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Fidelidade lança novo ‘website’ no âmbito do plano de transformação digital e omnicanal

A seguradora Fidelidade anunciou o lançamento de um novo ‘website’, uma iniciativa inserida no seu programa de renovação dos canais digitais do grupo que tem a finalidade de reforçar a estratégia de transformação omnicanal e aproximar a empresa de clientes, mediadores e parceiros.

De acordo com o comunicado divulgado pela seguradora, a nova plataforma integra simuladores evoluídos, uma imagem renovada, navegação mais intuitiva e novas funcionalidades de ‘self-service’.

O objetivo passa por garantir uma experiência integrada e personalizada ao longo de toda a jornada do cliente, desde a descoberta de soluções até à contratação e utilização dos serviços, diz a companhia liderada por Rogério Campos Henriques.

A estrutura tecnológica adotada permite flexibilidade para acompanhar a evolução da oferta e adaptar conteúdos às necessidades dos utilizadores, articulando de forma mais próxima os canais digitais, a rede de mediação e as equipas de apoio ao cliente, explica a seguradora.

O diretor de Marketing e Clientes da Fidelidade, Sérgio Carvalho, sublinha no comunicado que a nova ferramenta materializa uma visão estratégica para proporcionar “experiências mais simples, mais personalizadas e mais integradas”, permitindo aos clientes o contacto através do ponto de interação que lhes for mais conveniente.

Fundada em 1808, a Fidelidade é líder de mercado no setor segurador em Portugal nos ramos vida e não vida, registando uma quota de mercado de 28,1% em 2025. A companhia, que conta com 2,4 milhões de clientes no país e mais de 10 milhões a nível global, está presente em 14 países e registou em 2025 um volume global de prémios de 6,5 mil milhões de euros.

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Federação alerta que novas regras "condenam o táxi do interior"

A Federação Portuguesa do Táxi (FPT) alertou hoje que o novo regulamento tarifário do táxi da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca "em causa a sobrevivência do táxi nos territórios de baixa densidade" e pediu alterações.

 

O regulamento que define as regras para os novos preços do serviço público de transporte de passageiros em táxi foi publicado na semana passada em Diário da República e entra em vigor na sexta-feira, tendo os taxímetros possibilidade de serem adaptados até meados de janeiro de 2027.

Este regulamento foi publicado inicialmente a 03 de junho em Diário da República, estabelecendo uma bandeirada mais baixa, mas tarifas variáveis segundo o tempo e a distância, que podem subir nas épocas festivas, mas tinha sido suspenso por 60 dias para que as associações enviassem "propostas de alteração/ajustamento".

Em comunicado enviado à agência Lusa, a FPT indicou que foi recebida na quarta-feira pelo gabinete da secretária de Estado da Mobilidade, a quem entregou "uma proposta concreta para corrigir o regulamento".

A federação destacou que "na prática" nada muda para o passageiro na sexta-feira, apontando que "os taxímetros têm de ser reprogramados e o regulamento não reúne as condições técnicas para que as novas tarifas possam ser elaboradas".

"A generalidade dos táxis continuará por isso a cobrar o tarifário atual, incluindo o suplemento de bagagem", realçou.

A FPT sublinhou também que "o preço por quilómetro passa a ser único em todo o país, o que elimina de uma só vez a tarifa com retorno em vazio".

"As viaturas que hoje trabalham em tarifa 3, a 1,06 €/km (euros por quilómetro), passam a cobrar 0,58 €/km, menos 45%", sublinhou.

Ainda segundo simulações das associações apresentadas pela FPT, a variação do valor médio por serviço é de mais 24,9% em Lisboa (cidade), de mais 15,5% na Área Metropolitana de Lisboa, de mais 9,3% nos concelhos que trabalham em tarifas 1 e 3 e de menos 15,9% nos municípios que trabalham apenas em tarifa 3.

