❌

Reading view

Silves acolhe Feira de Todos os Santos

29 de outubro a 1 de novembro

De 29 de outubro a 1 de novembro, o Sítio do Encalhe, em Silves, volta a receber a Feira de Todos os Santos, uma das mais antigas e tradicionais feiras do Algarve, que promete dias de animação, convívio e muita diversão para toda a família.

Organizada pelo Município de Silves, a edição deste ano apresenta um programa de animação musical diversificado, com atuações do Grupo Musical Gerações, Os Cromos da Noite, Luís Simenta Canta Alentejo e Chave D’Ouro, que prometem trazer ainda mais ritmo e alegria ao evento.

Ao longo do recinto, os visitantes poderão encontrar uma grande variedade de expositores, com diferentes produtos e artigos, bem como as tradicionais tasquinhas, onde não faltarão as castanhas assadas, as farturas, as pipocas, o algodão-doce e uma diversidade de petiscos.

Os carrosséis serão também uma das atrações para os mais novos e para todos os que apreciam a animação característica desta feira.

Entre sabores tradicionais, música e diversão, a Feira de Todos os Santos continua a afirmar-se como um evento emblemático do concelho, preservando uma tradição que atravessa gerações e proporcionando momentos de encontro e convívio à população e a quem visita Silves.

O Município de Silves convida todos a visitar a Feira de Todos os Santos e a desfrutar de mais uma edição repleta de cor, animação e espírito festivo.

Programa:

» Dia 30 de Outubro: 21h30 – Grupo Musical Gerações                   

» Dia 31 de outubro: 21h30 – Cromos da Noite

» Dia 1 de novembro: 15h00 – Luís Simenta canta Alentejo

                                     17h00 – Chave D’Ouro

[the_ad id="555438"]
  •  

“Nem Tudo Sara” em estreia absoluta no Auditório Municipal de Olhão

Espetáculo multidisciplinar, marcado para 23 de outubro, às 21h30, cruza música, teatro, imagem e património cultural imaterial da Fuseta

O Auditório Municipal de Olhão recebe, no próximo dia 23 de outubro, às 21h30, o espetáculo “Nem Tudo Sara”, de Sara Badalo, apresentado em estreia absoluta após uma residência artística de cinco dias naquele espaço cultural.

Desenvolvido por Sara Badalo e Léo Vrillaud, o projeto propõe uma criação multidisciplinar que cruza música, performance teatral, criação audiovisual e artes visuais, integrando também materiais resultantes de um processo de recolha de património cultural imaterial na Fuseta.

Desde agosto, Sara Badalo e uma equipa de criação audiovisual têm desenvolvido um trabalho de escuta e recolha junto da comunidade fusetense, reunindo entrevistas, histórias, diálogos, expressões, cantares, imagens, gravações e memórias de quem vive neste território.

Este arquivo vivo constitui a matéria-prima de um espetáculo que procura estabelecer uma relação entre a memória coletiva e uma linguagem artística contemporânea, explorando as ligações entre tradição, experimentação e criação autoral.

Em palco, a componente musical dialoga com a performance teatral de Catarina Costa, a criação audiovisual da agência Calliope, o contrabaixo de Luís Henrique e o trabalho visual de Vasco Badalo.

O espetáculo conta ainda com a participação de um coro comunitário constituído por Valter Mendes, Rosa Zica, Natividade Zica, Ana Filipa Carmo, Arminda Badalo, Ana Fernandes, Domingos Caetano, Sara Gonçalves, Teresa Aleixo, Ricky B, Melissa Policarpo, Fernando Leal, Cátia Ribeiro, Beatriz Marques, Catarina Palma e Fernando Baco.

A pergunta “E se as memórias de uma comunidade pudessem transformar-se em música, corpo e imagem?” está na origem desta criação, que ultrapassa o formato tradicional do álbum e se expande para o espaço cénico e para a experiência ao vivo.

O trabalho de campo desenvolvido na Fuseta, a residência artística e o espetáculo em Olhão estão na génese de “Nem Tudo Sara”, o primeiro álbum em nome próprio de Sara Badalo, cujo lançamento está previsto para 2027.

Os bilhetes têm o custo de 10 euros e estão disponíveis no Auditório Municipal de Olhão e através da plataforma Ticketline.

  •  

Atacan mercado en frontera entre Sudán y Sudán del Sur

Juba, 20 oct (Prensa Latina) Autoridades de Sudan del Sur denunciaron hoy un bombardeo contra un mercado en la región fronteriza de Abyei, que dejó 73 muertos, y responsabiliza del ataque al ejército de Sudán.

The post Atacan mercado en frontera entre Sudán y Sudán del Sur first appeared on Noticias Prensa Latina.

  •  

Orçamento Participativo de Faro chega à cidade e à comunidade dos Hangares na segunda semana de encontros

Biblioteca Municipal de Faro e Associação de Moradores dos Hangares recebem duas sessões abertas à participação dos cidadãos, nos dias 23 e 24 de outubro

A União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro) dá continuidade, esta semana, aos Encontros de Participação do Orçamento Participativo 2026, com duas sessões que irão decorrer na cidade de Faro e na comunidade dos Hangares, na Ilha da Culatra.

Depois dos primeiros encontros realizados no Patacão e no Areal Gordo, esta segunda semana de participação pretende continuar a aproximar o processo das diferentes comunidades do território, criando oportunidades para os cidadãos apresentarem ideias, debaterem necessidades e contribuírem para a construção de propostas concretas para a freguesia.

O primeiro encontro desta semana realiza-se na quinta-feira, 23 de outubro, às 18h00, na Biblioteca Municipal de Faro. No dia seguinte, sexta-feira, 24 de outubro, às 15h00, a iniciativa chega à Associação de Moradores dos Hangares, na Ilha da Culatra.

Todas as comunidades contam

A realização destes encontros em diferentes pontos do território pretende garantir que a participação cívica chega a públicos e comunidades com realidades e necessidades distintas.

A presença do Orçamento Participativo nos Hangares assume particular importância, permitindo valorizar a participação das comunidades insulares e assegurar que as suas preocupações, ideias e prioridades podem integrar o processo de construção de propostas para a freguesia.

A União das Freguesias de Faro pretende, assim, incentivar uma participação alargada, reconhecendo que o envolvimento dos cidadãos é essencial para identificar necessidades concretas e construir respostas mais próximas das populações.

Debater ideias e construir propostas

Durante os encontros, os participantes serão convidados a integrar grupos de trabalho, partilhar ideias, discutir propostas e identificar possíveis formas de colaboração. Seguir-se-á um momento de plenário, no qual poderão apresentar as suas propostas aos restantes participantes.

