❌

Reading view

Renault Master ganha nova versão Minibus VIP by Raytec

A Renault amplia a gama do Master com a chegada da nova versão Minibus VIP by Raytec, desenvolvida para clientes que buscam níveis superiores de conforto, acabamento e funcionalidade no transporte de passageiros. Com capacidade para 15 passageiros mais o motorista, a novidade passa a integrar o portfólio de soluções da linha Master oferecendo uma configuração voltada para aplicações como transporte executivo, receptivo corporativo, hotelaria, turismo e fretamento premium.

Desenvolvida em parceria com a Raytec, especialista em transformações veiculares, a nova versão VIP chega ao mercado integrada à oferta da Renault como uma solução homologada e pronta para operação. O lançamento do Minibus VIP by Raytec simplifica o processo de aquisição para empresas e operadores que desejam um veículo com padrão superior de acabamento e conforto.

Baseada no Renault Master Minibus L3H2, a nova versão foi desenvolvida para oferecer uma experiência de viagem diferenciada, aliando conforto, praticidade e refinamento. O compartimento de passageiros conta com isolamento termoacústico nas laterais e no teto, além de revestimentos exclusivos em ABS de acabamento bicolor, que proporcionam um ambiente mais agradável e sofisticado.

 A versão também incorpora uma central multimídia de 7 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay, ampliando a conectividade e a praticidade para o condutor durante a operação.

A configuração interna inclui 13 poltronas individuais reclináveis para os passageiros, equipadas com apoios de braço e de cabeça, além de portas-objetos e pontos de carregamento USB e USB-C distribuídos por todas as fileiras.

O arranjo dos bancos foi projetado para aumentar o conforto durante as viagens, com fileiras alinhadas ao nível da cabine na parte dianteira e disposição elevada na região traseira, contribuindo para melhor visibilidade dos ocupantes.

O Master Minibus VIP by Raytec incorpora uma série de elementos voltados à valorização do ambiente interno. O modelo dispõe de iluminação em LED no compartimento traseiro e iluminação indireta integrada à área de circulação dos passageiros, criando uma atmosfera moderna e acolhedora.

O acabamento do piso utiliza revestimento com textura amadeirada, reforçando a sensação de requinte do interior. Cortinas laterais complementam o conforto dos ocupantes durante os deslocamentos. Além disso, a configuração contempla soluções que facilitam a operação diária, como carpete removível nas entradas e sistema de apoio para movimentação de bagagens.

A nova versão mantém os atributos que fizeram do Master a líder de vendas do segmento no Brasil durante 12 anos consecutivos, combinando robustez, versatilidade e baixo custo total de propriedade para os clientes profissionais.

Entre os equipamentos voltados à operação e segurança estão tacógrafo digital homologado, câmera traseira, sensores de estacionamento, aviso sonoro de ré, extintor de incêndio, martelos de emergência nas janelas laterais, sinalização luminosa das saídas de emergência e película de proteção solar em conformidade com a regulamentação vigente.

Com 6.225 mm de comprimento total e amplo compartimento para bagagens, o Master Minibus VIP combina capacidade de transporte, conforto e eficiência para diferentes perfis de operação.

Master Minibus VIP by Raytec – R$ 375.000,00

Diferenciais da versão:
Transformação homologada pela Renault desenvolvida em parceria com a Raytec
13 poltronas individuais reclináveis com apoio de braço e cabeça
Tomadas USB e USB-C distribuídas em todas as fileiras
Multimidia de 7” com Android Auto e Apple Carplay
Isolamento termoacústico nas laterais e no teto
Revestimentos internos em ABS bicolor (cinza claro e escuro)
Iluminação em LED no compartimento de passageiros
Iluminação indireta integrada ao corredor e aos degraus de acesso
Piso com acabamento de textura amadeirada
Cortinas laterais no compartimento de passageiros
Porta-objetos em rede integrados às poltronas
Compartimento traseiro para bagagens
Haste auxiliar para movimentação de malas
Tacógrafo digital homologado
Câmera de ré e sensores de estacionamento traseiros
Sinalização luminosa e adesivos de saída de emergência
Martelos de emergência nas janelas laterais
Equipamentos de série do Master Minibus
Ar-condicionado com saída traseira
Computador de bordo
Banco do motorista com regulagem de altura e profundidade
Direção eletro-hidráulica com regulagem de profundidade
Retrovisores elétricos com dupla visão
Travas e vidros elétricos
Airbag duplo
Freios ABS com BAS
Indicador de troca de marcha
Controles de estabilidade (ESP) e tração (TCS)
Assistente de partida em rampa (HSA)

The post Renault Master ganha nova versão Minibus VIP by Raytec appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

EU Caps Chinese Hybrid Car Imports at 350,000 as Brussels Moves to Protect Europe’s Motor Industry

The European Union has reached an agreement with China to restrict imports of Chinese hybrid vehicles to 350,000 annually, introducing a significant new barrier to the expansion of Chinese manufacturers in Europe’s automotive market.

