Setor financeiro do Velho Continente está sólido, apesar do crescimento da distribuição de lucros aos acionistas. Banca portuguesa destaca-se, apresentando um rácio adicional ao mínimo exigido que quase duplica a média dos pares europeus.
CEO diz que qualquer “oportunidade potencial” para aumentar a exposição ao banco português num contexto de desinvestimento do conglomerado chinês “será cuidadosamente avaliada”, mas ainda não há qualquer decisão.
A empresa estatal angolana, que é o segundo maior acionista do banco português, arriscava ficar com mais de 20% do capital se não vendesse ações no programa de recompra lançado pela instituição financeira. Essa fasquia implicaria um pedido de autorização ao Banco Central Europeu.