Todas as propostas formalizadas nestes encontros serão encaminhadas para a fase de análise técnica, em igualdade com as restantes candidaturas apresentadas no âmbito do Orçamento Participativo.

Podem participar todos os cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos que residam, estudem ou trabalhem no território da União das Freguesias de Faro.

60 mil euros para projetos com impacto na comunidade

A edição de 2026 do Orçamento Participativo dispõe de uma dotação global de 60.000 euros, permitindo financiar projetos até ao valor máximo de 15.000 euros cada.

A apresentação de propostas decorre até 25 de outubro de 2026, através do formulário disponível no site oficial da União das Freguesias de Faro.

Após esta fase, seguir-se-ão a análise técnica, a consulta pública e a votação, que decorrerá entre 15 de dezembro de 2026 e 5 de fevereiro de 2027. Os resultados serão anunciados a 12 de fevereiro de 2027.

[the_ad id="555438"]

Uma iniciativa em parceria

A edição de 2026 integra uma parceria com o Consórcio CoParticipation, constituído pela One Source, Instituto Pedro Nunes e Oficina. Os encontros são dinamizados por uma equipa da Associação Oficina.

A iniciativa é apoiada por fundos nacionais através do Programa COMPETE 2030 e cofinanciada pela União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), sob a referência COMPETE2030-FEDER-02208000.

A União das Freguesias de Faro convida todos os cidadãos a participar nestes encontros e a contribuir com ideias que possam fazer a diferença na sua comunidade.

  •  

Silves – Casal detido por burla a idosos através de falsos acidentes de viação

O Comando Territorial de Faro da GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Silves, no dia 19 de outubro, deteve em flagrante delito um homem e uma mulher, ambos de 45 anos, por burla a um idoso de 85 anos, no concelho de Silves.

Na sequência de uma denúncia apresentada no dia 15 de outubro, relacionada com uma burla de 1 500 euros, os militares da Guarda desenvolveram diversas diligências de investigação que permitiram identificar os suspeitos e acompanhar a sua atividade, culminando na detenção em flagrante delito.

No decorrer da investigação, foi possível apurar que os suspeitos selecionavam sobretudo pessoas idosas, simulando acidentes de viação e convencendo as vítimas de que tinham provocado danos no seu veículo. Posteriormente, persuadiam-nas a não comunicar a ocorrência às autoridades policiais ou às seguradoras, exigindo o pagamento imediato de quantias em dinheiro para a reparação dos alegados danos.

No dia 19 de outubro, os suspeitos recorreram novamente ao mesmo método, exigindo a uma vítima de 85 anos o pagamento de 2 000 euros, tendo-a acompanhado a uma dependência bancária para proceder ao levantamento da quantia solicitada.

Após a entrega do dinheiro e de os suspeitos se terem afastado da vítima, os militares da Guarda procederam à sua interceção e detenção, recuperando a totalidade dos 2 000 euros.

Os detidos serão presentes ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Silves.

A Guarda Nacional Republicana alerta para este tipo de burla, conhecido como “falso acidente”, aconselhando os cidadãos a não efetuarem pagamentos imediatos perante alegados acidentes de viação, a fotografarem os veículos e os danos, a solicitarem a documentação da outra parte e a recorrerem aos procedimentos habituais de participação do acidente junto das seguradoras. Perante qualquer abordagem suspeita, deverão contactar de imediato as autoridades policiais.

  •  

Olhão inaugura Centro Municipal de Marcha e Corrida

O Município de Olhão dá mais um passo na promoção do desporto e de hábitos de vida saudáveis com a inauguração do novo Centro Municipal de Marcha e Corrida.

A inauguração está agendada para a próxima sexta-feira, dia 23 de outubro, pelas 18h30, nas instalações do Estádio Municipal de Olhão.

O projeto pretende incentivar a prática regular de atividade física, de forma gratuita, dirigindo-se a toda a população, independentemente da idade ou condição física. Integrado na Rede Nacional de Centros de Marcha e Corrida, uma iniciativa conjunta da Federação Portuguesa de Atletismo e do Instituto Português do Desporto e Juventude, o projeto contará, também, com o apoio da Junta de Freguesia de Pechão.

O novo Centro irá disponibilizar acompanhamento técnico especializado todas as terças e quintas- feiras, entre as 18h30 e as 20h00, ajudando os praticantes a alcançar os seus objetivos de forma segura e adaptada.

A autarquia convida toda a comunidade olhanense a marcar presença na cerimónia de inauguração e a dar os primeiros passos rumo a uma vida mais ativa e saudável.

  •  

União dos Sindicatos do Algarve realiza congresso em Faro

A União dos Sindicatos do Algarve, estrutura intermédia regional da CGTP-IN, realiza no dia 23 de outubro de 2026 o seu XI Congresso, no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro, a partir das 9 horas.

O Congresso é o órgão máximo deliberativo da USAL/CGTP-IN, que reúne quadrienalmente para aprovar o relatório da atividade desenvolvida pela União, para definir as orientações para a atividade sindical do quadriénio 2026-2030 e para eleger uma nova Direção da USAL.

O Congresso contará com a presença de mais de 100 delegados, representantes dos trabalhadores dos vários setores de atividade e é o momento alto de análise e discussão da situação política e sindical, da ação reivindicativa, dos problemas concretos dos locais de trabalho, apontando as estratégias para a ação sindical integrada dos próximos 4 anos.

No final do Congresso, a partir das 18H30, os delegados e outros trabalhadores do Algarve realizarão uma manifestação pela Av. 5 de outubro até à Praça da Liberdade, afirmando a unidade e organização dos trabalhadores em torno dos sindicatos de classe da CGTP-IN.

A luta continua pelo aumento dos salários e pensões, contra o brutal custo de vida, em defesa e reforço dos serviços públicos e pelo cumprimento do direito à habitação.

  •  

Banda Filarmónica de São Brás de Alportel celebra Dia Mundial da Música e 20 anos do projeto

A Banda Filarmónica de São Brás de Alportel regressa ao palco do Cine-Teatro Jaime Pinto no próximo sábado, 24 de outubro, às 17h30, para apresentar a II edição do “Outubro Filarmónico”. O concerto, inserido nas comemorações do Dia Mundial da Música, tem entrada livre e pretende juntar a comunidade são-brasense numa celebração do património cultural e musical do concelho.

A edição deste ano reveste-se de particular simbolismo ao assinalar o 20.º aniversário da decisão da ACREMS (Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense) de avançar para a constituição da Banda Filarmónica — um marco histórico que deu início a duas décadas de trabalho contínuo ao serviço da cultura, da Filarmonia, da formação e do associativismo local.

