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Médica com 50% do corpo queimado recebe alta após passar por sete cirurgias

A médica Maize Oliveira, de 34 anos, recebeu alta hospitalar após passar por sete cirurgias em decorrência das queimaduras sofridas durante um incêndio em uma lancha no Lago Paranoá, no Distrito Federal. Ela teve cerca de 50% do corpo queimado e agora continuará a recuperação em casa.

A família comemorou a alta e agradeceu pelas mensagens de apoio recebidas durante o período de internação. Apesar da evolução, Maize ainda terá um longo processo de recuperação e precisará manter os cuidados médicos.

Em um vídeo gravado ainda no hospital e compartilhado pela família, a médica aparece usando uma máscara especial para pacientes com queimaduras, além de faixas nas mãos e nos pés. Ela caminha pelos corredores até a entrada da unidade de saúde, onde levanta os braços e faz o sinal da cruz.

Após sete cirurgias, Maize Oliveira recebe alta e celebra a nova etapa da recuperação em casa | Vídeo: Reprodução/instagram

“Pessoal, quero agradecer imensamente todas as ações de vocês. Falar que deu certo, graças a Deus estou curada, as lesões já melhoraram 99%”, afirmou Maize na gravação.

Ao celebrar a alta, a médica também destacou a dificuldade enfrentada durante o tratamento e agradeceu às pessoas que acompanharam sua recuperação.

“Foram dias de luta, dias de glória, foram difíceis, mas eu consigo vencer. E tudo isso primeiro graças ao Senhor e depois a vocês. Obrigada por tudo”, disse.

Relembre o caso

O acidente aconteceu no dia 20 de setembro, quando a lancha em que Maize estava pegou fogo e explodiu no Lago Paranoá, em Brasília. A médica estava entre as 15 pessoas que estavam na embarcação no momento da ocorrência.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), 11 pessoas ficaram feridas ou sofreram queimaduras. Maize teve 50% do corpo queimado e foi transferida para Goiânia, onde permaneceu internada e passou por sete cirurgias durante o tratamento.

Um vídeo gravado por testemunhas registrou o momento em que a embarcação foi tomada pelas chamas, enquanto algumas pessoas tentavam conter o fogo com água.

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As torres de betão que ditaram o nascimento do turismo moderno em Portugal

O empreendimento da Torralta, em Alvor, provocou uma verdadeira revolução no turismo nacional, alterando de forma irreversível a escala e a paisagem do sul do país no final da década de 1960.

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Liderado pelos irmãos Agostinho da Silva e José da Silva, o projeto transformou o Algarve de um refúgio pacato e exclusivo numa potência do turismo de massas.

As icónicas torres de betão da Torralta foram construídas a partir de 1969 mesmo em cima da frente dunar, praticamente em cima de uma das mais belas praias do concelho de Portimão.

Estes edifícios rasgaram a linha do horizonte da antiga vila piscatória de Alvor e ditaram o nascimento de uma nova era.

Através da empresa Torralta – Club Internacional de Férias, os irmãos Silva criaram um modelo pioneiro de “capitalismo popular”.

O grupo atraiu cerca de 27 mil pequenos acionistas e introduziu em Portugal o conceito de time-sharing.

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Após o sucesso no Algarve, a ambição levou-os a tentar replicar este mega-complexo na Península de Troia. O projeto era colossal e foi planeado para acolher cerca de 70 mil camas, incluindo hotéis e uma marina.

Contudo, as convulsões políticas e económicas do pós-25 de Abril de 1974 ditaram a falência do grupo. Enquanto em Alvor as estruturas ficaram abandonadas durante anos, em Troia o complexo acabou por ser intervencionado pelo Estado.

Mais tarde, o espaço de Troia foi vendido ao Grupo Sonae. O processo culminou na demolição implosiva das suas famosas torres gémeas, em 2005, para dar lugar ao atual Troia Resort.

Atualmente, o legado algarvio da Torralta vive uma realidade totalmente renovada. Após uma profunda reabilitação urbana, as antigas estruturas degradadas de Alvor deram lugar a modernos resorts de luxo e apartamentos turísticos.

Hoje, a maioria destes edifícios são geridos por grandes marcas, como o Grupo Pestana.

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Junto a esta praia funcionou um empreendimento que mudou o turismo em Portimão

A Praia da Torralta é muito mais do que um destino de sol e mar, é um ícone que marcou uma era no turismo de Portimão e do Algarve.

Como o próprio nome indica, situa-se junto à zona, onde funcionou o empreendimento turístico com a mesma denominação.

Desde essa altura que aquela praia passou a ser uma das preferidas de quem visita a região algarvia.

O seu cartão de visita é irrecusável: águas cristalinas e tépidas que banham um extenso areal de areias douradas e finas que faz com que no areal nunca haja falta de espaço para mais um banhista.

Localizada estrategicamente entre a Praia de Alvor e a Praia dos Três Irmãos, a Torralta oferece um horizonte a perder de vista sob um mar de vários tons de azul, garantindo as melhores condições de conforto e segurança para dias retemperadores à beira-mar.

A praia beneficia da também da proximidade à típica vila de Alvor e conta com uma boas rede de infraestruturas hoteleiras e de restauração.

Uma das suas maiores mais-valias é o moderno passadiço, que permite longas caminhadas com vista quase infinita para o oceano.

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