perante a volatilidade dos EUA. Considera ainda que, Trump vê a Rússia como "potência média" e transacional.

  •  

Reino Unido proíbe pornografia que retrate estrangulamento

A partir de novembro, os conteúdos pornográficos que retratem situações de estangulamento, incesto ou representação de menores serão banidos. Investigação concluiu que são prejudiciais para os jovens

© PA Images via Getty Images

  •  

18h. PM revela plano europeu para a crise energética

Luís Montenegro diz há um consenso no Conselho Europeu para enfrentar as dificuldades. Ainda, António José Seguro defende que a UE deve ponderar deixar cair a regra da unanimidade.

  •  

Rússia ameaça usar todos os meios para defender Kaliningrado

Moscovo acusa a Polónia de ter planos para atacar o enclave báltico com HIMARS e F-16. A NATO nega bloqueio, mas Zakharova diz ser "difícil de acreditar".

© MAXIM SHIPENKOV/EPA

A representante da diplomacia russa não apresentou elementos que permitam confirmar a existência dos alegados planos militares polacos
  •  

Zelensky avisa líderes europeus que Kiev vai precisar de mais 70 mil milhões em 2027

✇ECO
By: Lusa

O Presidente da Ucrânia avisou esta sexta-feira os líderes europeus de que o país vai precisar de mais 70 mil milhões de euros em 2027 do que estava inicialmente previsto, apelando a que arranjem maneiras de os conceder.

Num discurso perante os chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE), na cimeira do Conselho Europeu, em Bruxelas, Volodymyr Zelensky avisou que, em 2027, a guerra “vai custar 155 mil milhões de euros”.

“E precisamos de pelo menos mais 70 mil milhões de euros vossos: para a Defesa, armamento, para a nossa resiliência. Este montante é realista e peço-vos que encontrem forma de nos conceder este apoio”, apelou.

Este apelo de Zelensky surge numa altura em que várias fontes diplomáticas indicam que a Ucrânia tem transmitido à UE que o montante do empréstimo de 90 mil milhões de euros previsto para 2027 (uma fatia de 45 mil milhões euros) não vai ser suficiente para suprir as necessidades do país para esse ano – o que Zelensky confirmou agora.

Perante os líderes europeus, Zelensky salientou que, atualmente, a Ucrânia consegue “travar a maioria dos ataques russos na linha da frente”, interromper “linhas de abastecimento russas” e “enfraquecer a economia russa” graças aos drones que produz.

“Mas poderíamos produzir duas ou três vezes mais drones, consoante o tipo. Mas, pura e simplesmente, não temos dinheiro suficiente para o fazer. É verdade. Imaginem só se pudéssemos exercer sobre a Rússia uma pressão duas ou três vezes superior à que exercemos hoje”, frisou.

O Presidente ucraniano avisou que o líder russo, Vladimir Putin, se “prepara para permanecer no poder durante muito mais tempo”, e, independentemente de quando a guerra terminar, “não deixará de constituir uma ameaça” para a UE, apelando a que o bloco europeu dos 27 também preveja verbas para Kiev no seu próximo orçamento comunitário, que cobrirá o período entre 2028 e 2034.

“A nossa força, o nosso exército e as nossas tecnologias também ajudam a garantir a segurança europeia. Estas garantias ainda não estão, tanto quanto pensamos, refletidas no vosso orçamento a partir de 2028. Levamos esta questão a sério e vamos definir exatamente de que forma as capacidades de defesa da Ucrânia devem ser integradas nesse orçamento”, indicou.

Nesta intervenção perante o Conselho Europeu, Zelensky abordou ainda as recentes tensões que tem tido com a administração norte-americana, liderada pelo Presidente Donald Trump, agradecendo a “todos os que estão a tentar manter unidos a Europa e os Estados Unidos”.

“Há tantas pessoas de bom coração na América que desejam sinceramente que o mal seja derrotado e que a Ucrânia se mantenha forte. (…) Pessoas que querem ser aliadas, não dividir nem humilhar a Europa”, referiu.

O Presidente ucraniano disse acreditar que “a maioria dos americanos continua a pensar desta forma” e, “no fim de contas, o povo americano terá uma palavra a dizer”, numa alusão às eleições intercalares (‘midterms’) nos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro.

“Putin ouvirá os Estados Unidos se estes exercerem realmente uma pressão muito maior sobre ele e deixarem uma coisa bem clara: ou escolhe a paz, ou deixa de receber dinheiro para financiar a sua guerra”, referiu.

Zelensky alertou que, se as sanções à Rússia “forem aliviadas em qualquer parte da Europa”, outros “irão rapidamente aproveitar-se disso”, abordando o acordo sobre o gasóleo firmado recentemente entre os Estados Unidos e a Rússia.

“Este acordo nunca será suficiente para compensar o impacto do encerramento do Estreito de Ormuz nos mercados mundiais. Mas colocará mais dinheiro diretamente nos bolsos de Putin para financiar esta guerra. Precisamos de um 22.º pacote de sanções da UE que seja forte”, afirmou.

O Presidente ucraniano agradeceu aos europeus pelo apoio que têm dado à Ucrânia nos últimos anos, frisando que, “sem uma UE determinada e capaz de tomar decisões firmes, Putin já teria ido mais longe”.

“A UE não se desmoronou. Não recuou nem cedeu ao medo quando se tratou de defender o modo de vida europeu. E isso foi tão importante como a coragem dos ucranianos”, elogiou.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A Ucrânia tem contado com ajuda financeira e em armamento dos aliados ocidentais desde que a Rússia invadiu o país.

