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Courtois revela que foi retirado de grupo de WhatsApp da seleção da Bélgica

O experiente goleiro Thibaut Courtois afirmou que foi excluído do grupo de WhatsApp do elenco da seleção da Bélgica. O arqueiro anunciou em setembro que não disputaria a Liga das Nações pela equipe nacional.

O goleiro conversou com o técnico Van Bommel e disse que se afastaria por um tempo da seleção. No entanto, deixou em aberto a possibilidade de voltar a ser convocado no futuro, se colocando à disposição para as Eliminatórias da Eurocopa de 2028.

“Fui expulso do grupo de WhatsApp dos jogadores. Esse grupo é usado para comunicar informações, como horários de treino. Há algumas mensagens de vez em quando, mas não muitas”, afirmou o belga em entrevista à “Dazn”.

O treinador da seleção da Bélgica não garantiu a titularidade ao goleiro do Real Madrid caso ele voltasse a ser chamado para defender o time nacional.

“Nunca fui para a seleção esperando jogar automaticamente. Conheço minhas qualidades e sei que posso ser importante para a equipe. Ninguém precisa me garantir uma vaga no time titular”, disparou.

Thibaut Courtois esteve com a Bélgica na última edição da Copa do Mundo. A seleção foi eliminada pela campeã Espanha, nas quartas de final do Mundial.

“Nós estamos muito orgulhosos de tudo o que fizemos até agora. Eu sei que muitas vezes você recebe críticas como ‘a geração de ouro nunca ganhou nada’, mas nós somos a Bélgica, não somos a Inglaterra, não somos a Espanha, não somos a França. Nós somos um pequeno país de quase 12 milhões de pessoas que, em grandes torneios, fez coisas incríveis”, discursou na ocasião.

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EUA mandam diplomatas deixarem Arábia Saudita em meio a ataques dos Houthis

O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou que alguns diplomatas e seus familiares deixem suas missões na Arábia Saudita, informaram autoridades norte-americanas à Reuters.

Além disso, o governo de Donald Trump planeja retirar familiares de várias outras missões norte-americanas no Golfo Pérsico, ainda de acordo com as fontes.

O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, afirmou em uma postagem no X que o departamento ordenou a saída de “funcionários não essenciais do governo dos EUA e seus familiares apenas na Arábia Saudita”, em meio aos ataques dos Houthis, um grupo apoiado pelo Irã, do Iêmen contra alvos civis no país.

O governo Trump havia enviado de volta alguns integrantes do corpo diplomático à região nos últimos meses, depois que muitos haviam sido retirados quando o Irã lançou ataques de retaliação contra instalações norte-americanas após o início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, no final de fevereiro.

“Os Houthis, apoiados pelo Irã, têm se envolvido cada vez mais em hostilidades contra a Arábia Saudita, incluindo ataques a aeroportos civis e outras infraestruturas críticas, resultando em vítimas civis e graves interrupções nas viagens”, justificou Pigott.

Quatro autoridades norte-americanas disseram à Reuters que as missões dos EUA em outros países do Golfo Pérsico também estariam ordenando que familiares deixassem o local.

Pigott não se pronunciou sobre mudanças em outras missões fora da Arábia Saudita.

A embaixada dos EUA em Riade emitiu um alerta de segurança nesta quarta-feira (21) sobre possíveis novos ataques dos houthis à Arábia Saudita, após recentes ataques mortais, incluindo um ao aeroporto de Riade.

Quem são os Houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã?

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Capitão do Man United “culpa” decisões do técnico em goleada na Champions

Capitão do Manchester United, Bruno Fernandes disse que seu time não pressionou o suficiente e adotou um “clima de derrota” depois de sofrer um gol cedo na derrota por 4 a 1 para o Como, nesta quarta-feira (21), pela Champions League.

O resultado aumentou a pressão sobre o técnico Michael Carrick. O Como abriu o placar aos 2 minutos, e o United desmoronou. Apenas um gol de honra de Joshua Zirkzee, nos acréscimos, deixou o placar um pouco menos pesado.

“Começamos com o pé errado, e eles marcaram muito cedo”, disse Bruno Fernandes à TNT Sports. “Não houve pressão suficiente sobre a bola, nem muitos bons movimentos sem a bola. Muitas coisas não saíram como queríamos.”

“É uma decisão da comissão técnica não pressionar homem a homem e, às vezes, deixar espaço nas costas e tentar pegar a bola, esperá-los, mas, às vezes, quando você dá espaço a essas equipes, elas ganham confiança”, afirmou.

Fernandes evita criticar Carrick, mas pede mais coragem

Questionado se seus comentários significavam uma crítica à tática de Carrick, Fernandes respondeu: “Isso cabe ao técnico e à comissão avaliarem, não a mim.”

