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Coniben 2026 reúne players do setor energético em 12 e 13 de novembro em Lisboa

A Conferência Ibero-Brasileira de Energia (Coniben) reúne investidores, especialistas e indústrias do Brasil, de Portugal e da Espanha para atualizar o debate sobre o futuro do setor energético em mais uma edição. O evento acontece nos dias 12 e 13 de novembro no Hotel Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa.

A Coniben 2026 contará com mais de 200 autoridades e especialistas, sendo mais de 40 deles painelistas. O tema deste ano é "Mudanças globais na geopolítica e na geoeconomia - Impacto no setor de energia".

Para o coordenador técnico da Coniben, Reive Barros, o maior desafio mundial atualmente são as mudanças geopolíticas, as mudanças na geoeconomia, que impactam em diversos setores, inclusive no energético. "Nós observamos que o Brasil está preparado para esse momento, até porque nós temos uma diversidade muito grande de fontes de energia, principalmente as fontes renováveis. Então, diferentemente de outros países, o nosso desafio é fazer a gestão de todas as fontes", destaca.

Divulgação
Salão de eventos no Hotel Tivoli onde se realizou o Coniben 2025 em Lisboa, Portugal - Divulgação

O especialista afirma que o evento é uma oportunidade para mostrar o potencial do Brasil na transição energética. Ele defende que o País não só apresenta, mas tem efetividade para chegar no mercado europeu com custos acessíveis e até melhores do que os concorrentes.

Os painéis da Coniben 2026 abordam não apenas as mudanças globais na geopolítica e na geoeconomia, mas também aspectos regulatórios do setor energético, descarbonização marítma, minerais críticos, data centers e outros temas.

No dia 12 de novembro, o evento também conta com o lançamento do livro "O Peso da Decisão - Bastidores da regulação elétrica no Brasil", do engenheiro e CFO (diretor financeiro) da usina hidrelétrica Itaipu Binacional, André Pepitone da Nóbrega. A obra aborda as circunstâncias e os fundamentos de decisões que marcaram o setor elétrico brasileiro durante seu período como diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), entre 2018 e 2022.

Programação completa

Quinta-feira (12 de novembro)

Abertura Solene

Raimundo Carrero – Embaixador do Brasil em Portugal
Alexandre Silveira – Ministro de Minas e Energia do Brasil
Fernando Dueire – Senador do Brasil
Laercio Oliveira – Senador do Brasil
Arnaldo Jardim – Deputado federal do Brasil
Eduardo Pazuello – General, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia
Bento Albuquerque – Ex-ministro de Minas e Energia do Brasil
José Carlos Aleluia – Ex-deputado federal

1° Painel: Mudanças Globais na Geopolítica e Geoeconomia

Moderador: Bento Albuquerque – Ex-ministro de Minas e Energia do Brasil

Arnaldo Jardim – Deputado Federal do Brasil
Joisa Dutra – Economista e diretora do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas
Victor Santos – Ex-Presidente da ERSE e Professor do ISEG
Adriano Pires – Diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)

2° Painel: Planejamento da Segurança Energética

Moderador: Arthur Cerqueira – Ex-secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME)

Gustavo Cerqueira Ataide – Secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME)
Reinaldo Garcia – Diretor de Estudos de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)
Gustavo de Marchi – Presidente da Companhia de Gás de Minas Gerais (GASMIG)
Maria João Coelho – Diretora-geral da Associação Portuguesa de Empresas do Setor Elétrico (ELECPOR)
Guilherme Sá – Secretário Executivo de Energia de Pernambuco

3° Painel: Aspectos Regulatórios

Moderador: André Pepitone – Diretor Financeiro Executivo (CFO) da Itaipu Binacional

Pedro Verdelho – Presidente do Conselho de Administração da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos de Portugal (ERSE)
Sandoval Feitosa – Diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)
Enrique Monasterio Beñaran – Consejero de la Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia

4° Painel: Operação de Sistemas Elétricos com Alta Penetração de Renováveis

Moderador: João Daniel – Secretário Nacional de Energia do Ministério de Minas e Energia (MME)

Marcio Rea – Diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS)
Ricardo Takemitsu Simabuku – Diretor da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)
Marcelo Lopes Cruz – Diretor executivo de Marketing, Comercialização e Novos Negócios da ENEVA
Rafael Rangel – Diretor da Evolution Power Partners