Os ataques têm vindo a intensificar-se nos últimos meses em ambos os lados da frente, fazendo um número crescente de vítimas civis, e as negociações entre as duas partes estão num impasse.

  •  

Ventura espera veto do Presidente se lei do TdC for aprovada

A nova lei que o parlamento aprovou nesta semana obriga o TdC a ilibar o ministro da Administração Interna das infrações financeiras. Ventura apela a que PS e PSD votem na rejeição da lei.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

André Ventura reuniu-se, em Bruxelas, com líderes dos Patriotas pela Europa
  •  

Bulgária pede caças e antidrones à NATO para o mar Negro

Os ataques no mar Negro intensificam-se "de dia para dia". O ministro da Defesa búlgaro quer meios aéreos, mísseis terra-ar e patrulhas. Resposta da NATO ainda incerta.

© VASSIL DONEV/EPA

"A falta de uma identificação definitiva sobre quem realiza os ataques não pode servir de justificação para a inação ou a falta de preparação", declarou Stoyanov
  •  

"Zelensky é um líder de guerra e não um diplomata"

Bruno Cardoso Reis considera que postura de Zelensky prioriza defesa do país à diplomacia. Relativamente à aproximação EUA-Moscovo: alerta para "clara simpatia" de Trump por líderes autoritários.

  •  

Aprovado voto por procuração para eurodeputadas grávidas

Foi aprovada por unanimidade, no parlamento português, a proposta que possibilita o exercício do direito de voto por procuração pelas deputadas do Parlamento Europeu durante a gravidez e após o parto.

A proposta já tinha sido aprovada em 17 de setembro pelo Conselho de Ministros
  •  

Meloni defende reforço da vigilância de fronteiras externas

Crise migratória de Ceuta agravou as divergências entre os governos europeus sobre a política migratória. No segundo dia do Conselho Europeu, Meloni reforçou importância das fronteiras externas.

© OLIVIER HOSLET/EPA

Giorgia Meloni reuniu-se informalmente com os primeiros-ministros da Dinamarca e dos Países Baixos
  •  

Papa está a recuperar bem e celebra missa no hospital

Santa Sé confirma "melhoria constante" do Papa, operado na terça-feira a um adenocarcinoma pulmonar. Durante missa celebrada no hospital, pontífice agradeceu à equipa médica pelo que fizeram por ele.

© Vaticano News

Leão XIV, de 71 anos, foi operado na terça-feira no Hospital Gemelli, em Roma, para retirar um nódulo cancerígeno
  •  

Fortes chuvas em Istambul e em ilhas gregas fazem 5 mortos

Inundações causaram danos avultados em habitações, no comércio e infraestruturas nas duas regiões. Último balanço dá conta de cinco mortos, três pessoas estão desaparecidas.

© LEFTERIS DAMIANIDIS/EPA

Em algumas zonas do norte desta cidade de 16 milhões de habitantes, foram registados 261 litros de precipitação por metro quadrado durante a noite
  •  

Habitação. Seguro: Europa arrisca-se a perder a confiança

Na sua intervenção na sessão plenária do 21.º encontro do Grupo de Arraiolos, na Eslovénia, o chefe de Estado afirmou que a Europa "tem de demonstrar que sabe transformar os esforços em resultados".

© Paolo Giandotti HANDOUT/EPA

Para facilitar a tomada de decisões, Seguro defendeu a necessidade de a UE revisitar a regra da unanimidade exigida em vários domínios da política comunitária
  •  

Costa defende não se poder aliviar as sanções à Rússia

António Costa afirmou, à chegada à cimeira do Conselho Europeu, que "não é altura para tirar o apoio à Ucrânia" nem de aliviar as sanções à Rússia. Von der Leyen também garantiu o apoio à Ucrânia.

© OLIVIER MATTHYS/EPA

"Este é o momento da paz, não é o momento de continuar a guerra", defendeu António Costa
  •  

Zelensky agradece apoio de Bruxelas a "verdadeiros líderes"

Numa altura em que Donald Trump tem acusado Volodymyr Zelensky de não estar disposto a negociar a paz, Volodymyr Zelensky responde que tenciona acabar com a guerra o mais rápido possível.

© OLIVIER MATTHYS/EPA

O Presidente ucraniano frisou que não tenciona apenas discutir a energia, mas também as capacidades de defesa aérea e o financiamento para cobrir as necessidades orçamentais do país em 2026 e 2027
  •  

UE. Líderes querem manter repostas comuns a preço da energia

Líderes dos 27 sublinharam que a situação atual "exige urgentemente uma resposta europeia coordenada, baseada em medidas direcionadas e temporárias", tendo em conta as circunstâncias dos Estados.

© OLIVIER HOSLET/EPA

Os líderes da UE terminam esta sexta-feira, em Bruxelas, uma cimeira onde se debateram novas medidas para conter os preços da energia e avançar nas negociações do próximo orçamento comunitário
  •  

Seguro defende mais integração política da Europa

Chefe de Estado defendeu a necessidade de "uma melhor cooperação e mais integração política", nomeadamente no que diz respeito à habitação, energia, segurança, defesa, tecnologia e à crise social.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

"É nosso dever fazer uma nova Europa, uma Europa mais forte para as novas gerações", concluiu Seguro
  •  
❌