Com o propósito de divulgar a missão artística e pedagógica da instituição, o espetáculo conta ainda com a participação especial da Banda Escolar, no âmbito do projeto “A Banda Vai à Escola”.

O público terá assim oportunidade de assistir a um momento de partilha intergeracional, que junta em palco os músicos da Banda Filarmónica e os jovens alunos que representam o futuro da música no concelho.

O regresso ao Cine-Teatro Jaime Pinto integra-se no compromisso da Filarmónica e da ACREMS em aproximar a música de todos os cidadãos, proporcionando uma oferta cultural descentralizada e acessível.

A iniciativa conta com o apoio do Município de São Brás de Alportel e do Cine-Teatro Jaime Pinto.

Ficha do evento

  • Iniciativa: II “Outubro Filarmónico” — Concerto comemorativo do Dia Mundial da Música e dos 20 anos do projeto da Banda Filarmónica
  • Data: Sábado, 24 de outubro de 2026
  • Hora: 17h30
  • Local: Cine-Teatro Jaime Pinto, São Brás de Alportel
  • Entrada: Gratuita (sujeita à lotação da sala)
  • Atuações: Banda Filarmónica de São Brás de Alportel e Banda Escolar (Projeto “A Banda Vai à Escola”)
  • Organização: ACREMS
  • Apoios: Município de São Brás de Alportel / Cine-Teatro Jaime Pinto
  •  

Portimão caminha pela prevenção do cancro da mama

Iniciativa solidária convida a comunidade a participar em percursos de 5 e 8 quilómetros, associando a atividade física à sensibilização para a prevenção e o diagnóstico precoce do cancro da mama.

A Zona Ribeirinha de Portimão recebe, no próximo dia 25 de outubro, a Caminhada Outubro Rosa, uma iniciativa solidária que alia a prática de exercício físico à sensibilização para a prevenção e o diagnóstico precoce do cancro da mama, convidando a comunidade a participar numa causa que promove a saúde e a solidariedade.

Organizada pelo Grupo de Apoio de Faro da Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul, com o apoio da Câmara Municipal de Portimão, a iniciativa integra as atividades do Outubro Rosa, mês dedicado à sensibilização da população para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do cancro da mama.

Inserida no Calendário Regional de Marcha/Corrida do Algarve 2026/2027, promovido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), a iniciativa assume um caráter solidário e não competitivo, propondo dois percursos, de 5 e 8 quilómetros, abertos à participação de pessoas de diferentes idades.

  •  

GNR – Dia Mundial de Combate ao Bullying 

A Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito da sua atividade de policiamento comunitário e do combate à violência, ofensas, ameaças e qualquer tipo de intimidação em contexto escolar, hoje, dia 20 de outubro, associa-se ao Dia Mundial de Combate ao Bullying, pela relevância que representa na vida das crianças e jovens.

No âmbito das suas competências em matéria de prevenção, a Guarda tem desenvolvido uma série de ações de sensibilização relacionadas com o bullying, num total de 1 845 no ano letivo de 2025/2026, tendo sido direcionadas para 67 117 crianças e jovens, maioritariamente em contexto escolar, um aumento superior a 23% face ao ano letivo anterior, tendo sido abrangidos vários dos estabelecimentos de ensino público e privado à responsabilidade da GNR.

Um estudo efetuado às ocorrências registadas na zona de responsabilidade da GNR, indicou que no ano de 2026, foram registados um total de 1 657 crimes em ambiente escolar na área de responsabilidade da Guarda.

Analisando a especificidade das ocorrências, a Guarda registou 78 ocorrências, em 2026:

  • Bullying: Foram identificadas 72 ocorrências associados a práticas de bullying. Os distritos com maior número de registos foram Setúbal (10), Porto (9), Castelo Branco (8), Lisboa (8) e Santarém (7);
  • Ciberbullying: Registaram-se seis ocorrências associadas a ciberbullying, distribuídas pelos distritos de Braga (2), Setúbal (2), Porto (1) e Santarém (1).

Salienta-se que os fenómenos de bullying e ciberbullying não se encontram tipificados de forma autónoma na legislação penal portuguesa. Como tal, os dados apresentados refletem as ocorrências criminais gerais registadas em meio escolar que, pela análise do respetivo modus operandi, foram associadas a estas dinâmicas.

O bullying é um conjunto de atos que servem para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e reiterados, praticados por uma ou mais pessoas no contexto de uma relação desigual de poder, causando dor e angústia na(s) vítima(s). Atualmente, e associado ao recurso às novas tecnologias, nomeadamente às redes sociais, o bullying tem assumido novos contornos, dando origem à vertente virtual do ciberbullying.

Por norma os sinais de alerta são silenciosos, aconselhando-se os pais, professores e todos os cuidadores a estarem atentos a sinais, tais como alterações de humor, abatimento físico e/ou psicológico, sinais de impaciência ou ansiedade, queixas físicas permanentes (dores de cabeça, de estômago, perturbações no sono, nódoas negras), irritabilidade extrema, ou qualquer outra mudança de comportamento.

Tal como acontece com a saúde física, também a saúde mental exige cuidado e atenção. Promover o reconhecimento e a regulação das emoções, fomentar a capacidade de resiliência face a dificuldades e desenvolver a empatia, através da compreensão do outro e da criação de redes de apoio, são fatores determinantes para o bem-estar psicológico dos jovens. Neste processo, o papel da família, dos pares e das escolas é determinante. A presença constante de familiares e amigos, o acompanhamento atento por parte da comunidade escolar, nomeadamente professores e psicólogos, bem como a intervenção especializada dos profissionais de saúde, constituem uma rede de apoio essencial.

A normalização da procura de apoio psicológico e médico deve ser encarada como um gesto de coragem e autocuidado. Importa, por isso, promover uma cultura de escuta ativa, onde os jovens se sintam seguros para partilhar as suas experiências, e onde os seus sentimentos sejam validados, mesmo na ausência de soluções imediatas.

A Guarda pretende ainda alertar e sensibilizar a população em geral e, em particular, as crianças e jovens, os quais serão as mulheres e homens de amanhã, para a relevância da temática com o objetivo de apelar a uma estratégia de consciencialização, que visa contribuir para a mudança de comportamentos da sociedade e para a progressiva intolerância social face à violência nas escolas.

Pese embora o bullying não se encontre tipificado na legislação penal como crime, o mesmo está associado a vários crimes, tais como crimes de ofensas à integridade física, injúrias, ameaça e coação, correspondendo os dois primeiros aos comportamentos mais frequentes.