5° Painel: Europa-Brasil – Descarbonização Marítima

Moderador: Luiz Piauhylino Filho – Diretor-Presidente da H2 Verde

Armando Monteiro Bisneto – Diretor-Presidente do Porto de SUAPE
João Monnerat – Coordenador da Rede Brasileira de Pesquisa em Combustíveis Sustentáveis de Navegação (RBNAV)
Peter Ellen – CEO e cofundador da First Carbon Investments

Sexta-feira (13 de novembro)

6° Painel: Combustíveis da Transição Energética

Moderador: José Mauro – Presidente da Aurum Energia

José Faustino – Diretor Técnico e Executivo (CTO) da Suape Energia
Marcella Franchi – Diretora Comercial e Head de SAF (Combustível Sustentável de Aviação) da Haffner Energy
Pietro Mendes – Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) 

7° Painel: Fontes de Geração para Segurança Energética

Moderador: Alexandre Ramos – Presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG)

Pedro Litsek – CEO da Diamante Geração de Energia
Alexandre Americano – Sócio-fundador da Mercurio Partners
Cynthia Zurita – Gerente de Projetos da DNV
Christiano Vieira – Diretor de Regulação da ENEVA

8° Painel: Armazenamento de Energia – UHR

Moderador: Fernando Mosna – Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e Procurador Federal da Advocacia-Geral da União (AGU)

Gentil Nogueira – Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)
Markus Vlasits – Presidente da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento (ABSAE)
Cristiano Braga – CEO da Anodox Brasil
Marisete Pereira - Presidente da Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica (ABRAGE)
Celso Silva - Diretor de Transição Energética e Infraestrutura na Lorinvest

9° Painel: Desafios para aplicações de Data Centers e Inteligência Artificial com a utilização de fontes renováveis

Moderador: Eduardo Rossi – Diretor de Segurança de Mercado da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

Thiago Prado – Presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)
Guilherme Sá – Secretário-executivo de Energia de Pernambuco
Sumara Ticom – Assessora Executiva da Diretoria de Planejamento do ONS
Alexandre Demarchi – Diretor de Tecnologia (CTO) da Tecto Data Centers

10° Painel: Minerais Críticos, Terras Raras e Desafios Energéticos

Moderador: Renato Campos Amaral – Diretor Comercial e Administrador da Enerwatt

Anderson Barreto Arruda – Secretário-substituto da Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME)
Mauro Souza – Diretor-Geral da Agência Nacional de Mineração (ANM)
Marcelo Moreno Alves – Diretor da Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Estado do Pará (Semas-PA)
Guilherme Baggio – Sócio da Baggio e Costa Filho Sociedade de Advogados

 

© Divulgação/Coniben

A Coniben 2026 acontece nos dias 12 e 13 de novembro no Hotel Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa
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Bruxelas investe 3,4 mil milhões em 77 projetos de tecnologias limpas


A Comissão Europeia selecionou 77 projetos de tecnologias de impacto zero para receber 3,4 mil milhões de euros de apoio financeiro, no âmbito do Fundo de Inovação. Os projetos abrangem setores como a energia, a indústria, a mobilidade, o armazenamento energético e o fabrico de tecnologias limpas, com o objetivo de acelerar a descarbonização e reforçar a competitividade industrial europeia.

A lista divulgada pela Comissão inclui projetos localizados em 23 países do Espaço Económico Europeu. O financiamento será canalizado através do Fundo de Inovação, que utiliza receitas do Sistema de Comércio de Licenças de Emissão da União Europeia para apoiar tecnologias inovadoras de baixo carbono.

Segundo as estimativas da Comissão, os projetos poderão evitar a emissão de cerca de 290 milhões de toneladas de dióxido de carbono durante os primeiros dez anos de funcionamento, o equivalente a aproximadamente uma tonelada por segundo ao longo de uma década.

Os 77 projetos foram selecionados em cinco categorias: descarbonização geral para projetos de grande, médio e pequeno porte, fabricação com tecnologias limpas e projetos-piloto.

Na descarbonização de grande escala, foram escolhidos 12 projetos, que solicitaram cerca de 1,58 mil milhões de euros. Na categoria de média escala, foram selecionados 17 projetos, com pedidos de financiamento na ordem dos 458 milhões de euros.

A categoria de pequena escala reúne 20 projetos, que solicitaram cerca de 124 milhões de euros. Foram ainda selecionados 12 projetos de fabrico de tecnologias limpas, com pedidos de apoio próximos de 895 milhões de euros, e 16 projetos-piloto, que solicitaram aproximadamente 394 milhões de euros.

