Heidi Levine recounts how Palestinian youths helped save her in settler attack





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A Praça do Mar transforma-se numa “Praça Assombrada” no dia 31 de outubro, com animação de rua, música, dança e um concurso de disfarces com prémios para os três primeiros classificados de cada escalão. Quarteira prepara-se para celebrar a noite mais assustadora do ano com mais uma edição do Halloween. Entre as 18h00 e as […]
A mineradora canadense Libra Energy Materials ampliou a área com ocorrência de terras raras no projeto Penelope, em Minas Gerais, e avalia a possibilidade de vender o empreendimento ou buscar parceiros para desenvolvê-lo.
A companhia pretende concentrar seus investimentos em projetos de lítio no Canadá.
Segundo comunicado divulgado na terça-feira (20), a empresa concluiu sua primeira campanha de sondagens no projeto brasileiro, com 22 perfurações que somaram aproximadamente 261 metros. Os resultados identificaram novas zonas de enriquecimento em terras raras próximas à superfície, ampliando a extensão conhecida da mineralização.
Dos 15 furos apresentados no novo comunicado, dez registraram pelo menos uma amostra com concentrações superiores a 500 partes por milhão (ppm) de óxidos totais de terras raras.
A companhia também identificou concentrações de gálio, mineral crítico utilizado na fabricação de semicondutores, além de resultados anteriores que apontaram a presença de nióbio e tântalo na área.
Apesar dos avanços, o projeto permanece em estágio inicial de exploração, sem estimativa de recursos minerais ou estudo de viabilidade econômica divulgado. A empresa também não determinou as taxas de recuperação dos elementos, necessárias para avaliar o potencial de produção comercial.
O CEO da Libra, Koby Kushner, afirmou que, embora os resultados indiquem potencial geológico, o projeto brasileiro não faz parte das prioridades de longo prazo da companhia.
“Embora Penelope não seja prioritário para nossa estratégia de longo prazo, acreditamos que o projeto oferece oportunidades de monetização, potencialmente por meio de acordos de aquisição progressiva de participação, joint ventures ou venda”, afirmou.
A estratégia é comum entre as chamadas junior mining companies, pequenas mineradoras especializadas na identificação e no desenvolvimento inicial de projetos minerais.
Diferentemente das grandes produtoras, essas empresas geralmente não possuem minas em operação e dependem de captações no mercado de capitais ou de investidores estratégicos para financiar suas atividades.
Nesse modelo, as companhias podem investir na identificação de depósitos e na comprovação de seu potencial geológico para, posteriormente, vender os ativos ou atrair parceiros com maior capacidade financeira para desenvolver os empreendimentos.
Os acordos também podem prever que outra mineradora financie novas campanhas de exploração em troca de uma participação progressiva no projeto.
Dessa forma, as empresas conseguem direcionar recursos aos ativos considerados prioritários e reduzir sua exposição aos elevados custos e riscos das etapas posteriores de desenvolvimento.
No caso da Libra, a prioridade está nos projetos de lítio Cisco West e Obamska, localizados na província canadense de Quebec.
A Libra detém atualmente 100% do projeto Penelope, mas não informou se já recebeu propostas de potenciais compradores ou parceiros, nem estabeleceu um valor para uma eventual negociação.

