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Corte total de trânsito na rua D. Afonso III, em Silves, no dia 15 de setembro

O Município de Silves informa que, devido à realização de trabalhos de betonagem no âmbito de uma obra particular, será necessário proceder à interdição total da circulação rodoviária na Rua D. Afonso III, em Silves, no próximo dia 15 de setembro, terça-feira, entre as 08h00 e as 12h00.

Durante este período, e devido à interferência dos trabalhos na normal utilização da via pública, o trânsito estará totalmente interrompido.

O Município de Silves agradece a compreensão dos automobilistas e demais utentes da via pelos eventuais incómodos causados.

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Artigo de opinião: Porque é que continuamos a ignorar a enxaqueca?

Ao contrário de muitas outras dores, a enxaqueca continua a esconder-se atrás de um nome que soa a queixa comum. E é, de facto, uma queixa comum, já que cerca de dois milhões de portugueses vivem com enxaqueca. No entanto, a dimensão do problema não se traduz em visibilidade e tratamento. Pelo contrário: segundo o estudo ‘Enxaqueca nas Mulheres — O Padrão Hormonal Invisível’, da Aliança Europeia para a Enxaqueca e Cefaleias, um terço (33%) das mulheres com sintomas compatíveis com enxaqueca nunca consultou um médico; uma quase maioria (42%) nunca recebeu um diagnóstico médico e 72% recorrem à automedicação.

É como se esta doença neurológica crónica não tivesse a possibilidade de incapacitar por completo, ou não fosse aquilo que verdadeiramente é: um problema que condiciona, que limita, que impede o funcionamento normal. Tratar a enxaqueca apenas como uma dor de cabeça é reduzi-la a um incómodo passageiro, quando os números mostram outra coisa bem diferente: ainda de acordo com o mesmo estudo, 92% das mulheres com enxaqueca confirmam que as crises as impediram de trabalhar, de estudar ou de cumprir as suas tarefas diárias durante, pelo menos, um dia inteiro.

Estamos a falar de uma condição que se pode manifestar como uma dor moderada a forte, pulsátil ou latejante, acompanhada de náuseas e vómitos e de uma maior sensibilidade à luz, ao ruído e aos cheiros. Um problema que não se limita a desaparecer, mas persiste no tempo, manifestando-se sob a forma de episódios recorrentes, o que faz com que muitos normalizem o que sentem e, mais do que isso, se adaptem à doença em vez de procurar formas de a resolver.

Como? Consultando um especialista. Na presença de crises recorrentes, quando a frequência ou a intensidade aumentam, quando os sintomas interferem com o trabalho, os estudos ou a vida familiar, quando é necessário recorrer frequentemente a medicação ou quando se sente dificuldade em controlar as crises, a procurar de ajuda médica não é exagerar, mas o único caminho para perceber o que está por detrás da dor, distinguir a enxaqueca de outros tipos de cefaleia e definir o tratamento certo para cada pessoa. 

Quebrar o ciclo da dor e libertar-se da prisão que é a enxaqueca começa pelo diagnóstico, que continua a chegar tarde ou a não chegar de todo, como mostram os dados já referidos. Sem diagnóstico, não há tratamento dirigido, apenas a gestão de uma dor feita à base de automedicação, com enormes custos pessoais e para a sociedade, fruto da incapacidade causada. E é essa ausência de resposta clínica, mais do que a doença em si, que transforma a enxaqueca numa condição em que se sofre em silêncio, em vez de uma condição que se trata.

Filipe Palavra

Presidente da Sociedade Portuguesa de Cefaleias

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Famosos unem-se pelo voto nos Mercados de Olhão na final das Novas 7 Maravilhas de Portugal

Artistas, atletas, chefs e figuras da televisão estão a apoiar a candidatura dos Mercados Municipais de Olhão, único património algarvio entre os 21 finalistas das Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026.

Os Mercados Municipais de Olhão estão a mobilizar personalidades de diferentes áreas na reta final das Novas 7 Maravilhas de Portugal. Várias figuras ligadas a Olhão, ao Algarve e ao panorama nacional e internacional juntaram-se à campanha de apoio à candidatura, apelando ao voto do público.

Entre os apoiantes estão André Gomes, presidente da Região de Turismo do Algarve, a artista plástica Joana Vasconcelos, o DJ olhanense Pete Tha Zouk, o criador de conteúdos João Cajuda, a chef Noélia Jerónimo, madrinha da candidatura, a apresentadora Maya, o ator Diogo Infante e o futebolista olhanense Gonçalo Ramos.

A diversidade dos nomes envolvidos pretende demonstrar a dimensão que os Mercados Municipais de Olhão alcançaram nesta fase decisiva da competição. Segundo o Município, a candidatura conseguiu reunir pessoas com diferentes percursos e ligações à cidade e ao Algarve.