As iniciativas abrangem, entre outras áreas, combustíveis alternativos, hidrogénio, armazenamento de energia, matérias-primas críticas, aviação, energia eólica, gestão industrial do carbono e reciclagem. A lista inclui, pela primeira vez neste convite, um projeto de reator nuclear modular de pequena dimensão e outro dedicado à captura direta de dióxido de carbono da atmosfera e ao seu armazenamento.

Cinco projetos nacionais recebem apoio europeu

Cinco projetos com participação portuguesa foram selecionados para receber financiamento europeu no âmbito de um outro programa, o LIFE, que vai distribuir mais de 390 milhões de euros por 135 iniciativas de ambiente, clima e transição energética. As iniciativas nacionais abrangem desde o combate a plantas aquáticas invasoras e a melhoria do tratamento de águas residuais até à pobreza energética e à eficiência dos edifícios de instituições sociais.

O financiamento europeu corresponde a cerca de dois terços do investimento total previsto para os 135 projetos, estimado em 579 milhões de euros. A verba restante será assegurada por governos nacionais, regionais e locais, parcerias público-privadas, empresas e organizações da sociedade civil, segundo a Comissão Europeia.

Os cinco projetos com participação nacional abrangem áreas distintas da política ambiental europeia e da transição para uma economia com menores emissões. A Comissão Europeia selecionou os 135 projetos entre um número recorde de 1.095 candidaturas.

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Solar flutuante de Vilar-Tabuaço procura aprovação ambiental

Promotor promete ocupar menos de 2% da albufeira no rio Távora e conciliar produção de energia com abastecimento e lazer. Projeto combina central solar na água com parque eólico.

© Flickr

A albufeira de Vilar localiza-se nos concelhos de Moimenta da Beira e Sernancelhe, mas projeto da Finerge envolve também São João da Pesqueira e Penedono
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Dalle piazze alle minacce esterne. La tempesta perfetta sull’Europa raccontata dall’amb. Mattiolo

Dalla Francia all’Italia, fermo restando che il diritto di manifestare è assolutamente sacrosanto nelle democrazie liberali, la dimensione di queste manifestazioni ormai coinvolge studenti, famiglie, lavoratori dei settori più diversi colpiti dal caro energia, dalla globalizzazione e da tutta una serie di fattori: sono il sintomo di un disagio sociale che nell’Europa esiste perché l’Europa non vive più una crescita economica. Vede attaccate le fondamenta, ovvero la sua capacità manifatturiera, la sua capacità di innovazione tecnologica, e la sua competitività è messa a rischio. Tutto questo degenera in forme di violenza che sembrano avere l’unico scopo di destabilizzare le democrazie occidentali che noi rappresentiamo. È legittimo quindi interrogarsi su chi stia soffiando sul fuoco. Lo dice a Formiche.net l’ambasciatore Luigi Mattiolo, presidente italiano di Villa Vigoni, Centro italo-tedesco per il dialogo europeo, già Primo Consigliere alla Rappresentanza Permanente d’Italia presso l’Onu, ambasciatore a Tel Aviv, ad Ankara, a Berlino oltre che Consigliere Diplomatico del governo del Presidente del Consiglio italiano Mario Draghi.

Caro energia, black bloc, non solo a Parigi, ma purtroppo anche a Milano, ed elezioni alle porte in mezza Europa: è la tempesta perfetta? E come potrà difendersi l’Unione europea?

Innanzitutto concordo con questa definizione di tempesta perfetta, perché effettivamente siamo in una fase in cui ci sono tre fattori esogeni che colpiscono in pieno l’Europa. Il primo, ovviamente, è l’atteggiamento dell’attuale amministrazione americana con riguardo alla difesa euro-atlantica e agli evidenti tentativi di trovare un accordo sull’Ucraina con la Russia, sulla testa dell’Ucraina e sulla testa dell’Europa. Il secondo è la minaccia russa sia che sia ibrida, sia che sia inafferrabile, o anche retorica, ma comunque è sicuramente una minaccia, ed è sicuramente un fattore profondo di destabilizzazione in Europa, visto che ha portato un conflitto che non intende interrompere, evidentemente, nel cuore del continente. Il terzo è la Cina che comunque continua ad agire abbastanza spudoratamente sulle catene di valore di materiali critici e mette in difficoltà profonda l’industria e la capacità manifatturiera europea, con una esportazione direi massiccia se non selvaggia e di beni di consumo a prezzi assolutamente stracciati.