A GNR desenvolve um esforço significativo naquilo que são as iniciativas relacionadas sobre a temática em concreto, nomeadamente em ações de sensibilização e campanhas, com temas associados à violência, à cidadania, inclusão e não-discriminação, aos Direitos Humanos, e direitos da Criança ou regras quanto à utilização da internet.

[the_ad id="555438"]

Em casos de bullying a Guarda aconselha:

  • Não sejas cúmplice, denuncia! Se presenciares ou souberes de atos de bullying, conta a uma pessoa adulta;
  • Educa os que estão ao teu redor, promove o respeito e a inclusão entre os teus colegas;
  • Adota estratégias de segurança:
  • Ignorar o bully com indiferença;
  • Manter a indiferença e mostrar sentimentos de confiança;
  • Ser firme e dizer ao bully para parar com o seu comportamento;
  • Evitar situações de confronto com o bully;
  • Frequentar locais com muita gente;
  • Andar sempre acompanhado/a.

Em casos de ciberbullying a Guarda aconselha:

  • Nestes casos deves guardar as provas, e manter os registos das mensagens ou dos conteúdos ofensivos,
  • Se fores a vítima, pede ajuda, contando a um adulto: Fala sempre com os teus pais, professores ou outro adulto de confiança e nunca interajas nem respondas diretamente a quem te está a magoar;
  • Se vires alguém a ser vítima, não partilhes, dá apoio, incentivando-o a pedir ajuda ou denuncia partilhando com um adulto.

Para os encarregados de educação, a GNR alerta:

  • Mantenha-se envolvido na rotina escolar e digital das crianças, estando particularmente atento indícios de bullying ou ciberbullying quer seja enquanto agressores como também de vítimas;
  • Em caso de suspeita de situações de bullying ou ciberbullying, ameaças ou outros comportamentos de risco, informe de imediato a GNR, devendo ser guardadas todas as provas;
  • A educação e segurança começa em casa.

A Guarda Nacional Republicana reitera que a segurança em meio escolar continua a ser uma prioridade estratégica. Através da ação diária das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC) e da implementação de ações de sensibilização junto da comunidade educativa, a Guarda continuará empenhada na prevenção, deteção e combate a todas as formas de violência, promovendo um ambiente escolar seguro e inclusivo. Importa acrescentar que a GNR possui militares com formação especializada, que desempenham um papel essencial no acompanhamento personalizado às vítimas, encarregando-se de encaminhar as mesmas para outras instituições com competência neste âmbito.

Se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de bullying não hesite em contactar:

  • Via telefónica, o SNS Prevenção Suicídio, através do número 808 24 24 24;
  • Via telefónica, através do número europeu de emergência: 112

Estes serviços são anónimos, confidenciais e estão disponíveis para ouvir quem mais necessita porque, conversar pode mudar vidas.

  •  

Raül Refree, de producir a Rosalía a poner música a ‘La bola negra’: “Se exagera la figura del artista, como si tuviera una conexión con Dios”

Raül Refree, de producir a Rosalía a poner música a ‘La bola negra’: “Se exagera la figura del artista, como si tuviera una conexión con Dios”

El músico, que firma la banda sonora de la película de los Javis, reflexiona sobre la emoción como motor creativo y alerta de que las pantallas están provocando la pérdida de la capacidad de escucha

Análisis - Cinco claves por las que ‘La bola negra’ puede hacer historia para España en los Oscar

Raül Refree (Barcelona, 1976) va a la panadería y escucha lo siguiente: “¡A ver si nos traes el Oscar!”. Es algo que el músico nunca había podido llegar a imaginar y que, sin embargo, se ha convertido en una enorme posibilidad tras el estreno de La bola negra. La película con la que Javier Ambrossi y Javier Calvo conquistaron el Festival de Cannes se ha convertido en una de las grandes favoritas de Hollywood en la próxima temporada de premios. Tanto, que todos los que participaron en el filme también empiezan a acaparar los focos.

El productor es el responsable de la banda sonora de La bola negra, un trabajo en el que ha tenido que encontrar el equilibrio para acompañar una historia marcada por la represión y el miedo a ser homosexual sin subrayar demasiado las emociones. No era una tarea sencilla. “Siempre sentía que caminaba por la cuerda floja”, explica sobre el proceso de composición. Después de trabajar con los Javis en La Mesías, Refree vuelve a colaborar con ellos en una cinta en la que cantantes como Judeline o Guitarricadelafuente embellecen lo que se ve gracias a lo que suena.

Siendo reconocido por su trabajo en Los Ángeles de Rosalía, disco debut de la artista a la que le acaban de otorgar el Premio Nacional de las Músicas Actuales, y tras colaborar con Rodrigo Cuevas, C. Tangana o Niño de Elche, Raül Refree recuerda la fuerza de cantar en comunidad y la importancia de escuchar de verdad. Lo hace en su libro Cuando todo encaja, pero es algo que lleva constantemente al estudio. En una industria que parece exigir resultados inmediatos, el productor prefiere perseguir otra cosa: hacer música que pueda sobrevivir al momento en el que fue creada.

Raül Refree conversa sobre la banda sonora de ‘La bola negra’
Raül Refree conversa sobre la banda sonora de ‘La bola negra’

¿Se ve ya en los Oscar?

Intento no pensar mucho en los Oscar. Quieras o no, vas recibiendo inputs no solo de lo que está pasando aquí, sino también del interés en EEUU, y trato de vivirlo con toda la alegría, como algo nuevo que llega a mi vida. Aparte de que la gente le dé mucha importancia a los premios, lo que más satisfacción me da es ver cómo la película y la música han llegado a un público tan variado, desde gente muy joven hasta personas mayores. Estoy recibiendo un montón de mensajes y esa es la mejor sensación que puedes tener.

¿Lo esperaba?

Confiaba y creía que la película llegaría a mucha gente. Si tanta o no, es difícil de decir, pero la primera vez que leí el guion tuve la sensación de que era una película necesaria.

En su libro Cuando todo encaja dice que su primer recuerdo de la música es el de escuchar a su abuela tocando a Mozart. ¿Qué hay en esa escena que le sigue emocionando?

Me costó mucho encontrar la forma de explicar cómo entiendo la música, y fue entonces cuando recurrí al recuerdo de la infancia de ver a mi abuela tocar el piano. Ella ya era muy mayor, le fallaban las manos y hasta la memoria, pero me resultaba profundamente emocionante verla tocar, todo lo contrario a lo que sentía con mi profesora de piano, que tocaba con la posición y la técnica perfectas, pero no me despertaba ninguna emoción. A través de esa historia me vi capaz de explicar que para mí el objetivo fundamental de la música es la emoción; la técnica y todo lo demás no dejan de ser herramientas que, si no logran emocionar, no sirven para nada.