O presidente do Chega, André Ventura, gastou 3,7 milhões de euros na campanha eleitoral das presidenciais, o triplo dos 1,2 milhões gastos por António José Seguro, que o derrotou na segunda volta do sufrágio.
Os dados constam das contas das campanhas entregues pelos candidatos das últimas eleições presidenciais à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) e divulgadas hoje.
André Ventura foi, com larga margem, o candidato que apresentou maiores despesas, num total de 3,73 milhões de euros, mais cerca de 2,8 milhões do que os 900 mil inicialmente previstos no orçamento entregue à ECFP antes das eleições.
Os principais gastos do líder do Chega correspondem a estruturas, cartazes e telas, nos quais investiu 1,72 milhões, seguindo-se os brindes e outras ofertas, categoria em que registou um gasto de 972 mil euros.
A campanha de Ventura gastou ainda 346,6 mil euros em propaganda, 210,7 mil euros em comícios, 175,5 mil euros em custos administrativos e 143,5 mil euros na conceção da campanha e em agências de comunicação, além de 156,4 mil euros classificados como outras despesas.
Do lado das receitas, a candidatura recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 2,7 milhões de euros de partidos políticos para financiar a campanha. Os donativos de particulares totalizaram apenas 760 euros.
André Ventura ficou em segundo lugar na primeira volta das eleições presidenciais, com 23,5% dos votos, e foi derrotado na segunda volta por António José Seguro, que venceu com 66,8% dos votos.
António José Seguro, que se candidatou como independente com o apoio do PS, tinha orçamentado uma campanha de 1,13 milhões de euros, mas acabou por gastar 1,22 milhões, mais cerca de 90 mil euros do que previu.
A maior parcela da despesa da candidatura do atual Presidente da República correspondeu a comícios, em que gastou 412,9 mil euros, seguindo-se os cartazes (329,5 mil euros), a conceção da campanha e agências de comunicação (206,4 mil euros), propaganda (140,7 mil euros), custos administrativos (77,8 mil euros) e brindes (55,9 mil euros).
A candidatura vencedora recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 125,6 mil euros de angariação de fundos.
Indicou ainda que recebeu 71,1 mil euros de partidos político, depois de ter previsto, no orçamento entregue à ECFP antes das eleições, que não iria receber qualquer verba de forças partidárias.
Depois dos dois candidatos da segunda volta – que tiveram, por isso, campanhas maiores -, surgem os nomes de Henrique Gouveia e Melo, que gastou 984,7 mil euros, Luís Marques Mendes, com despesa de 880,6 mil euros, e João Cotrim Figueiredo, que gastou 744,5 mil euros.
Entre os candidatos que não receberam qualquer subvenção pública, António Filipe investiu 329 mil euros, Catarina Martins 89 mil e Jorge Pinto gastou 82 mil euros – os três tiveram as campanhas largamente financiadas pelos respetivos partidos. André Pestana ficou pelos 5,9 mil euros de despesa, totalmente financiados por donativos e cedência de bens a título de empréstimo.
Dos 11 candidatos, não entregaram contas à ECFP Humberto Correia e Manuel João Vieira.
O conteúdo André Ventura gastou 3,7 milhões na campanha das presidenciais, o triplo de António José Seguro aparece primeiro em O MINHO.
La Habana, 22 oct (Prensa Latina) La compañía Lizt Alfonso Dance Cuba (LADC) volverá a celebrar la magia de esta expresión y su compromiso con la promoción del arte con la presentación aquí del documental Mi sueño cubano, obsequio que agradecen hoy sus admiradores.
The post «Mi sueño cubano» enaltece obra y legado de Lizt Alfonso Dance Cuba first appeared on Noticias Prensa Latina.
El Bosco fue quizás el primer artista de la historia que protagonizó un revival. El autor de El jardín de las delicias, la obra más visitada del Museo del Prado, llevaba 50 años muerto cuando, a mediados del siglo XVI, su universo de monstruos, demonios y santos atormentados volvió a ponerse de moda en Europa. La emergente industria del grabado recuperó algunas de sus imágenes más icónicas y uno de los valedores de ese redescubrimiento fue otro afamado pintor flamenco: Pieter Bruegel el Viejo. La obra gráfica de este último, menos conocida que sus cuadros, recreó ese mundo fantástico de El Bosco que siglos después inspiró a los genios del surrealismo. Una selección de esas estampas se podrá ver en la Fundación Barrié de A Coruña desde este viernes y hasta el 24 de enero.

A iniciativa da Novo Nordisk junta profissionais de saúde, figuras públicas e criadores de conteúdo numa corrente de conversas sobre as diferentes dimensões da gestão do peso. O humorista e radialista Nuno Markl, a apresentadora de televisão Júlia Pinheiro e a médica de família Margarida Santos são algumas das vozes que farão parte da corrente […]