Su tutto questo poi impatta la crisi ucraina…

L’intervento di Zelensky al Consiglio europeo è stato particolarmente preoccupante, non solo perché ha coinciso con una fase in cui l’Ucraina è colpita al cuore nelle sue infrastrutture energetiche e nei suoi obiettivi, che ormai di militare non hanno nulla, ma sono semplicemente legati all’evidente disegno di scoraggiare e demoralizzare e terrorizzare la popolazione civile. Bensì c’è un’Ucraina che lamenta un appoggio strategico americano a dir poco a intermittenza, malgrado i 90 miliardi stanziati l’anno scorso dall’Unione Europea, che ormai, è bene ricordarlo, è l’unica che si fa carico dei costi della difesa ucraina in questa fase. Per cui Zelensky ha denunciato un buco l’anno prossimo di 30-35 miliardi: al momento non si vede dove l’Unione europea potrebbe andare a prendere quel denaro, a meno di non mettere mano alle riserve valutarie russe.

Con quali inconvenienti?

Si aprirebbe un autentico vaso di Pandora e personalmente capisco le perplessità del Belgio che, attraverso il meccanismo di Euroclear, finisce per essere quello giuridicamente responsabile in prima battuta della gestione e della protezione di quelle riserve. Ci sarebbe inoltre un discorso di credibilità dell’Europa come rifugio e detentore di riserve valutarie di qualunque Paese al mondo: ciò potrebbe avere delle ripercussioni gravissime e sarebbe per certi versi senza precedenti. In passato le riserve valutarie di un Paese sono state utilizzate molto spesso, ma si trattava di Paesi sconfitti, dopo un accordo di pace inevitabilmente penalizzante nei loro confronti. Ma non è questo ancora lo scenario, come sappiamo. E in più poi mi ha anche colpito questa annotazione che non voglio chiamare minaccia, perché non lo è, ma diciamo una pesante annotazione di Zelensky che ha detto chiaramente che in caso di sconfitta l’Unione europea dovrebbe far fronte a un’ondata migratoria di profughi. Francamente non penso che sarebbe altrimenti, perché dopo quattro anni di guerra e di martirio non so quanto i cittadini ucraini siano così pronti a cadere sotto il giogo della Russia vincitrice: quindi è chiaro che questo fenomeno andrebbe affrontato.

Come arriva l’Europa?

Nello scorso Consiglio europeo non sono stati fatti grossi passi avanti. Ha affrontato innanzitutto una situazione polarizzata, basta guardare alle violenze che hanno caratterizzato purtroppo le manifestazioni. Dalla Francia all’Italia, fermo restando che il diritto di manifestare è assolutamente sacrosanto nelle democrazie liberali, la dimensione di queste manifestazioni ormai coinvolge studenti, famiglie, lavoratori dei settori più diversi colpiti dal caro energia, dalla globalizzazione e da tutta una serie di fattori: sono il sintomo di un disagio sociale che nell’Europa esiste perché l’Europa non vive più una crescita economica. Vede attaccate le fondamenta, ovvero la sua capacità manifatturiera, la sua capacità di innovazione tecnologica, e la sua competitività è messa a rischio. Tutto questo degenera in forme di violenza che sembrano avere l’unico scopo di destabilizzare le democrazie occidentali che noi rappresentiamo. È legittimo quindi interrogarsi su chi stia soffiando sul fuoco. Ma non è tutto.

Ovvero?

Se non si risolverà il terzo fattore di crisi, il bilancio dei prossimi sette anni, sarà credo sempre peggio. A seconda di quanto si troverà un compromesso tra questi grandi Paesi, potrebbe essere ancor più difficile trovare un compromesso, fare delle rinunce, “vendere” alle proprie opinioni pubbliche l’accordo trovato. Se ci fossero dei cambi di coalizione di governo in grandi Paesi europei come Francia e Spagna potrebbero trovarsi al potere delle forze politiche che viceversa hanno tutto l’interesse a mortificare ulteriormente il bilancio comunitario, mettendo assolutamente a repentaglio tutti quelli che sono gli obiettivi di cui parliamo da anni, come l’innovazione, la transizione e la difesa e quant’altro.

Ritiene che proprio in un momento simile, caratterizzato dalle policrisi, così come le ha definite l’altro giorno la Presidente del Consiglio, ci sia l’opportunità per l’Ue di crescere, magari sanando le proprie deficienze. E in che modo visto che si trova con le spalle al muro?