¿Esa profesora le hizo querer abandonar la música?

Que viviera una mala experiencia con la educación más clásica y con la forma rígida de enseñar a un niño a tocar el piano no significó que mi amor por la música disminuyera. Entiendo que en la educación clásica deben establecerse métodos generalizados, pero mi forma de acercarme a la música era muy libre y puramente emocional. Me resultaba mucho más fácil inventarme una pequeña melodía, aunque fuera una tontería, que reproducir algo exactamente como ellos querían. Eso me alejaba del método y me hacía sentir incómodo, hasta el punto de que me provocaron cierto trauma con el piano. Tardé muchos años en volver a tocarlo, pero mi amor por la música seguía intacto. Hoy me sigo considerando más melómano que músico; lo que más me gusta es escuchar, y así es como más he aprendido a componer.

Hace hincapié en la emoción. ¿Cómo puede una banda sonora transmitir el miedo a ser gay y a la represión?

La música tiene una potencia emocional enorme. Es el arte más abstracto de todos: no se ve, no se toca; la percibimos por pura abstracción y quizás por eso puede llegar a lo más profundo de nosotros. Pero eso también entraña un peligro: en una película con una carga emocional tan fuerte, la música puede pasarse de frenada y subrayar demasiado la emoción. En La Mesías encontré el equilibrio musical con cierta facilidad, pero en esta película siempre sentía que caminaba por la cuerda floja: si me inclinaba un poco a la derecha o a la izquierda, me caía. Tenía que encontrar el punto exacto, porque la historia no te permitía irte hacia los extremos para no subrayar de más ni resultar demasiado frío.

Judeline interpretó Soldadito español en La Revuelta y recibió muchas críticas, acusándola de embellecer un tema ligado a la guerra colonial.

No he visto mucho sobre el tema. Sí vi que ella la cantó muy bien. Al final, lo hace porque es parte de la historia de la película, tiene un significado concreto dentro del relato y simplemente está interpretando lo que ocurre en La bola negra. Con Soldadito español, los directores me pidieron una versión para ver qué se me ocurría; les mandé una demo con mi propia voz de fondo que era muy parecida a lo que terminó siendo. Recuerdo que me dijeron que era increíble porque les ayudó a visualizar el inicio de la película a partir de la música, y esa es la idea que ha sobrevivido hasta la pantalla.

Estamos tan sobreestimulados que la escucha real se ha vuelto un acto revolucionario

Raül Refree — Productor y cantante

Ha sido elogiado por La Nieve, que canta Guitarricadelafuente.

Los Javis tenían claro que, a pesar de que Álvaro [Guitarricadelafuente] actúa en la cinta, querían que cantara la canción original, pero sin que pareciera un paréntesis; querían que formara parte del diálogo narrativo y musical de toda la película. Álvaro me enseñó un primer esbozo de melodía antes de irse de gira, y yo pude trabajar con total libertad para que funcionara tanto como canción como banda sonora. Acompaña uno de los momentos más emocionantes de la película: cuando el personaje sube la montaña y van cayendo los esquiadores. Es preciosa y, aunque la he visto miles de veces, me sigo emocionando.

Usted suele trabajar en equipo. ¿Hemos perdido la capacidad de disfrutar la música en comunidad?

El espacio público es cada vez menor. Me sorprende ver plazas nuevas, de esas duras, donde los bancos no están enfrentados para mirarse los unos a los otros, como si pretendieran que toda la comunicación fuera digital y la presencial se redujera al mínimo. A lo largo de la historia, la música ha sido un gran factor cohesionador. El sentimiento de pertenecer a una comunidad nos hace fuertes, y cantar junto a alguien por el simple disfrute de hacerlo no solo es placentero, sino un nexo de unión poderosísimo que estamos perdiendo.

¿Este individualismo deriva de las pantallas?

Lo veo exactamente así. Estamos sobreestimulados, y eso complica la reflexión, la observación, la escucha y el silencio. Muchas veces hablo con mis amigos sobre cómo la “escucha real” —y no me refiero a oír algo de fondo, sino a estar escuchando a la persona frente a ti, como espero que estemos haciendo nosotros ahora— se ha vuelto un acto superrevolucionario. Hoy en día se escucha y se observa poco, dándole prioridad a ese estímulo constante y a ese crecimiento absurdo de querer estar haciendo cosas todo el rato.

Raül Refree, en la redacción de elDiario.es
Raül Refree, en la redacción de elDiario.es

Rosalía ha ganado el Premio Nacional de las Músicas Actuales.

Lo recibí con muchísima alegría. Rosalía me parece una superartista; aparte de nuestra historia común y de que me llevo bien con ella, le tengo una admiración inmensa. Ojalá se lo dieran siempre a artistas de su envergadura.

¿Siente que el premio también es, en parte, suyo?

No, para nada.

¿Usted podría haber estado en los créditos de Lux?

Me considero un músico muy versátil y con muchas ganas de probar cosas nuevas. Ahora, con perspectiva, creo que he sido muy valiente al meterme en según qué proyectos, y me veo capaz de adaptarme a muchos sitios distintos. Al final tomo mis decisiones de forma muy poco racional y muy intuitiva; si siento algo especial por un artista o proyecto, me tiro de cabeza, sin importarme si es exactamente el estilo que domino.

Como músico, no me creo mejor que la persona que tiene una tienda de costura o que hace zapatos al lado de mi casa

Raül Refree — Productor y cantante

¿Hacemos bien en ver a los músicos como genios?

Desde el Romanticismo se ha exagerado la figura del artista, subiéndolo a un pedestal casi como si tuviera una conexión superior con Dios. Yo creo cien por cien en la figura del artesano, y me siento como tal. Me gusta aprender, le dedico muchísimas horas a mi trabajo, pero no me creo mejor que la persona que tiene una tienda de costura o que hace zapatos al lado de mi casa. Al final, son trabajos útiles; el mío emociona, pero un buen mueble o el trabajo de cualquier otro profesional también te puede emocionar. Lo fundamental es que el trabajo de los demás nos llegue y nos toque.

¿La industria musical se ha vuelto elitista?