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Dasha Kofman
I've visited over 50 cities in Europe, and although I love global tourist hubs like London and Paris, I also try to seek out smaller cities and towns.
Here are five lesser-known destinations in Europe I recommend visiting.
Evannovostro/Shutterstock
As you probably could have guessed from this city's name, Bath is known for its Roman baths. These baths, dating back to AD 70, are some of the best-preserved Roman ruins in the world.
The city is full of beautiful Georgian architecture, which can be admired in places like the Royal Crescent — a crescent-shaped row of 30 houses.
I also loved visiting the Circus, which is made up of townhouses arranged in a circular pattern. In my opinion, these areas are part of what makes walking around Bath feel unique.
The train from London to Bath takes about 90 minutes, making this city the perfect day trip.
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Heidelberg has striking views around every corner. The city is home to a centuries-old castle as well as the oldest university in Germany.
I enjoyed walking along Philosophenweg (also called Philosopher's Way), where professors sought solitude and academic inspiration. The path was especially beautiful during my trip in the fall.
We loved spending time in the city, which had lots of nice restaurants and cool bars. In my opinion, Heidelberg does an amazing job of embracing the new while holding on to its historical charm.
Dasha Kofman
Bruges is a laid-back destination that makes a convenient day trip from nearby Paris and Brussels. In my opinion, visiting the medieval city feels like stepping back in time.
The best thing I did was take a boat ride on the canal, admiring the architecture while cruising through Minnewaterpark, commonly referred to as the Lake of Love.
The city is perfect for couples looking to indulge in Belgian beer and chocolate.
Dasha Kofman
Mostar really surprised me because it didn't look like anywhere else I'd been. The towering 16th-century Old Bridge connecting the two sides of the city is a UNESCO World Heritage site.
The city also has a well-preserved Ottoman quarter with charming cobblestone streets.
During my time in Mostar, I loved drinking Bosnian coffee, taking in the views of the city, and feasting on local dishes like ćevapi.
Dasha Kofman
Andorra La Vella is the capital of Andorra, a country in the Pyrenees between France and Spain.
Every restaurant we dined at featured dishes influenced by the surrounding countries. If you want to try authentic Andorran food, head to a borda — a traditional house once used for agricultural purposes. Now, these buildings are used as charming restaurants.
Andorra la Vella makes a great day trip from Barcelona, but, in my opinion, the city deserves more than a one-day visit.
This story was originally published on July 3, 2024, and most recently updated on October 22, 2025.
Fue a las cuatro de la madrugada del viernes pasado. Varios drones alcanzaron al Wine Trader, un buque cisterna que transportaba productos químicos y navegaba por el mar Negro a unos 25 kilómetros de la localidad rumana de Sulina, en la desembocadura del Danubio y a un paso de la frontera con Ucrania. Las explosiones provocaron un incendio y dañaron gravemente la embarcación. Cinco marineros pudieron ser rescatados, pero otros siete permanecen desaparecidos. “Los que tenían sus camarotes en los niveles superiores tuvieron tiempo de salvarse”, explican desde el Sindicato Libre de Navegantes de Rumania. Los desaparecidos, en cambio, probablemente quedaron atrapados bajo la estructura metálica de la embarcación. Esta ofensiva culminó una escalada de incidentes que ha golpeado en apenas diez días a siete mercantes frente a las costas de Rumania y Bulgaria.
© ROMANIAN INTERIOR MINISTRY (via REUTERS)
Desde que formaron Gobierno de coalición con el PP tras las elecciones andaluzas, los diputados de Vox se sienten más fuertes y envalentonados. Y entre esos parlamentarios hay uno que es además vicepresidente segundo, consejero de Turismo, Justicia, Desregulación y Administración Local. Se llama Manuel Gavira, fue candidato a la presidencia de la Junta por Vox, es abogado, es de Cádiz y tiene 57 años. En el primer pleno ordinario de la XIII Legislatura llamó “puteros” a los socialistas en el debate de una iniciativa presentada por el PSOE sobre la asistencia a las mujeres víctimas de violencia de género. Lo hizo desde el banco verde del Ejecutivo.

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O encontro reúne os artistas Daniel Moreira e Rita Castro Neves, a curadora Ana Anacleto e convidados no Palácio da Galeria, a 24 de outubro, às 16h00. A entrada é livre.
O conteúdo Exposição «Uma Árvore» encerra em Tavira com conversa e apresentação de livro aparece primeiro em Barlavento.
Confiesa Julian Barnes en su libro Mis cambios de opinión que ha votado a casi todas las opciones políticas de su país —laboristas, conservadores, liberales, demócratas liberales o verdes…— pero en literatura siempre se ha declarado un devoto seguidor de Flaubert. En Asturias tienen su propia Madame Bovary: Ana Ozores, La Regenta. La creó Leopoldo Alas Clarín, y el escritor británico la adora, pese a haberla descubierto algo tarde.

© Paco Paredes (EFE)



As empresas Multitécnica e Yara Brasil, dos setores de fertilizantes nitrogenados, arremataram 13 lotes, equivalentes a 130 mil metros cúbicos de gás natural por dia, no primeiro leilão de gás da União, realizado nesta quinta-feira (22), em São Paulo.
A quantidade fazia parte da oferta total de 1,1 milhão de metros cúbicos por dia reservada a cinco grupos da indústria de base (químico e petroquímico; siderúrgico, metalúrgico e mineração; ceramista; Fertilizantes nitrogenados e vidreiro).
As propostas vencedoras partiram de US$ 1,82 por milhão de BTU, ágio de US$ 0,02 por milhão de BTU. O preço dos contratos será calculado mensalmente a partir de 115% da média das cotações de referência do Henry Hub no mês anterior ao fornecimento, somados ao adicional de cada oferta vencedora e convertidos em reais conforme a regra cambial do edital.
O valor para entrega às unidades industriais incorporará também impostos e custos de transporte e distribuição. A PPSA (Pré-Sal Petróleo) disponibilizará o gás na saída da unidade de tratamento da Petrobras em Itaboraí, no Rio de Janeiro. A contratação da logística a partir desse ponto caberá aos compradores.
O fornecimento está previsto para março a dezembro de 2027. A concorrência ocorreu apenas entre empresas do mesmo grupo industrial, com limite de aquisição de 16 lotes por grupo econômico, respeitada a quantidade disponível em cada segmento.