“Às vezes você precisa ser mais corajoso sob pressão, assumir o risco de pressionar alto e deixá-los desconfortáveis.”

A situação de Carrick se tornou cada vez mais delicada, já que o United agora está há sete jogos sem vencer.

“Foi mais do que decepcionante”, disse à TNT Sports o técnico de 45 anos. “Acho que todos precisam assumir a responsabilidade. Eu assumo a responsabilidade pelo time e pelo desempenho como um todo, isso para em mim, e estou bem com isso.”

Carrick pede desculpas pela atuação do United

“Mas, como torcedor deste clube, ver uma atuação como essa é inaceitável, preciso dizer.”

Carrick disse que o time não mostrou a intensidade necessária.

“É a motivação, o propósito e a intensidade que você precisa levar para um jogo de futebol. Hoje não levamos isso”, afirmou. “Preciso pedir desculpas pela atuação.”

Fernandes também questionou a mentalidade do United após o revés inicial. “Sofrer cedo faz com que a gente entre no jogo com um clima de derrota”, disse.

O United soma três pontos nas três primeiras partidas da Champions League e recebe a Roma em seu próximo jogo na competição.

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Produtos roubados em protestos na França aparecem em sites de venda online

O mercado online de artigos em segunda mão, Vinted, removeu anúncios de produtos franceses saqueados e intensificou a verificação de anúncios “suspeitos”, numa tentativa das autoridades do país de impedir que bens roubados durante os protestos sejam vendidos online.

A Vinted afirma que as equipes tomaram “medidas imediatas para identificar e remover anúncios ligados aos saques”.

“A venda de produtos roubados, ou a solicitação dos mesmos, é estritamente proibida no Vinted, e temos tolerância zero para isso”, afirmou a empresa em comunicado, observando que “intensificou o monitoramento de anúncios suspeitos”.

Contas que violarem as regras poderão ser banidas permanentemente, afirmou a Vinted, acrescentando que está trabalhando com as autoridades policiais e francesas para “detectar e combater riscos emergentes e comportamentos maliciosos”.

A resposta surge num momento em que o governo francês intensifica a fiscalização dos mercados online, após relatos de que bens roubados durante os protestos no fim de semana apareceram a venda na internet. 

Serge Papin, ministro francês para as Pequenas Empresas, disse no X que as autoridades convocaram uma reunião com operadores de mercados online e representantes dos ministérios do Interior e da Justiça.

Na terça-feira (20), ele afirmou que o governo obteve o compromisso das plataformas de detectar e remover anúncios de itens saqueados, e que também estava monitorando as vendas, alertando que qualquer pessoa que vender produtos roubados será rastreada e processada.

Grandes varejistas, incluindo grupos de luxo como Louis Vuitton e Rolex, e a varejista de cosméticos Sephora, foram atingidos pela violência, informou a Reuters.

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Trump diz que guerra contra Irã é “uma das melhores coisas que já fizemos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a guerra contra o Irã como “uma das melhores coisas que já fizemos”, apesar de o conflito continuar sendo profundamente impopular internamente e de muitos candidatos do Partido Republicano defenderem o seu fim.

Questionado nesta quarta-feira (21) se lamenta ter iniciado a guerra, Trump disse aos repórteres: “Não, acho que é uma das melhores coisas — acho que é uma das melhores coisas que já fizemos”.

“Impedimos o Irã de ter uma arma nuclear. É uma das melhores coisas que já fizemos”, continuou ele, acrescentando que sua decisão de atacar o país do Oriente Médio em fevereiro “exigiu muita coragem”.

No entanto, quase oito meses após o início da guerra, o presidente não conta com grande apoio da população dos EUA: uma nova pesquisa da CNN, divulgada nesta quarta-feira, mostrou que apenas 30% dos americanos aprovam a sua condução da política externa.

A CNN conversou com muitos eleitores, inclusive em comícios do presidente, que apontaram o impacto do conflito nos preços dos combustíveis e no custo de vida como uma questão central para as próximas eleições.

Enquanto isso, alguns republicanos que enfrentam disputas eleitorais difíceis neste outono têm se distanciado do presidente no que diz respeito à guerra.

Trump diz que deixou instruções para atacar Irã caso seja assassinado

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Vídeo: Zoológico na China faz banquete de aniversário para panda-gigante

O panda-gigante Ai Lian, cujo nome significa “amor pelo lótus”, celebrou seu sétimo aniversário na terça-feira (20) no parque temático Locajoy, no distrito de Yongchuan, em Chongqing, no sudoeste da China.

Os cuidadores prepararam um banquete de aniversário composto por brotos de bambu, melancia, melão de inverno, abóbora e uvas, com itens esculpidos em formato de flores de lótus — uma referência ao nome do panda.

Um bolo de aniversário compartilhado e distintivos comemorativos também foram preparados para os visitantes.