Me ha ocurrido infinidad de veces que alguien se me acerca tras un concierto y me dice: “Me ha encantado, pero bueno, yo es que no sé de música”. ¡Como si no pudieras dar tu opinión sin haber estudiado un montón! La música y el arte tienen que traspasarnos y convertirse en emoción. Si te llega, no hace falta haber estudiado nada para expresar lo que sientes.

En esta era de TikTok, donde la música se consume y se desecha, ¿cómo alcanza la atemporalidad?

La gran obsesión de mi vida siempre ha sido que la música que hiciera me pudiera sobrevivir. Me ha importado mucho menos lo efímero de la moda actual y siempre he trabajado para conseguir cierta inmortalidad a través del arte. Últimamente, me he dado cuenta de que, en el fondo, hay una parte de ego importante en ese deseo de trascender, algo que antes no quería admitir. No existe una receta mágica para la atemporalidad. Intento estar conectado con el día a día y me encanta trabajar con gente mucho más joven, pero en el momento de tomar una decisión creativa final, nunca pienso en si va a ser un éxito inmediato o si se va a poner de moda; siempre tomo la decisión buscando lo que considero mejor para la música en sí misma.

  •  

El PP se prepara para un gobierno en minoría en Algeciras tras la dimisión de Landaluce por las acusaciones de acoso sexual

El PP se prepara para un gobierno en minoría en Algeciras tras la dimisión de Landaluce por las acusaciones de acoso sexual

La moción de censura saldrá adelante con el apoyo de Vox, que no entrará en el ejecutivo, mientras queda por aclarar el papel de los concejales que aún respaldan al alcalde saliente y qué pasará con Jacinto Muñoz, candidato a suceder a Landaluce y que declara un día antes como testigo en la supuestas agresiones sexuales

Landaluce anuncia su dimisión como alcalde de Algeciras el domingo para evitar la moción de censura

La dimisión de José Ignacio Landaluce, anunciada este lunes por él mismo para el próximo 25 de octubre, abre una nueva etapa en el Ayuntamiento de Algeciras, pero no despeja las incógnitas sobre la gobernabilidad de la ciudad. El Partido Popular se encamina a recuperar la Alcaldía con Jacinto Muñoz como candidato y los cuatro votos de Vox, aunque el acuerdo no contempla la entrada de la formación de Santiago Abascal en el gobierno municipal. El resultado apunta a un ejecutivo popular en minoría, pendiente de cómo se articule el respaldo del resto de la corporación.

La primera certeza es que la renuncia de Landaluce, que declara este viernes imputado por agresión sexual, no impedirá la votación de la moción de censura. El pleno extraordinario está convocado para el 28 de octubre y se celebrará aunque el actual alcalde formalice su dimisión tres días antes. La legislación electoral establece que la renuncia del regidor no suspende la tramitación de una moción de censura ya registrada, por lo que el relevo podrá consumarse conforme al calendario previsto. Este domingo, Landaluce entregará el bastón de mando al Cristo de Medinaceli, “un gesto de profunda fe, respeto y amor a nuestras tradiciones”, según ha dicho este lunes.

El PP cuenta con los votos necesarios para sacar adelante la iniciativa junto a Vox. De los 27 concejales que componen la corporación, 14 constituyen la mayoría absoluta. Los populares han optado por sumar los cuatro votos de Vox, que bastan para alcanzar esa cifra con sus propios ediles, pese a que el PSOE también había ofrecido sus siete concejales para respaldar una moción alternativa. La decisión política del PP ha sido, por tanto, apoyarse en la formación de derecha, pero sin compartir con ella el gobierno municipal.

Esta fórmula deja una cuestión fundamental por resolver: cómo gobernará el PP después de la moción de censura. Si Vox mantiene su compromiso de limitarse a apoyar el relevo y no asume responsabilidades municipales, el nuevo ejecutivo no dispondrá de una mayoría propia garantizada para el funcionamiento ordinario del Ayuntamiento. El respaldo que permita investir al nuevo alcalde no implica necesariamente un acuerdo estable para aprobar presupuestos, ordenanzas o las principales decisiones municipales.

A ese escenario se añade la posición de los tres concejales del PP que continúan respaldando a Landaluce, cuya situación en la nueva etapa todavía no está aclarada. Aún está por ver si Landaluce mantiene el acta como concejal raso, junto a los otros tres ediles del PP que le mantienen el apoyo, o si renuncia al acta. Su papel puede resultar relevante para determinar la capacidad del futuro gobierno para sacar adelante sus iniciativas, aunque por ahora no se ha definido cómo se integrarán políticamente tras la salida del alcalde. La composición definitiva del ejecutivo y las alianzas con las que contará siguen, por tanto, abiertas.

Un sucesor con el respaldo del PP

Jacinto Muñoz, antiguo primer teniente de alcalde y ahora candidato del PP a la Alcaldía, se perfila como el encargado de pilotar esta transición. Los populares mantienen su apuesta por él y el objetivo es recuperar la estabilidad institucional tras la crisis que ha fracturado el equipo de gobierno.

Mano derecha de Landaluce, responsable de Recursos Humanos y del protocolo antiacoso, el juez ha citado a Jacinto Muñoz como testigo un día antes de tomar declaración a Landaluce. En el PP no contemplan que Muñoz pase a ser investigado y apuntan que será alcalde con absoluta seguridad, si bien en la oposición aseguran que lo sabía todo y lo tapó.

Muñoz se reunió este lunes con militantes del partido para explicar los motivos de la moción de censura contra el actual regidor, José Ignacio Landaluce. Durante el encuentro, defendió que había sido una decisión “dolorosa pero necesaria” ante los hechos que estaban ocurriendo en los juzgados.

Muñoz explicó que la iniciativa respondía a la necesidad de cambiar el foco de la actualidad política de la ciudad. “Creemos que Algeciras necesita seguir avanzando, necesita que los titulares de Algeciras sean otros, que los titulares de Algeciras sean el progreso y los avances y los grandes proyectos que estamos haciendo”, afirmó. También señaló que la reunión pretendía aclarar a los afiliados algunas informaciones difundidas en redes sociales que consideraba incorrectas y explicarles el posicionamiento de los concejales que habían firmado la moción.

El futuro alcalde reconoció que la decisión había provocado inquietud entre los militantes, al suponer una ruptura con una etapa política de larga duración. “Es una ruptura, una situación que la gente tiene que saber porque es evidente que produce gran inquietud, en un sentido y en otro”, manifestó. No obstante, rechazó que se estuviera produciendo una salida masiva de afiliados y aseguró que, según los datos que manejaba, solo ocho personas habían solicitado la baja de los algo más de mil afiliados del partido. “No creo que sean esas avalanchas que se han dicho en algún medio”, añadió.