"Nas aldeias e vilas do interior, o táxi leva idosos às consultas, doentes aos tratamentos e crianças à escola, onde não há autocarro nem comboio. Um regulamento que retira cerca de 45% do valor do quilómetro a esses operadores, enquanto encarece o táxi nas cidades, esquece o interior porque fica com menos transporte e as cidades com transporte mais caro", sublinhou a federação.

"Se nada for corrigido, muitos operadores do interior deixarão de ter condições para continuar, e as populações que mais dependem do táxi ficarão sem alternativa", alertou ainda.

A FPT apontou que o Decreto-Lei n.º 101/2023 prevê que, onde o retorno em vazio seja eliminado, possa ser substituído por tarifas progressivas, e referiu que propõe "uma tarifa progressiva por distância, com o quilómetro a 0,88 euros a partir do 10.º km e a 1,02 euros a partir do 20.º km, o que em Lisboa afeta apenas 14% e 3% dos serviços".

Propõe também "um fator de ajuste de 0,65 sobre o valor do tempo, que contém o aumento das viagens urbanas" e "a atualização dos valores de referência e um mecanismo de salvaguarda, que obriga a AMT a reunir de imediato com as associações se surgirem efeitos inaceitáveis".

"Com esta solução, nos grandes centros urbanos o resultado é praticamente igual ao do regulamento, e nos municípios que trabalham apenas em tarifa 3 a perda passa de −15,9% para −1,5%", explicou a FPT.

A federação indicou ainda que apresentou ao governo "três medidas de apoio ao setor", que envolvem um "regime permanente de energia profissional para o táxi, tecnologicamente neutro, que inclua as viaturas híbridas, bifuel e elétricas", a "manutenção e o reforço dos apoios do Fundo Ambiental à descarbonização da frota" e a "salvaguarda dos regimes de ISV e IUC aplicáveis aos táxis".

Novas regras para tarifários dos táxis

Novas regras para tarifários dos táxis "mantêm desequilíbrio regional"

A Federação Portuguesa do Táxi (FPT) considera que as novas regras para os tarifários do setor "mantêm o desequilíbrio regional".

Lusa | 16:15 - 14/10/2026

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Habitação: Sindicato de Migração repudia “veementemente narrativas que procuram associar crise à população imigrante”

O Sindicato dos Técnicos de Migração (STM) emitiu, esta quinta, um comunicado a repudiar veementemente as narrativas que procuram associar a crise da habitação em Portugal à população imigrante, ignorando os verdadeiros fatores estruturais apontados por especialistas, entidades académicas e organismos públicos.
No documento, o sindicato sublinha que responsabilizar os migrantes por um problema complexo e multifacetado é incorreto, alimenta estigmas sociais, fragiliza a coesão e desvia o debate político das soluções reais.
Os profissionais que lidam diariamente com o sistema migratório no terreno rejeitam estes argumentos e lembram que os dados oficiais do Observatório das Migrações mostram uma realidade diferente: em 2025, mais de 1,1 milhões de cidadãos estrangeiros descontaram para a Segurança Social, garantindo 14% das contribuições totais e um saldo positivo de aproximadamente 3,3 mil milhões de euros.
O STM esclarece ainda que as equipas da AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo) atuam com rigor no terreno, identificando situações de exploração e fiscalizando de forma constante e exigente as declarações de alojamento apresentadas, contrariando a ideia de que estes processos decorrem sem controlo ou verificação.
O sindicato manifesta ainda profunda preocupação com o facto de a imigração continuar a ser instrumentalizada como ferramenta política para desviar atenções das responsabilidades governativas e da ausência de medidas estruturais na habitação, um ruído que prejudica cidadãos, trabalhadores e as próprias instituições do Estado.
Esta quinta-feira, o ministro da Presidência afirmou que “há uma relação” entre os problemas da habitação e o aumento da imigração em Portugal, mas defendeu que “a culpa não foi dos imigrantes, mas da governação socialista”.
“A culpa não é do imigrante que procura casa, é da irresponsabilidade dos políticos que governaram o país nesse tempo e abriram as portas e permitiram fluxos tão grandes de entrada de pessoas e não cuidaram de aumentar a oferta de habitação e saúde”, disse António Leitão Amaro, na conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros.
No mesmo dia, o ministro da Defesa Nacional e líder do CDS-PP, Nuno Melo, defendeu que a atual crise da habitação está ligada “a um descontrolo absoluto dos fluxos migratórios no país nos últimos anos”.
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Mais de 600 queixas sobre descontos em supermercados já superam total de 2025

