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Portimão abre digressão de “Verificando se Você é Humano” com Ricardo Araújo Pereira

Portimão Arena, 16 de outubro, às 21h30

É já na próxima sexta-feira, dia 16 de outubro, às 21h30, que o Portimão Arena recebe “Verificando se Você é Humano”, o primeiro espetáculo de stand-up comedy a solo do conhecido humorista português Ricardo Araújo Pereira.

Com estreia em 2026, depois de esgotar as sessões em Lisboa e no Porto, Ricardo Araújo Pereira inicia em Portimão uma digressão por cinco cidades portuguesas, sendo este o único espetáculo agendado a sul do Tejo. Até dezembro, o humorista apresenta-se ainda ao público em Braga, Coimbra, Viana do Castelo e Guimarães.

Figura central do humor e da sátira política em Portugal, líder de audiências com o programa “Isto é Gozar com Quem Trabalha”, transmitido ao domingo à noite na SIC, o humorista promete muitas gargalhadas e uma noite de reflexão sobre a condição humana.

“O que significa, afinal, ser humano?” é apenas uma das questões que, parecendo simples, pode provocar um verdadeiro impasse na resposta. O que não deixa dúvidas é que o conhecido apresentador, dono de uma forma única de fazer humor com a qual tem vindo a conquistar o público ao longo dos anos, irá certamente provocar muitas gargalhadas.

Com a inteligência, a ironia e a capacidade de observação que fazem parte da sua identidade artística, Ricardo Araújo Pereira volta a transformar as contradições do quotidiano em matéria de humor, convidando o público a rir de si próprio e do mundo que o rodeia.

“Verificando se Você é Humano” é um convite a rir do que nos torna humanos, num tempo em que a tecnologia parece saber cada vez mais sobre nós, mas que, em contrariedade, continuamos a ter muitas dificuldades em compreender-nos uns aos outros.

O espetáculo tem duração de 90 minutos, sem intervalo, sendo permitida a entrada a partir dos 16 anos, inclusive. Com produção de Show Bees Management – Anabela Ventura Unipessoal, Lda, os bilhetes custam entre 30 e 65 euros e podem ser adquiridos nos locais habituais ou na bilheteira online em portimaoarena.bol.pt.

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Manuscrito de 1450 testemunho da importância dos figos e passas

O Arquivo Municipal de Loulé acolhe, no próximo dia 24 de outubro, a apresentação do n.º 30 da revista Al-Úlyá, publicação dedicada à história e património de Loulé, e do suplemento “Livro da Repartiçom da Fruita”, da autoria de Maria Valentina Ferreira, natural de Loulé e antiga docente e investigadora da Universidade de Lisboa.

O Livro da Repartiçom da Fruita regista os compromissos de produtores locais para o fornecimento de frutos secos ao concelho e os respetivos pagamentos.

Pela quantidade de transações e pelo número de produtores e mercadores envolvidos, o documento constitui um importante testemunho da dimensão que a produção e o comércio de figos e passas já assumiam em Loulé há quase seis séculos. 

A autora faz uma leitura do manuscrito para a escrita atual e analisa a sua linguagem e léxico, com particular atenção à onomástica, permitindo conhecer melhor as pessoas e a realidade social e económica de Loulé no século XV.

A sessão constitui uma oportunidade para redescobrir, através de um documento com mais de 570 anos, uma importante parte da história económica e social de Loulé.

A apresentação da revista estará a cargo da Professora Doutora Maria João Valente, da Universidade do Algarve, e a do suplemento será realizada pelo Professor Doutor Saul António Gomes, da Universidade de Coimbra.

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Livro “O que se passa na infância não fica na infância” apresentado em Loulé

É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida.

O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.

Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.

 “O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.

A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)

Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.

Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.

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