Preguntado por el anuncio de dimisión de Landaluce, Muñoz aseguró que, personalmente, le habría gustado que esa decisión se hubiera tomado antes de llegar a la moción de censura. “A mí personalmente me hubiera gustado que esa decisión se hubiera tomado con anterioridad y no haber llegado al punto de la moción de censura”, afirmó, aunque recordó que el procedimiento debía continuar.

Incógnita de apoyos

La operación de relevo se produce después de que 12 de los 15 concejales que formaban parte del equipo de gobierno de Landaluce hayan abandonado ese núcleo de confianza. La crisis ha dividido al PP local en dos sectores: quienes mantienen su fidelidad al alcalde saliente y quienes consideran que su continuidad resultaba insostenible. La fractura también ha alcanzado a la militancia, con afiliados próximos a Landaluce que han solicitado la baja del partido.

El trasfondo de esta ruptura es la causa judicial abierta contra el alcalde. El Juzgado de Violencia sobre la Mujer ha admitido a trámite una denuncia presentada por una mujer contra Landaluce por un presunto delito contra la libertad sexual. El regidor está citado a declarar como investigado el 23 de octubre, dos días antes de la fecha en la que ha anunciado que dejará la Alcaldía.

En la misma resolución, la jueza ha citado como testigo a Jacinto Muñoz, que deberá declarar sobre los hechos denunciados. Su comparecencia tendrá lugar antes del pleno en el que aspira a convertirse en alcalde, lo que añade un elemento de incertidumbre política a una sucesión que el PP quiere cerrar cuanto antes. La formación no contempla por ahora que Muñoz pase a tener la condición de investigado.

Así, la salida de Landaluce resolverá quién ocupa la Alcaldía, pero no necesariamente la crisis de gobernabilidad que ha dejado tras de sí. El PP podrá recuperar el bastón de mando con los votos de Vox, aunque sin incorporar a sus concejales al ejecutivo y con la incógnita de los apoyos que tendrá a partir de entonces.

  •  

Faro assinalou Dia da Alimentação junto da comunidade escolar

Sessões de educação alimentar, rastreios e abertura do Gabinete de Nutrição no Faro Youth Lab decorreram na passada quinta e sexta-feira, dias 15 e 16 de outubro

O Município de Faro assinalou o Dia Mundial da Alimentação com um conjunto de iniciativas dirigidas a crianças e jovens do concelho, promovendo a literacia alimentar e nutricional, a adoção de hábitos alimentares saudáveis e uma maior proximidade dos jovens aos serviços municipais na área da nutrição.

No âmbito das atividades desenvolvidas junto do 1.º ciclo do ensino básico, foram dinamizadas as sessões “O que vai para a barriga? – Vamos alimentar o João!”, dirigidas a alunos dos 1.º e 2.º anos. Através de uma abordagem lúdica e participativa, recorrendo a uma “caixa-mistério” com diferentes alimentos e a um boneco com a barriga visível, foram trabalhados temas como a importância de uma alimentação variada, o consumo de fruta e de produtos hortícolas, a água como bebida principal e a distinção entre alimentos de consumo mais frequente ou de consumo ocasional. No total, esta iniciativa envolveu 12 turmas e cerca de 295 alunos.

As comemorações incluíram ainda atividades no Faro Youth Lab – Espaço Jovem Municipal de Faro, dirigidas a alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, com a participação de quatro turmas. Foram realizados rastreios nutricionais e promovidos momentos de sensibilização e esclarecimento sobre alimentação e nutrição, marketing alimentar, leitura de rótulos, mitos alimentares e influência das redes sociais nas escolhas alimentares.

O programa ficou ainda marcado pela abertura do Gabinete de Nutrição, uma nova resposta municipal em funcionamento no Faro Youth Lab e destinada a jovens com idades entre os 14 e os 30 anos, que disponibiliza acompanhamento nutricional gratuito, orientação e esclarecimento de dúvidas relacionadas com a alimentação e os hábitos de vida.

Através desta nova valência, o Município de Faro pretende reforçar a promoção da saúde e da literacia alimentar junto da população jovem, disponibilizando um espaço próximo, acessível e orientado para a adoção de hábitos alimentares mais conscientes e equilibrados.

No conjunto, as iniciativas desenvolvidas no âmbito do Dia Mundial da Alimentação abrangeram 15 turmas e cerca de 375 crianças e jovens, reforçando o compromisso do Município de Faro com a promoção da alimentação saudável e do bem-estar desde as idades mais jovens.

Quem desejar mais informações sobre este novo serviço deverá contactar o Gabinete de Nutrição e o Faro Youth Lab – Espaço Jovem Municipal de Faro, através do email espacojovemfaro@cm-faro.pt  ou do telefone 289 870 884.

  •  

Arranca hoje a ação Porta a Porta da EMARP

Incentivar a separação dos resíduos e entregar o Kit “Separar Orgânicos”

A Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão (EMARP) inicia hoje, 19 de outubro, a segunda fase da campanha de sensibilização Porta a Porta, que pretende incentivar os residentes a separar os resíduos orgânicos, aumentando a adesão à recolha seletiva deste fluxo no concelho.

Depois da primeira ação realizada em maio, a equipa de sensibilização regressa às ruas da cidade para esclarecer dúvidas, explicar como separar corretamente os restos de comida e entregar gratuitamente kits de separação de resíduos orgânicos, que incluem um balde castanho de 7 litros.

Até 31 de outubro, a equipa estará no terreno nos seguintes horários: Segunda a sexta-feira, das 11h30 às 14h00 e das 17h00 às 21h00, e aos sábados, das 10h00 às 13h00 e das 17h00 às 21h00.

Integrada na campanha “Com restos de comida não se brinca”, esta iniciativa reforça o compromisso da EMARP com a valorização dos biorresíduos, procurando transformar um gesto simples do quotidiano num hábito que contribui para reduzir a quantidade de resíduos enviados para aterro.

Se ainda não recebeu o seu kit, esteja atento: a equipa da EMARP pode bater à sua porta nos próximos dias!

  •  

Por los pelos

Keiko Fujimori, presidenta de Perú, habla durante la presentación del 'comando unificado' para enfrentar la delincuencia.

En mi generación, la oferta televisiva y las pantallas disponibles en casa eran, por decirlo de alguna manera, limitadas. Aunque existían tres canales, la señal no cubría el país entero por falta de repetidoras, aquellas torres hacia las que había que orientar la antena colocada sobre unos largos tubos que despuntaban de los tejados. En uno de los pueblos en los que viví de niño, solo se podía sintonizar uno de los canales porque estaba en el fondo de un valle. Gracias a esa falta de alternativas, vi programas que quizá me habría perdido en otra circunstancia. Uno de ellos fue Soul Train, "el tren del alma", como se apresuraba a aclarar el presentador, Osvaldo Valencia, en cuanto terminaban las imágenes algo psicodélicas de una locomotora acercándose a la estación.

