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Rebeca supera Simone Biles e é a segunda tricampeã do salto na história

A medalha de ouro no salto, conquistada neste sábado (24), colocou Rebeca Andrade no hall dos maiores campeões da modalidade, superando inclusive a lenda norte-americana Simone Biles.

A ginasta brasileira subiu no lugar mais alto do pódio no Mundial de Roterdã, na Holanda, e se sagrou tricampeã no salto. Antes, ela já havia vencido na Antuérpia, na Bélgica, em 2023, e em Kitakyushu, no Japão, em 2021.

Agora, Rebeca Andrade se junta a chinesa Cheng Fei como as únicas tricampeãs mundial do salto. Fei venceu três vezes de forma consecutiva, em 2005 (na Austrália), 2006 (na Dinamarca) e 2007 (na Alemanha).

Simone Biles, uma das maiores atletas da história do esporte, conta com dois títulos na modalidade. A ginasta dos EUA foi campeã em 2018, no Catar, e em 2019, na Alemanha.

O tricampeonato de Rebeca

Rebeca Andrade foi a sexta a saltar na decisão e conseguiu uma média de 14.466 após obter 14.400 no primeiro salto e 14.133 no segundo, garantindo o topo do pódio.

Claire Pease, dos Estados Unidos, ficou na segunda posição após 14.366 e 13.700, ficando em 14.233. Skye Blakely, também dos EUA, fechou o pódio com 14.100, 13.833 e uma média de 14.166.

Rebeca Andrade é eleita 1 das 100 mulheres mais inspiradoras do mundo

 

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Rebeca Andrade conquista terceiro ouro no salto em Mundiais

A brasileira Rebeca Andrade garantiu a medalha de ouro na final do salto do Mundial de ginástica artística, disputada na manhã deste sábado (24), em Roterdã, na Holanda. Foi a terceira conquista da ginasta no aparelho, na volta da medalhista olímpica à competição após três anos.

Rebeca fez saltos de 14,400 e 14,133 e terminou com média 14,466. A prata foi de Claire Pease (EUA), e o bronze, de Skye Blakely (EUA).

A brasileira também ganhou o ouro no salto no Mundial de Kitakyushu, no Japão, em 2021, e no da Antuérpia, na Bélgica, em 2023. A brasileira havia passado à final com a melhor nota do classificatório, na segunda-feira (19). Na ocasião, somou 14,400 no primeiro salto, o Duplo Twist Yurchenko, e 14,266 no segundo, quando fez acrobacia chamada Lopez.

Rebeca chega a dez medalhas em Mundiais

Com a medalha, Rebeca chega a dez pódios em Mundiais, em quatro participações. Antes, tinha três ouros (dois no salto e um no individual geral, em Liverpool, em 2022), quatro pratas e dois bronzes.

O Brasil ainda terá mais uma chance de medalha em Roterdã, com Flávia Saraiva, na final da trave, no domingo (25), a partir das 10h (horário de Brasília). O SporTV2 transmite. Ouro no aparelho na etapa da Hungria da Copa do Mundo, em setembro, Flávia passou à decisão com a terceira melhor nota.

Retorno após período de descanso

Rebeca não competia oficialmente desde 2024, após a participação nos Jogos de Paris e no Campeonato Brasileiro, em julho e setembro. Ela também ficou de fora do Mundial de 2025, em Jacarta, na Indonésia. A ginasta disse na época que o ano seria dedicado à saúde física e mental.

O técnico Francisco Porath chamou o período de “destreinamento ativo”, e afirmou que os compromissos mais importantes viriam em 2026, quando começa a valer a classificação olímpica.

A volta da brasileira às competições ocorreu em junho deste ano, com o ouro no salto no Pan-Americano de ginástica artística, no Rio de Janeiro. Em setembro, ela ficou com a prata na trave na etapa da Hungria da Copa do Mundo, atrás de Flávia. Maior medalhista olímpica da história do Brasil, Rebeca tem seis pódios: dois ouros, três pratas e um bronze.