As reclamações relacionadas com promoções, descontos e cupões nos supermercados já ultrapassaram, em menos de dez meses, o total registado durante todo o ano passado, refletindo uma crescente insatisfação dos consumidores com o setor do retalho alimentar, segundo um estudo divulgado esta quinta-feira pelo Portal da Queixa.

De acordo com os dados, foram registadas 626 reclamações relacionadas com promoções, descontos e cupões desde o início de 2026, acima das 583 contabilizadas durante todo o ano de 2025.

No total, o setor dos hiper e supermercados acumulou 3.406 reclamações nos primeiros dez meses do ano, o que representa um aumento de 19,8% face ao mesmo período de 2025, quando tinham sido registadas 2.843 queixas. Julho destacou-se como o mês com maior volume de reclamações, somando 456 ocorrências.

As reclamações associadas a promoções, benefícios e ofertas representam atualmente 18,77% do total das queixas dirigidas ao setor, acima dos 12,65% registados no ano anterior. Entre os principais problemas reportados pelos consumidores estão descontos que não são aplicados, cupões e códigos promocionais que falham, incumprimento das condições anunciadas e dificuldades relacionadas com programas de fidelização.

Ainda assim, o principal motivo de insatisfação continua a ser o atendimento e a experiência do cliente, responsável por 27,78% das reclamações. Nesta categoria incluem-se situações de atendimento considerado ineficiente, longos tempos de espera, falta de pessoal disponível, falhas de comunicação e problemas nos canais digitais.

Já as questões relacionadas com qualidade e segurança dos produtos representam 25,93% das reclamações, embora registem um peso inferior ao observado em 2025 (27,97%). Os consumidores reportam casos de produtos impróprios para consumo, artigos danificados ou defeituosos, falhas de segurança, bem como erros de embalagem e de peso.

Os produtos alimentares são os mais referidos nas reclamações, representando 40,37% das menções. Dentro desta categoria, destacam-se os produtos de talho e charcutaria (10,66%), seguidos das bebidas (9,15%), mercearia e congelados (7,56%) e frutas e legumes (6,56%). Segundo o estudo, a maioria destas queixas está relacionada com questões de qualidade e segurança alimentar.

Por tipo de estabelecimento, os hipermercados concentram a maior fatia das reclamações, com 53,7% do total, seguindo-se os supermercados de grande retalho, com 43,83%. Em comparação com o período homólogo de 2025, as queixas aumentaram 21,69% nos hipermercados e 21,09% nos supermercados de grande retalho.

O estudo destaca ainda o crescimento das reclamações relacionadas com automação e falta de atendimento humano. O número de queixas nesta área passou de 44 em 2024 para 89 em 2026, mais do que duplicando no período analisado. Entre as situações apontadas pelos consumidores está a substituição de caixas tradicionais por caixas automáticas e a perceção de que tarefas anteriormente desempenhadas por funcionários passaram a ser assumidas pelos próprios clientes.

Geograficamente, Lisboa concentra 34,09% das reclamações registadas este ano, seguindo-se o Porto, com 16,82%, e Setúbal, com 12,42%. Quanto ao perfil dos reclamantes, o grupo etário entre os 35 e os 44 anos representa a maior parcela (25,78%), enquanto os consumidores com 65 ou mais anos reforçaram o seu peso relativo, passando de 9,03% em 2025 para 11,36% em 2026.

Citado no estudo, o fundador do Portal da Queixa by Consumers Trust, Pedro Lourenço, considera que os dados mostram que os consumidores esperam que as promoções e programas de fidelização sejam cumpridos conforme anunciado e alerta para a necessidade de conciliar a modernização das lojas com a qualidade do atendimento e da assistência prestada aos clientes.