El programa era una franquicia del show que conducía en Estados Unidos Don Cornelius. Con los años supe que la idea de traerlo a la televisión ecuatoriana partió de los dueños de la discográfica J. D. Feraud Guzmán, que encontraron en aquel medio la oportunidad de introducir géneros y artistas nuevos en un país entonces más rural que urbano. Así nos llegó, a quienes vivíamos en la periferia, lo mejor de los músicos afroamericanos de finales de los setenta. Quizá fue allí donde escuché por primera vez soul, R&B o funk, aunque lo que de verdad me impresionaba eran los números de baile. Era deslumbrante ver ese grupo de chicas y chicos, tan felices, moverse y disfrutar como si estuviesen en una fiesta.

Además, eran bellos, estaban en plena forma y desbordaban elegancia. Muchos lucían el afro, esa cabellera que, por lo apretado de sus rizos, no cae, sino que crece en todas direcciones hasta dibujar una especie de globo. Me llamaba la atención que lo llevaran hombres y mujeres, porque en mi entorno estaba muy claro qué cortes correspondían a cada sexo. Era un tipo de peinado que vi también en algunos futbolistas afroecuatorianos, cuyas fotos aparecían en la revista Estadio. Pero aquel estilo fue desapareciendo, y varias de las cantantes que había admirado con unos afros preciosos empezaron a mostrarse con melenas lacias que, como descubrí mucho después, eran pelucas.

Todo esto no pasaría de anécdota si detrás de aquellos peinados no hubiera habido, como luego comprendí, bastante más que una moda. En los años sesenta y setenta, el afro se convirtió en símbolo de afirmación de la identidad negra, ligado al movimiento por los derechos civiles y al Black Power. Dejar el pelo al natural, sin los tratamientos químicos que lo alisaban para acercarlo a los cánones de belleza blancos, suponía reivindicar el orgullo por los propios orígenes y rechazar los patrones estéticos de una sociedad racialmente jerarquizada. Aquellas cabezas no respondían a una mera cuestión de peluquería. Eran también una declaración política.

Más adelante, sin embargo, el afro fue cediendo terreno ante los alisados, las extensiones y los postizos, sobre todo entre las mujeres, sometidas a una doble exigencia por su raza y por su género. No se trataba de que ellas decidieran simplemente cómo llevar el pelo, sino de lo que pasó a significar para muchas mostrar los rizos. Dejar su pelo natural podía implicar ser vistas como descuidadas o impropias en un entorno profesional, un obstáculo a la hora de conseguir empleo, ascender o ser aceptadas en determinados espacios. En algunos países latinoamericanos se llega al colmo de llamar "pelo malo" al rizado y crespo propio de buena parte de la población afrodescendiente. Peor aún, entre los argumentos para alisar el "pajón" a toda costa figura el de que, en su forma original, parece sucio.

Estos adjetivos despectivos no se quedan en la superficie ni son reflejo de una costumbre pasajera. Que algo tan aparentemente trivial como un peinado condicione la consideración social de una persona se explica porque el pelo esconde una jerarquía, y esa discriminación golpea en América Latina, con especial dureza al Caribe. En la República Dominicana han trascendido varios casos de alumnas presionadas en sus centros educativos para arreglarse de determinada manera. En 2019 se difundieron los audios del director de un liceo que, a gritos y golpeando la mesa, recriminaba a las estudiantes que habían acudido con sus rizos al natural y les advertía que aquello era una escuela "para la formación y el empleo, no para la chabacanería". Ese mismo año, la directora de Género del Ministerio de Educación, impulsora de la campaña "Ni pelo bueno ni pelo malo", fue destituida poco después de disponer la readmisión de una niña a la que habían suspendido por llevar el cabello afro. Las autoridades atribuyeron su salida a reiteradas ausencias en el trabajo y negaron que tuviera relación con la campaña o la confrontación con los gestores del centro docente.

Cuando a una persona le repiten desde pequeña que tiene "pelo malo", aprende que algo con lo que nació está mal. Lo escucha en casa, en la peluquería, en el colegio y en la publicidad, hasta que el mensaje se instala en su manera de mirarse al espejo. De ahí que desde muy niñas sean sometidas a desrizados y secadores, las quemaduras en el cuero cabelludo y esa sensación, que tantas mujeres evocan al recordar su infancia, de no resultar nunca presentables tal como son y que por eso tienen que aguantar el dolor que esos tratamientos implican. Por eso, cuando una adulta decide dejar de alisarse, no está cambiando de peinado sin más, sino desaprendiéndose de años de vergüenza. No es casual que en varios países de las Antillas hayan surgido iniciativas que reivindican el cabello afro como expresión de identidad y, ante todo, de libertad.

Cada vez que alguien con poder dicta cómo debe peinarse un menor, le está indicando qué tipo de persona se espera que sea"

Con todo, el control sobre la cabeza ajena no se limita a las afrodescendientes. En El Salvador, el Gobierno de Nayib Bukele impuso en 2025 un "corte de cabello adecuado" en los colegios públicos como parte de su cruzada contra las pandillas, con catálogo de cortes incluido, cual Corea del Norte. Y esta semana, la presidenta de Perú, Keiko Fujimori, ha anunciado un reglamento escolar según el cual "los hombrecitos" deberán ir con el pelo corto. Como si la violencia, la indisciplina o el fracaso académico se solucionasen con tijera y una raya bien marcada.

Cada vez que alguien con poder dicta cómo debe peinarse un menor, le está indicando qué tipo de persona se espera que sea. En mi infancia, aquellos afros que veía en la televisión proclamaban algo tan sencillo como que así eran y que no pensaban esconderlo. Lo inquietante es que medio siglo después sigamos discutiendo si una alumna puede ir a clase con el cabello tal como le crece, o si un chico rendirá peor por llevar flequillo. El orden impuesto a golpe de tijera es el más fácil de exhibir y el más barato, porque no exige más maestros, ni mejores aulas, ni reflexión alguna sobre el racismo. Mientras tanto, la dignidad de miles de niñas sigue pendiendo de un pelo.


Francisco Sánchez es director del Instituto Iberoamericano de la Universidad de Salamanca. Aquí puede leer todos los artículos que ha publicado en www.elindependiente.com

  •  
❌