The arrangement, confirmed on 12 October, follows months of negotiations between Brussels and Beijing and reflects growing concern about the competitive position of European carmakers.

The import ceiling could reduce Chinese hybrid vehicle sales in the EU by more than half compared with previously anticipated volumes, although the actual effect will depend on demand, product classifications and implementation.

The agreement comes as manufacturers gather for the Paris Motor Show, where the future of European vehicle production, Chinese competition and industrial policy have become central subjects.

China’s Commerce Ministry has presented the outcome as a negotiated arrangement intended to preserve trading relations, while the European side has emphasised the need to prevent rapidly increasing imports from undermining domestic production.

Chinese manufacturers confront a new European barrier

Chinese carmakers have expanded aggressively in overseas markets as domestic demand has weakened. Chinese passenger vehicle exports rose sharply in September, with manufacturers increasingly targeting Europe, Latin America and Asian markets.

Hybrid vehicles have become particularly important because they offer consumers lower fuel consumption without requiring the same degree of dependence on charging infrastructure as fully electric cars.

This has allowed Chinese brands to compete in market segments where European manufacturers retain substantial established production capacity.

The new quota limits the number of eligible Chinese hybrid vehicles permitted to enter the European market each year. According to details of the import restrictions, shipments exceeding the permitted volume would face restrictions at EU customs.

The mechanism differs from a conventional tariff because imports beyond the ceiling cannot simply enter the market by paying a higher duty. Manufacturers and importers will need to consider both delivery costs and the availability of import allocations.

European manufacturers seek protection

The measures arrive amid growing pressure on the European automotive industry, which faces high production costs, expensive energy, competition from Chinese manufacturers and the capital requirements of shifting towards electrified transport.

Companies operating in Germany, France, Italy and other established manufacturing centres must fund the development of new vehicles while maintaining existing factories and employment.

Chinese manufacturers benefit from extensive domestic production networks, considerable scale and access to battery manufacturing capacity.

European policymakers have questioned whether competition takes place under equivalent economic conditions, particularly where Chinese producers receive support from state-directed industrial policies.

Beijing rejects allegations that its export performance results principally from unfair state assistance, arguing that Chinese companies have achieved competitiveness through investment, innovation and efficiency.

The quota represents a departure from the assumption that European consumers will necessarily have unrestricted access to the lowest-priced imported vehicles.

Its economic effects will depend partly on whether European manufacturers can use the additional protection to improve productivity and develop more competitive models.

Will Chinese manufacturers move production into Europe?

Restrictions on imports do not necessarily reduce the presence of Chinese-owned companies in the European automotive industry.

Several manufacturers are already developing production capacity outside China, including within the European Union. BYD’s investment in Hungary is one example of how Chinese companies can pursue access to European consumers through local manufacturing rather than relying entirely on imported finished vehicles.

The new arrangements could strengthen the commercial incentive to expand such operations.

For European governments, Chinese investment presents a difficult calculation. New factories may create employment, increase industrial activity and preserve automotive supply chains, while also expanding the influence of Chinese manufacturers within Europe’s domestic market.

The economic consequences depend on how much research, component manufacturing, battery production and other high-value activity takes place locally.

A Chinese-owned assembly plant using predominantly imported components would provide different benefits from a fully developed European production network.

The British dimension

The debate is also drawing attention to the position of the United Kingdom, whose automotive industry remains closely integrated with European supply chains despite Brexit.

Executives from Stellantis and Renault have supported including Britain within proposed European industrial protection measures, reflecting the importance of UK manufacturing operations to their broader businesses.

Such an arrangement would raise questions about regulatory alignment, trade preferences and the conditions under which non-EU production could qualify for European industrial support.

British manufacturers also face the challenge of Chinese competition, and decisions taken in Brussels could influence investment strategies across the wider European automotive sector.

Protection versus competitiveness

The restrictions may offer European manufacturers additional time to adapt, but they do not eliminate the structural challenges confronting the industry.

Energy prices, labour costs, the availability of batteries and the affordability of new vehicles remain important factors in the competitiveness of European production.

Nor will the quota necessarily prevent Chinese firms from gaining market share through investment, partnerships or vehicles manufactured outside China.

The EU’s approach combines restrictions on imports with the possibility of continued Chinese industrial participation inside Europe.

The outcome will depend on whether European manufacturers use the reduced competitive pressure to strengthen their technological and manufacturing position, or whether the restrictions primarily accelerate the relocation of Chinese-owned production into the EU.

  •  
❌