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Lucro da Navigator cai 44,8% até setembro para 65,4 milhões de euros

A Navigator totalizou 65,4 milhões de euros de lucro nos primeiros nove meses do ano, uma descida de 44,8% relativamente ao período homólogo de 2025, foi hoje comunicado ao mercado.

 

Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa divulgou que o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) cedeu 29,3% para 212,2 milhões de euros.

As vendas totais da papeleira fixaram-se em 1.333,3 milhões de euros, abaixo dos 1.489,3 milhões de euros apurados nos primeiros noves meses de 2025.

Já a dívida líquida remunerada é agora de 765 milhões de euros, registando-se uma diminuição de 4,6%.

Na análise aos primeiros nove meses de 2026, a Navigator destacou que este período foi impactado "pelas condições meteorológicas extremas registadas no primeiro trimestre e pelas paragens de manutenção programadas no segundo trimestre, em Setúbal e Aveiro e no terceiro trimestre na Figueira da Foz".

A Navigator destacou que as paragens foram potenciadas para acelerar a transição tecnológica e de descarbonização, integrando com sucesso novos projetos de inovação industrial viabilizados pelos recentes investimentos.

"Estas condicionantes transitórias afetaram os volumes disponíveis de pasta e papel e levaram a um aumento não recorrente do consumo de energia fóssil, em particular gás natural, com impacto direto nos custos, quer por via de maiores consumos e níveis de preços elevados, quer pela necessidade acrescida de aquisição de licenças de CO2", detalhou.

A empresa sublinhou também que "o contexto macroeconómico internacional permanece condicionado pelo agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente, num ambiente marcado por volatilidade e incerteza".

"Para além dos desafios decorrentes do contexto macroeconómico internacional, a Navigator enfrentou condicionantes operacionais que afetaram a disponibilidade de produto ao longo do ano", realçou.

A Navigator salientou também que se encontra "na fase final de concretização de um importante ciclo de investimento estratégico, reforçando as bases para uma nova etapa de crescimento sustentável e criação de valor".

"A integração de novas tecnologias e de vários projetos industriais nas unidades de pasta, nomeadamente no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), implicou um período transitório de adaptação operacional mais longo do que é normal. Contudo, estes investimentos deverão traduzir-se em ganhos de produtividade, maior eficiência na utilização de recursos e reforço do desempenho ambiental, contribuindo para o aumento da competitividade da Empresa no médio e longo prazo", pode ler-se.

Navigator investe 84 milhões em apoio florestal com incentivos até 50%

Navigator investe 84 milhões em apoio florestal com incentivos até 50%

A The Navigator Company lançou um programa de apoio ao investimento produtivo que pretende mobilizar até 84 milhões de euros para 124 parceiros do Clube Produtores Florestais Navigator, com incentivos que podem atingir 50% do investimento elegível.

Lusa | 13:04 - 15/10/2026

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Candidato presidencial haitiano promete restablecer la seguridad

Puerto Príncipe, 22 oct (Prensa Latina) Jerry Tardieu, uno de los 17 candidatos a las próximas elecciones haitianas, transmitió su aspiración de resolver la crisis de seguridad que sufre hoy el país a causa de las bandas criminales que imponen la violencia.

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Wall Street encerra mista com Nasdaq a ceder mais de 2,50%

Wall Street caiu na quinta-feira, após os investidores analisarem os resultados das grandes empresas de tecnologia como Meta e Tesla, ao mesmo tempo em que se registou uma forte alta nos preços do petróleo, tensões no mercado de dívida e crescentes dúvidas sobre o financiamento da inteligência artificial (IA).

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Wall Street encerra mista com Nasdaq a ceder mais de 2,50%

A bolsa de Nova Iorque encerrou sessão, desta quinta-feira, mista apenas com Dow Jones em terreno positivo e com o Nasdaq a perder mais de 2,50%.