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No vídeo é possível observar o panda-gigante andando pelo seu recinto e aproveitando o banquete preparado pelos seus cuidadores.

Ai Lian nasceu em 2019 no Centro de Conservação e Pesquisa de Pandas-Gigantes da China, na província de Sichuan. Ele foi transferido para o parque temático Locajoy em dezembro de 2023.

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Vídeo: Ator se fantasia de Trump em cadeia cenográfica em Teerã, no Irã

Nesta quarta-feira (21), um artista na movimentada Praça Tajrish, no norte de Teerã, capital do Irã, fez uma performance imitando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atrás das grades em uma instalação artística montada acima do tráfego.

Usando uma máscara que lembra Trump, além de um terno escuro e gravata vermelha, o ator movimentava-se dentro de uma cela cenográfica enquanto pedestres observavam a cena, gravando a performance com seus celulares.

A exibição fazia parte de uma instalação em um painel publicitário na capital, que leva o slogan: “É um crime não ver esta cena”.

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Atousa, uma cidadã iraniana que estava no local nesta quarta-feira e viu a instalação, descreveu a exibição como algo “muito animador”.

Um dia antes, o Irã informou ao chefe do exército do Paquistão que não haverá negociações com Washington enquanto as exigências de Teerã não fossem atendidas, segundo relatos de meios de comunicação iranianos.

Isso evidenciaria um endurecimento na postura do país, apesar dos esforços de mediação do Paquistão, um interlocutor-chave.

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Análise: Partido Democrata tem vantagem na reta final das midterms

Uma nova pesquisa da CNN indica que o Partido Democrata tem uma vantagem de mais de 10 pontos percentuais sobre os republicanos a menos de duas semanas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.

A analista de Internacional Fernanda Magnotta avalia que os dados refletem um descontentamento claro do eleitorado americano. Segundo ela, trata-se de uma eleição que referenda ou não as ações do presidente.

“É muito comum que se tratem as eleições legislativas de meio de mandato como uma espécie de termômetro, que funciona justamente para que o presidente passe por um crivo, por uma avaliação”, afirmou Magnotta durante o CNN 360º desta quarta-feira (21).

Magnotta destacou que Trump está diante de críticas contundentes, especialmente nas agendas que o elegeram em 2024.

“Ele fez campanha em basicamente três grandes temas. Ele falava em melhoria das condições econômicas, sobretudo no combate à inflação, em políticas mais duras de imigração e na garantia dos interesses dos Estados Unidos no campo internacional, sem envolver o país em ‘guerras intermináveis'”, lembrou a analista.

Segundo o levantamento, 41% dos eleitores afirmam que votarão para se opor ao presidente Donald Trump, enquanto apenas 20% pretendem votar para apoiá-lo. Outros 39% dizem que o voto não terá relação com o governo republicano.

A pesquisa também revela índices baixos de aprovação de Trump em áreas específicas. Em relação às eleições, 41% dos eleitores avaliam positivamente sua condução. Já em políticas de imigração, a aprovação é de 38%; em saúde, 34%; em política externa, 30%; em economia, 27%; e em inflação, apenas 23%.

Segundo ela, os números da pesquisa da CNN demonstram um descontentamento claro do norte-americano justamente nessas três frentes. “Presidente Trump já não é mais pedra, agora é janela”, ilustrou a analista.

Custo de vida e imigração pesam contra Trump

De acordo com Magnotta, o americano médio está muito incomodado com o custo de vida, incluindo o preço dos combustíveis, dos alimentos e da moradia. Ela ressaltou que a inflação geral nos Estados Unidos não é exatamente alta, mas ponderou:

“Quando a gente vai segmentando por grupos ou áreas em particular, em alguns casos é uma inflação bem severa. No caso da moradia, em algumas cidades chega a passar de 25%, não é algo desprezível.”

Na agenda imigratória, a analista reconheceu que houve o cumprimento de uma série de promessas, mas ponderou que boa parte da sociedade norte-americana, inclusive aqueles que apoiam medidas mais duras contra a imigração, tem visto as ações do ICE como abusivas e excessivas.

Em política externa, Magnotta apontou ainda a controvérsia em torno dos efeitos do tarifaço e o envolvimento de Trump em um conflito com o Irã, o que contraria sua postura de campanha.

Cenário favorável à oposição

Com base nos dados de popularidade, Magnotta avaliou que o cenário atual indica que Trump deve perder a maioria na Câmara dos Representantes e que há chances crescentes de perda também no Senado. No entanto, a analista foi cautelosa ao fazer previsões definitivas.

“Dá para cravar? Não dá para cravar, porque eleição é sempre assim, só acaba quando termina”, disse.

Ela destacou ainda que o elemento do comparecimento às urnas pode ser decisivo para o resultado final: “Hoje o cenário é mais favorável à oposição do que ao incumbente”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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