Questa volta sì, l’Ue è proprio messa con le spalle al muro. Ma essere messi con le spalle al muro può significare soccombere oppure tirarsi fuori dall’angolo e quindi fare scelte che solo fino a un momento prima sembravano impensabili. Come? Penso al caro energia, che pesa di più ed è quello che è alla base del disagio sociale che, al di là delle violenze terribili e delle strumentalizzazioni nelle piazze, è un dato di fatto. Io mi auguro, leggendo le conclusioni del Consiglio europeo, che si prenda di petto la questione calmierando i prezzi, tornando su quello che è un cavallo di battaglia dell’Italia da molti anni cioè il disaccoppiamento del prezzo dell’energia elettrica dal prezzo del gas. Perché in questa fase il primo kilowatt di energia elettrica prodotto con le rinnovabili, nel nostro caso con l’idroelettrico, con l’eolico e soprattutto con il solare, lo paghiamo al prezzo dell’ultimo kilowatt prodotto con il gas: nelle conclusioni del Consiglio europeo si insiste perché la Commissione proponga delle soluzioni su questo fronte. In realtà non è che la Commissione le soluzioni non ce le abbia, è che manca la volontà politica di tutti gli Stati membri perché non tutti sono nelle medesime condizioni. Alcuni hanno una quota di rinnovabili molto maggiore della nostra e quindi non hanno poi questo grande interesse al disaccoppiamento, ma è arrivato il momento di studiare dei meccanismi comuni: uno potrebbe essere quello di restituire al bilanci nazionali gli extraprofitti fatti sui primi kilowatt, visto che sono stati venduti tutti al prezzo dell’ultimo kilowatt. Però è necessario anche lavorare sulla domanda, cioè fare una domanda aggregata fra Stati membri, come l’Unione europea è stata capace di fare nel caso dei vaccini per la pandemia che rimangono un esempio unico, devo dire finora anche non ripetuto, ma sicuramente replicabile sul fronte dell’energia. Infine non va dimenticata la capacità di accumulo.

Come procedere?

Attraverso batterie dieci o venti volte superiori a quelle che esistono sul continente europeo, saremmo finalmente in grado di immagazzinare l’energia elettrica prodotta da fonti rinnovabili in surplus e utilizzarla banalmente nelle fasce orarie in cui viceversa produciamo energia elettrica con il gas.

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Força Nacional vai atuar por 90 dias na região de Belo Monte

Logo Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou a atuação da Força Nacional de Segurança Pública por 90 dias na região da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A medida prevê apoio aos órgãos de segurança pública federais e estaduais.

O trabalho será voltado à preservação da ordem pública e à proteção das pessoas e do patrimônio. Segundo a Portaria nº 1.321/2026, publicada nesta segunda-feira (19), a ação tem caráter temporário e planejado.

Atuação

Notícias relacionadas:

A Força Nacional atuará em conjunto com os órgãos de segurança pública do Pará, sob coordenação da Polícia Federal.

O número de agentes empregados na operação será definido pela Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública, vinculada à Secretaria Nacional de Segurança Pública do ministério.

O órgão que solicitou a atuação da Força Nacional ficará responsável pelo apoio logístico e deverá fornecer a infraestrutura necessária para a operação.

Década

Este ano, a inauguração oficial da Usina Hidrelétrica de Belo Monte completou uma década este ano. O empreendimento foi pensado em meados da década de 1970 e ganhou repercussão internacional desde que surgiu a proposta de desviar 80% do fluxo do Rio Xingu, em um trecho de 130 quilômetros, para abastecer o reservatório de Belo Monte.

Para marcar a data, a Associação Interamericana para a Defesa do Ambiente (Aida), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e outras entidades divulgaram carta aberta em defesa das comunidades indígenas, ribeirinhas e pescadoras artesanais de todo o médio curso do Rio Xingu.

O documento destacou o agravamento das violações contra esses povos, ao longo dos anos, por causa das mudanças climáticas.

Sob administração da empresa concessionária Norte Energia, maior acionista do empreendimento, desde 2010, a usina no Rio Xingu atende a uma média de 5% da demanda por energia elétrica do país ao ano, em todos os estados. Segundo a Norte Energia, mais de R$ 8 bilhões foram investidos nos compromissos socioambientais assumidos no licenciamento.

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L’Italia scotta, la politica resta fredda su clima ed energia

Dopo l’estate 2026 che cosa deve ancora succedere perché il cambiamento climatico diventi una priorità della politica? In Italia ci sono vari piani relativi a energia e clima, ma non sono finanziati. E anche l’Europa ha smesso di dare il buon esempio.

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