Assim, o Dow Jones somou 0,02% para 52.866,85 pontos, o S&P 500 cedeu 1,21% para 7.663,39 pontos e o tecnológico Nasdaq recuou 2,60% para 26.008,86 pontos.

Wall Street caiu na quinta-feira, após os investidores analisarem os resultados das grandes empresas de tecnologia como Meta e Tesla, ao mesmo tempo em que se registou uma forte alta nos preços do petróleo, tensões no mercado de dívida e crescentes dúvidas sobre o financiamento da inteligência artificial (IA).

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PSD anuncia morte de antigo deputado Jorge Neto aos 69 anos

O PSD anunciou hoje a morte do antigo deputado e ex-secretário de Estado da Defesa e dos Antigos Combatentes Jorge Neto, aos 69 anos, destacando o seu percurso político e profissional e recordando-o como “um homem de cultura e inteligência notáveis”.

Numa nota de pesar, os sociais-democratas manifestaram “profunda consternação pelo falecimento de Jorge Neto”, nascido em 3 de janeiro de 1957, em Lousada.

Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1980, Jorge Manuel Ferraz Freitas Neto foi deputado do PSD eleito pelo círculo do Porto nas VIII, IX e X legislaturas, tendo exercido também as funções de vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD entre 2001 e 2004.

No XVI Governo Constitucional, liderado por Pedro Santana Lopes, desempenhou o cargo de secretário de Estado da Defesa e dos Antigos Combatentes.

Na nota divulgada hoje, o PSD sublinha que Jorge Neto foi “um militante de intervenção ativa, um advogado de reconhecido mérito e um homem de cultura e inteligência notáveis”, salientando ainda a sua “capacidade de diálogo” e “generosidade”.

Segundo o partido, essas qualidades marcaram o seu percurso, deixando “uma marca indelével na política nacional e no concelho de Lousada, terra onde nasceu”.

O PSD recorda que o primeiro contacto de Jorge Neto com o partido ocorreu em 1974, através da JSD, tendo mais tarde colaborado no jornal “Pelo Socialismo”, editado em conjunto com o semanário partidário “Povo Livre”.

Décadas depois, viria a assumir a direção do “Povo Livre”, entre 2007 e 2010. Foi também membro do denominado Gabinete Sombra do PSD durante a liderança de Durão Barroso, entre 2000 e 2002.

Na mensagem de pesar, o PSD presta homenagem ao antigo dirigente e ex-governante, manifestando condolências à família e reconhecendo o seu percurso de vida e de serviço público.

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Governo aprova diploma que regula novas regras para desbloquear heranças indivisas

O Governo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, um decreto-lei que regula as novas regras destinadas a desbloquear a separação das heranças indivisas entre herdeiros, anunciou o ministro da Presidência, António Leitão Amaro. O decreto-lei dá sequência à lei, aprovada no parlamento, em julho, em votação final global, pelo PSD, CDS-PP, PS, IL e JPP, que autorizo o executivo de Luís Montenegro a criar um processo especial de venda dos imóveis indivisos e a alterar o Código Civil e o Código de Processo Civil. “Quando há dificuldade de acesso à habitação por falta de casas, ter tantas casas vazias

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Rússia aumenta produção de combustíveis após acordo com os EUA

O Gabinete do Ministro da Rússia anunciou hoje um aumento na produção de gasolina e gasóleo no país, notícia que surge no âmbito do cumprimento do acordo alcançado com os Estados Unidos para o fornecimento de combustível russo.

 

"Graças às medidas compensatórias adotadas anteriormente, o mercado mostra uma dinâmica positiva tanto para a gasolina como para o gasóleo: a produção aumentou e estão a acumular-se reservas", indica um comunicado, divulgado no final de uma reunião presidida pelo primeiro vice-ministro russo, Alexandr Nóvak.

Precisamente no dia anterior, Nóvak tinha dito que o primeiro navio petroleiro carregado com 40.000 toneladas de gasóleo partirá hoje rumo aos Estados Unidos, no âmbito do acordo alcançado a 09 de outubro entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos EUA, Donald Trump, que visa abastecer de combustível, não estes país, mas também outros mercados internacionais.