“É muito significativo vermos tantas pessoas, de diferentes áreas e com diferentes ligações a Olhão e ao Algarve, a reconhecerem o valor dos nossos Mercados e a quererem dar a sua voz a esta candidatura”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Calé.

O autarca considera ainda que a mobilização demonstra que os Mercados ultrapassaram as fronteiras do concelho. “Esta mobilização mostra que os Mercados já ultrapassaram as fronteiras do concelho e são hoje uma candidatura de todo o Algarve”, sublinha.

Um símbolo da identidade algarvia

Depois de ultrapassarem as várias fases regionais e nacionais da competição, os Mercados Municipais de Olhão chegaram à Grande Final Nacional, na categoria Século XX.

São o único património algarvio entre os 21 finalistas e procuram agora garantir um lugar entre as Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026.

Com mais de um século de história, os Mercados são um dos principais símbolos de Olhão e da relação da cidade com a Ria Formosa, a pesca, a gastronomia e o comércio. O espaço é também apresentado como um ponto de encontro e de memória, profundamente ligado à identidade e ao quotidiano dos olhanenses.

Votação termina na final

A Grande Final Nacional realiza-se este sábado, 12 de setembro, às 21h30, em direto na TVI. É durante a emissão que serão conhecidas as sete vencedoras.

Até ao momento da final, a votação do público continua aberta e poderá ser determinante para o resultado.

Para votar nos Mercados Municipais de Olhão, na categoria Século XX, é necessário ligar para o número 761 207 097. Cada chamada tem o custo de 1 euro + IVA por voto. A votação também pode ser feita através da App TVI Pass.

O Município de Olhão apela à participação dos olhanenses, dos algarvios e de todos os que reconhecem nos Mercados um património representativo da região e digno de integrar as Novas 7 Maravilhas de Portugal.

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Três suspeitos de carjacking em Oeiras detidos pela PSP em Lagos

Três suspeitos alegadamente envolvidos num carjacking cometido com recurso a arma de fogo, no dia 6 de setembro, em Oeiras, foram intercetados e detidos pela PSP na cidade de Lagos, no dia 9.

O grupo era constituído por dois homens um de nacionalidade portuguesa e outro de nacionalidade brasileira e por uma mulher de nacionalidade brasileira.

Após o roubo da viatura, os suspeitos terão realizado, no dia 7, um abastecimento de combustível seguido de fuga, na zona da Grande Lisboa. No dia seguinte, uma testemunha confirmou a presença do grupo e da viatura em algumas artérias da cidade de Lagos.

Já no dia 9, os suspeitos terão praticado, em Lagos, um furto no interior de uma residência e dois furtos no interior de viaturas. Terão ainda trocado as matrículas da viatura roubada pelas de outro automóvel da mesma marca, modelo e cor.

Na sequência da intervenção policial, foi possível recuperar o telemóvel subtraído da residência e ferramentas de construção civil, avaliadas em cerca de 1.500 euros, furtadas de uma das viaturas. As ferramentas já se encontravam guardadas na bagageira do automóvel utilizado pelo grupo.

Os três suspeitos foram detidos e constituídos arguidos, tendo permanecido nos quartos de detenção até serem presentes, esta quinta-feira, no Tribunal de Lagos. Até ao momento, não é conhecida a medida de coação aplicada.

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Assalta posto de combustíveis da CEPSA, em Lagos, de trotinete, encapuzado, usando pistola e foge com mais de 2.000 euros

O caso ocorreu na passada terça-feira, 08 de Setembro, cerca das 21h00, na Estrada Nacional 125, à saída de Lagos, em direção a Sagres. O indivíduo falava português.

José Manuel Oliveira

Um homem assaltou, cerca das 21h00 da passada terça-feira, 08 de Setembro, o posto de abastecimento de combustíveis da CEPSA, situado na Urbanização da Pedra Alçada, na Estrada Nacional 125, à saída de Lagos, em direção a Sagres. Depois de ameaçar com uma pistola quem estava de serviço, fugiu na posse de mais de 2.000 euros, apurou o ‘Litoralgarve’.

Apresentada queixa na PSP de Lagos, mas a PJ assume a investigação por ter sido utilizada uma arma de fogo

Para este roubo, o indivíduo, que estava encapuzado e falava português, utilizou uma trotinete eléctrica. Foi apresentada queixa na Esquadra de Lagos da Polícia de Segurança Pública (PSP). O facto de ter sido usada uma arma de fogo leva este caso a passar a Polícia Judiciária (PJ), que já assumiu a investigação.