Ginasta deixou de disputar o solo

Em agosto de 2025, a ginasta anunciou que não disputaria mais o solo, aparelho em que foi ouro olímpico em Paris e medalhista nos Mundiais de 2022 (bronze) e 2023 (prata). A decisão foi motivada por dores e pela necessidade de preservar a saúde após cinco cirurgias no joelho, a primeira delas depois de uma ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho direito, em 2015.

“O solo é o aparelho que mais causa impacto”, disse então. “Sei que vocês amam quando faço solo, mas ainda posso mostrar muito nos outros aparelhos.”

Brasil fica fora do pódio por equipes

O Brasil ficou no quinto lugar por equipes no mundial ginástica artística | Foto: Melogym/CBG

O Mundial de Roterdã teve diferentes resultados para o restante da delegação. Na quarta-feira (21), o Brasil ficou em quinto lugar na final por equipes, com 159,730 pontos, e não garantiu vaga antecipada nos Jogos de Los Angeles 2028. China, Estados Unidos e Japão levaram ouro, prata e bronze. Rebeca competiu no salto e na trave.

Por ter chegado à final, a seleção feminina está no Mundial de 2027, em Chengdu, na China, que distribuirá mais nove vagas para os Jogos. Na sexta-feira (23), Flávia Saraiva ficou em 12º lugar, e Lorrane Oliveira, em 21º, na final do individual geral.

Entre os homens, o Brasil não avançou a nenhuma final, algo que não acontecia desde 2010. A equipe terminou o classificatório em 19º lugar, após a queda de Arthur Nory na barra fixa. (Geovana Oliveira/FOLHAPRESS)

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Rebeca Andrade é ouro no salto e conquista o tricampeonato mundial

Rebeca Andrade é tricampeã no salto! A ginasta brasileira confirmou o favoritismo neste sábado (24) e, sob olhar da lenda e amiga Simone Biles, conquistou a medalha de ouro no Mundial de Ginástica, realizado em Roterdã, na Holanda.

A ginasta brasileira foi a sexta a saltar na decisão e conseguiu uma média de 14.466 após obter 14.400 no primeiro salto e 14.133 no segundo. Claire Pease, dos Estados Unidos, ficou na segunda posição após 14.366 e 13.700, ficando em 14.233. Skye Blakely, também dos EUA, fechou o pódio com 14.100, 13.833 e uma média de 14.166.

Com a conquista deste sábado, Rebeca Andrade chega a dez medalhas em Mundiais, sendo a terceira dourada no salto. Antes, ela havia subido ao lugar mais alto do pódio na Antuérpia, na Bélgica, em 2023, e Kitakyushu, no Japão, em 2021.

Na fase qualificatória, Rebeca já havia conseguido a maior nota, com 14.400 no primeiro salto e 14.266 no segundo, fazendo um total de 14.533. A sul-coreana Yeo Seojeong, bronze em Tóquio, ficou com a segunda melhor nota, com um total de 14.483, enquanto Pease Claire fechou com a média de 14.283.

A norte-americana Simone Bailes, uma das maiores ginastas da história, esteve em Roterdã como convidada de honra. Ela não compete desde a participação na Olimpíada de Paris, em 2024.

Retorno triunfal após pausa

Rebeca Andrade anunciou em abril deste ano que estava retornando às competições após um período afastada. A atleta passou parte de 2025 se dedicando à saúde mental e ao convívio com a família.

Destaque do Brasil em Paris 2024, a atleta optou por uma pausa após o ciclo olímpico. A escolha reforça a posição da ginasta em defesa da importância do acompanhamento psicológico no esporte de alto rendimento.

Durante o afastamento, Rebeca Andrade aproveitou oportunidades raras na rotina de um atleta profissional, como viagens e experiências fora do ambiente competitivo.

Brasil segue no Mundial de Ginástica

A ginastica brasileira tem mais uma final para competir em Roterdã. Neste domingo (25), a partir das 10h (de Brasília), Flávia Saraiva disputa a decisão da trave.

Rebeca Andrade é eleita 1 das 100 mulheres mais inspiradoras do mundo

 

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