Além disso, o chefe do Executivo russo garantiu que a este envio "seguir-se-ão outros lotes, sem dúvida".

"Tal como acordaram ambos os países, vamos cobrir a procura [de gasóleo] dos Estados Unidos na medida das nossas possibilidades", afirmou, ao sublinhar que o processo de assinatura do acordo de fornecimentos entre os dois países "está na fase final".

Entretanto, o emissário dos Estados Unidos, Steve Witkoff, agradeceu ontem a Putin, durante uma reunião entre ambos em São Petersburgo, a decisão de enviar gasóleo para o seu país.

Apenas há um mês, o próprio Nóvak encarregou o Governo de aumentar a produção e ajustar os níveis de importação de combustível para estabilizar o mercado interno, após os ataques ucranianos às refinarias russas.

Entre as medidas adotadas estava a proibição de exportação de gasolina e gasóleo, levantada parcialmente para cumprir o acordo alcançado entre Putin e Trump.

Segundo esse pacto, a Rússia exportará de imediato mais de 300.000 toneladas de combustível gasóleo para os mercados norte-americano e mundial, outras 500.000 toneladas durante o mês de novembro e um milhão de toneladas depois.

Novak indicou anteriormente que a Rússia poderia mesmo antecipar estes planos e chegar a exportar até 3,5 milhões de toneladas de gasóleo até ao final do ano, no âmbito do acordo alcançado com os Estados Unidos, equivalente a mais de 10% do mercado mundial.

Kremlin elogia mediação dos EUA:

Kremlin elogia mediação dos EUA: "A Europa não faz nada"

A Rússia admitiu hoje a possibilidade de uma reunião entre os líderes de Moscovo, Washington e Kyiv, elogiando os esforços norte-americanos na mediação do conflito e acusando os países europeus de não contribuírem para uma resolução.

Lusa | 15:11 - 22/10/2026

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Elon Musk invierte 89.000 millones en Skydance, la nueva compañía surgida de la fusión de Paramount y Warner

El magnate Elon Musk, propietario y consejero delegado de Tesla y SpaceX, ha inyectado 1.000 millones de dólares (unos 891 millones de euros) en el recién creado conglomerado mediático y de entretenimiento Skydance, surgido de la reciente fusión entre Paramount Skydance y Warner Bros Discovery, según ha informado la cadena de televisión CNBC citando a una fuentes familiarizada con el asunto.

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© Gonzalo Fuentes (REUTERS)

Elon Musk, consejero delegado de Tesla y SpaceX.
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Preço do petróleo Brent atinge novo máximo desde maio

A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em dezembro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em alta de 4%, para os 113,17 dólares, no que é o seu nível mais alto desde maio.

 

O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão a cotar 4,35 dólares acima dos 108,82 com que encerrou as transações na quarta-feira.

A subida da cotação foi atribuída às informações dadas pela Guarda Revolucionária de ter atacado quatro navios que, na sua opinião, estavam a fazer transvazes ilegais de petróleo no Golfo Pérsico.

A organização iraniana acrescentou que outras três embarcações tinham chocado com minas, que atravessavam o Estreito de Ormuz.

Bolsas europeias registam queda com petróleo a subir 3%

Bolsas europeias registam queda com petróleo a subir 3%

As bolsas europeias registavam quedas significativas, com o EuroStoxx 600 a cair 0,74%, enquanto o petróleo subia 3% e as tecnológicas asiáticas sofriam perdas.

Lusa | 14:34 - 22/10/2026

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Blip avança com despedimento coletivo em Portugal

Empresa de software para apostas desportivas e casinos online anunciou os despedimentos por email. Qualidade e Produto são as secções mais afetadas. Há cortes também em Malta, Roménia e Reino Unido.

A redução de pessoal não se limita ao escritório português. Também haverá cortes em Malta, na Roménia e no Reino Unido
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