Câmaras de videovigilâncias da CEPSA poderão ajudar a identificar o autor do assalto

As câmaras de videovigilância instaladas naquele posto de abastecimento de combustíveis, que já foi várias vezes assaltado, poderão ajudar as autoridades a identificar o suspeito. O homem poderá estar envolvido num grupo de indivíduos que, nas últimas semanas, tem provocado problemas na cidade de Lagos, com distúrbios, assaltos e agressões, causando pânico entre a população local e turistas.

(Em actualização)

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Homem roubado e espancado durante a madrugada junto ao parque de estacionamento Anel Verde, na cidade de Lagos, aguarda cirurgia à face em Lisboa

Nasceu no Reino Unido, trabalha em Lagos e tem 30 anos. Regressava a casa a pé, quando foi abordado por cinco ou seis jovens, que o agrediram. Corre o risco de ficar cego de uma vista.

José Manuel Oliveira

Um cidadão de 30 anos, nascido no Reino Unido, foi assaltado e violentamente agredido por volta das 04h00 da madrugada do passado domingo, 06 de Setembro, junto ao parque de estacionamento do Anel Verde, em Lagos, quando regressava a casa a pé.

Autores do assalto com agressões são jovens portugueses residentes em Lagos, que lhe roubaram uma carteira contendo documentos e cartões multibanco. Vítima também ficou sem 4.000 euros, na sequência de movimentos bancários efectuados pelos assaltantes.

Trata-se de um crime público, podendo as autoridades policiais e o Ministério Público avançar com investigações mesmo sem queixa da vítima. Moldura penal aponta para um ano a oito anos de prisão.

Segundo apurou o ‘Litoralgarve’, o homem, que trabalha em Lagos, foi abordado por cinco ou seis jovens portugueses, também residentes nesta cidade, os quais começaram a conversar com ele, acabando por ser roubado e espancado em plena via pública. Ficou sem a carteira com documentos e cartões multibanco. Ao que se sabe, também ficou sem 4.000 euros, na sequência de movimentos bancários efectuados pelos assaltantes. Essa quantia pertencia à conta bancária da empresa em que trabalha.

Suspeitos podem estar envolvidos noutras ocorrências no Verão, em Lagos, e com ligação a outros indivíduos que têm provocado desacatos, actuando em gangue. É habitual andarem nas ruas dos bares, no centro da cidade, a pé ou de ‘scooters’ eléctricas.

Os jovens podem estar envolvidos noutras ocorrências no Verão, em Lagos, e com ligação a outros indivíduos que têm provocado desacatos, já noticiados pelo ‘Litoralgarve’, actuando em gangue. É habitual andarem nas ruas dos bares, no centro da cidade, a pé ou de ‘scooters’ eléctricas.

As agressões de que o homem foi alvo são de tal forma graves que o obrigam a estar, agora, a aguardar uma intervenção cirúrgica em Lisboa, para a reconstituição da face. Contudo, corre o risco de ficar cego de uma vista, de acordo com informações recolhidas pelo nosso Jornal. A vítima, que irá apresentar queixa na Esquadra de Lagos da Polícia de Segurança Pública (PSP), conhece “de vista” os autores do assalto e espancamento.

Na mesma madrugada de domingo, houve outro assalto com roubo, também em Lagos, desconhecendo-se, para já, mais pormenores.

O roubo e espancamento àquele indivíduo junto ao parque de estacionamento do Anel Verde, perto da Praça d´Armas e já na Estrada da Ponta da Piedade, é considerado crime público, podendo as autoridades policiais e o Ministério Público proceder à investigação mesmo sem a apresentação de queixa por parte da vítima. Após serem identificados, os suspeitos, em tribunal, incorrem numa moldura penal de um a oito anos de prisão.

Populares alertam ao ‘Litoralgarve’: “Mais uma noite em que não houve reforço de policiamento por parte do Corpo de Intervenção da PSP, sendo notório que a sua ausência neste Verão terá levado a um aumento de violência durante a madrugada.”

Já há pessoas com receio de andar sozinhas na rua durante a noite para regressar a casa ou ir trabalhar

A situação agora ocorrida e que se segue a outros episódios de violência nocturna nesta cidade, como o ‘Litoralgarve’ tem descrito, continua a provocar um sentimento de alarme entre a população, que se sente insegura, queixando-se da falta de policiamento.

“Foi mais uma noite em que não houve reforço de policiamento por parte do Corpo de Intervenção da PSP, sendo notório que a sua ausência neste Verão terá levado a um aumento de violência durante a madrugada”, alertaram, ao nosso Jornal, vários populares. Um deles até acrescentou: “Com o final do Verão, em Setembro, termina a presença de agentes do Corpo de Intervenção da PSP e cada vez mais haverá menos polícias nas ruas durante as noites em Lagos, o que provocará o aumento da insegurança.” Tal situação já contribui para o receio de quem tem de circular a pé na via pública, a fim de regressar a casa, ou para ir trabalhar.

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